top of page

Resultados de busca

1285 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Brasil está entre os locais onde EUA vão fechar consulados

    Sede do Consulado dos Estados Unidos em São Paulo (Foto: Divulgação) WASHINGTON - O Departamento de Estado americano se prepara para fechar uma série de consulados e postos diplomáticas e diminuir a força de trabalho em atuação fora do país em uma corrida pela contenção de gastos que pode prejudicar as relações internacionais. Cidades da Europa e mesmo do Brasil devem perder representações dos Estados Unidos. As representações diplomáticas abrigam uma série de funcionários das áreas militar, de inteligência, forças de segurança, saúde, comércio, tesouro e outras agências, que monitoraram temas de interesse no país anfitrião e trabalham com autoridades locais em uma gama de atividades, desde o combate ao terrorismo e a doenças infecciosas até colaborações para o fortalecimento da democracia, dos direitos humanos e de trabalhos de ajuda humanitária. Funcionários do Departamento de Estado compartilharam uma lista com o Congresso americano, citando algumas das representações que deveriam ser fechadas. Estavam incluídos os consulados em Florença (Itália), Estrasburgo (França), Hamburgo (Alemanha) e Ponta Delgada (Portugal). Uma autoridade americana que viu a lista também afirmou que um consulado no Brasil teria sido apontado, segundo o New York Times — atualmente, há consulados em Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e um escritório da embaixada em Belo Horizonte. O plano faz parte de um corte mais amplo promovido pelo presidente americano, Donald Trump, e de sua política externa "America First", segundo a qual os EUA devem encerrar ou restringir formas de exercer influência global, tradicionalmente consideradas importantes. A mudança, porém, é motivo de preocupação em setores do governo, sobretudo em um momento em que a China amplia sua presença internacional. "O Departamento de Estado continua a avaliar nossa postura global para garantir que estamos melhor posicionados para enfrentar os desafios modernos em nome do povo americano", disse a chancelaria americana em um comunicado na quinta-feira, questionada sobre as mudanças propostas. A perspectiva dos cortes, porém, gerou inquietações. A CIA, por exemplo, mantém a grande maioria de seus agentes secretos de inteligência trabalhando em embaixadas e consulados, atuando com vistos diplomáticos, e o fechamento de postos reduziria as opções da agência para posicionar seus espiões. Os cortes também devem afetar massivamente cidadãos estrangeiros que atuam nas representações, e que em muitos países formam a base do conhecimento dos diplomatas americanos sobre seus ambientes. Estima-se que dois terços da força de trabalho nas representações estrangeiras seja mão-de-obra local. A situação se torna ainda mais grave para Washington em um momento em que o Departamento de Estado está perdendo um número relevante de funcionários experientes. Cerca de 700 funcionários — 450 deles diplomatas de carreira — entregaram cartas de demissão nos dois primeiros meses deste ano, e suas vagas foram congeladas, ao menos temporariamente. Os esforços para cortar postos diplomáticos e pessoal no exterior fazem parte de uma campanha interna para reduzir o orçamento de operações do Departamento de Estado, talvez em até 20%, de acordo com duas autoridades americanas com conhecimento das discussões em andamento. O processo foi acelerado por uma equipe liderada por Elon Musk, que se embrenhou nas agências governamentais à procura do que chama de desperdício governamental. Um membro da equipe, Edward Coristine, um engenheiro de 19 anos, está no Departamento de Estado ajudando a direcionar os cortes orçamentários na agência. Em meados de fevereiro, o secretário de Estado, Marco Rubio, enviou um memorando aos chefes de missão, que geralmente são embaixadores, pedindo-lhes que garantissem que o pessoal nos postos no exterior fosse "mantido no mínimo necessário para implementar as prioridades da política externa do presidente". Ele também disse que quaisquer posições que ficassem vagas por dois anos deveriam ser abolidas, disse uma autoridade americana que viu o memorando. ** Com Agências **

  • Surto de sarampo deixa 2 mortos e mais de 200 doentes nos EUA

    A vacina contra o sarampo é obrigatória para crianças a partir de 12 meses (Foto: Ilustração) WASHINGTON - Um surto de sarampo que vem se espalhando no sudoeste dos Estados Unidos matou duas pessoas e infectou mais de 200. Até esta sexta-feira (7), o Texas notificou 198 casos e o Novo México, 10, o que eleva o total para 208. Cada estado confirmou uma morte. Nenhum dos dois doentes estava vacinado. O paciente do Novo México testou positivo para sarampo em um teste realizado postumamente e, embora não tenha sido divulgada a causa oficial de sua morte, o CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças) dos EUA a classificou como uma morte relacionada ao sarampo. Essas são as primeiras mortes por sarampo no país desde 2015. "Mais casos são esperados na medida em que este surto continua se expandindo rapidamente", alertou o CDC. Altamente Contagioso O sarampo é altamente contagioso e a infecção se dá a partir de gotículas respiratórias, permanecendo no ar até duas horas depois que uma pessoa infectada deixa um local. Os principais sintomas são febre, sintomas respiratórios e erupções cutâneas, mas também pode provocar complicações graves, como pneumonia, encefalite e morte. A vacinação continua sendo a melhor proteção. A vacina contra o sarampo, obrigatória para crianças de 12 meses em diante, confere uma imunidade para toda a vida de 93% com uma dose, que aumenta para 97% depois da segunda. Mas as taxas de imunização diminuíram nos EUA devido, sobretudo, ao aumento da desinformação sobre as vacinas desde a pandemia de Covid. Nos últimos anos, têm crescido as informações falsas espalhadas por médicos para "prevenção" do sarampo. A médica Ana Montañez está travando uma batalha difícil para convencer alguns pais que a vitamina A —apontada por críticos de vacina como eficaz para combater o vírus altamente contagioso— não protegerá seus filhos. A pediatra de 53 anos da cidade de Lubbock está fazendo hora extra para entrar em contato com pais hesitantes em relação às vacinas, explicando os graves riscos de uma doença que a maioria das famílias norte-americanas nunca vivenciaram —e que pode ser evitada pela imunização. Cada vez mais, no entanto, ela também tem que combater informações enganosas. Uma mãe, afirmou, lhe disse que estava dando aos seus dois filhos altas doses de vitamina A para evitar o sarampo, com base em um artigo publicado pela Children's Health Defense, o grupo anti-vacina liderado por Robert Kennedy Jr., quase uma década antes de ele se tornar a principal autoridade de saúde do presidente Donald Trump. Kennedy renunciou ao cargo de presidente da Children's Health Defense e disse que não tem poder sobre a organização, que abriu processos em tribunais estaduais e federais para contestar vacinas comuns, como a do sarampo. A organização não respondeu ao pedido da reportagem. Kennedy diz que a vacinação continua sendo uma escolha pessoal. Ele também exagerou evidências do uso de tratamentos como a vitamina A, segundo especialistas de saúde. O suplemento não previne o sarampo e pode ser prejudicial às crianças em doses elevadas, segundo a Academia Americana de Pediatria. Foi demonstrado que diminui a gravidade de infecções por sarampo em países em desenvolvimento entre pacientes desnutridos e com deficiência de vitamina A, uma ocorrência rara nos EUA. Andrew Nixon, porta-voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, não respondeu às perguntas sobre a maneira como Kennedy lidou com o surto de sarampo. Mas ao comentar sobre uma morte relacionada ao sarampo no Novo México, ele disse que o CDC "recomenda a vacinação como a melhor proteção contra a infecção por sarampo".

  • Trump congela de novo parte das tarifas contra México e Canadá

    Guerra comercial tem tarifaço entre países que sempre foram aliados comerciais WASHINGTON - O presidente Donald Trump anunciou nesta quinta-feira, 6, que os Estados Unidos suspenderão temporariamente a maioria das tarifas que haviam imposto ao México e ao Canadá dois dias depois de terem entrado em vigor. O congelamento de 25%, que expira em 2 de abril, foi anunciado pelo presidente americano em sua plataforma Truth Social após uma conversa dele com a mandatária mexicana, Claudia Sheinbaum. "Após conversar com a presidente Claudia Sheinbaum do México, concordei que o México não será obrigado a pagar tarifas sobre qualquer item abarcado pelo tratado USMCA", escreveu Trump na rede social Truth. Depois, a Casa Branca adicionou que o Canadá também seria beneficiado pelo acordo. O tratado USMCA - acrônimo com as iniciais em inglês de Estados Unidos, México e Canadá - é uma atualização do Nafta (acordo de livre comércio da América do Norte), que vigorou entre 1994 e 2018. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, apertam as mãos na Casa Presidencial em San Salvador, El Salvador, em 4 de fevereiro de 2025. Na quarta-feira, Trump já havia recuado parcialmente e oferecido isenção, por um mês, para empresas automotivas que importem ou exportem daqueles países. A decisão é uma resposta ao pedido feito diretamente ao presidente por três montadoras: General Motors, Stelantis e Ford. Além de Canadá e México, o governo Trump já subiu para 20% as tarifas contra a China - o governos chinês e canadense responderam subindo seus impostos sobre importações sobre muitos produtos dos EUA. ** Com Agências **

  • Explosão de foguete da SpaceX gera transtornos em voos na Flórida

    Os destroços foram vistos em boa parte do Caribe e da costa da Flórida (Foto: Reprodução Redes Sociais) MIAMI - A explosão do foguete Starship da empresa SpaceX nesta quinta-feira, 6, minutos após o lançamento, levou a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) a interromper o tráfego aéreo em partes da Flórida. Explosão da Starship espalhou detritos pelos céus do Caribe e da Flórida, gerando desvios e atrasos em quatro aeroportos. O incidente - o segundo fracasso consecutivo neste ano do programa de foguetes de Elon Musk para Marte - espalhou detritos por partes do céu do Caribe e da Flórida, forçando o desvio de vários voos e paradas temporárias em quatro aeroportos. A agência americana que controla o tráfego aéreo suspendeu decolagens nos aeroportos de Miami, Fort Lauderdale, Orlando e Palm Beach por mais de uma hora antes de retomar as operações normais por volta das 20h da quinta-feira. A FAA ativou uma área de alerta para detritos e "desacelerou brevemente as aeronaves fora da área onde os detritos do veículo espacial estavam caindo ou parou aeronaves em seu local de partida. As operações normais foram retomadas", informou a agência, que ordenou a SpaceX a realizar uma investigação sobre o acidente. Revés aos planos de Elon Musk O foguete decolou da base Starbase da SpaceX em Boca Chica, no estado do Texas. O propulsor do primeiro estágio, de nome Super Heavy, voou de volta à Terra conforme planejado e foi coletado com sucesso no ar por um guindaste da SpaceX. Mas minutos depois, a transmissão ao vivo da SpaceX mostrou o estágio superior da Starship girando descontroladamente no espaço, com vários motores do foguete desligados. A empresa então disse que havia perdido contato com a nave. Vários vídeos postados nas redes sociais mostraram destroços em chamas cruzando os céus próximo ao sul da Flórida e das Bahamas depois que a Starship explodiu no espaço pouco depois do lançamento. O fracasso do oitavo teste da Starship ocorre pouco mais de um mês após a tentativa anterior também terminar em uma falha explosiva. Os acidentes consecutivos ocorreram em fases iniciais da missão que a SpaceX havia anteriormente superado facilmente, se tornando um enorme revés para o programa que Musk tentou acelerar em 2025. O sistema de foguetes de 123 metros - o maior e mais poderoso do mundo - é central para os planos do bilionário de enviar humanos para Marte já na virada da década. Explosão causada por "evento energético" Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, a SpaceX disse que a Starship sofreu um "evento energético" em sua seção traseira, que resultou na perda de vários motores. "Isso, por sua vez, levou a uma perda de controle de atitude e finalmente uma perda de comunicações com a Starship", disse a empresa. "O contato final com a Starship ocorreu aproximadamente 9 minutos e 30 segundos após a decolagem." A SpaceX assegura que não havia materiais tóxicos entre os destroços. A Starship tinha como objetivo fazer uma órbita quase completa ao redor da Terra e reentrar sobre o Oceano Índico, simulando uma sequência de pouso que a SpaceX pretende realizar em breve como uma próxima e importante fase do desenvolvimento do foguete. O foguete Starship foi projetado para ser totalmente reutilizável e é considerado essencial para a visão de longo prazo de Musk de colonizar Marte.

  • Trump assina ordem executiva que cria a 'Reserva Estratégica de Bitcoin'

    Trump criou a sua crisptomoeda poucas horas antes da sua posse (Foto: Ilustração) WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 6, uma ordem executiva que estabelece uma "Reserva Estratégica de Bitcoin", em um gesto de apoio a uma criptomoeda frequentemente criticada por seu uso em lavagem de dinheiro. Mesmo com executivos de criptomoedas comemorando e elogiando a medida nas redes sociais, os preços do bitcoin caíram até 5,7% após o anúncio, aparentemente devido à decepção com o fato de que o programa não envolve compras imediatas da criptomoeda por parte do governo. Por volta da 1h, a moeda digital mais popular do mundo estava cotada a US$ 84.707 por unidade, embora, meia hora depois, a queda tenha sido moderada para cerca de 3%. Quatro outros tokens digitais que haviam sido destacados anteriormente por Trump — o Ether, XRP, Cardano e Solana — também registraram queda. Embora a criação de uma reserva específica para Bitcoin cumpra uma promessa que Trump fez na campanha eleitoral, os detalhes ficaram aquém das expectativas do setor. A ordem, compartilhada inicialmente como um post no X pelo czar das criptomoedas da Casa Branca, David Sacks, indicou que o governo não usaria o dinheiro do contribuinte para financiar uma reserva estratégica do maior ativo digital. Segundo explicou Sacks, a reserva governamental será composta por moeda digital confiscada em processos judiciais nos Estados Unidos, já pertencente ao governo federal. O uso desses ativos confiscados "significa que não custará um centavo aos contribuintes", afirmou o Sacks. Ele esclareceu que "o propósito da Reserva é a administração responsável dos ativos digitais do governo sob o Departamento do Tesouro". Qualquer aquisição adicional exigiria “estratégias orçamentárias neutras para aquisição de Bitcoin adicional, desde que essas estratégias não imponham custos incrementais aos contribuintes americanos”, disse a ordem. Os EUA também não venderão Bitcoin depositado na reserva, de acordo com a ordem. Encontro cripto em Washington Ao contrário da exigência de não vender nenhum Bitcoin, a ordem observou explicitamente que o Tesouro “pode ​​determinar estratégias para administração responsável, incluindo potenciais vendas” do estoque. Atualmente, os EUA possuem cerca de US$ 16,4 bilhões em Bitcoin e cerca de US$ 400 milhões em sete outros tokens, em grande parte atribuíveis a confisco de ativos relacionados a casos civis e criminais. A ordem foi emitida pouco antes de uma reunião de executivos de criptomoedas, muitos dos quais foram doadores significativos da campanha de Trump para retomar a presidência. O encontro será em Washington DC. Cerca de dezenas de representantes de empresas, incluindo a Coinbase Global e a Robinhood Markets, eram esperados na Casa Branca para se encontrar com Trump e Sacks. Os entusiastas das criptomoedas se mobilizaram fortemente nessas eleições, em resposta ao ceticismo da administração do ex-presidente Joe Biden em relação à moeda digital. "O significado desta ordem executiva é principalmente simbólico, pois marca a primeira vez que o Bitcoin é formalmente reconhecido como um ativo de reserva do governo dos Estados Unidos", disse Andrew O’Neill, diretor administrativo de ativos digitais da S&P Global Ratings. Governo argentino anuncia 'investigação urgente' de criptomoeda promovida por Milei Para seus defensores, as criptomoedas representam uma revolução financeira que reduz a dependência das autoridades centralizadas e oferece às pessoas mais liberdade em relação aos sistemas bancários tradicionais. Trump tem se envolvido pessoalmente nesse setor, firmando parceria com a plataforma de troca World Liberty Financial e lançando sua própria memecoin "Trump" em janeiro, assim como sua esposa Melania. Alguns veem esses movimentos como um possível conflito de interesses. Caminhos divergentes A promessa de campanha de Trump de criar uma reserva estratégica de Bitcoin foi uma das muitas promessas projetadas para atrair uma indústria que surgiu como fonte de significativas doações políticas. Essa promessa, além de seu compromisso de demitir Gary Gensler de seu então cargo como presidente da comissão de valores mobiliários dos EUA, ajudou a impulsionar uma alta nos preços dos tokens antes de sua posse. Entretanto, o sentimento no mercado se tornou negativo em fevereiro, quando os investidores reagiram às notícias sobre tarifas, a um ataque hacker de criptografia de US$ 1,5 bilhão e saídas de ETFs de ativos digitais. Então, Trump desencadeou uma intenso, mas curto rali no fim de semana, quando disse no Truth Social que as criptomoedas Solana, Cardano e XRP seriam incluídas nos planos do governo, juntamente com o Bitcoin e o Ether. ** Com AFP **

  • Piloto preso em Boston se suicida em estacionamento de Revere

    Jeremy Gudorf era acusado de abuso de menor e se matou após cerco da polícia (Foto: MSP) BOSTON - O piloto da JetBlue, Jeremy Gudorf, 33, que foi preso no mês passado no Logan Airport, em Boston, momentos antes da decolagem, se suicidou em um estacionamento do metrô na manhã de sexta-feira, 7, após ser cercado pela polícia. Gudorf estava em seu carro na estação Wonderland, em Revere, quando foi abordado por agentes da equipe de caça a fugitivos da polícia estadual. Ele era procurado por não ter se apresentado a Corte na Carolina do Norte onde é acusado de abuso de menor e pedofilia. No dia 20 de fevereiro o piloto foi preso no Logan Airport por agentes da Alfândega e a Proteção de Fronteiras dos EUA que conduziam uma revisão dos ocupantes de seu voo de Boston para Paris e descobriu que o piloto tinha mandados pendentes. Acusado de abusar de um menor de idade, Gudorf foi retirado do avião momentos antes da decolagem.  O Departamento de Polícia de Huntersville, na Carolina do Norte, lançou uma investigação sobre Gudorf em outubro de 2024, após uma dica do Centro Nacional de Crianças Falsas e Exploradas.  ‘Na época em que o crime foi cometido, os registros indicam que ele residia em Huntersville, Carolina do Norte. No entanto, durante a investigação, e antes de ser identificado como suspeito, ele se mudou para fora do estado’, afirmou o departamento em comunicado.  Após a prisão em Boston, um juiz estabeleceu sua fiança em US$ 10 mil e permitiu que ele mantivesse seu passaporte, sob a condição que se apresentasse à justiça na Carolina do Norte em uma semana. A advogada de defesa de Gudorf, Tanvi Verma, disse na época que o piloto tinha ‘a capacidade financeira de alugar um carro e dirigir para a Carolina do Norte’ e ‘garantiu que ele faria isso’. Como não compareceu ao tribunal na Carolina do Norte na data e prazo previstos, ele voltou a ser procurado.

  • EUA e Canadá adiantam relógio e entram no horário de verão

    Horário de verão diminui diferença em relação ao fuso do Brasil (Foto: Ilustração) NOVA YORK - Os Estados Unidos e o Canadá entraram em horário de verão neste domingo, 9, adiantando seus relógios em uma hora. Na Costa Leste dos EUA, que inclui Nova York e Washington, os relógios foram adiantados às 2h da manhã e passa a ficar uma hora atrás de Brasília. A zona central do país, que inclui Chicago (Illinois), fica duas horas atrás da capital brasileira; a zona das montanhas, que inclui Denver (Colorado), fica três horas atrás; e a zona do Pacífico, que inclui Seattle (Washington) e Los Angeles (Califórnia), fica quatro horas atrás. No Canadá, Toronto e Montreal registram uma hora de atraso em relação à Brasília; em Vancouver, a diferença é de quatro horas.

  • Dólar cai após adiamento de tarifas sobre carros

    Dólar teve queda de 2,70% no pós-carnaval (Foto: Ilustração) WASHINGTON - O dólar teve forte queda na volta do Carnaval. No pregão desta quarta-feira, 5, a moeda americana cedeu 2,70% ante o real, para R$ 5,7555. Esta é a maior queda do dólar, em termos percentuais, desde as eleições de 2022, quando Jair Bolsonaro (PL) foi para o segundo turno com Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Naquela ocasião, a moeda americana cedeu 4,05%, a R$ 5,1760. O movimento desta Quarta-feira de Cinzas acompanha as fortes perdas da divisa norte-americana no exterior em meio ao adiamento de tarifas dos EUA a montadoras do Canadá e México. O índice DXY, que mede a força do dólar, recua 1%, a 104 pontos. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Funcionário de mercado brasileiro deixa prisão do ICE após 12 dias preso

    Dedé comemorou num video a saída do presídio (Foto: Reprodução Instagram) ABINGTON - O funcionário de um mercado brasileiro de Abington, em Massachusetts, foi solto nesta terça-feira, 4, após passar 12 dias preso sob a custódia do ICE. O caso chamou a atenção da opinião pública porque ele não se enquadrava no que a Imigração estabaleceu como prioridade. Segundo testemunhas, agentes do ICE chegaram no Terra Nossa na manhã de 20 de fevereiro. Eles conversaram com Dedé, como é conhecido na comunidade, e descobriram que o brasileiro vive ilegalmente nos Estados Unidos há 21 anos e o levaram mesmo sem ter casos criminais atribuídos a ele. Dedé foi o único a ser interpelado e detido no mercado que tinha outros funcionários e clientes em suas dependências durante a abordagem. O brasileiro entrou ilegalmente pela fronteira do México, sem passar pela fiscalização aduaneira. Ele nunca foi preso. O pai de dois filhos, um de 16 anos e outro de 18, pagou uma fiança de US$ 3 mil e agora luta para legalizar o seu status imigratório no país. Nas redes sociais, colegas de trabalho e amigos de Dedé comemoram a liberdade, divulgando um vídeo do brasileiro saindo do presídio. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trabalhador brasileiro morre eletrocutado em em Fall River

    Martins estava trabalhando no 198 Tecumseh Street (Foto: Reprodução TV) FALL RIVER - O brasileiro Rafael Cardoso Martins, 23, morreu eletrocutado na terça-feira, 4, enquanto trocava uma calha em uma casa em Fall River, Massachusetts. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 9h20 quando o trabalhador encostou um pedaço do metal em um fio de alta tensão. Martins estava num andaime e encostou a calha de metal numa rede de alta tensão. O colega de trabalho que o ajudava no momento da ação também levou um choque, mas passa bem. Martins é mineiro de São Sebastião do Anta e estava nos Estados Unidos há cerca de 5 anos. Segundo informações do Click de Minas, ele tinha apenas uma irmã no país. O incidente está sendo investigado pela Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA) dos EUA. De acordo com a legislação do país, é obrigatório treinar os funcionários antes de autorizá-los a realizar qualquer atividade. Além disso, os trabalhadores são obrigados a usar equipamentos de segurança. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Proprietário de oficina em Somerville é preso pelo ICE

    Oficina foi alvo de uma batida do ICE na manhã de terça-feira (Foto: Divulgação Internet) SOMERVILLE  - A Dino's Auto Center, em Somerville, foi alvo de uma operação do ICE  na manhã desta terça-feira, 3, que prendeu três pessoas, incluindo o proprietário e o seu filho. Segundo o jornal Brazilian Times , uma testemunha disse que uma "equipe grande" chegou ao estabelecimento brasileiro por volta das 10 horas e pediu a documentação de todos no local. Três pessoas foram liberadas e as outras saíram algemadas. Especialistas em operações do ICE consultados pela MANCHETE USA disseram que ‘pessoas e estabelecimentos podem estar sendo denunciados por imigrantes que fizeram acordo com a agência federal e mantêm suas liberdades em troca de entregar nomes’. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump planeja revogar status legal de refugiados ucranianos

    Ação pode atingir também cubanos e venezuelanos WASHINGTON - O presidente Donald Trump planeja revogar o status legal temporário de cerca de 240 mil ucranianos que fugiram da guerra com a Rússia, disseram um alto funcionário do governo e três pessoas familiarizadas com o assunto. Isso poderia colocar esse grupo de migrantes em um caminho para a deportação. A ação, que pode ocorrer já em abril, seria uma reversão da acolhida que os ucranianos receberam na época do presidente Joe Biden. O governo americano já planejava retirar proteções para ucranianos antes da discussão entre Trump e o presidente da Ucrânia Wladmir Zelensky. A medida faz parte de plano para revogar o status legal de mais de 1,8 milhão de migrantes admitidos com vistos temporários concedidos ainda no governo de Biden. A porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA, Tricia McLaughlin, disse que o órgão não se manifestará por ora. A Casa Branca e a embaixada ucraniana não responderam aos pedidos de comentários. O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) recebeu a ordem executiva assinada em 20 de janeiro para encerrar todos os programas de vistos humanitários que permitem a entrada temporária de certos migrantes nos EUA. O governo planeja ainda revogar o visto temporário de cerca de 530 mil cubanos, haitianos, nicaraguenses e venezuelanos já neste mês, disse um funcionário do governo Trump. ** Com agências internacionais ** É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

bottom of page