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- Governo comemora prisão de 538 imigrantes nos EUA
Karoline Leavitt publicou fotos do que seria o primeiro voo militar de deportados (Foto: Reprodução X) WASHINGTON - Diante das especulações sobre o aumento das ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, sigla em inglês) em diversas cidades dos Estados Unidos, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, compartilhou imagens nesta sexta-feira, 24, de imigrantes em fila, algemados e embarcando em um avião militar. Em sua conta oficial no X, Karoline escreveu: “Os voos de deportação começaram”. Para Karoline, "o presidente Trump está enviando uma mensagem forte e clara para o mundo inteiro: se você entrar ilegalmente nos Estados Unidos da América, enfrentará consequências severas”. A alta funcionária também comemorou a prisão de “538 imigrantes ilegais criminosos” nos últimos três dias. “A maior operação de deportação em massa da história está acontecendo. Promessas feitas. Promessas cumpridas”, destacou. ICE divulgou números de prisão na página da agência no Instagram Segundo a secretaria de imprensa, "entre as pessoas detidas, estão um suspeito de terrorismo, quatro integrantes da gangue Trem de Aragua e vários imigrantes ilegais condenados por crimes sexuais contra menores". Mas fontes ligadas ao ICE afirmam que esse número de prisões e o perfil dos detidos fazem parte "do funcionamento normal" da agência. A média diária de prisões do ICE foi de 311 no ano fiscal que terminou em setembro de 2024. No ano anterior, foi de 467.
- Show de Thiaguinho em Orlando é cancelado horas antes por problemas com visto
Público estava a caminho da arena quando show foi cancelado (Foto: Divulgação) ORLANDO - Problemas com o visto impediram o cantor Thiaguinho de fazer um show em Orlando, na Flórida, nesta quinta-feira, 23, e os fãs só foram notificados quando já estavam a caminho do evento através de uma nota divulgada nas redes sociais. "A Paz e Bem Edições Musicais Ltda., responsável pela carreira de Thiaguinho, informa que devido à falta de tempo hábil para emissão de documentações necessárias entregues pelo contratante, infelizmente, não será possível a realização da apresentação do cantor agendada para hoje, em Orlando, na Flórida", diz o comunicado. Na sequência, o texto cita que pagodeiro está em Orlando e frustrado com a situação. "Thiaguinho está nos Estados Unidos e, assim como seus fãs, lamenta profundamente o ocorrido, expressando sua frustração com a situação". Thiaguinho iria ser a atração do Brazilian Night, um evento que homenageia os fãs brasileiros do time de basquete de Orlando. O show ia aconter durante o intervalo e após o jogo entre o Orlando Magic e o Portland Trail Blazers no Amway Center, uma partida válida pela temporada regular da NBA (Liga Nacional de Basquete Americano). "Não acredito, estamos aqui, compramos o jogo só por causa do seu show que meu filho é super seu fã. Que triste", escreveu uma pessoa nos comentários do post. À Manchete USA , a assessoria do Orlando Magic disse que Thiaguinho não se apresentou "complicações com o visto e espera tê-lo em um próximo jogo" e que mais informação deveriam ser dadas pela equipe do cantor. Nenhum representante de Thiaguinho respondeu ao pedido de comentário da reportagem até a publicação dessa matéria.
- Imagens de prisões pelo ICE em MA assustam brasileiros
Agentes federais prenderam uma pessoa no Market Basket de Chelsea (Foto: Reprodução TV) BOSTON - Imagens de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, sigla em inglês) na região metropolitana de Boston, em Massachusetts, circularam entre grupos de WhatsApp e redes sociais, assustando brasileiros sem status imigratório que temem ser presos diante da política de tolerância zero do presidente Donald Trump. A Manchete USA checou as imagens e confirmou a autenticidade da maioria dos vídeos. Cinegrafistas da rede de televisão NBC flagaram "várias incursões de agentes do ICE em residências de East Boston e pessoas sendo levadas sob custódia". Já a ABC mostrou a prisão de um homem do lado de fora do Market Basket em Chelsea. O ICE não retornou o nosso pedido de contato para informar se os detidos são procurados porque cometeram algum crime ou têm carta de deportação. Também não está claro se as ações são rotineiras ou faz parte de uma operação especial. Mas a Fox News Digital cita mais de 460 detenções de imigrantes ilegais, entre meia-noite de 21 de janeiro e 9h de 22 de janeiro, um período de 33 horas. Entre os presos, há muitos estrangeiros com antecedentes criminais que incluem agressão sexual, violência doméstica e crimes com drogas e armas. A emissora cita que foram presos nacionais de 14 países, inclusive brasileiros, em dezenas de cidades dos EUA. O ICE informa que já emitiu 420 pedidos de custódia para estrangeiros que estão presos em delegacias e presídios locais. Desde que assumiu a Casa Branca na segunda-feira, o republicano emitiu uma série de medidas anti-imigrantes. Uma delas permite que os agentes do ICE entrem em escolas, hospitais e igrejas, locais antes considerados protegidos. Ainda que a agência afirme que a prioridade seja expulsar criminosos, ela não descarta prender imigrantes indocumentados sem passagem pela polícia e aumenta a tensão entre a comunidade. Para tranquilizar a população, as instituições afirmam que não vão colocar as pessoas em risco. Em nota, o Massachusetts General Hospital afirmou que todos que procurarem atendimento médico vão ser tratados como pacientes e, portanto, em segurança. Já as Escolas Públicas de Worcester também comunicaram às famílias que possuem proteções para quaisquer possíveis interações com agentes de imigração. Uma das orientações contempla o transporte dos alunos: “Se um motorista de ônibus escolar observar agentes do ICE em um ponto de parada, ele deve entrar em contato com seu supervisor e não liberar as crianças até que recebam instruções adicionais do distrito.” Os diretores e funcionários da recepção são orientados a fazer o mesmo.
- Justiça suspende ordem de Trump e devolve direito à cidadania para filhos de imigrantes
Juiz classificou a ordem como 'inconstitucional' (Foto: Reprodução de TV) NOVA YORK - A Justiça Federal dos Estados Unidos suspendeu a ordem executiva de Donald Trump que acabava com o direito à cidadania para filhos de imigrantes. A decisão foi publicada nesta quinta-feira, 23. Logo após tomar posse, Trump publicou uma série de decretos para combater a imigração ilegal. A questão da nacionalidade para bebês de estrangeiros nascidos no país estava entre as medidas, apesar de ir contra a 14ª Emenda da Constituição. A ordem de Trump determinava que as agências federais não reconhecessem a cidadania americana de crianças nascidas nos EUA cujos pais estão no país ilegalmente ou temporariamente, como portadores de visto. Com a implementação da medida, qualquer criança nascida após 19 de fevereiro, cujo pelo menos um dos progenitores - mãe ou pai - não fosse cidadão ou residente permanentes legal, estaria sujeita à deportação. Ela também seria impedida de receber benefícios sociais ou trabalhar legalmente quando fosse adulta. Após o decreto, grupos civis e procuradores-gerais de 22 estados governados por democratas entraram com ações na Justiça. Uma das ações foi analisada pelo juiz John Coughenour, na Corte de Seattle, que resolveu suspender a medida. O magistrado chamou a ordem de Trump de "flagrantemente inconstitucional". Com a decisão, a ordem assinada por Trump fica temporariamente suspensa. Ainda cabe recurso. Além disso, pelo menos três projetos de lei foram apresentados durante a semana para acabar com a cidadania automática por nascimento.
- Prefeito de Newark denuncia ação do ICE por prisão de cidadãos americanos
Ras Baraka diz que vai defender os seus residentes (Foto: Imagem de Arquivo) NEWARK - O prefeito de Newark, Ras Baraka, denunciou no início da noite desta quinta-feira, 23, uma operação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, na sigla em inglês) na cidade que prendeu cidadãos americanos, entre eles um veterano de guerra. Em comunicado, Baraka relata que horas antes os agentes federais invadiram um comércio, que não foi identificado, sem mandado e prenderam imigrantes indocumentados e cidadãos americanos. Sem citar o número de detidos, Baraka observa que o ICE “colocou em xeque a dignidade de um veterano de guerra ao questionar a legitimidade de seus documentos”. O prefeito da cidade de Nova Jersey, que foi declarada santuário em 2017, diz que a ação viola os direitos civis previstos na Constituição americana. “Newark não ficará imóvel enquanto as pessoas estão sendo ilegalmente aterrorizadas”, afirma o democrata. O ICE não respondeu ao pedido de comentário sobre a operação até a publicação dessa reportagem.
- Após ser aprovado no Senado, Trump deve assinar primeira lei anti-imigrante
Agentes do ICE vão ter mais poder de ação de acordo com a lei (Foto: Divulgação ICE) WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos votou essa semana a favor de um projeto de lei que coloca imigrantes indocumentados acusados de crimes não violentos como alvo de deportação. O texto teve o aval de 64 senadores, sendo 11 democratas, na segunda-feira, 20, e deve se tornar a primeira lei a ser sancionada pelo presidente Donald Trump. O Laken Riley Act já tinha sido aprovado na Câmara dos Deputados com o apoio dos dois partidos no início do mês e exige que as autoridades federais detenham imigrantes indocumentados suspeitos de roubo ou outros crimes menores, ampliando a lista de acusações que poderiam levar à deportação. A lei também confere aos procuradores-gerais dos Estados o direito de processar o advogado geral da União e o secretário do Departamento de Segurança Interna se um imigrante quer for liberado após ser detido na fronteira cometer um crime no país. Após a assinatura de Trump ainda é preciso alocar US$ 100 bilhões para implementar a lei. Laken Riley O Ato Laken Riley recebe esse nome em referência a uma estudante de enfermagem de 22 anos que foi morta no ano passado na Geórgia por um imigrante ilegal. O venezuelano José Antonio Ibarra havia sido preso por roubo de uma loja e solto sob fiança antes do assassinato. Em novembro ele foi condenado à prisão perpétua por homicídio. O caso foi amplamente citado por Trump e seus apoiadores durante a campanha eleitoral.
- Trump fecha fronteira, envia mais soldados e ameaça autoridades
Reforço militar na fronteira confirma promessa feita durante a campanha (Foto: Reprodução TV) WASHINGTON - Os Estados Unidos suspenderam a entrada de imigrantes através da fronteira sul para onde enviou mais de 1 mil soldados nesta quarta-feira, 22. A decisão foi publicada no portal da Casa Branca e cita que a medida visa 'proteger os estados contra uma invasão'. Pelo menos 1,5 mil soldados das Forças Armadas são aguardados no que é considerada a primeira 'onda' de tropas que se juntarão a outros 2,2 mil militares da ativa e da Guarda Nacional que já estão na fronteira com o México. Um oficial afirmou à agência de notícias Reuters, sob condição de anonimato, que esta é a primeira 'leva' de militares. É esperado que, pelos próximos meses, 10 mil soldados cheguem à região fronteiriça. No dia anterior, o presidente Donald Trump ordenou aos promotores federais para que investiguem e processem criminalmente as autoridades estaduais e locais que resistirem aos seus esforços relacionados à imigração, de acordo com um memorando para a equipe do Departamento de Justiça visto pela Reuters. "A lei federal proíbe que agentes estaduais e locais resistam, obstruam ou deixem de cumprir ordens e solicitações legais relacionadas à imigração", diz texto de de Emil Bove, vice-procurador-geral interino, nomeado por Trump. O memorando, datado de terça-feira, afrima que as autoridades estaduais e locais que resistirem ou obstruírem a aplicação da lei de imigração poderão ser acusadas de acordo com as leis federais que proíbem a fraude contra os EUA ou ceder abrigo a imigrantes que estejam no país ilegalmente. Suspensão de refugiados O governo republicano também suspendeu até novo aviso todas as chegadas aos Estados Unidos de refugiados que solicitaram asilo, inclusive os aprovados, uma decisão que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Após um decreto presidencial firmado na segunda-feira pelo bilionário republicano que ordena a suspensão de entrada de refugiados a partir de 27 de janeiro por um período de pelo menos 90 dias, "todas as viagens de refugiados aos Estados Unidos planejadas anteriormente for anteriormente foram canceladas", afirma um e-mail do Departamento de Estado com data de terça-feira. "Não serão realizadas reservas de viagens" e a tramitação de expedientes está suspensa, diz o texto. À Organização Internacional para as Migrações da ONU, o governo americano pede que não transfira os refugiados para os centros de trânsito. Os refugiados já estabelecidos em território americano continuarão sendo beneficiados pelos serviços previstos. A medida também não afeta um programa especial de vistos, principalmente para os afegãos que trabalharam para os EUA antes da volta dos talibãs ao poder em 2021.
- EUA autorizam operações do ICE em escolas, hospitais e igrejas
ICE e CBP podem entrar em santuários para prender imigrantes WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, sigla em inglês) autorizou nesta terça-feira, 21, a entrada de autoridades de imigração em escolas, centros de saúde e templos religiosos para prender imigrantes ilegais. “A administração Trump não amarrará as mãos dos nossos corajosos agentes da lei e, em vez disso, confiamos que eles usarão o bom senso", afirmou o secretário interino Benjamine Huffman em comunicado. Estrangeiros procurados ou suspeitos por crimes são as prioridades das operações, afirma o órgão federal. As novas diretrizes revogam as orientações da administração Biden de proibir ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) e da Polícia de Imigração (CBP) em "áreas protegidas" onde "crianças se reúnem, locais de desastres ou ajuda de emergência e estabelecimentos de serviços sociais". A política do governo anterior determinava que as operações de fiscalização da imigração não deveriam ocorrer em ou perto de um local que limitasse o acesso das pessoas a serviços ou atividades “essenciais”. As medidas anti-imigrantes de Donald Trump são aplaudidas por seus aliados, mas o republicano foi surpreendido durante um missa na capital do país. A bispa de Washington, Mariann Edgar Budde, pediu ao presidente (assista o vídeo abaixo) para que ele tenha misericórdia dos imigrantes que vivem no país e com as "crianças que têm medo de ter seus pais levados embora".
- Brasileiro acusado de matar ex-namorada pode pegar pena de morte na Flórida
Moreira foi localizado há 4 horas do local do crime MIAMI - O brasileiro Genivaldo Gomes Moreira, de 41 anos, pode pegar pena de morte após ser indiciado pela morte da ex-namorada, a também brasileira Ana Paula Ribeiro de Souza, 45, em Derfield Beach, na Flórida. Moreira foi preso em Sarasota na noite de domingo, 19, dois dias após o crime. Ele é acusado de incendiar a casa onde a mulher e seu cachorro foram encontrados mortos. A Polícia acredita que Moreira matou Ana antes de colocar fogo no imóvel. O brasileiro vai responder por homicídio doloso, incêndio criminoso e crueldade contra animais. Segundo depoimentos, Moreira e Ana - ambos da cidade mineira de Governador Valadares - tiveram um relacionamento instável e conturbado por seis meses e ele não aceitava o fim do relacionamento. Ana tinha terminado o relacionamento com Moreira Ana deixa quatro filhos. A Manchete USA não conseguiu contato com a defesa do suspeito até a divulgação dessa matéria.
- Trump chama de 'desagradável' bispa de Washington e exige pedido de desculpas
WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou, nesta quarta-feira, 22, como "desagradável" uma bispa de Washington e exigiu desculpas dela por ter dito que o republicano estava semeando o medo entre os migrantes e as pessoas LGBTQI+. "A chamada bispa que falou na terça-feira no Serviço Nacional de Oração é uma esquerdista radical que odeia Trump. Ela teve um tom desagradável, não foi convincente nem inteligente", escreveu o mandatário em sua rede, a Truth Social. O presidente compareceu na terça a uma missa na Catedral Nacional de Washington dirigida pela bispa Mariann Edgar Budde, da Diocese Episcopal de Washington. Trecho da postagem de Donald Trump sobre o sermão da bispa Em seu discurso, a religiosa sermoneou o novo líder pelos decretos assinados contra as pessoas LGBTQ e os migrantes após assumir seu segundo mandato presidencial. "Peço que tenha piedade, senhor presidente", disse a bispa, que falou do "medo" que, segundo ela, se sente em todo o país. "Há crianças gays, lésbicas e transgênero em famílias democratas, republicanas e independentes", afirmou. Também defendeu os trabalhadores estrangeiros que "podem não ser cidadãos ou não ter a documentação adequada, mas a grande maioria dos migrantes não são criminosos." Trump e o vice-presidente JD Vance transpareceram o descontentamento com a religiosa O presidente, que anteriormente se limitou a dizer que a missa "não foi muito emocionante", atacou duramente a bispa em sua rede social. "Além de seus comentários inapropriados, o sermão foi muito chato e pouco inspirador. Ela não é muito boa em seu trabalho. Ela e sua igreja devem desculpas ao público", escreveu. Entre as dezenas de ordens executivas assinadas na última hora de segunda-feira por Trump estão medidas para suspender a chegada de solicitantes de asilo e expulsar os migrantes que estão no país ilegalmente. Trump também decretou que apenas serão reconhecidos dois sexos: masculino e feminino, mas não o transgênero. ** Com AFP **
- Trump assina ordens executivas contra imigração ilegal
Donald Trump prometeu durante a campanha a maior deportação em massa da história (Foto: Reprodução TV) WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra contra a imigração ilegal nas primeiras horas do seu governo. Uma das ordens executivas assinadas na noite de segunda-feira, 20, declara emergência na fronteira sul e permite a liberação de recursos para reforçar a fiscalização na fronteira com o México. O mandatário anunciou o envio de tropas para a região e ampliou os poderes dos agentes de imigração federal para prender suspeitos. Outro objetivo do governo é retomar a construção de um muro entre os dois países. Trump também designou os cartéis como organizações terroristas estrangeiras. Embora a administração republicana afirme que a prioridade seja prender imigrantes criminosos, a ordem executiva menciona a "remoção imediata de todos os estrangeiros que entrem ou permaneçam em violação da lei federal". Leia também: Trump assina primeiras ordens executivas na frente de apoiadores Em outro trecho, fala em "deter, na medida máxima autorizada por lei, estrangeiros suspeitos de violar a lei federal ou estadual, até o momento em que sejam removidos dos Estados Unidos", além de "processar acusações criminais contra estrangeiros ilegais que violam as leis de imigração e contra aqueles que facilitam a sua presença ilegal nos Estados Unidos". O governo também encerrou programas que permitiam a entrada de estrangeiros por motivos humanitários. O aplicativo CBP One usado para agendar entrevistas de asilo foi desativado, e todos os 30 mil agendamentos foram cancelados. Leia também: EUA cancelam aplicativo que permitia entrada legal de migrantes pelo México Além disso, Trump assinou na frente de jornalistas no Salão Oval uma ordem para acabar com o fim da cidadania automática para pessoas nascidas nos EUA cujos pais estão em situação irregular. No entanto, essa medida pode enfrentar questionamentos na Justiça, pois envolve um direito garantido pela Constituição. Leia também: Trump cancela cidadania de filhos de imigrantes Dezenas de Ordens Executivas Na noite de ontem Trump também sancionou as seguintes medidas: Perdão presidencial para cerca de 1.500 acusados criminalmente pelo ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Criação do Departamento de Eficiência Governamental, que será chefiado por Elon Musk. Suspensão da lei que pode bloquear o TikTok nos Estados Unidos pelo prazo de 75 dias. Declaração de emergência no setor energético e assinatura de uma ordem para estimular a produção de petróleo e extração mineral. Retirada dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Assinatura de uma ordem afirmando que os EUA reconhecem apenas os gêneros masculino e feminino. Leia a ordem executiva na íntegra aqui .
- EUA cancelam aplicativo que permitia entrada legal de migrantes pelo México
CBP One foi desativado nas primeiras horas após a posse de Trump WASHINGTON - O aplicativo móvel CBP One, que permitia a entrada de migrantes nos Estados Unidos através dos postos de entrada na fronteira com o México, deixou de funcionar nesta segunda-feira, segundo informou a Polícia de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) em seu site. Em seu discurso de posse, o novo presidente dos EUA, Donald Trump, expôs seus planos de realizar deportações em massa e militarizar a fronteira. Por meio do CBP One, os migrantes que estivessem em território mexicano podiam preencher um formulário com seus dados e solicitar um agendamento para se apresentarem em um posto de entrada na fronteira. A mensagem no site do CBP, que se refere aos migrantes em trânsito no México como “estrangeiros sem documentos”, também avisa que os agendamentos “programados” já foram cancelados. Por meio desse aplicativo, que entrou em operação em janeiro de 2023, mais de 930 mil pessoas se apresentaram nos postos de entrada para que as autoridades processassem seus casos, de acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS). Do outro lado da fronteira, um choque tomou conta do abrigo em Tijuana, a poucos metros da fronteira. "Eu não acredito", disse Nidia Montenegro, de 52 anos, com lágrimas escorrendo pelo rosto. "Não, Deus, não." Imigrantes entraram em desespero do outro lado da fronteira ao verificar que aplicativo foi desativado Ao redor dela, outros imigrantes choravam enquanto tentavam, repetidamente, carregar o aplicativo, com o desespero aumentando. Alguns receberam e-mails cancelando os agendamentos, outros simplesmente não conseguiram abrir o aplicativo. Em dezembro de 2024, quando os últimos dados oficiais foram divulgados, cerca de 44 mil pessoas entraram nos EUA por esse processo. O aplicativo liberava 1.450 vagas por dia em sete postos de entrada na fronteira. O programa foi criado pelo governo de Joe Biden como uma estratégia para controlar a migração através da fronteira, assim como para conter as travessias irregulares. Venezuela, Cuba e México foram os principais países de onde vieram os migrantes que conseguiram entrar nos EUA com um agendamento do CBP One, informou o aplicativo na última semana. O processo foi duramente criticado por organizações de direitos humanos, que disseram que o aplicativo restringia o acesso ao asilo na fronteira sul e forçava os migrantes a esperar no México, expostos à violência dos cartéis.
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