Brasileiro pode pegar 5 anos de prisão por fraudar selos do governo dos EUA
- Rádio Manchete USA

- 2 de mar.
- 2 min de leitura

JACKSONVILLE - O brasileiro Cesar Dos Santos Júnior pode ser condenado a cinco anos de cadeia pelo uso fraudulento de selos oficiais do governo dos Estados Unidos, informou o Departamento da Justiça (DOJ, na sigla em inglês) na última semana.
O homem de 50 anos foi preso na Flórida no dia 27 de fevereiro após uma investigação revelar que a Chaplain Emergency Management Inc. (CEMA), presidida por Santos, mentia ao afirmar quer era ligada a órgãos federais.
Além de alegar ser um braço da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (Fema, na sigla em inglês), a empresa do brasileiro usava selos do Departamento de Segurança Interna (DHS) e da Polícia Federal (FBI) para vender os serviços de formação de capelães ao custo médio de US$ 450. O inquérito não contabiliza quantas pessoas compraram o curso de capelania.
O site da CEMA afirma que a agência pública foi criada na década de 1980 através de uma ordem executiva presidencial, mas aparece na Divisão de Empresas de Massachusetts como uma organização não governamental fundada em setembro de 2022.
Santos, que se identificava como médico e pastor, era investigado desde 2019 e usava as logomarcas dos órgãos federais nos certificados, distintivos e identificações dos capelães em todo o país.
O símbolo da CEMA é idêntico ao DHS, com a inscrição Departamento de Segurança Interna dos Capelães dos EUA (U.S. Department of Homeland Chaplain), descreve a acusação do promotor federal, Gregory Kehoe.
No material publicitário e nos treinamentos - destaca a investigação - Santos dizia que os capelães assistem pessoas em situação de emergência e as identificações da CEMA "protegem em certo nível da deportação".
Santos migrou para os EUA em 2016 e tentou se legalizar por uma petição para imigrante especial (I-360) que foi negada em junho do ano passado . Ele também apresentava diversos documentos falsos como um diploma da University of Berkley, de Michingan, que não existe.
O brasileiro deve ser deportado ao fim do processo ou após cumprir pena.
É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright.
Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)

.png)









Comentários