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Trump indulta Giuliani e outros envolvidos em tentativa de anular eleições de 2020


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WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu indultos a vários aliados acusados de tentar reverter o resultado eleitoral de 2020, uma medida que não tem efeito imediato, mas que poderia protegê-los de eventuais acusações federais.


Ed Martin, advogado da Casa Branca, compartilhou no domingo no X uma lista de mais de 70 pessoas, entre as quais estão os ex-advogados do presidente Rudy Giuliani e Sidney Powell, e o antigo chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, a quem foi concedido um indulto "total, completo e incondicional".


Nenhum dos indultados está sentenciado ou acusado a nível federal, mas o perdão lhes dá proteção contra eventuais acusações em futuras administrações. A medida não tem efeito nos processos judiciais em curso a nível estadual.


Trump e um grupo de aliados denunciaram sem provas fraude nas presidenciais de 2020, nas quais o republicano foi derrotado pelo democrata Joe Biden.


Essas alegações incentivaram uma multidão que, em 6 de janeiro de 2021, invadiu o Capitólio para evitar a certificação da vitória de Biden.


Entre os nomes também estão John Eastman, um advogado que propôs estratégias para impedir a certificação dos resultados eleitorais, e Boris Epshteyn, assessor de Trump.


O presidente concede o indulto por ações "relacionadas às eleições presidenciais de 2020" ou aos "esforços para revelar a fraude eleitoral".



** Com AFP **

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