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  • Governo Trump diz que deportou homem para El Salvador "por engano"

    Centenas de deportados podem estar na mesma situação de Garcia (Foto: Presidência de El Salvador) WASHINGTON - O governo Trump assumiu nesta segunda-feira, 31, que errou ao deportar um pai de família de Maryland para El Salvador como se fosse um membro de gangue. O salvadorenho Kilmer Abrego Garcia estava em um dos voos de 15 de março que transportaram pelo menos 250 imigrantes apesar da proibição de um juiz. Um funcionário do ICE disse que Garcia estava em um terceiro voo de deportação de pessoas sob a Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798 "por engano", apesar de uma decisão judicial de 2019 que lhe concedeu proteção. Leia também: Trump ignora ordem judicial e deporta centenas de venezuelanos para El Salvador "Por erro administrativo, Abrego-Garcia foi removido dos Estados Unidos para El Salvador. Isso foi um descuido, e a remoção foi realizada de boa fé com base na existência de uma ordem final de remoção e na suposta participação de Abrego-Garcia na MS-13", diz o documento. O ICE reconheceu que estava ciente da ordem judicial anterior que bloqueava a remoção de Garcia e que ele foi preso em 12 de março por seu suposto papel na MS-13 e transferido para a área de preparação para os voos de deportação. Ele não estava no manifesto inicial do voo de 15 de março, mas foi designado para a expulsão como "substituto alternativo", pois outras pessoas foram removidas do avião por vários motivos, acrescentou a agência federal. O governo Trump invocou a lei do século 18 para deportar venezuelanos e salvadorenhos que alega serem membros de gangues violentas como parte de sua ampla repressão à imigração. Os representantes de alguns deportados negaram qualquer vínculo com gangues e os tribunais bloquearam temporariamente o uso da lei em meio a contestações legais. Leia também: Famílias de migrantes buscam respostas após deportação dos EUA para El Salvador Os advogados de Abrego-Garcia, em um documento de 28 de março, pediram ao Tribunal Distrital Federal em Maryland que ordenasse seu retorno aos EUA e suspendesse o financiamento do governo americano para a manutenção do salvadorenho em uma megaprisão apelidada de "notória câmara de tortura". "Quando o governo deixa de lado as leis e as ordens dos tribunais, incluindo os tribunais administrativos, o poder do Estado consiste apenas na capacidade de cometer violência", escreveram os defensores. Eles observaram ainda que a administração republicana poderia ter tomado outras medidas para contestar a decisão de 2019. ** Com Reuters **

  • Elon Musk é o homem mais rico do mundo, confirma Forbes

    Musk perdeu dinheiro desde que assumiu um cargo na Casa Branca,mas lidera a lista da Forbes WASHINGTON - A revista Forbes confirmou nesta terça-feira, 1, o bilionário Elon Musk, dono da Tesla, SpaceX e do X, dentre outras empresas, como a pessoa mais rica do mundo com uma fortuna de US$ 342 bilhões. O protagonismo de Musk ocorre mesmo após ter perdido cerca de US$ 2,5 bilhões desde que assumiu um cargo no governo dos Estados Unidos como chefe do Departamento de Eficiência Governamental. Na lista da Forbes, em segundo lugar está Mark Zuckerberg, dono da Meta - empresa responsável pelo Instagram, Facebook e Whatsapp - com US$ 216 bilhões. Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, é o terceiro mais rico do mundo com US$ 215 bilhões. No Brasil, o empresário Eduardo Saverin reassumiu a liderança entre os brasileiros mais ricos com um patrimônio estimado em US$ 34,5 bilhões e ocupa a 51ª no ranking de 3.028 bilionários ao redor do planeta. Nascido em São Paulo em 1982, Saverin foi criado nos EUA e ficou conhecido por cofundar o Facebook ao lado de Mark Zuckerberg, com quem estudou em Harvard. Atualmente, aos 43 anos, ele mora em Singapura com a esposa e o filho e atua como cofundador e copresidente da B. Capital, uma empresa de venture capital. Veja, abaixo, o ranking dos 10 mais ricos do mundo, segundo a Forbes: 1 - Elon Musk: US$ 342 bilhões 2 - Mark Zuckerbeg: US$ 216 bilhões 3 - Jeff Bezos: US$ 215 bilhões 4 - Larry Ellison: US$ 192 bilhões 5 - Bernard Arnault & family: US$ 178 bilhões 6 - Warren Buffet: US$ 156 bilhões 7 - Larry Page: US$ 114 bilhões 8 - Sergey Brin: US$ 138 bilhões 9 - Amancio Ortega: US$ 124 bilhões 10 - Steve Ballmer: US$ 118 bilhões

  • Juiz dos EUA suspende plano de Trump de revogar visto de mais de 500 mil latino-americanos

    TPS protege imigrantes da Venezuela, Haiti, Cuba e Nicarágua WASHINGTON - Um juiz federal na Califórnia suspendeu o plano do presidente Donald Trump de revogar o visto de cerca de 500 mil latino-americanos, anunciado pelo republicano em março. Eliminar o TPS "ameaça infligir um dano irreparável a centenas de milhares de pessoas (...) custar aos Estados Unidos bilhões em atividade econômica e prejudicar a saúde e segurança públicas", resumiu o juiz Edward Chen em sua decisão. A suspensão permanecerá em vigor enquanto o caso é examinado e representa um alívio para cerca de 530 mil cidadãos da Venezuela, Haiti, Cuba e Nicarágua que estão no país protegidos pelo Status de Proteção Temporária (TPS, na sigla em inglês). O TPS impede a deportação e confere o direito ao trabalho a estrangeiros que não podem retornar com segurança a seus países por motivos de guerra, desastre natural ou outra condição "extraordinária". O status de proteção foi amplamente concedido aos venezuelanos durante o mandato do democrata Joe Biden, que acusou o presidente Nicolás Maduro de manter um "regime" na Venezuela. Trump tentou revogar a proteção poucos dias após seu retorno à Casa Branca, em janeiro, sob o argumento de que os EUA são vítimas de uma "invasão" de migrantes "criminosos" e acusa frequentemente os venezuelanos. "A generalização da criminalidade para todos os venezuelanos titulares de TPS carece de fundamento e parece racismo", afirmou o juiz em sua decisão. Ele apontou que a taxa de criminalidade entre este grupo de migrantes é "inferior à da população geral". O juiz considerou que os grupos de defesa dos migrantes que contestaram a ação do governo nos tribunais "provavelmente conseguirão demonstrar" que as medidas adotadas para suprimir o TPS "não são autorizadas por lei, são arbitrárias". ** Com AFP **

  • Juíza suspende deportação de estudante presa em Massachusetts por apoiar palestinos

    Rumeysa Ozturk foi levada algemada pelos agentes federais BOSTON - Uma juíza federal de Massachusetts impediu temporariamente na sexta-feira (28) a deportação de uma estudante de doutorado turca da Universidade Tufts que manifestou apoio aos palestinos na guerra de Israel em Gaza e foi detida por autoridades de imigração dos Estados Unidos semana passada. Rumeysa Ozturk, de 30 anos, foi levada sob custódia pelas autoridades de imigração dos EUA perto de sua casa em Somerville na terça-feira (25), segundo um vídeo que mostra a prisão por agentes federais mascarados. As autoridades norte-americanas revogaram seu visto. O Departamento de Segurança Interna dos EUA tem acusado Ozturk, sem fornecer provas, de “participar de atividades de apoio ao Hamas”, grupo que o governo dos EUA classifica como uma “organização terrorista estrangeira”. Oncu Keceli, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Turquia, declarou que os esforços para garantir a libertação de Ozturk seguem, e acrescentou que está sendo fornecido apoio consular e jurídico pelas missões diplomáticas turcas nos EUA. “Nosso cônsul geral de Houston visitou nossa cidadã no centro onde ela está sendo mantida na Louisiana em 28 de março. As solicitações e exigências de nossa cidadã foram encaminhadas às autoridades locais e ao seu advogado”, escreveu Keceli em uma publicação no X. A prisão de Ozturk ocorre um ano após ela coescrever um artigo de opinião no jornal estudantil da Universidade Tufts criticando a resposta da instituição aos apelos dos estudantes para desinvestir de empresas com vínculos com Israel e “reconhecer o genocídio palestino”. Apesar de uma ordem na noite de terça-feira exigindo que a estudante de doutorado e bolsista da Fulbright não fosse transferida para fora de Massachusetts sem aviso prévio de 48 horas, ela está agora na Louisiana. Na decisão de sexta-feira, a juíza distrital dos EUA Denise Casper, em Boston, afirmou que, para dar tempo de resolver se o tribunal ainda tinha jurisdição sobre o caso, ela estava impedindo temporariamente a deportação de Ozturk. Ela determinou que o governo Trump responda à queixa de Ozturk até terça-feira (1º). ** Com Reuters **

  • Trump desafia Constituição e quer buscar terceiro mandato

    Presidente Trump disse que foram apresentadas diversas opções para tentar terceiro mandato WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu novamente neste domingo, 30, que poderia tentar um terceiro mandato, desafiando a regra constitucional do país. "Não estou brincando", respondeu Trump quando solicitado a esclarecer seus comentários sobre a possibilidade de buscar outro mandato presidencial. "Existem métodos pelos quais isso pode ser feito", disse para a emissora de televisão NBC. A 22ª Emenda, incluída na Constituição em 1951 após o presidente Franklin D. Roosevelt ser eleito quatro vezes consecutivas, diz que "nenhuma pessoa será eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes". O bilionário de 78 anos afirmou diversas vezes que pode tentar um terceiro mandato, mas suas declarações deste domingo são as mais concretas em relação a um plano para atingir esse objetivo. Mas reformar a Constituição dos Estados Unidos para permitir um terceiro mandato presidencial necessitaria de uma maioria de dois terços tanto na Câmara dos Representantes quanto no Senado, números que o Partido Republicano não possui. Trump afirmou que é "muito cedo para pensar nisso", mas assegurou à NBC que lhe foram apresentados planos que lhe permitiriam buscar a reeleição. Eleição como vice e renúncia Quando a NBC perguntou a Trump sobre um possível cenário no qual o vice-presidente J.D. Vance se candidataria à presidência com ele como vice e depois renunciaria para entregar o poder a Trump, o atual mandatário disse que "esse é um" método, e acrescentou que "há outros", mas não quis dar detalhes. Se Trump não tentar emendar a Constituição através do Congresso, precisaria do apoio de dois terços dos 50 Estados do país para convocar uma convenção constitucional que propusesse mudanças na Carta Magna, o que nunca aconteceu. Todas as 27 emendas da Constituição existentes foram realizadas por meio da aprovação no Congresso. Seja por uma via ou outra, ele precisaria logo em seguida da ratificação de três quartos de todos os Estados. ** Com AFP**

  • Americano está preso sob fiança de US$ 1 milhão após acidente que matou brasileiro

    Bilal Grifftih fugiu sem prestar socorro às vítimas mas foi capturado pela polícia BOSTON - Um americano está preso com fiança estipulada em US$ 1 milhão por matar três trabalhadores, um deles brasileiro, em um acidente de trânsito na madrugada da sexta-feira (28) numa rodovia de Massachusetts. Bilal Grifftih volta à Corte Distrital de Springfield na quarta-feira (2). As vítimas Igor Costa, Ryan Almeida e Raul Bohorquez, funcionários da Premier Fence, de Canton, morreram na hora. Igor Costa deixa viúva e uma filha de 1 ano (Foto: Reprodução Redes Sociais) Nas redes sociais, brasileiros dizem que Igor nasceu nos Estados Unidos, mas viveu parte da infância no Brasil. A mulher, Handylyara Martins, lamentou a morte do marido. "Não consigo acreditar." O casal tinha uma filha de pouco mais de 1 ano. Acidente Griffith dirigia um Jeep Cherokke 2021 em alta velocidade no sentido norte da Rota 91 por volta das 00h50 da sexta-feira quando perdeu o controle na altura de West Springfield, na saída 10A, onde uma equipe trabalhava no reparo de um guard rail. Após atingir os trabalhadores, o carro capotou e Griffith fugiu a pé. Ele foi localizado e preso em West Springfield, após uma operação da Polícia Estadual que envolveu cães farejadores e helicóptero. Segundo a promotoria do Condado de Hampden, o caso está sob investigação. Até agora, Griffith foi indiciado por três homicídios culpolso e fuga do local do acidente sem prestar socorro. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Quinto voo de brasileiros deportados chega a Fortaleza

    Dos 116 deportados, quatro têm problemas com a Justiça brasileira e permanecem presos FORTALEZA - Um avião com 116 brasileiros deportados dos Estados Unidos, entre eles sete crianças, aterrissou no Aeroporto de Fortaleza, às 9h35 (horário local) nesta sexta-feira, 28. O voo fretado pelo governo americano foi o quinto do tipo a desembarcar desde que Donald Trump assumiu a Casa Branca. Conforme a Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Ceará (Sedih), quatro brasileiros com pendências na Justiça foram encaminhados para a sede da Perícia Forense para fazer os procedimentos legais de saúde antes de serem apresentados ao sistema penitenciário estadual. Em seguida, cabe à Justiça definir em que Estado eles devem ficar presos. Após o desembarque em Fortaleza, os brasileiros podem pegar um novo voo operado pela Força Aérea Brasileira com destino ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Operação Acolhimento A operação de acolhimento conta também com equipes dos ministérios da Justiça, dos Direitos Humanos, da Defesa, das Relações Exteriores e do Desenvolvimento Social, além de equipes da Defensoria Pública da União (DPU) e da Secretaria Estadual de Proteção Social (SPS). Segundo a secretária do Sedih, Socorro França , os repatriados que irão para outras cidades de ônibus, principalmente para destinos da Região Norte, foram levados para a Rodoviária Engenheiro João Thomé. No terminal, há também uma equipe de recepção para o grupo. Ela afirmou que há casos de brasileiros que precisam ficar em Fortaleza por até dois dias, tendo pessoas auxiliadas pelas equipes do governo e outras que preferem se hospedar em pousadas ou hoteis da capital. Desta vez, os repatriados receberam almoço em vez do lanche oferecido no acolhimento dos voos anteriores. Até agora, o Brasil havia recebido quatro voos com os brasileiros repatriados desde o início do segundo mandato de Trump: um em janeiro, dois em fevereiro e um março. Confira a lista de voos com brasileiros deportados no segundo mandato de Donald Trump: O primeiro voo de deportados da nova era Trump com destino ao Brasil ocorreu no dia 24 de janeiro. O avião tinha como destino o Aeroporto de Confins (MG), mas pousou em Manaus (AM) por problemas técnicos. A aeronave tinha 158 pessoas a bordo, e parte delas desceram em Manaus algemadas, o que causou mal-estar no governo brasileiro. O segundo voo com brasileiros deportados chegou no dia 7 de fevereiro, com 111 brasileiros. Desta vez, porém, o voo tinha como destino o Aeroporto de Fortaleza (CE), considerado um dos mais próximos dos EUA. A ideia era evitar que os brasileiros deportados sobrevoassem o território nacional com algemas. Em Fortaleza, um avião da FAB levou para Minas Gerais os passageiros que queriam seguir viagem. O terceiro voo com brasileiros deportados dos Estados Unidos pousou no Aeroporto de Fortaleza no dia 21 de fevereiro. Dos 94 deportados, nove eram crianças e dois idosos. Entre eles, havia dois deportados com mandados de prisão em aberto. O quarto voo com brasileiros deportados chegou no dia 15 de março, com 127 repatriados, dos quais 10 eram crianças e adolescentes. Dois passageiros estavam com mandado de prisão em aberto, um por assalto e outro por porte ilegal de arma de fogo. Deportados algemados Em janeiro deste ano, a deportação de brasileiros dos Estados Unidos gerou tensão entre os dois países porque autoridades americanas queriam transportar os brasileiros algemados no trajeto entre Manaus (AM) e Confins (MG). Na ocasião, o voo fretado pelo governo dos Estados Unidos saiu da Louisiana em direção a Confins, mas precisou fazer um pouso de emergência em Manaus em razão de problemas técnicos, segundo o Ministério da Justiça. Antes do avião seguir para Minas Gerais, o governo brasileiro foi informado que as autoridades americanas queriam transportar os nacionais algemados no restante do trajeto, o que não foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que determinou que uma aeronave da FAB finalizasse o transporte. Como é regra dos EUA algemarem os estrangeiros durante o voo de deportação, a administração Lula decidiu que os aviões pousariam em Fortaleza, uma das cidades brasileiras mais próximas dos EUA.

  • 'Rei do ovo' no Brasil faz acordo para comprar produtora nos EUA

    Empesário disse que houve mudanças no consumo de ovos e pretende avançar por todo ocidente (Foto: Divulgação) WASHINGTON - A Global Eggs, controlada pelo empresário brasileiro Ricardo Faria, fechou um acordo para comprar a produtora de ovos norte-americana Hillandale Farms por US$ 1,1 bilhão. O empresário disse nesta quinta-feira, 27 que o negócio não está relacionado à escassez de oferta nos Estados Unidos devido à gripe aviária, que elevou os preços dos ovos e fez com que o país aumentassem as importações do Brasil. Segundo Faria, houve uma mudança nos padrões de consumo de ovos nos últimos 15 anos. Anteriormente, esses produtos eram procurados principalmente entre famílias de baixa renda, mas se tornaram um alimento básico em todas as classes sociais e econômicas. Frequentemente chamado de "rei do ovo", Faria garante estar confiante de que o consumo de ovos continuará aumentando globalmente. "A gente está olhando o mundo, principalmente o Ocidente", observou Faria fundou a Global Eggs, com sede em Luxemburgo, e opera a Granja Faria no Brasil. Em novembro, fez sua primeira aquisição no exterior, o Grupo Hevo, da Espanha. O empresário calcula que Hillandale, Hevo e Granja Faria tiveram receita combinada de mais de US$ 2 bilhões em 2024. Como parte da aquisição da Hillandale, o banco de investimento brasileiro BTG Pactual investirá US$ 300 milhões na Global Eggs em troca de uma participação de 11% no grupo, acrescentou Faria. Antes de anunciar a compra da Hillandale, a Global Eggs tinha planos para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em Nova York. Mas, por enquanto, Faria afirma que a empresa vai se concentrar na integração da produtora e no fortalecimento de suas marcas. ** Com Reuters **

  • Casal brasileiro aplica golpes e vende licenças falsas em Massachusetts e New Hampshire

    Os Gontijos não quiseram comentar o caso durante entrevista da NBC BOSTON - O programa 7 Investigates da NBC de Massachusetts apresentou uma reportagem na segunda-feira, 24, revelando golpes praticados por brasileiros em um sistema fraudulento de falsificação de documentos para a obtenção de licenças para trabalhos como eletricista e empreiteiro. Charles Santos veio para os Estados Unidos legalmente, esperando uma vida melhor. Ele era eletricista no Brasil e queria começar seu próprio negócio aqui. "Depois de cinco anos vindo para a América, tentei fazer isso", disse Charles. Mas para o trabalho nesta área ele precisava obter uma licença. Amigos recomendaram Isabel e David Gontijo, que administravam uma empresa chamada "Institute Brazil, USA International" (IBU). Charles disse que o casal fez o processo parecer fácil. "Envie-nos os documentos originais", foi o que lhe disseram. O eletricista pagou ao casal US$ 12 mil e recebeu um "diploma" aparentemente uma licença para trabalhar como eletricista em Massachusetts e New Hampshire. Mas alguns meses depois, o Conselho de Eletricistas de New Hampshire informou a Charles que suas certificações eram "fraudulentas" e continham números de licença roubados. "Minha data de exame, 7 de março", disse Charles. "Eu nunca tive uma data de exame, nunca. Minhas horas de crédito do meu último empregador, isso não é verdade." Relatórios estaduais de New Hampshire obtidos pela 7 Investigates revelam que a IBU deu licenças falsas e outros documentos fraudulentos a pelo menos quatro outras pessoas, todas pagando milhares de dólares, acreditando que os documentos eram reais. “Trabalhei tanto por esse dinheiro, confiei neles, mas nada era verdade”, disse Charles. O advogado Bruno D’Britto, que representa Charles e outros, alega que os Gontijos enganaram sua própria comunidade. “Eles primeiro passam credibilidade e aplicam o golpe quando a confiança está estabelecida”, disse D’Britto. A reportagem da TV tentou ouvir Isabel e David Gontijo do lado de fora de um tribunal de New Hampshire, onde o casal estava  tentando obter uma ordem de restrição contra D’Britto e alguns de seus antigos clientes, alegando que estavam sendo assediados. Quando perguntado se eles pegaram dinheiro de pessoas fazendo licenciamento fraudulento, David Gontijo falou “não sei do que você está falando”. Quando informado que o Estado de New Hampshire definiu a ação como parte de um esquema de licenciamento fraudulento, David repetiu: “Não sei do que você está falando". Quando lhe disseram que pelo menos cinco pessoas estavam envolvidas, David disse: "Não tenho que responder a você.” D'Britto diz que eles têm que responder àqueles que se sentem injustiçados. "Foi o começo de uma mudança de vida para todos eles, mas no final das contas, foi uma farsa, infelizmente", disse D'Britto. Segundo a 7 Investigates, o site do IBU foi fechado. Em vez disso, Isabella e David Gontijo têm um novo site e afirmam ser os fundadores do "International Immigration Services". As informações de contato e o endereço listados são os mesmos do antigo escritório do IBU em New Hampshire. Quando 7 Investigates foi lá, a gerência do prédio disse que o casal não tinha um escritório lá há meses. Charles agora está trabalhando para obter sua licença pelos canais adequados e não desistiu do sonho americano. ** Com informações da NBC **

  • Trumpista casado com imigrante presa diz não se arrepender de voto em republicano

    A peruana estava com o visto vencido quando foi detida (Foto: Arquivo Pessoal) SAN JUAN - Bradley Bartell afirmou que não se arrepende do voto em Donald Trump mesmo depois de sua esposa ser presa pelo ICE quando retornavam da lua de mel há mais de um mês. A peruana Camilla Muñoz excedeu o tempo permitido para seu visto de intercâmbio (J-1) nos Estados Unidos, mas já tinha dado entrado no processo para obter a residência legal no país através do casamento. Bartell reconhece que o processo tem sido "um pesadelo" e que está tentando tirar sua esposa da prisão, mas que não teria mudado seu voto. "Não me arrependo do voto", disse o americano em entrevista ao site Newsweek . Ele acreditava que o foco do governo Trump seriam criminosos e imigrantes detidos na fronteira com México. "Foi um pouco mais longe do que isso. Eles estão pegando qualquer um que podem", disse. "Estou feliz em receber qualquer pessoa que queira vir aqui e ter uma vida boa e viver com responsabilidade, mas há um problema em deixar gângsteres virem aqui também", acrescentou. O que aconteceu O casal estava voltando de Porto Rico a caminho de Wisconsin, quando Camilla foi detida no aeroporto internacional de San Juan no dia 15 de fevereiro. Bartell levou dias para descobrir o paradeiro da mulher. Segundo o site USA Today , demorou quase uma semana até que o nome da peruana aparecesse na lista de detentos do ICE. O americano criticou o sistema e acredita que Trump pode melhorá-lo. "O ICE nunca tem realmente nenhuma informação, ao que parece. O sistema precisa ser reformulado para melhores processos e comunicação entre departamentos", contou. Atualmente, Camilla divide uma cela com cerca de 80 mulheres no Richwood Correctional Center, na Louisiana, e se comunica com o marido por meio de ligações telefônicas que custam 20 centavos por minuto. Um advogado entrou com o processo para libertar a peruana. Enquanto isso, Bartell abriu uma vaquinha para arrecadar fundos para os custos jurídicos. Até a publicação desta reportagem, o casal recebeu pouco mais de US$ 3,5 mil. O dinheiro que o casal havia economizado para dar de entrada em uma casa foi consumido por honorários advocatícios e por uma reserva para pagar uma fiança pela libertação de Camilla, caso tenha essa oportunidade. O americano pensou até em mudar para o Peru com esposa. Mas ele acredita que seria "muito dificil para seu filho", fruto de outro relacionamento. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • ICE prende brasileiros em megaoperação em Massachusetts

    Em cinco dias o ICE prendeu 370 imigrantes em Boston e demais cidades do Estado (Foto: Divulgação ICE) BOSTON - Uma operação do ICE em Massachusetts na última semana deteve 370 imigrantes em situação irregular no estado, informaram as autoridades. As prisões ocorreram entre 18 e 23 de março com foco no combate ao crime organizado nos arredores de Boston, mas também efetuou prisões colaterais. A ação - que teve a participação do FBI, a polícia federal americana, e do Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas - prendeu ao menos 205 "estrangeiros com condenações criminais significativas", entre eles cinco brasileiros. As autoridades também informaram a apreensão de 44 kg de metanfetamina, 5 kg de fentanil, 1,2 kg de cocaína, três armas de fogo e munições. O governo não divulgou o nome dos brasileiros alvos da operação, mas informou que os cinco teriam condenações por crimes graves. Um deles foi acusado de homicídio culposo, por ter dirigido alcoolizado, e de invadir uma casa noturna e ter tentado cometer furtos, em Worcester. Três eram procurados por assassinato no Brasil, além de tráfico de drogas e posse ilegal de armas. Eles foram detidos nas cidades de Milford, Lowell e Marlborough. O quinto também seria procurado no Brasil por tráfico, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa e foi preso em West Yarmouth. Imigrantes em situação irregular de diversas nacionalidades foram alvos, como brasileiros, chilenos, hondurenhos, salvadorenhos e um russo. De acordo com o serviço de imigração, alguns dos detidos seriam supostos membros de gangues internacionais que estão na mira do governo americano, como a venezuelana Tren de Aragua e a salvadorenha MS-13. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Casa Branca confirma tarifas de 25% a quem negociar petróleo da Venezuela

    Trump quer forçar outros países a interromper comércio com a Venezuela (Foto: Ilustração) WASHINGTON - A Casa Branca confirmou nesta segunda-feira, 24, através de uma ordem executiva, que uma tarifa de 25% poderá ser imposta a partir de 2 de abril a todos os produtos importados para os Estados Unidos de qualquer país que importe petróleo venezuelano, seja diretamente da Venezuela ou indiretamente por meio de terceiros. "O presidente dos Estados Unidos da América considera que as ações e políticas do regime de Nicolás Maduro na Venezuela continuam a representar uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa", disse a Casa Branca. A ordem ainda ressalta que as atividades da gangue Tren de Aragua, uma organização criminosa transnacional originária da Venezuela e designada como uma Organização Terrorista Estrangeira e uma Organização Terrorista Global Especialmente Designada, intensificaram essa ameaça. ** Com AE **

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