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Trump assina ordem executiva que desmantela Departamento de Educação dos EUA


Trump defende que os Estados têm mais competência para administração da Eduação
Trump defende que os Estados têm mais competência para administração da Eduação

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 20, uma ordem executiva que desmantela o Departamento de Educação. O republicano afirmou que "os custos educacionais serão menores dessa maneira e a qualidade da educação será muito, muito melhor".


"Os EUA gastam muito mais dinheiro por pessoa com educação do que qualquer outro país do mundo", destacou "Vamos devolver a educação americana aos estados americanos."


Trump garantiu que as funções "úteis" do Departamento serão preservadas e redistribuídas para outras pastas do governo federal. "Por exemplo, os fundos para alunos com necessidades especiais serão mantidos e transferidos", explicou.


Em uma fala direcionada à secretária de Educação, Linda McMahon, Trump declarou: "Encontraremos o que fazer com você."


O presidente ainda anunciou a assinatura de uma ação para intensificar a exploração de minerais críticos nos EUA e reforçou sua intenção de firmar um acordo de exploração mineral com a Ucrânia em breve. "Estamos indo muito bem com a Rússia e a Ucrânia", acrescentou.


O Departamento de Educação dos EUA gastou mais de US$ 3 trilhões "sem praticamente nada a mostrar por isso" desde 1979, de acordo com um comunicado divulgado pela Casa Branca mais cedo.


"Apesar dos gastos por aluno terem aumentado mais de 245% nesse período, não houve praticamente nenhuma melhoria mensurável no desempenho dos estudantes", afirma o texto.


O governo ainda destacou que sete em cada dez alunos de quarta e oitava séries não são proficientes em leitura, e os estudantes dos EUA ocupam a 28ª posição entre 37 países membros da OCDE em matemática.


"Em vez de manter o status quo que está falhando com os estudantes americanos, o ousado plano do governo Trump devolverá a educação ao lugar onde ela pertence - aos estados individuais, que estão melhor posicionados para administrar programas e serviços eficazes que atendam às suas populações e necessidades únicas", reforça a Casa Branca.


** Com AE **

 
 
 

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