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Trump abre balanço de segundo mandato com fotos de imigrantes ilegais presos


Trump distribuiu uma cartilha com 365 feitos do seu governo, um para cada dia (Foto: Divulgação Casa Branca)
Trump distribuiu uma cartilha com 365 feitos do seu governo, um para cada dia (Foto: Divulgação Casa Branca)

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou nesta terça-feira, 20, um ano desde seu retorno à Casa Branca com um longo discurso no qual abordou as principais ações de seu governo.


Logo no início, o republicano mostrou fotos de imigrantes ilegais que foram presos e afirmou que eles fazem americanos criminosos "parecerem bebês". Trump também exaltou a segurança nas fronteiras e disse que assassinos e traficantes são o foco das deportações.


O republicano classificou os manifestantes contrários às ações do ICE como "agitadores profissionais", mas amenizou o tom ao admitir que a agência "às vezes comete erros".


"Às vezes, eles são muito severos, mas estão lidando com pessoas difíceis. Fiquei devastado com a morte daquela jovem mulher. Foi uma tragédia, uma coisa horrível", disse Trump, ao mencionar a descoberta de que os pais de Renee Good, assassinada por um agente, são seus apoiadores. .


O republicano também declarou que o tráfico internacional de drogas pelo mar caiu em 97%. Defendeu a operação militar no Caribe e citou a Venezuela, ao relembrar a captura de quem ele classificou como ditador fora da lei, em referência ao presidente venezuelano Nicolás Maduro. Antes disso, Trump já havia afirmado que está amando a Venezuela após a operação em Caracas, elogiado a líder opositora venezuelana Maria Corina Machado e dito que gostaria de envolvê-la num possível novo governo no país sul-americano.



"Empresas americanas de energia estão prontas para fazer investimentos maciços no país, que tem mais petróleo do que a Arábia Saudita. Talvez possamos envolvê-lo de alguma forma. Eu adoraria poder fazer isso", disse Trump.


Trump também criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e garantiu que fez mais pela aliança militar "do que qualquer outra pessoa viva ou morta". Segundo ele, o grupo "não é muito forte" sem a presença dos EUA.


Em relação às crescentes ameaças à Groenlândia, Trump se esquivou de responder até onde estaria disposto a ir para comprar a ilha ártica ao ser questionado por jornalistas. "Vocês vão descobrir", declarou.


**Com Agências**


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