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  • Nível do mar subiu mais do que previsto em 2024 por 'aquecimento incomum', diz Nasa

    WASHINGTON - O nível global do mar subiu mais do que o esperado em 2024, o ano mais quente já registrado na Terra, segundo uma análise da agência espacial americana Nasa divulgada nesta quinta-feira, 13. "O aumento do ano passado se deveu a um aquecimento incomum dos oceanos, combinado com o derretimento do gelo terrestre, como as geleiras", explica a agência. Esse fenômeno é consequência das mudanças climáticas provocadas pelas atividades humanas, já que o nível do mar sobe à medida que a temperatura média da superfície da Terra aumenta, impulsionada pelas emissões de gases de efeito estufa. A imagem mostra uma vasta área de água com blocos de gelo flutuantes. O céu está claro, com algumas nuvens, e ao fundo, é possível ver montanhas cobertas de neve. A superfície do gelo é irregular, com diferentes tamanhos e formas, refletindo a luz do sol. De acordo com a Nasa, que monitora o fenômeno por meio de imagens de satélite, o nível do mar aumentou 0,59 cm em 2024, muito mais do que os 0,43 cm previstos pelos cientistas. "Cada ano é um pouco diferente, mas o que está claro é que o nível do oceano continua subindo e o ritmo desse aumento está cada vez mais rápido", disse Josh Willis, pesquisador da Nasa. Nos últimos 30 anos, de 1993 a 2023, o nível médio do mar aumentou 10 cm, segundo a agência. Isso ocorre por dois fatores principais: o derretimento das geleiras e das calotas polares, que adiciona mais água doce aos oceanos, e a expansão térmica da água do mar devido ao calor. Nos últimos anos, o aumento observado no nível do mar foi causado principalmente pelo primeiro fator e, em menor grau, pelo segundo, explica a Nasa. Essa tendência se inverteu no ano passado, quando "dois terços do aumento do nível do mar vieram da expansão térmica". O ano de 2024 foi o mais quente já registrado desde o início das medições, em 1850. Espera-se que os níveis do mar continuem subindo à medida que a humanidade segue emitindo gases de efeito estufa, ameaçando populações que vivem em ilhas e áreas costeiras. ** Com AFP **

  • Maioria dos norte-americanos considera ações de Trump na economia muito erráticas

    Política econômica de Trump está decepcionando um em cada três republicanos WASHINGTON - A maioria dos norte-americanos acredita que o presidente Donald Trump está sendo muito "errático" em suas medidas para animar a economia dos Estados Unidos, conforme sua imposição de tarifas contra alguns dos principais parceiros comerciais do país prejudica o mercado acionário, mostrou uma nova pesquisa Reuters/Ipsos. Para 57% dos entrevistados, incluindo um em cada três republicanos, as políticas do presidente têm sido instáveis, à medida que seus esforços para taxar importações desencadearam uma guerra comercial global, de acordo com a pesquisa de dois dias encerrada nesta quarta-feira. Em vez disso, os norte-americanos querem que Trump continue a se concentrar no combate aos preços altos, mesmo com a preocupação crescente de que suas políticas aumentem os custos, e não os reduzam, segundo a pesquisa. A imposição de tarifas por Trump a aliados como o Canadá e o México e sua recusa em descartar uma recessão assustaram os mercados dos EUA. O S&P 500 perdeu mais de US$3 trilhões em valor desde seu pico histórico no mês passado. Em resposta, a Casa Branca disse que algumas dificuldades econômicas de curto prazo podem ser necessárias para que Trump implemente sua agenda comercial, que tem como objetivo levar a produção de volta aos EUA. Wall Street foi abalada por algumas das reviravoltas da política de Trump. Na terça-feira, Trump anunciou tarifas mais severas sobre os metais canadenses -- fazendo com que as ações caíssem -- e depois retirou a ameaça no mesmo dia, após o Canadá ter feito uma concessão. No geral, 44% dos entrevistados disseram que aprovavam o trabalho que Trump estava fazendo como presidente, sem alterações em relação a uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada entre 3 e 4 de março. Ele obteve notas particularmente fracas na questão do custo de vida, em que apenas 32% dos entrevistados aprovaram seu desempenho. E a maioria deles -- 70%, incluindo nove em cada dez democratas e seis em cada dez republicanos -- disseram esperar que tarifas mais altas tornem mais caros os alimentos e outras compras usuais. Durante a maior parte de sua carreira política, Trump -- um incorporador imobiliário que se tornou estrela de reality show -- apontou a força do mercado de ações como uma indicação de saúde econômica. Mas desde que retornou ao cargo, ele tem minimizado esse fato. "Os mercados vão subir e vão cair. Temos que reconstruir nosso país", disse Trump na Casa Branca na segunda-feira. Essa é uma mudança brusca de tom em relação ao seu primeiro mandato, quando, em março de 2017, Trump comemorou o fato de o índice Dow Jones ter ultrapassado a marca de 21.000 pontos pela primeira vez. Nesta quarta-feira, uma porta-voz da Casa Branca pediu paciência, classificando o desempenho do mercado de "um instantâneo de um momento no tempo". "Esperamos que haja dias bons e dias ruins, mas, em última análise, Wall Street e Main Street vão se beneficiar das políticas deste presidente, como fizeram em seu primeiro mandato", acrescentou. A inflação foi, de longe, a principal preocupação dos entrevistados na pesquisa. Seis em cada dez entrevistados disseram que essa era a questão que eles achavam que Trump deveria priorizar, muito mais do que aqueles que citaram outras prioridades presidenciais, incluindo a redução do tamanho do governo, a abordagem da imigração e o combate ao crime. Quase 80% dos republicanos que participaram da pesquisa de dois dias disseram concordar com uma declaração de que as ações de Trump na economia "serão recompensadas a longo prazo", um sinal de que muitas pessoas do partido de Trump têm fé em suas políticas, mesmo que estejam nervosas com os efeitos a curto prazo. Quarenta e um por cento dos entrevistados em geral -- e apenas 5% dos democratas -- disseram que as políticas de Trump acabariam compensando. A pesquisa entrevistou 1.422 adultos norte-americanos em todo o país e teve uma margem de erro de 3 pontos percentuais para todos os entrevistados.

  • Número de imigrantes detidos passa de 47 de mil atinge limite de vagas em prisões

    Objetivo de Trump é prender até 1.500 imigrantes por dia (Foto: Divulgação ICE) WASHINGTON - A detenção de imigrantes nos Estados Unidos atingiu o limite máximo de 47.600, afirmou uma autoridade sênior do ICE, em uma conversa com repórteres nesta quarta-feira, 12, segundo a agência de notícias Reuters. A autoridade, que pediu anonimato como condição para dar as declarações, disse que o ICE está conversando com legisladores para garantir um financiamento e, em parceria com o Departamento de Defesa dos EUA, do Serviço de Delegados dos EUA e do Bureau of Prisons, abrir novos leitos e expandir sua capacidade de detenção. O alto número de detenções atende o pedido feito pelo presidente Donald Trump logo após sua posse, no dia 20 de janeiro. No começo de fevereiro, depois de pouco mais de duas semanas de governo Trump, 11 mil ilegais haviam sido presos, segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Tom Homan, o 'czar da fronteira' do presidente americano, disse que as operações estavam só no começo: "Precisamos de mais deportações, muitas mais". Cerca de 11 milhões de imigrantes estão nos EUA em situação ilegal ou com status temporário, segundo estimativas do início de 2022 do governo dos EUA. Atualmente, o número pode estar na casa dos 14 milhões. ** Com Reuters **

  • EUA endurecem regras de permanência para canadenses

    Até 3,2 milhões de pessoas devem ser afetadas com as mudanças WASHINGTON - Os Estados Unidos exigirão que os canadenses que visitarem o país por mais de 30 dias se apresentem às autoridades e tenham suas impressões digitais coletadas, informou o Registro Federal nesta quarta-feira, 12, em meio a tensões comerciais entre os dois vizinhos. A nova exigência, que deve entrar em vigor em 11 de abril, afetaria entre 2,2 e 3,2 milhões de pessoas, de acordo com o Departamento de Segurança Nacional. Afetará particularmente os aposentados canadenses, conhecidos como "aves migratórias", que se estabelecem em estados do sul, como Flórida, Texas e Carolina do Sul, durante os meses de inverno. Estima-se que haja cerca de 900 mil canadenses nessa situação. ** Com AFP **

  • Câmara aprova projeto de gasto para evitar paralisação do governo

    Texto garante US$485 milhões para o ICE (Foto: Ilustração) WASHINGTON - A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, controlada pelos republicanos, aprovou nesta terça-feira um projeto de lei, por 217 votos a 213, que busca evitar uma paralisação do governo no final da semana. O deputado republicano Thomas Massie, do Kentucky, votou contra a proposta do próprio partido e o deputado democrata Jared Golden, do Maine, votou a favor. Ele também terá que ser aprovado pelo Senado para garantir que as agências governamentais possam continuar operando depois da meia-noite de sexta-feira, quando o financiamento atual deve expirar. Caso o projeto seja aprovado pelo Senado, o presidente Donald Trump terá até 30 de setembro para trabalhar em levar adiante sua agenda política de corte de gastos federais, redução de impostos, deportações em massa e impulso à produção de energia. O texto prevê uma ligeira redução em financiamentos em relação ao ano passado, mas libera US$ 6 bilhões para gastos militares e US$ 485 milhões para o ICE.

  • Prisão de brasileiros se torna ação midiática contra ilegais

    Funcionários do Jumbo Meat Market foram detidos por estarem fora do status imigratório (Foto: Divulgação ICE) FILADÉLFIA - O ICE usou a prisão de brasileiros no Jumbo Meat Market na Filadélfia, Pensilvânia, no fim de fevereiro, para justificar as ações da agência no cumprimento da agenda de deportação em massa do governo de Donald Trump. O anúncio foi feito no dia 6 de março, uma semana após a operação. Em sua página na internet, o ICE divulgou as imagens de quatro funcionários do mercado sendo algemados e afirmou o compromisso da agência em "proteger os direitos de trabalhadores legais e garantir que as empresas cumpram com os regulamentos". "Esta operação de fiscalização no local de trabalho ressalta nossa dedicação em manter práticas de emprego legais e proteger os interesses econômicos e de segurança pública do nosso país", destaca o investigador especial do ICE na Filadélfia e encarregado da ação Edward V. Owens. Segundo o ICE, os brasileiros detidos violaram os termos de admissão nos Estados Unidos ou entraram ilegalmente no país. Em nota, o órgão federal afirma que está focado na ordem pública e em conter ameaças à segurança nacional em um primeiro momento. No entanto, "qualquer indivíduo ilegalmente presente nos Estados Unidos que for encontrado durante uma operação pode ser levado sob custódia e colocado em processo de deportação de acordo com a lei". O ICE não cita a soltura dos detidos. E a proprietária Simone Salgado negou responder ao nosso pedido de comentário. Na época, a empresária gravou um vídeo confirmando a operação do dia 27 de fevereiro, mas afirmou que os agentes de imigração estavam atrás de criminosos e que os funcionários do mercado estavam são e salvos. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Massachusetts anuncia crédito de US$50 em contas de luz e gás

    Governadora destaca que "cada dólar conta" (Foto: Reprodução TV) BOSTON - A governadora de Massachusetts, Maura Healey, anunciou nesta segunda-feira, 10, o abatimento de US$50 nas contas de eletricidade em abril para compensar os altos valores pagos pelos residentes durante o inverno. Além disso, pelo menos duas empresas prometem descontos de 10% nos próximos meses. "Estamos tomando medidas para diminuir as e das dívidas que permaneceram", disse Healey. Ela reconhece que o benefício é pequeno, mas afirma que "cada dólar conta". O crédito soma US$ 125 milhões advindos dos fundos para desenvolvimento de energia limpa e vai beneficiar clientes residenciais das empresas Eversource, National Grid e Unitil. Os clientes da Eversource e da National Grid ainda podem esperar cortes de 10% em suas contas de gás em março e abril. A medida foi implementada em fevereiro. A administração democrata também solicitou às companhias de serviços públicos que removam quaisquer cobranças extras que não sejam absolutamente necessárias. Em seguida, o Departamento de Serviços Públicos (DPU, na sigla em inglês) anunciou a redução de US$ 500 milhões no orçamento do Mass Save, fundo de reserva financiado pelos moradores através "taxa de eficiência energética" . O governo destaca que Massachusetts será o primeiro Estado a oferecer descontos para moradores de classe média, prevendo a economia de US$ 2,5 bilhões nos próximos cinco anos. Além disso, a administração de Healey avalia que a introdução da energia hidrelétrica vai refletir na redução dos custos para os residentes. No total, a expectativa é oferecer a economia de cerca de US$ 6 bilhões para os residentes até 2030. Mais caro Esse inverno, os moradores de Massachusetts foram surpreendidos com contas até US$ 300 mais caras do que o ano anterior. "Comparei as contas atuais com o mesmo período do ano anterior. Paguei entre US$150 e US$300 a mais", calcula Sofia Barbosa, de Malden. As altas são reflexo, em parte, da aprovação de um rejauste de 10% a 30% nas contas de gás no outono passado para a temporada de aquecimento de seis meses. Na época, o DPU justificou que o aumento era necessário para arcar com as despesas associadas ao programa de eficiência energética Mass Save e aos projetos de substituição de gasodutos. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • DJ Bruno Goiano vai ser deportado dia 5

    Bruno Goiano prefere esperar no Brasil o resultado de um processo imigratório (Foto: Reprodução) CORAL SPRINGS - O DJ Bruno Rogério Pereira, 41, conhecido como Bruno Goiano, vai ser deportado para o Brasil na quarta-feira, 5. Ele está sob a custódia do ICE na Flórida há 11 dias e abriu mão de responder ao processo imigratório em liberdade nos Estados Unidos, descartando a possibilidade de um pedido de fiança. DJ Bruno Goiano - que mora há 25 anos no país e é muito conhecido em eventos populares como o Brazilian Day de Nova York - optou pela deportação voluntária, confirmou para a MANCHETE USA a advogada Luana Biagini. Segundo a defensora, o artista quer aguardar fora do país o resultado de um processo imigratório em andamento. "Ele prefere sair dos Estados Unidos e só voltar legalmente." O DJ Bruno Goiano foi preso pelo ICE em Coral Springs, cidade a 50 milhas de Miami, no dia 21 de janeiro quando saía para o trabalho, dias após resolver algumas pendências em processos de trânsito relacionados a seu nome. De acordo com a advogada, o ICE tinha uma ordem de detenção contra o brasileiro emitida em 2010 quando ele não compareceu a uma audiência no processo por dirigir embriagado com carteira suspensa. Depois disso, DJ Bruno Goiano foi parado pela polícia da Flórida pelo menos mais quatro vezes por dirigir sem habilitação. A última vez foi em junho. "Foi quando ele decidiu resolver essa questão e quitou o que devia, mas o ICE já tinha uma ordem de detenção ativa contra Bruno", explica a advogada. "Na verdade, ele teve sorte. Já tive casos em que o ICE é acionado no primeiro problema no trânsito", acrescenta. Uma lei recente sancionada pelo governador Ron DeSantis determina que as autoridades locais acionem a agência federal em casos envolvendo imigrantes. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Republicanos acusam prefeitos democratas de defender imigrantes criminosos

    Prefeita de Boston foi a primeira a falar (Foto: Reprodução TV) WASHINGTON - Quatro prefeitos foram sabatinados na quarta-feira, 5, no Congresso Nacional e acusados por republicanos de proteger imigrantes criminosos. Michelle Wu. de Boston; Brandon Johnson, de Chicago; Michael Johnston, de Denver; e Eric Adams, de Nova York, governam "cidades-santuário", como são chamadas aquelas que limitam a cooperação com agentes federais de imigração. “As cidades-santuário nos tornam menos seguros e são um pesadelo para a segurança pública”, disse o presidente do comitê de supervisão da Câmara de Representantes, James Comer. Mas os prefeitos rebateram as acusações. "Quando se trata de questões criminais, a polícia de Boston faz parceria todos os dias com as autoridades estaduais e federais. Mas a lei estadual de Massachusetts e o Boston Trust Act deixam claro que a imigração é responsabilidade das autoridades federais", ressaltou Michelle Wu. A prefeita afirmou que a capital de Massachusetts é a cidade mais segura dos Estados Unidos "porque nossas leis sobre armas são as mais fortes do país, nossos policiais construíram relacionamentos com a comunidade ao longo de décadas e todos os nossos moradores podem confiar que quando ligarem para o 911 em caso de emergência ou para relatar um crime a ajuda virá". Para a prefeita, a abordagem desta administração federal está minando essa confiança entre a população e as polícias. "Um em cada quatro moradores de Boston nasceu em outro lugar. A maioria tem emprego, muitos têm filhos. Todos eles escolheram este país como lar porque - como minha mãe e meu pai - eles acreditavam que onde você esteve não limita para onde você está indo. A força do seu caráter não tem nada a ver com a cor do seu passaporte e que o quão duro você trabalha importa mais do que onde você nasceu." Enquanto Michelle prestava depoimento, centenas de pessoas e organizações de defesa dos direitos humanos e civis faziam uma manifestação em frente à prefeitura de Boston em apoio à prefeita. O prefeito de Nova York, Eric Adams, também defendeu a política da cidade e afirmou que a criminalidade diminuiu. “Para deixar claro, nossa designação de cidade-santuário não significa que ela será um refúgio seguro para crimes violentos”, disse ele. “Isso também não dá à cidade de Nova York autoridade para violar as leis federais de imigração”, acrescentou. As cidades-santuário normalmente proíbem os funcionários de denunciarem imigrantes ilegais a agentes federais. Os municípios que não atenderem às exigências do governo de Donald Trump de colaborar com o ICE correm o risco de perder verbas federais. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Juiz bloqueia temporariamente deportação de estudante palestino da Universidade de Columbia

    WASHINGTON - Um juiz federal ordenou nesta segunda-feira que o estudante palestino da Universidade de Columbia, Mahmoud Khalil, não seja deportado por enquanto, como parte da repressão do presidente dos EUA, Donald Trump, a manifestantes anti-Israel, e marcou uma audiência no tribunal sobre o caso para quarta-feira. Trump denunciou publicamente Khalil e disse que mais prisões ocorreriam. Khalil foi transferido para uma prisão federal para migrantes na Louisiana para aguardar os procedimentos de deportação, de acordo com seus advogados e um banco de dados de detentos dos EUA. Manifestantes nas ruas da cidade de Nova York, o procurador-geral do Estado e uma entidade de direitos civis denunciaram a prisão do estudante de pós-graduação da Faculdade de Relações Internacionais e Públicas da Universidade de Columbia por agentes do Departamento de Segurança Interna dos EUA como um ataque à liberdade de expressão. A polícia e centenas de manifestantes entraram em um breve confronto na parte baixa de Manhattan e pelo menos uma pessoa foi detida, de acordo com uma testemunha da Reuters. Nesta segunda-feira, o juiz distrital Jesse Furman suspendeu sua deportação "a menos e até que o Tribunal ordene o contrário". Os advogados de Khalil também pediram a Furman que ordenasse o retorno de Khalil a Nova York. Eles acusaram o governo de tentar privar Khalil de acesso a um advogado, enviando-o para longe de Nova York. Khalil foi uma figura proeminente no movimento estudantil pró-Palestina de Columbia, que no ano passado agitou os campi. "Esta é a primeira prisão de muitas que virão", escreveu Trump em uma publicação nas redes sociais nesta segunda-feira. O governo Trump não diz se Khalil é acusado ou se está sob alguma denúncia de crime, mas Trump escreveu que sua presença nos EUA é "contrária aos interesses nacionais e de política externa". "EFEITO INIBIDOR" No sábado à noite, agentes do Departamento de Segurança Interna dos EUA prenderam Khalil na frente de sua esposa, uma cidadã norte-americana grávida de oito meses, no saguão do seu prédio, dizendo-lhe que seu visto estudantil havia sido revogado, segundo Amy Greer, uma advogada de Khalil. Khalil tem um green card para residência permanente nos EUA desde 2024, disse Greer em um comunicado. Sua esposa mostrou aos agentes o green card de Khalil e eles também ameaçaram prendê-la se ela não saísse do saguão, segundo a advogada. Os agentes então disseram que o green card também havia sido revogado, recusando-se a dar um motivo, e algemaram Khalil, disse Greer. Desde que retornou à Casa Branca, Trump tem criticado a maneira como a Universidade de Columbia lidou com os protestos, dizendo que a instituição permitiu o assédio antissemita "dentro e perto" de seu campus. O presidente escreveu em sua publicação de segunda-feira que alguns estudantes de Columbia tinham se envolvido em "atividades pró-terroristas, antissemitas e antiamericanas" que ele não toleraria. Khalil e outros ativistas observaram que há estudantes judeus entre os organizadores do protesto e dizem que suas críticas a Israel e ao apoio do governo norte-americano estão sendo erroneamente confundidas com antissemitismo. Na contestação da detenção apresentada no domingo ao tribunal federal de Manhattan, Greer pediu que um juiz determine a libertação de Khalil e que o Departamento de Segurança Interna seja impedido de transportá-lo para fora de Nova York. Greer escreveu que os agentes federais disseram a Khalil que ele estava sendo preso porque seu visto de estudante havia sido revogado, o que abre espaço para a possibilidade de uma detenção por engano, já que o estudante é um residente permanente legal. A advogada disse que a detenção de Khalil foi motivada por sua "crítica às instituições norte-americanas que apoiam Israel", o que, segundo ela, fere a liberdade de expressão assegurada pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA. "Até mesmo a ameaça de detenção e deportação tem um efeito inibidor sobre o discurso", escreveu Greer. O governo ainda não respondeu à petição. ** Com Reuters **

  • EUA lançam aplicativo para que imigrantes ilegais se “autodeportem”

    WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) lançou nesta segunda-feira, 10, o CBP Home, um aplicativo para que os imigrantes ilegais notifiquem seus planos de deixar o país com a promessa de permitir que retornem no futuro através de canais regulamentados. O novo app substituirá o CBP One, utilizado durante o governo de Joe Biden para que os migrantes agendassem um atendimento para apresentar seus casos às autoridades dos EUA nos locais de entrada no país. Trump suspendeu os agendamentos do CBP One minutos depois de assumir o cargo em 20 de janeiro. “A autodeportação é a opção mais segura para os imigrantes ilegais”, afirmou o DHS em comunicado. “Não só é mais seguro, mas também economiza o dinheiro dos contribuintes dos EUA e permite que recursos valiosos da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) e da Imigração e Fiscalização Alfandegária (ICE) se concentrem em imigrantes criminosos perigosos”, acrescentou. O CBP Home também tem uma função para que os migrantes que deixaram o país apresentem documentos para verificar sua saída, embora no momento essa opção só esteja habilitada para aqueles que receberam uma “liberdade condicional humanitária”. “Com o lançamento do CBP Home, estamos restaurando a integridade do nosso sistema de imigração”, disse a secretária do DHS, Kristi Noem. “O aplicativo CBP Home oferece aos migrantes a opção de sair agora e se autodeportar, dando-lhes a oportunidade de retornar legalmente no futuro e viver o sonho americano. Se não o fizerem, nós os encontraremos, os deportaremos e eles nunca mais poderão voltar”, ameaçou. ** Com EFE **

  • Ingrid Guimarães vai processar a American Airlines após humilhação em voo NY-Rio

    Ingrid: 'Vou processar, mas não tem dinheiro que pague o que passei' Foto: Reprodução TV NOVA YORK – A atriz brasileira Ingrid Guimarães afirma que foi coagida a ir para a classe econômica para ceder lugar a um cliente da primeira classe num voo entre Nova York e o Rio de Janeiro da American Airlines. “O que passei não tem dinheiro que pague”, afirma, garantindo que vai recorrer à justiça. Ingrid voltava de Nova York para o Rio de Janeiro pela American Airlines, na sexta-feira, 7, quando um funcionário da companhia mandou que ela cedesse seu lugar na Premium Economy para uma pessoa da primeira classe, já que um assento daquela categoria havia quebrado. “O funcionário me disse: "Bad news, a senhora vai ter que ir para a classe econômica, porque terá que ceder seu lugar para uma pessoa da primeira classe.” Eu disse que não ia porque comprei meu assento na Premium. Por que teria que resolver um problema que era da Executiva? — questiona Ingrid, que foi do aeroporto JFK para o Rio no voo 973, e também postou um desabafo nas redes sociais Um segundo funcionário se aproximou e, segundo Ingrid, passou a usar um tom de ameaça. Diante de nova recusa da atriz, uma terceiro comissário a abordou e afirmou: "Se a senhora não sair, nunca mais viaja de American Airlines." E então anunciou aos passageiros que todo mundo teria que descer da aeronave porque uma passageira não queria colaborar. Segundo a atriz, sua irmã e seu cunhado participaram da conversa por dominarem o inglês, e o funcionário mandou que eles "calassem a boca". A MANCHETEU USA procurou a American Airlines mas ainda não teve resposta.

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