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- Trump promete ser ditador no primeiro dia do mandato
Donald Trump promete expulsar imigrantes ilegais dos Estados Unidos WASHINGTON - Durante a campanha, o presidente eleito Donald Trump afirmou que não seria um ditador no seu segundo mandato – "exceto no dia 1". A lista do que "ser feito" nas primeiras 24 horas após retornar à Casa Branca inclui iniciar a deportação em massa de migrantes, reverter as políticas do governo Biden em relação à educação, remodelar o governo federal e perdoar pessoas que foram presas por invadir Capitólio em 6 de janeiro de 2021. "Quero fechar a fronteira e quero perfurar, perfurar, perfurar", disse ele, sobre seus planos para o primeiro dia. "Perfurar" é uma referência à abertura de novos poços de petróleo e gás. Quando assumiu o cargo em 2017, Trump também tinha uma longa lista de afazeres, incluindo a renegociação imediata de acordos comerciais, a extradição de estrangeiros e a implementação de medidas para erradicar a suposta corrupção do governo. Essas coisas não aconteceram de uma só vez. Deportação em Massa Falando no mês passado em seu comício no Madison Square Garden, em Nova York, Trump disse: “No primeiro dia, lançarei o maior programa de deportação da história americana para expulsar os criminosos. Resgatarei todas as cidades que foram invadidas e conquistadas, e colocaremos esses criminosos cruéis e sedentos de sangue na prisão. Depois vamos expulsá-los do nosso país o mais rápido possível.” Já como presidente eleito, Trump anunciou nas redes sociais na noite de domingo que colocaria Tom Homan, seu ex-diretor interino do Serviço de Imigração e Controle da Alfândega (ICE, na sigla em inglês) como “responsável por toda a deportação de estrangeiros ilegais de volta ao seu país de origem”. Trump pode instruir a sua administração a iniciar o esforço no momento em que chegar ao cargo, mas é muito mais complicado deportar efetivamente os quase 11 milhões de pessoas que se acredita estarem ilegalmente nos Estados Unidos. Isso exigiria uma força policial grande e treinada, enormes instalações de detenção, aviões para transportar pessoas e nações dispostas a aceitá-los. Trump disse que invocaria a Lei dos Inimigos Estrangeiros, de 1798 que é raramente usada, mas permite ao presidente deportar qualquer pessoa que não seja cidadão americano e venha de um país com o qual haja uma “guerra declarada” ou uma ameaça ou tentativa de “invasão ou incursão predatória”. Ele falou sobre a ação da Guarda Nacional, quando requisitada por governadores. Questionado sobre o custo de seu plano, ele disse à NBC News: “Não é uma questão de preço. Não é – realmente, não temos escolha. Quando pessoas mataram e assassinaram, quando os traficantes destruíram países, e agora eles vão voltar para os países deles porque não vão ficar aqui.” Autoperdão Trump disse que"dois segundos" após assumir o cargo demitirá Jack Smith, o advogado especial que o está processando em dois casos federais. Smith já está avaliando como encerrar os casos por causa da jurispridência do Departamento de Justiça, que diz que os presidentes em exercício não podem ser processados. Smith acusou Trump no ano passado de conspirar para anular os resultados das eleições presidenciais de 2020 e de manter ilegalmente documentos confidenciais em sua propriedade em Mar-a-Lago, na Flórida. Trump não tem como conceder um autoperdão em relação à condenação de um tribunal em Nova York num caso de suborno envolvendo a ex-atriz pornô Stormy Daniels, mas ele pode tentar usar o seu status de presidente eleito num esforço para anular ou expurgar a sua condenação por crime e evitar uma potencial sentença de prisão. Um caso na Geórgia, onde Trump foi acusado de interferência eleitoral, será provavelmente o único processo criminal que restará contra ele. O mesmo deve ser suspenso até pelo menos 2029, no final do seu mandato presidencial. O promotor da Geórgia responsável pelo caso acaba de ser reeleito. Perdão aos invasores Mais de 1.500 pessoas foram acusadas formalmente após uma multidão de apoiadores de Trump, organizada pelo então presidente, atacar o Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Trump lançou a sua campanha para as eleições em março, não apenas tentando reescrever a história desse motim, mas colocando o cerco violento e a tentativa falha de anular as eleições de 2020 como a pedra angular da sua tentativa de regressar à Casa Branca. Como parte disso, ele chamou os invasores de "patriotas inacreditáveis" e prometeu ajudá-los "no primeiro dia em que assumirmos o cargo". Como presidente, Trump pode perdoar qualquer pessoa condenada num tribunal federal, na Corte Superior do Distrito de Columbia ou em um tribunal marcial militar. Ele pode impedir a continuação do processo contra os invasores, por exemplo. Demissão Trump pretende iniciar o processo de retirar a proteções de dezenas de milhares de funcionários públicos de carreira, para que pudessem ser despedidos mais facilmente. Ele quer fazer duas coisas: reduzir drasticamente a força de trabalho federal, que há muito diz ser um gasto desnecessário, e “destruir totalmente o 'deep state'” – supostos inimigos que, ele acredita, estão escondidos em cargos no governo. Há centenas de profissionais nomeados politicamente que vão e vêm com as administrações. De outro lado, também existem dezenas de milhares de funcionários de carreira, que trabalham sob presidentes Democratas e Republicanos. São considerados trabalhadores apolíticos cujos conhecimentos e experiência ajudam a manter o funcionamento do governo, especialmente durante as transições. Trump quer a capacidade de converter algumas dessas pessoas de carreira em cargos políticos, tornando-as mais fáceis de demitir e substituir por pessoas leais. Ele tentaria conseguir isso revivendo uma ordem executiva de 2020 conhecida como “Anexo F”. A ideia por trás da medida é retirar as proteções trabalhistas dos trabalhadores federais e criar uma nova classe de funcionários políticos. Poderia afetar cerca de 50 mil dos 2,2 milhões de servidores federais civis. O presidente democrata Joe Biden rescindiu a ordem quando assumiu o cargo, em janeiro de 2021. Mas o Congresso não conseguiu aprovar um projeto de lei que protegesse os funcionários federais. O Gabinete de Gestão de Pessoal, a principal agência de recursos humanos do governo federal, criou recentemente uma regra contra a reclassificação de trabalhadores, portanto Trump poderá ter de esperar meses – ou mesmo anos – para desfazê-la. Tarifa sobre importação Trump prometeu durante toda a campanha impor tarifas sobre produtos importados, especialmente os provenientes da China. Ele argumentou que tais impostos de importação manteriam os empregos industriais nos EUA, reduziriam o déficit federal e ajudariam a baixar os preços dos alimentos. Ele também os classificou como centrais para a sua agenda de segurança nacional. "As tarifas são a melhor coisa já inventada", disse Trump durante um comício em setembro em Flint, Michigan. O presidente eleito provavelmente não precisaria que o Congresso impusesse essas tarifas, como ficou claro em 2018, quando as impôs às importações de aço e alumínio sem passar pelos legisladores, citando a Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962. Essa lei, de acordo com a Congressional Research, dá ao presidente o poder de ajustar tarifas sobre importações que possam afetar a segurança nacional, um argumento apresentado por Trump. Reverter proteções para estudantes transgêneros A oposição aos direitos dos transgêneros foi central no argumento final da campanha de Trump. Sua campanha publicou um anúncio nos últimos dias da corrida contra a vice-presidente Kamala Harris, no qual um narrador dizia: "Kamala é a favor deles. O presidente Trump é para você." A administração Biden anunciou novas proteções a pessoas trans em abril que deixaram claro que tratar estudantes transgêneros de maneira diferente de seus colegas de classe é discriminação. Trump respondeu dizendo que iria reverter essas mudanças, comprometendo-se a fazê-las no primeiro dia da sua nova administração e observando especificamente que tem o poder de agir sem o Congresso. É improvável que Trump pare por aí. Falando em um comício em Wisconsin em junho, Trump disse que “no primeiro dia” ele iria “assinar uma nova ordem executiva” que cortaria o dinheiro federal para qualquer escola “empurrando a teoria racial crítica, a insanidade transgênero e outros conteúdos raciais, sexuais ou políticos inapropriados para a vida dos nossos filhos.” Não está claro como Trump faria isso, já que exige uma ação do Congresso. "Perfurar, perfurar, perfurar" Trump procura reverter as políticas climáticas destinadas a reduzir as emissões de gases de efeito-estufa que aquecem o planeta. Com uma ordem executiva no primeiro dia, ele pode anular as proteções ambientais, interromper projetos eólicos, frustrar as metas da administração Biden que incentivam a mudança para carros elétricos e abolir padrões para que as empresas se tornem mais amigas do ambiente. Ele prometeu aumentar a produção de combustíveis fósseis nos EUA, prometendo “perfurar, perfurar, perfurar”, quando assumir o cargo no primeiro dia e procurando abrir a região selvagem do Ártico à perfuração de petróleo, o que, segundo ele, reduziria os custos de energia. Resolver a guerra entre a Rússia e a Ucrânia Trump também disse repetidamente que poderia resolver a guerra entre a Rússia e a Ucrânia num dia. A Rússia invadiu a Ucrânia há quase três anos. Trump, que não esconde a sua admiração pelo presidente russo Vladimir Putin, criticou a administração Biden por dar dinheiro à Ucrânia para travar a guerra. Em um programa da CNN em maio de 2023, Trump disse: “Eles estão morrendo, russos e ucranianos. Eu quero que eles parem de morrer. E farei isso – farei isso em 24 horas". Ele disse que isso aconteceria depois de se reunir com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com Putin.
- Biden promete 'transição pacífica' após vitória de Trump
WASHINGTON - Em seu primeiro discurso após Donald Trump vencer as eleições presidenciais, o atual mandatário dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira, 7, que está trabalhando para garantir uma transição de poder pacífica. No pronunciamento na Casa Branca, o democrata confirmou ter falado por telefone com o republicano e ter garantido à equipe do adversário que, em "20 de janeiro, haverá uma transferência de poder pacífica" e confiável, porque é isso que o povo merece. "Aceitamos a escolha que o país fez. Estamos em uma democracia, a vontade popular sempre prevalecerá. Você não pode amar seu país só quando você vence. Você não pode amar seu vizinho só quando vocês concordam", declarou ele. Biden enfatizou ainda que "os eleitores fizeram seu dever como cidadãos", e ele fará o seu como presidente, destacando que trabalhará até o fim do seu mandato, que se encerra em janeiro. "Agora temos 78 dias para concluir o mandato. Temos agora a responsabilidade para fazer cada dia valer". Além disso, Biden reforçou que o sistema eleitoral americano é "honesto, justo e transparente" e que esta batalha foi perdida e "as derrotas são inevitáveis, mas desistir é impensável". "Não podemos desistir. A América perdura. Vamos ficar bem, mas precisamos permanecer engajados", concluiu ele, que elogiou a "integridade e coragem" de Kamala Harris.
- Kamala Harris pede união em primeiro discurso após derrota
WASHINGTON - A vice-presidente Kamala Harris discursou pela primeira vez, na tarde desta quarta-feira, 6, após ser derrotada nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. Ela defendeu uma transição pacífica de poder para a nova gestão de Donald Trump e pediu a união entre os norte-americanos. Segundo projeções da Associated Press, Kamala deve conquistar 226 delegados no Colégio Eleitoral. Eram necessários 270 para vencer as eleições. Trump ultrapassou esse número nas primeiras horas de hoje. Kamala iniciou o discurso agradecendo pela confiança do público. Ela também citou a própria família, o presidente Joe Biden e o vice dela na chapa, Tim Walz. "Meu coração está pleno de gratidão pela confiança que vocês tiveram em mim. Está também cheio de amor pelo nosso país e pela vontade de seguir adiante", disse durante pronunciamento na Howard University, em Washington, que deveria ser palco para o discurso da vitória. A democrata afirmou que o resultado da eleição não era o esperado pela campanha, mas garantiu que irá continuar lutando para que os EUA continuem sendo um país livre. "A luta pela nossa liberdade vai exigir muito de nós, mas, como sempre falamos, gostamos de trabalhar duro. E a luta pela nossa liberdade sempre vale a pena", garantiu emocionada. Mais cedo Kamala ligou para Trump para parabenizá-lo pela vitória.
- Trump é eleito o 47º presidente dos Estados Unidos
WASHINGTON - O republicano Donald Trump derrotou Kamala Harris e foi eleito o 47º presidente dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 6, mas os votos ainda estão sendo contabilizados e a vitória precisa ser confirmada pelo Senado.Trump é eleito o 47º presidente dos Estados Unidos. Às 6 horas da manhã, as projeções dos institutos de pesquisa somavam 277 delegados no colégio eleitoral para Trump, enquanto Kamala obteve 224. Para vencer o pleito nos EUA, é necessário obter ao menos 270 delegados dos 538 em disputa. Mais uma vez, as eleições presidenciais norte-americanas foram decididas pelos Estados-pêndulos, aqueles que não possuem uma preferência política fixa entre os partidos Democrata e Republicano. Neste ano, os votos no Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin foram decisivos. Segunda vez Esta é a segunda vez na história dos EUA, desde Grover Cleveland em 1892, que um ex-presidente conquista um segundo mandato não consecutivo. Trump, de 78 anos, venceu as eleições de 2016, quando derrotou outra candidata democrata mulher, Hillary Clinton. Na ocasião, Trump obteve 304 votos dos colégios eleitorais, frente a 227 da ex-secretária de estado. Foi a quinta vez na história dos EUA que um candidato a presidente ganhou no voto popular, mas foi derrotado no Colégio Eleitoral. Em 2020, Trump disputou a reeleição contra o democrata Joe Biden, que consagrou-se vitorioso com 306 votos do colégio eleitoral, contra 232 do republicano. Desfavorável A trajetória de Kamala Harris como candidata do partido Democrata para as eleições presidenciais não foi linear. Ela tornou-se líder da chapa após Biden desistir de disputar a reeleição e não convenceu ao afirmar que era a candidata da renovação. Condenação Já Donald Trump superou até mesmo a Justiça. Em maio, o republicano se tornou o primeiro ex-presidente dos EUA a ser condenado criminalmente por falsificar registros financeiros para ocultar o pagamento que comprou o silêncio da ex-atriz pornô Stormy Daniels com quem teve um caso extra-conjugal e evitar possíveis danos à sua campanha eleitoral de 2016. Trump aguarda a determinação da sentença, que poderá ordenar detenção ou pagamento de multa. A sentença deve ser proferida apenas no dia 26 de novembro. Especialistas acreditam que a detenção do republicano é improvável. Donald Trump responde a outros três processos na esfera criminal sob a acusação de interferir nas eleições, conspiração e mau uso de documentos sigilosos após encerrar o seu mandato.
- Republicanos retomam maioria no Senado e estão à frente na corrida pelo Congresso dos EUA
WASHINGTON - O Partido Republicano conquistou o controle do Senado dos Estados Unidos com vitórias em Virgínia Ocidental e Ohio na noite de terça-feira, 5. Os republicanos também obtiveram ganhos importante na batalha para manter o controle da Câmara dos Deputados. Esses resultados poderão ajudar Trump, caso a vitória seja confirmada, a nomear juízes conservadores e outros funcionários do governo. Até a manhã da quarta-feira, 6, os democratas haviam perdido 3 assentos e somavam 42, enquanto os republicanos garantiam 52. A Câmara Alta é formada por cem senadores. O mesmo acontece no Casa dos Deputados onde 180 cadeiras estão garantidas para democratas e 198 para os republicanos. Para formar a maioria é preciso atingir 218 cadeiras. Como na eleição presidencial, o resultado provavelmente será determinado por uma pequena parcela de eleitores. Menos de 40 disputas na Câmara são vistas como realmente competitivas. Transgênero Por outro lado, essa eleição é marcada por fatos inédios para a diversidade no Congresso. A democrata Sarah McBride, de 34 anos, foi escolhida em Delaware, se torna a primeira mulher transgênero eleita deputada federal. Negros Além disso, pela primeira vez na História dos EUA, o Senado terá duas cadeiras ocupadas simultaneamente por mulheres negras: a deputada Lisa Blunt Rochester, de Delaware, e Angela Alsobrooks, de Maryland. A vitória das democratas eleva o número de senadores negros a servir juntos para cinco na história do país.
- Trump se declara eleito após vencer na Pensilvânia
PALM BEACH - Após vencer na Pensilvânia, o republicano Donald Trump alcançou 267 dos 270 delegados necessários na disputa pela Casa Branca e discursou como presidente eleito dos Estados Unidos para apoiadores na Flórida. “Quero agradecer à população americana por ter sido eleito o 47º presidente”, disse ele, em meio a aplausos por volta das 2 horas de quarta-feira, 6. “Foi o maior movimento político de todos os tempos, e agora vamos ajudar o país a se curar. O país precisa de ajuda”, afirmou o republicano em West Palm Beach. Ao contrário de seus incendiários discursos de campanha, ele focou na união do país. “Vou lutar por vocês, pela sua família e pelo seu futuro todos os dias. Estarei lutando por vocês com cada respiração do meu corpo. Não descansarei até que tenhamos proporcionado a América forte, segura e próspera que os nossos filhos merecem e que vocês merecem. Esta será verdadeiramente a era de ouro da América”, afirmou. Caso ele vença em mais algum Estado, sua eleição estará oficialmente confirmada. O republicano tem vantagem em Michigan, Wisconsin, Nevada, Arizona e Alasca. Trump se declara eleito após vencer na PensilvâniaA essa altura, a Fox News já o declarava eleito e o jornal New York Times falava em 95% de chance de Trump ser o novo presidente dos EUA.
- Kamala ou Trump: resultado imprevisível pode levar dias
WASHINGTON - Os Estados Unidos decidem nesta terça-feira, 5, quem será o novo governante do país pelos próximos quatro anos. Mas o resultado oficial da disputa acirrada entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump ainda pode levar dias e não representar a vontade popular, afirmam especialistas. O sistema eleitoral do país formado por um colégio eleitoral com 538 delegados. Cada Estado tem um número específico de componentes com base no tamanho da população. Para vencer a disputa, é preciso conquistar 270 votos desses representantes. Isso significa que os Estados e o Distrito de Colúmbia -- onde fica a capital Washington -- vão contabilizar os votos das urnas e os delegados endossam a escolha. Dessa forma, o vencedor não necessariamente é o ganhador no voto popular. Isso, inclusive, já ocorreu em alguns pleitos, como o de 2016, quando o republicano Trump foi eleito tendo quase 3 milhões de votos a menos que a democrata Hillary Clinton. A Califórnia tem maior número de delegados, 54. Em seguinda, Texas (40), Flórida (30), Nova York (28 ) e Illinois e Pensilvânia (19, cada um). Os com menor número são Dakota do Norte, Delaware, Dakota do Sul, Vermont, Wyoming, distrito de Columbia e Alasca (3 delegados, cada); Maine, Montana, Idaho, New Hampshire, Virgínia Ocidental, Rhode Island e Havaí (4 delegados, cada). Se, por um lado, existem Estados em que o resultado da disputa costuma ser mais previsível, com eleitores historicamente apoiadores de um ou outro partido, por outro, há aqueles que historicamente não há maioria absoluta nas intenções de votos. São os chamados swing states (estados pêndulos, em tradução livre), onde qualquer partido pode sair vitorioso. Eles são Arizona, Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin. No caso de um empate de 269 a 269 votos, a Câmara dos Deputados escolhe o vencedor, com a delegação de cada estado tendo direito a um único voto. Até as primeiras horas de hoje, mais de 80 milhões de eleitores já haviam votado nos postos de votação e por correio ou depositaram os votos nas urnas disponibilizadas em pontos estratégicos das cidades nas eleições antecipadas. A primeira urna aberta no Condado Dixville Notch, em New Hampshire, foi um espelho das últimas pesquisas da campanha que mostram os candidatos empatados. Cada um teve três votos.Os eleitores registrados eram quatro republicanos e dois eleitores sem partido. Projeção Atrasada Em algumas disputas presidenciais, o vencedor foi conhecido tarde na noite da eleição ou na manhã seguinte. Desta vez, a disputa acirrada em muitos Estados pode significar que os meios de comunicação esperem mais tempo antes de projetar quem venceu, afirma o jornalista Sam Cabral da BBC News. Vitórias estreitas também podem significar recontagens. No Estado decisivo da Pensilvânia, por exemplo, uma recontagem em todo o estado seria necessária se houvesse uma diferença de meio ponto percentual entre os votos emitidos para o vencedor e o perdedor. Em 2020, a margem foi de pouco mais de 1,1 ponto percentual. Também são possíveis contestações legais. Mais de 100 ações judiciais pré-eleitorais já foram movidas. Outros cenários que podem causar atrasos incluem qualquer desordem relacionada à eleição, principalmente em locais de votação. Por outro lado, a contagem de votos foi acelerada em algumas áreas, incluindo o crucial Estado de Michigan, e muito menos votos serão enviados pelo correio do que na última eleição, que ocorreu durante a pandemia da Covid - 19.
- Americana causa acidente e mata dois brasileiros em Methuen
METHUEN - A americana Katrina Nguyen, acusada de ser responsável pelo acidente que causou a morte de dois brasileiros, alegou inocência durante o seu indiciamento na manhã desta segunda-feira, 4, na Corte Superior do Condado de Essex em Lawrence, Massachusetts. A mulher de 26 anos vai responder por dois homicídios, abandono do local do acidente que resultou em morte, feridos e danos materiais, além de dirigir com a carteira de habilitação suspensa. A acusação afirma que Katrina provocou a colisão na Rota 495, na altura de Methuen, na manhã de sábado, 2, e fugiu. "Ela dirigia alcoolizada e sem licença", ressalta a promotoria. Segundo a promotora Jessica Fleet, a mulher foi a duas festas e um lounge na noite da sexta-feira, 1, ficando até a manhã de sábado, pouco antes de bater seu SUV em uma caminhonete com quatro homens . O acidente aconteceu, segundo o boletim de ocorrência, pouco depois das 6 horas. Uma testemunha disse à polícia que Katrina passou por ela a quase 160 km/h, fez uma curva fechada à esquerda, atingiu a caminhonete e foi embora. O veículo dos brasileiros capotou no canteiro central e bateu em uma árvore. A testemunha seguiu Katrina e acionou a polícia. Câmeras de segurança mostram a ré abandonando o carro em Haverhill. Ela saiu pela porta do passageiro porque o lado do motorista estava muito danificado. Katrina se entregou à delegacia de Lawrence por volta do meio-dia do sábado e ainda "cheirava à álcool", cita o boletim de ocorrência. A motorista não tem histórico criminal, mas uma ficha extensa de infrações no trânsito. Katrina pode responder o processo em liberdade se pagar uma fiança de US$ 200 mil. Nesse caso, ela não pode dirigir nem sair de casa. A ré volta à Corte no dia 26 de novembro. A caminho do trabalho Kenny Milanez, de 41 anos, e Celso Diaz, de 37 anos, ambos de Worcester, morreram no local. Milanez deixa mulher e quatro filhos; Diaz deixa mulher e dois filhos. Outros dois brasileiros, Bruno Viana e Tiago Silverio Pereira foram socorridos e levados ao hospital. As vítimas estavam a caminho do trabalho em New Hampshire. SERVIÇO: Foi criada uma página no Go Fund Me para arrecadar doações para ajudar as famílias.
- Esteticista brasileira é indiciada por importação e venda de medicamento falso
STOUGTHON - Horas depois de ser presa, a brasileira Rebecca Fadanelli foi indiciada na tarde desta sexta-feira, 1, na Corte Federal de Worcester por importação ilegal, distribuição e venda de medicamentos e dispositivos falsos. A esteticista de 38 anos vai responder o processo em liberdade após pagar a fiança de US$ 10 mil e se comprometer a "não contratar uma enfermeira, não injetar e nem vender ilegalmente medicamentos falsificados". Segundo a Procuradoria Geral de Massachussetts, a dona do Skin Beaute Med Spa, em Easton e Randolph, comprava os produtos da China e do Brasil desde 2021. Nesse período, milhares de pessoas foram submetidas aos procedimentos com Botox, Sculptra e Juvederm falsos, rendendo mais de US$ 900 mil para a Rebbeca. O processo indica que a brasileira afirmava aos funcionários e pacientes que era enfermeira. Ela comprava frascos de Botox do site Alibaba por US$ 50, preço muito abaixo do mercado que gira em torno de US$ 650. A investigação da FDA (sigla em inglês para a Agência Reguladora de Alimentos e Drogas no país) começou após uma cliente apresentar uma queixa em setembro de 2022. A pessoa contou que fez um “preenchimento labial” com Rebecca no spa de Randolph. A denunciante disse que a brasileira usou a mesma seringa para injetar uma substância desconhecida em seus lábios e entre as sobrancelhas, provocando inchaços e formigamento. A vítima alega que solicitou a prescrição da substância administrada, mas nunca lhe foi fornecida. Mesmo antes da denúncia na FDA, Rebbeca já estava sendo investigada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. A Polícia de Fronteira (CBP) apreendeu pacotes enviados para a suspeita do exterior que continham medicamentos ilegais Rebecca também foi flagrada no aeroporto internacional do Logan, em Boston, voltando do Brasil com injetáveis ilegais e quando os agentes revistaram os spas em Randolph e South Easton encontraram cosméticos falsos. A brasileira admitiu a compra dos medicamentos de um fornecedor chinês através do Alibaba e afirmou desconhecer se eles eram aprovados pela FDA. O Procurador federal Josua Levy enfatiza que Rebecca "colocou pacientes inocentes em risco por anos ao se apresentar como enfermeira e administrar milhares de injeções ilegais e falsificadas". Levy observa que o engano alegado por Rebecca “é ilegal, imprudente e potencialmente fatal.” Pela acusação de importação de mercadorias ilegais, a brasileira pode pegar até 20 anos de prisão além de pagar multa de US$ 250 mil. Já para cada uma das denúncias de venda ou distribuição intencional de medicamento ou dispositivo falsificado a sentença prevista é de até dez anos de prisão e multa de US$ 250 mil. SERVIÇO: As pessoas que acreditam te recebido um medicamento falsificado nos spas deve preencher um questionário no site da FDA .
- Horário de verão termina nos EUA e fuso para o Brasil aumenta em uma hora
WASHINGTON - Desde às 2 horas da madrugada deste domingo, 3, os relógios atrasaram uma hora nos Estados Unidos e a diferença do fuso horário aumenta em relação ao Brasil. Com o fim do horário de verão, a Costa Leste dos EUA passará a ficar duas horas atrás de Brasília; a zona central, que inclui Chicago (Illinois), três horas; a zona das montanhas, que inclui Denver (Colorado), quatro horas; e zona do Pacífico, que inclui Seattle (Washington) e Los Angeles (Califórnia), cinco horas. Horário de verão termina nos EUA e fuso para o Brasil aumenta em uma horaNo dia 9 de março, os relógios voltam ao horário de verão.
- Campanha para a Casa Branca em Valadares destaca voto no exterior
GOVERNADOR VALADRES - A movimentação na cidade mineira de Governador Valadares na campanha para presidente dos Estados Unidos chama a atenção para a importância dos votos de americanos que votam no exterior e destaca o clima eleitoral na corrida pela Casa Branca. Enquanto apoiadores de Donald Trump clamam para uma suposta fraude eleitoral, os simpatizantes de Kamala Harris focam em pautas sociais progressistas. A participação valadarense na escolha do presidente americano começou na eleição passada. A cidade é conhecida pelo alto índice de emigração de seus habitantes para os EUA. Segundo dados oficiais, são cerca de 6,5 milhão de eleitores que vivem fora do país e pelo menos 1,6 milhões votam em Estados decisivos. Em 2020, a eleição foi decidida por apenas 44 mil votos nos quatro pólos principais, o que torna os eleitores no exterior indispensáveis dessa vez. Na Pensilvânia, Carolina do Norte e Michigan, Republicanos entraram na Justiça contra os votos do exterior uma vez que esses eleitores mostram uma tendência em votar na candidata da oposição, Kama Harris. Para votar de fora do país, é preciso ter laços em um Estado. "Se não tiver um parente que ainda more nos Estados Unidos, vale como residência o último local que viveu.", destaca o Programa Federal de Assistência ao Eleitor (FVAP, na sigla em inglês). O voto tem que ser enviado pelo correio até 5 de novembro e chegar nos EUA até o dia 10 para ser contabilizado. SERVIÇO - Para poder votar do exterior, tem que se registar para votar no seu Estado e solicitar as cédulas eleitorais. O processo pode ser feito pelo www.FVAP.gov .
- Autoridades dão dicas de segurança para a noite de Halloween
NOVA YORK - Para garantir a segurança da tradição de decorar as casas e distribuir doces nesta quinta-feira, 31, noite de de Halloween, as autoridades emitiram alertas em todo os Estados Unidos. A primeira dica é consultar os sites e redes sociais das polícias locais e prefeituras para obter informações específicas. O horário da brincadeira pode variar de cidade para cidade, mas, em regra geral, vai das 16 horas e 20 horas. "O ideal é não passar das 20h30", avisa o Departamento de Polícia em Boston, em Massachusetts. As crianças menores de 12 anos devem estar sempre acompanhadas de um adulto e os responsáveis são orientados a verificar se os doces e chocolates estão vedados e seguros para o consumo. Além disso, os motoristas devem redobrar a atenção. O capitão Brian Leer, do Condado de Boone, em Montana, enfatiza que "as crianças estão distraídas em busca de doces e esquecem dos carros". Já para os pais, Leer orienta que vistam os filhos com adereços reluzentes. "As fantasias geralmente são escuras e durante à noite dificulta a visualização da criança em tempo hábil para evitar um acidente".
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