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Costco processa governo dos EUA por reembolso de tarifas pagas


A Costco questiona na Justiça direito de recuperar valores já pagos
A Costco questiona na Justiça direito de recuperar valores já pagos

ISSAQUAH - A varejista americana Costco processou o governo dos Estados Unidos para garantir reembolsos das tarifas que já pagou enquanto ainda aguarda decisão da Suprema Corte sobre se o presidente Donald Trump possuía autoridade legal para determinar as barreiras de importação.


Em uma queixa apresentada na sexta-feira (28) em Manhattan, a Costco afirmou que o uso da Lei de Poderes de Emergência Econômica Internacional por Trump para impor tarifas deixou a companhia com dúvidas sobre se as empresas poderão recuperar esses valores já pagos.


Com sede em Issaquah, Washington, a Costco se juntou a dezenas de empresas que entraram com ações judiciais para assegurar possíveis reembolsos. Ela também está entre as maiores, com receita de US$ 275,2 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de agosto.


A maior operadora de clubes de compras atacadistas do país disse que a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA negou o pedido por mais tempo para concluir os cálculos das tarifas devidas, ameaçando o direito dela conseguir os reembolsos mesmo que a Suprema Corte decida contra Trump.


A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA ainda não se pronunciou. A Costco também ainda não respondeu a um pedido de comentário.


Outras empresas que entraram com ações judiciais para assegurar os reembolsos incluem Bumble Bee Foods, a fabricante de óculos Ray-Ban EssilorLuxottica, a Kawasaki Motors, Revlon e Yokohama Tire, conforme mostram registros judiciais.


Durante as alegações em 5 de novembro, os juízes da Suprema Corte, dos dois lados políticos, levantaram questionamentos sobre se Trump usou devidamente ou não a lei de poderes de emergência de 1977 para impor tarifas.


Os juízes enxergaram o caso em caráter de urgência, mas não informaram quando emitirão a decisão.


A Costco tomou diversas medidas para lidar com as tarifas, incluindo a redução do número de fornecedores e o aumento da dependência de fornecedores locais e da sua marca Kirkland.


** Com Reuters **

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