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Presidente da Câmara dos EUA defende análise sobre limitação de juros do cartão de crédito


WASHINGTON - O presidente da Câmara dos Estados Unidos, Mike Johnson, disse nesta terça-feira, 13, que o Congresso deveria ‌analisar a ideia do presidente Donald Trump de ‌impor um teto às taxas de juros dos cartões de crédito, mas alertou para a possibilidade de "efeitos secundários negativos".


O republicano disse a ‍repórteres que a Câmara "deveria pensar e investigar" a proposta de Trump que foi apresentada na última sexta-feira.


"Seria necessária legislação para fazer algo assim", acrescentou Johnson em uma coletiva de imprensa.


O parlmentar disse ainda que "existem consequências não ‌intencionais" que poderiam desencadear "efeitos secundários ‌negativos".


Johnson citou a possibilidade de que as empresas "parem de emprestar dinheiro e talvez limitem o que as pessoas podem tomar emprestado a um valor muito baixo".


Trump disse que queria um limite de um ano para as taxas de juros dos cartões de crédito em 10%, a partir de 20 de janeiro, data que marca o primeiro aniversário do início de seu segundo mandato como presidente.


Mas o presidente não disse como isso seria feito, o que gerou dúvidas sobre se ele tentaria impor a ‌medida por meio de um decreto.


A taxa média de juros do cartão de crédito está atualmente em torno de 19,65% nos EUA, de acordo com a ‌empresa de serviços financeiros ao consumidor Bankrate.


Os ‌cartões de crédito são um dos pilares do financiamento ao consumidor nos EUA, proporcionando às famílias acesso flexível ao crédito, mas geralmente com taxas elevadas. Para os bancos e emissores de cartões, essas taxas altas e as tarifas associadas são ‍uma importante fonte de lucro.


**Com Reuters**


 
 
 

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