Trump anuncia contas bancárias com US$ 1 mil para crianças nascidas sob o seu governo
- Rádio Manchete USA

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Atualizado: há 6 dias

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 28, o lançamento de um programa de contas bancárias para recém-nascidos. A iniciativa é parte de medidas chamadas de "Trump accounts", uma abertura para acessibilidade e economia do país por meio do Departamento do Tesouro.
Essa medida tem o objetivo de dar US$ 1 mil a cada bebê, desde que seus pais abram uma conta. Esse dinheiro é então investido no mercado de ações por empresas privadas e a criança pode ter acesso ao valor ao completar 18 anos para propósitos específicos como pagar mensalidades de universidades, iniciar um negócio ou dar entrada em uma casa.
Para ter direito, o bebê deve nascer nos EUA entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2028 e ter número de Seguro Social. Qualquer um dos pais pode abrir uma conta para a criança elegível, independentemente do status migratório do responsável.
Bancos e corretoras privadas vão administrar o dinheiro, que deve ser investido em fundos de índice dos EUA que acompanham o mercado de ações e podem cobrar no máximo taxas anuais de 0,10%.
Os pais podem contribuir com até US$ 2.500 anuais, como já ocorre com contas de aposentadoria. Já empregadores dos pais, parentes, amigos podem fazer doações que, somadas, cheguem a US$ 5 mil em um ano. Governos e instituições de caridade também estão autorizados a colocar dinheiro.
Cerca de 58% das famílias americanas possuíam ações ou títulos em 2022, segundo a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, embora o 1% da população mais rica detivesse quase metade do valor das ações nesse mesmo ano.
Outras iniciativas
Antes de Trump criar as contas, Califórnia, Connecticut e o Distrito de Columbia estavam testando os “baby bonds” (títulos para bebês, em tradução literal) que são semelhantes às Trump Accounts em alguns aspectos. Vários outros Estados, incluindo Maryland, estão analisando iniciativas similares.
Mas esses programas são voltados para jovens que crescem na pobreza ou em lares adotivos, além de crianças que perderam um dos pais para a covid-19. O dinheiro é gerenciado pelo Estado e não por empresas privadas de investimento.
** Com AFP **

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