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Governo Trump amplia proibição e restrição de viagens contra mais 20 países


A nova regra também bloqueia pessoas com documentos emitidos pela Autoridade Palestina
A nova regra também bloqueia pessoas com documentos emitidos pela Autoridade Palestina

WASHINGTON - O governo Trump anunciou nesta terça-feira, 16, a ampliação da restrição de viagens contra mais 20 países em defesa da 'soberania nacional'.


A regra entra em vigor no dia 1º de janeiro e bloqueia a entrada de cidadãos da Síria, Sudão do Sul, Níger, Mali e Burkina Faso. Além disso, também estão bloqueadas pessoas com documentos emitidos pela Autoridade Palestina.


Contra outros 15 países essas restrições foram parciais:


  • Angola;

  • Antígua e Barbuda;

  • Benim;

  • Costa do Marfim;

  • Dominica;

  • Gabão;

  • Gâmbia;

  • Malaui;

  • Mauritânia;

  • Nigéria;

  • Senegal;

  • Tanzânia;

  • Tonga;

  • Zâmbia;

  • Zimbábue.


Com essa expansão, agora são mais de 35 os países com restrições de viagem impostas pelos EUA.


A nova política também se aplica a cônjuges, filhos e pais de cidadãos americanos, bem como a vistos especiais de imigrante afegão, criados para pessoas que ajudaram as forças armadas e o governo dos EUA durante a guerra no Afeganistão. A texto também proíbe a entrada de irmãos e filhos adultos de cidadãos americanos, além de estudantes internacionais.


Em junho, Trump proibiu as viagens de cidadãos de 12 países, entre eles Afeganistão. Já em novembro, após o ataque contra soldados da Guarda Nacional, 19 países tiveram a suspensão de imigração concebida.


Veja a lista completa:


  • Afeganistão

  • Burundi

  • Chade

  • Cuba

  • Eritreia

  • Guiné Equatorial

  • Haiti

  • Iêmen

  • Irã

  • Laos

  • Líbia

  • Mianmar

  • República do Congo

  • Serra Leoa

  • Somália

  • Sudão

  • Togo

  • Turcomenistão

  • Venezuela


Além disso, a decisão da administração republicana expande a repressão às formas legais de imigração, com o governo limitando total ou parcialmente as viagens de quase 20% dos países do mundo. A política revisada também amplia consideravelmente as restrições a indivíduos de países com proibições parciais.


**Com Agências**

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