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  • Ladrão engole joias de US$ 700 mil ao ser cercado pela polícia

    Jaythan Gilder: "Se eu soubesse não engolia, tinha jogado pela janela" (Foto: Reprodução TV) ORLANDO - Um americano acusado de roubar mais de US$ 700 mil em joias engoliu as evidências momentos antes de ser preso, no estado da Flórida. Um raio-x divulgado pelas autoridades locais mostram os objetos no estômago do suspeito, identificado como Jaythan Gilder, de 32 anos. Gilder disse a funcionários da famosa joalheira Tiffany & Co que era representante de um "atleta profissional" de basquete, do Orlando Magic, e que, em nome dele, gostaria de ver peças de alto valor. O detetive da polícia de Orlando Aaron Goss detalhou, no mandado de prisão, que o homem chegou a ser levado para uma sala VIP, na qual teve acesso a brincos e anéis de diamantes. As autoridades destacaram que Gilder viu um par de brincos de diamante de 4,86 ​​quilates no valor de US$ 160 mil, um par de brincos de diamante de 8,19 quilates no valor de US$ 609 mil e um anel de diamante de 5,61 quilates, no valor de US$ 587 mil. O documento entregue ao tribunal local aponta que o acusado "agarrou as três joias e lutou com os funcionários" enquanto tentava fugir da loja. Na disputa, o suspeito deixou cair o anel. As peças levadas pelo suspeito foram estimadas em US$ 769 mil. As câmeras de segurança do complexo comercial em que fica a unidade da Tiffany's, no Millenia Mall, flagraram o momento em que ele fugiu num Mitsubishi Outlander azul alugado. Os investigadores rastrearam o veículo, pertencente a uma locadora de Houston, e conseguiram interceptar o motorista fugitivo na Interestadual 10 em Tallahassee, na "rota mais rápida" de volta ao Texas. "Enquanto estava sendo levado sob custódia, Gilder engoliu vários itens", relataram os policiais à Justiça. O lladrão foi submetido a um exame de raio-x que apontou a presença de "objetos estranhos" no estômago dele. As autoridades disseram à Corte que aguardavam o acusado expelir os itens. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Confira 7 pontos do discurso de Trump

    Trump foi aplaudido por republicanos e vaiado por democratas (Foto: Divulgação Casa Branca) WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez o primeiro discurso oficial desde que retornou à Casa Branca. Em uma sessão conjunta do Congresso na noite desta terça-feira, 4, delineou sua visão para seu segundo mandato. "O sonho americano é imparável", disse Trump no mais longo discurso presidencial já registrado no Congresso, com uma hora e 40 minutos. Ele foi vaiado pelos democratas e aplaudido pelos republicanos. Confira sete pontos principais do discurso de Trump no Congresso. 1. Guerra comercial e ameaça ao Brasil Trump falou sobre a guerra comercial que ele iniciou esta semana, incluindo tarifas de 25% sobre o México e o Canadá, e mais 10% sobre as importações chinesas. Após dias de turbulência nos mercados, que receberam mal as medidas, Trump minimizou as potenciais consequências econômicas da guerra comercial. No momento em que ele tocou no assunto, Trump foi menos aplaudido no Congresso. Muitos republicanos permaneceram sentados — um sinal de que as tarifas de Trump dividiram o partido. "As tarifas são sobre tornar a América rica novamente e tornar a América grande novamente", disse Trump. "E está acontecendo. E vai acontecer bem rápido. Haverá uma pequena perturbação, mas estamos bem com isso. Não será muito." Trump fez uma menção ao Brasil: "Em média, a União Europeia, China, Brasil, Índia, México, Canadá e inúmeras outras nações nos cobram tarifas muito mais altas do que cobramos deles, o que é extremamente injusto". Trump disse que tarifas recíprocas aos parceiros comerciais dos EUA entrarão em vigor em 2 de abril. 2. Combate à imigração Durante o discurso, Trump anunciou que renomeou um refúgio de vida selvagem do Texas em homenagem a uma garota de Houston que foi supostamente morta por imigrantes indocumentados. Jocelyn Nungaray, de 12 anos, foi encontrada morta em junho de 2024 após ser dada como desaparecida. Alexis Nungaray, sua mãe, foi convidada pela primeira-dama Melania Trump a assistir ao discurso do presidente. Na sua posse, em janeiro, Trump prometeu que seu governo começaria a deportar "milhões e milhões" de imigrantes com antecedentes criminais. O número de migrantes cruzando ilegalmente a fronteira sul caiu no mês passado para o menor nível em pelo menos 25 anos. Mas o presidente republicano teria ficado frustrado com o ritmo das remoções, que até agora não conseguiu superar os números de deportados durante o último ano de seu antecessor, Joe Biden. 3. "Vamos tomar a Groenlândia de um jeito ou outro" Durante o discurso Trump mandou uma mensagem para a Groenlândia: "Apoiamos fortemente o seu direito de determinar seu futuro. E se escolherem fazer isso, nós os receberemos nos Estados Unidos", disse Trump, em um aceno aos 56 mil habitantes do país, a maioria do povo Inuit. A ilha, a maior do mundo, é um território autônomo da Dinamarca. Em outras ocasiões, Trump havia dito que a Dinamarca deve desistir de interferir no território para, em suas palavras, "proteger o mundo livre". Ele voltou a falar sobre o assunto no discurso no Congresso. "Precisamos da Groenlândia para a segurança nacional e até mesmo para a segurança internacional. Estamos trabalhando com todos os envolvidos para tentar obtê-la. Realmente precisamos dela para a segurança global e acho que vamos obtê-la. Vamos obtê-la de um jeito ou de outro", disse ele no Capitólio. "Nós os manteremos seguros. E os faremos ricos." A Groenlândia é de importância estratégica para os EUA, pois fica na rota mais curta para a Europa. Além disso, contém reservas significativas de minerais e petróleo. 4. Uma "carta importante" de Zelensky Trump disse que recebeu uma "carta importante" do líder da Ucrânia no início do dia, que parecia corresponder ao que Volodymyr Zelensky postou publicamente nas redes sociais. O presidente da Ucrânia disse que estava pronto para trabalhar sob a "forte liderança" de Trump para acabar com a guerra e "ir à mesa de negociações o mais rápido possível para trazer uma paz duradoura mais perto". "Agradeço que ele tenha enviado esta carta", disse Trump aos parlamentares americanos. Zelensky aceitou os termos americanos um dia depois de Trump suspender toda a ajuda militar ao sitiado aliado dos EUA. Isso ocorreu após uma reunião acalorada na Casa Branca na semana passada, quando os dois líderes discutiram diante das câmeras de TV, antes de cancelar os planos de assinar um acordo de minérios que permitiria aos EUA lucrar com uma parceria econômica envolvendo os recursos naturais da Ucrânia. 5. Obrigado a Elon Musk Trump fez uma menção especial ao bilionário Elon Musk, que estava assistindo da galeria, no início de seu discurso. Musk lidera a força-tarefa do recém-criado Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês) que demitiu dezenas de milhares de servidores públicos e cortou bilhões de dólares em ajuda externa e em programas em todo o governo federal. O empresário da SpaceX e da Tesla, vestindo um terno escuro com uma gravata azul, levantou-se para receber aplausos da plateia de parlamentares. "Obrigado, Elon", disse o presidente. "Ele está trabalhando muito duro. Ele não precisava disso." Trump continuou listando alguns exemplos de gastos desnecessários que ele disse terem sido eliminados pela iniciativa de corte de custos de Musk, provocando risos dos republicanos. "Oito milhões de dólares para promover LGBTQI+ na nação africana de Lesoto, da qual ninguém nunca ouviu falar", disse Trump. Os parlamentares democratas seguraram cartazes dizendo "Musk rouba" e "mentira". O Doge afirma já ter economizado US$ 105 bilhões, mas esse número não pode ser verificado de forma independente. Dados foram publicados mostrando economias de US$ 18,6 bilhões, mas erros contábeis foram relatados por veículos de imprensa dos EUA que analisaram os números. 6. Trump culpa Biden pelos preços dos ovos O aumento do custo dos ovos tem sido manchete nas últimas semanas nos EUA. E Trump — que prometeu aos eleitores que acabaria com a inflação — deixou claro quem ele considerava responsável. "Como vocês sabem, herdamos, da última administração, uma catástrofe econômica e um pesadelo de inflação", disse Trump. "Joe Biden, especialmente, deixou o preço dos ovos sair do controle — e estamos trabalhando duro para baixá-lo novamente." Os preços dos ovos dispararam sob Biden, pois seu governo ordenou que milhões de aves fossem abatidas no ano passado em meio a um surto de gripe aviária. Os preços continuaram subindo no começo da presidência de Trump. A inflação anual subiu ligeiramente para 3% no mês passado, mas bem abaixo do pico de 9,1% em 2022. Apenas um em cada três americanos aprova a forma como Trump lida com o custo de vida, de acordo com uma pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada na terça-feira. 7. Democratas vaiam Trump Nos primeiros cinco minutos do discurso, o deputado democrata Al Green, do Texas, foi escoltado para fora da Câmara após se recusar a cumprir as exigências do presidente da Câmara de parar de importunar o presidente, tomando seu assento. Com os republicanos no controle da Casa Branca, Câmara dos Representantes e Senado, os democratas ainda não têm uma liderança clara no partido para tentar conter a onda de medidas do governo Trump. Muitas mulheres democratas chegaram à Câmara vestindo terninhos rosa em protesto. Dezenas de seu partido — algumas delas usando as palavras "Resista" impressas nas costas de suas camisas — deixaram a Câmara durante o discurso do presidente. "Não há absolutamente nada que eu possa dizer para fazê-los felizes", disse Trump A liderança democrata escolheu Elissa Slotkin — senadora de primeiro mandato do Michigan, Estado em que a vitória eleitoral de Trump foi relativamente apertada — para entregar a resposta oficial do partido às políticas do governo. Ela acusou Trump de uma "doação sem precedentes para seus amigos bilionários" e alertou que "ele poderia nos levar direto para uma recessão".

  • Casal brasileiro é detido em Miami acusado de tentar entrar à força em voo

    Casal brasileiro foi impedido de embarcar e foi conduzido para a delegacia WASHINGTON - Um casal de brasileiros foi preso na segunda-feira, 3, no Aeroporto Internacional de Miami, na Flórida, acusado de atacar funcionários da American Airlines quando tentava embarcar em um voo com destino a Cancún, no México. Segundo informações da NBC, Rafael Seirafe-Novaes e Beatriz Rapoport de Campos Maia, de Santos, em São Paulo, forçaram a entrada no avião após perder o horário para embarque, que já havia sido finalizado. O casal teria jogado café no rosto de um funcionário, conforme o Boletim de Ocorrência. "Atos de violência não são tolerados pela American Airlines e estamos comprometidos em trabalhar em estreita colaboração com a polícia em sua investigação", disse a companhia aérea, por meio de nota enviada à imprensa. A defesa do casal nega a versão e afirma que eles não agrediram os funcionários nem estavam atrasados. O advogado Guilherme Hayama cita o vídeo que viralizou nas redes sociais em que Rafael aparece sendo jogado no chão por dois policiais. "Uma passageira que estava na fila com eles gravou a discussão, depois ela finaliza o vídeo dentro da janela do avião. Então, eles não estavam atrasados", afirmou em entrevista ao UOL. O advogado diz que os dois chegaram no portão no horário correto, mas foram impedidos de embarcar porque estavam sentados na saída de emergência e não são fluentes em inglês. "Uma funcionária da American Airlines, extremamente grosseira, perguntou: 'Você é fluente em inglês?'. Rafael respondeu em inglês que entende bem, mas não poderia afirmar que é fluente. Eles pagaram um valor extra para sentar ali, onde os assentos são mais largos. E a American Airlines não apresentou uma alternativa", explicou Hayama. Segundo a Associação Federal de Aviação, os passageiros sentados nas saídas de emergência devem se comunicar em inglês. Quando não atender ao requisito, a pessoa pode ser realocada, mas não há como obrigar um viajante de trocar de lugar. Em caso de não haver a possibilidade de conseguir outro assento, o embarque vai ser negado, sem exceção. Prisão Rafael foi preso por invasão de propriedade privada e resistência à prisão, enquanto Beatriz responde por agressão e invasão de propriedade privada. Após serem soltos, Rafael e Beatriz tentam recuperar a mala em Miami. Segundo o advogado, a bagagem foi despachada para Cancún — eles procuram também uma mochila, que teria sumido após o incidente. Com a confusão, Rafael está ferido no rosto e escoriações em uma das pernas. "Ainda vamos discutir as medidas cabíveis", informou o advogado do casal que estava em Miami apenas para fazer uma conexão e chegar ao México.

  • O que fica mais caro com as tarifas contra México e Canadá

    Americanos devem pagar mais em produtos populares com tarifas contra México e Canadá WASHINGTON - As tarifas de 25% sobre produtos adquiridos pelos Estados Unidos do Canadá e do México entram em vigor nesta terça-feira, 4. O presidente Donald Trump argumenta que quer proteger a indústria americana, mas muitos economistas alertam que as tarifas podem levar a um aumento de preços para os consumidores americanos. A região tem economias e cadeias de suprimentos profundamente integradas, com cerca de US$ 2 bilhões em produtos manufaturados cruzando as fronteiras diariamente. Economistas explicam que como o imposto é pago pela empresa que importa os produtos, ela pode optar por repassar o custo diretamente aos clientes ou reduzir as importações, restringindo a oferta do item que vem de fora no mercado americano. Em ambos os cenários, a tendência é de alta dos preços. A indústria americana poderia buscar compensar a redução da oferta de determinados produtos, mas em alguns casos ela não fabrica o que hoje vem de fora ou produz em volume inferior à demanda. Nesse sentido, o que pode ficar mais caro para os americanos se as tarifas de Trump forem de fato adiante? Carros Carros provavalemente vão subir cerca de US$ 3 mil, de acordo com a consultoria canadense TD Economics já que as peças dos veículos atravessam as fronteiras dos EUA, do Canadá e do México diversas vezes até o carro ser montado. Com mais taxas de importação sobre as peças, é provável que os custos sejam repassados para os consumidores. "Basta dizer que interromper o livre comércio na cadeia de produção é algo que viria com custos significativos", diz o economista Andrew Foran, da TD Economics. Ele acrescenta que "o livre comércio ininterrupto" no setor automotivo "existe há décadas", o que levou a preços mais baixos para os consumidores. Cerveja, uísque e tequila As marcas de cerveja mexicanas Modelo e Corona podem ficar mais caras para os americanos se as importadoras repassarem o novo custo gerado pelas tarifas. Também é possível que, em vez de repassar o aumento, as empresas simplesmente importem menos. A Modelo se tornou a marca de cerveja número um nos EUA em 2023 e continua no topo até o momento. O setor de destilados está praticamente livre de impostos de importação desde a década de 1990. Entidades da indústria dos EUA, Canadá e México emitiram uma declaração conjunta antes do anúncio das tarifas dizendo que estavam "profundamente preocupados". Eles dizem que certas bebidas, como o bourbon (um tipo de uísque americano de grãos maltados), o uísque do Tennessee, a tequila e o uísque canadense têm a origem protegida, ou seja, somente produtores em certas regiões podem dar esses nomes para as bebidas. "São bebidas reconhecidas como produtos distintos e só podem ser produzidas em seus países designados", afirmam as entidades. Portanto, como a produção dessas bebidas não pode ser simplesmente transferida para outros locais, a oferta dos produtos pode ser impactada, levando a aumentos de preços. Os órgãos comerciais também destacaram que muitas empresas possuem diferentes marcas de destilados em todos os três países. Moradia Os EUA importam do Canadá cerca de um terço do que consomem de madeira de coníferas, muito usada na construção civil. O material essencial na construção seria afetado pelas tarifas de importação de Trump, que disse que os EUA têm "mais madeira do que usamos". No entanto, a Associação Nacional de Construtores de Moradias (NAHB, na sigla em inglês) pediu ao presidente que isentasse os materiais de construção das tarifas propostas "por causa de seu efeito prejudicial na acessibilidade da moradia". O setor tem "sérias preocupações" de que o imposto sobre a madeira possa aumentar o custo da construção de casas — que são feitas principalmente de madeira nos EUA — e também desencorajar empreiteiras de construir novas casas. "Os consumidores acabam pagando pelas tarifas na forma de preços mais altos de casas", disse a NAHB. Não é apenas a madeira do Canadá que pode ser afetada por mais impostos. Agora há uma segunda ameaça iminente para a maioria das importações de madeira para os EUA, independentemente de seu país de origem. No sábado, Trump ordenou uma pesquisa sobre se os EUA deveriam impor tarifas adicionais à maioria das importações de madeira processada e não-processada, independentemente do país de origem, ou se deveriam criar incentivos para impulsionar a produção doméstica. As conclusões devem ser divulgadas no final do ano. Maple Syrup Syrup é mais popular que o mel nos Estados Unidos Na guerra comercial com o Canadá, o impacto doméstico "mais óbvio" seria no preço do xarope de bordo canadense, o maple syrup, de acordo com o economista Thomas Sampson, professor da faculdade London School of Economics, no Reino Unido. O produto é feito a partir da seiva do bordo, uma árvore típica do Canadá, e nos EUA é mais usado do que o mel. A indústria bilionária de xarope de bordo do Canadá responde por 75% de toda a produção mundial da iguaria. A maior parte do produto — cerca de 90% — é produzida na província do Quebec, onde a única reserva estratégica mundial de xarope de bordo foi criada há 24 anos. "O xarope de bordo vai ficar mais caro. E esse é um aumento direto de preço que as famílias enfrentarão", diz Sampson. "O preço de produtos fabricados internamente nos EUA, mas a partir de matéria-prima do Canadá, também vai subir", completa. Combustível Os produtos relacionados à energia foram alvo de uma alíquota menor no tarifaço de Trump contra produtos canadenses: 10%, em vez dos 25% aplicados sobre os demais importados. O Canadá é o maior exportador de petróleo bruto para os EUA. De acordo com os dados mais recentes da balança comercial americana, 61% do petróleo importado pelo país entre janeiro e novembro do ano passado veio do vizinho. Os EUA não têm escassez de petróleo, mas parte da commodity produzida no país não é a que melhor se enquadra em algumas das refinarias americanas, que têm a estrutura adaptada ao chamado petróleo bruto "mais pesado" — ou seja, mais espesso — que vem principalmente do Canadá e parcialmente do México. "Muitas refinarias precisam de petróleo bruto mais pesado para maximizar a flexibilidade da produção de gasolina, diesel e combustível de aviação", explica a associação que representa os fabricantes de combustíveis, a American Fuel and Petrochemical Manufacturers. Nesse cenário, os consumidores americanos poderiam pagar mais para abastecer tanto por conta da tarifa de 10% sobre as importações de petróleo canadense quanto por conta de um eventual quadro de redução das exportações por parte do Canadá em retaliação às medidas de Trump, que poderia reduzir a disponibilidade de combustível e empurrar os preços para cima. Guacamole Um produto importado que os consumidores americanos podem ver aumentar de preço significativamente é o avocado — o tipo de abacate usado para fazer guacamole. Cultivado principalmente no México, onde a planta é bem adaptada ao clima quente e úmido, o avocado mexicano compõe quase 90% do que circula por ano no mercado americano. O Departamento de Agricultura dos EUA já alertou que, caso as tarifas entrassem de fato em vigor, o custo do fruto — junto com pratos populares feitos com ele, como o guacamole — poderia subir. ** Com BBC **

  • Trump assina ordem que torna o inglês a língua oficial dos EUA

    Constituição americana não define inglês como língua oficial (Foto: Divulgação Casa Branca) WASHINGTON - O presidente Donald Trump assinou neste sábado, 1, uma ordem executiva determinando o inglês como a língua oficial dos Estados Unidos. A medida proíbe que qualquer tipo de comunicação e atendimento em órgãos federais seja feito em outro idioma. “Estabelecer o inglês como língua oficial não só agilizará a comunicação, como também reforçará valores nacionais compartilhados e criará uma sociedade mais coesa e eficiente”, afirma o texto. O documento também destaca que a medida incentiva novos imigrantes a aprender e adotar o inglês como língua. “Falar inglês não só abre portas economicamente, mas ajuda os recém-chegados a se envolverem com suas comunidades, participarem de tradições nacionais e contribuírem para a nossa sociedade”, acrescenta o documento. A ordem revoga um decreto do ex-presidente Bill Clinton que obrigava qualquer órgão público dos EUA a atender em outros idiomas a pessoas que não falam inglês, mas matém a possibilidade de departamentos e agências financiadas pelo governo federal a oferecer serviços em línguas diferentes. Os EUA têm diversas comunidades numerosas de imigrantes que se comunicam em idiomas como espanho, chinês e árabe, de acordo com o próprio governo norte-americano. Atualmente, os latino-americanos constituem 19% da população total do país e são o segundo maior grupo étnico, ainda de acordo com dados do governo. Além disso, o Censo americano revela que 22% dos americanos falam outro idioma em casa. Constituição Apesar de o inglês ser a língua mais falada nos EUA, o país não tem um idioma oficial estabelecido por sua Constituição por conta de sua tradição em receber imigrantes e integrá-los na sociedade. Vários estados — que nos EUA têm autonomia para legislar sobre questões de idioma — já adotavam o inglês como língua legítima.

  • Imprensa internacional define vitória de Ainda Estou Aqui como fato histórico

    Walter Salles e Fernanda Torres em imagem após premiação (Foto: Facebook Fernanda Torres) LOS ANGELES - A imprensa internacional repercurtir a consagração de Ainda Estou Aqui no Oscar 2025 como Melhor Filme Internacional com jornais e críticos destacando o feito inédito do cinema brasileiro. O longa de Walter Salles, que narra a luta de Eunice Paiva para encontrar respostas sobre o desaparecimento do marido durante a ditadura militar, tornou-se o primeiro filme do Brasil a vencer a categoria. "Um momento histórico para o Brasil no Oscar," publicou o The Guardian, ressaltando que a produção superou o favorito Emilia Pérez, da França, e levou a estatueta em uma noite repleta de expectativas. O jornal britânico também mencionou que o reconhecimento de Ainda Estou Aqui fortalece o espaço do cinema latino-americano na premiação, algo que só havia acontecido antes com Roma (2018) e Parasita (2019). A agência Reuters destacou o impacto da vitória para a indústria cinematográfica brasileira, classificando o filme como "um testemunho poderoso da resiliência de uma nação que ainda lida com as cicatrizes de seu passado." O New York Times enfatizou a mobilização popular em torno do longa e de sua protagonista, Fernanda Torres, cuja performance arrebatadora lhe rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Atriz. O jornal lembrou que, nas semanas que antecederam a cerimônia, a imagem de Torres virou tema de fantasias no Carnaval brasileiro, algo que simboliza o tamanho da comoção nacional. Já a Variety descreveu o prêmio como "uma vitória emocionante e há muito aguardada pelo cinema brasileiro," lembrando que Walter Salles já havia sido indicado na mesma categoria em 1999 por Central do Brasil, mas perdeu para A Vida é Bela. O veículo norte-americano também chamou atenção para o simbolismo da noite, já que Fernanda Torres repetiu a trajetória da mãe, Fernanda Montenegro, a primeira brasileira indicada ao Oscar de Melhor Atriz. Durante seu discurso de agradecimento, Salles dedicou a conquista a ambas: "Esse prêmio pertence a Eunice Paiva e às duas mulheres extraordinárias que deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro." O The Hollywood Reporter apontou que a presença de Ainda Estou Aqui entre os indicados a Melhor Filme – um feito raríssimo para produções não faladas em inglês – foi um reflexo do crescimento da influência do cinema brasileiro no cenário internacional. A revista também mencionou o impacto político do filme, que reacendeu debates sobre os crimes da ditadura militar e inspirou novos pedidos por justiça. O jornal argentino La Nación destacou que a noite foi repleta de surpresas e decepções, com Anora emergindo como a grande vencedora. A publicação também ressaltou a importância da vitória de Ainda Estou Aqui para o cinema brasileiro, enfatizando que o país fez história ao conquistar o prêmio de Melhor Filme Internacional. Com a vitória, Ainda Estou Aqui não apenas inscreve o Brasil na história do Oscar, mas reforça a relevância do país no cinema mundial. Como sintetizou o New York Times, "o mundo finalmente está ouvindo o que o Brasil tem a dizer."

  • Criança não vacinada morre após contrair sarampo no Texas

    Surto de sarampo é o maior do Texas em mais de 30 anos (Foto: Ilustração) WASHINGTON - A morte de uma criança não vacinada por sarampo em Lubbock, no Texas, na quarta-feira, 26, é a primeira de um surto que está se espalhando na região, incluindo o Novo México, e aumenta as preocupações sobre o declínio nas taxas de vacinação no país e a confirmação de Robert F. Kennedy Jr. como secretário de saúde. Em uma reunião de autoridades na Casa Branca, na quarta-feira, Kennedy disse que autoridades federais de saúde estavam "observando" o surto e notando que houve outros neste ano. Kennedy não mencionou a vacinação, nem descreveu as medidas que o governo federal pode tomar para ajudar a conter o surto. Ele também citou duas mortes no Texas, embora as autoridades tenham dito que houve apenas uma. Em "The Measles Book", publicado pela Children's Health Defense —organização antivacinas sem fins lucrativos fundada por Kennedy—, o secretário escreveu que "surtos de sarampo foram fabricados para criar medo", levando autoridades governamentais a "impor vacinas desnecessárias e arriscadas a milhões de crianças com o único propósito de engordar os lucros da indústria". Alguns especialistas se opuseram à descrição do surto como nada incomum. "Cada surto, doença, hospitalização e morte é uma tragédia, porque é totalmente evitável com essas vacinas", disse David Higgins, pediatra e especialista em medicina preventiva do Campus Médico Anschutz da Universidade do Colorado. Esse ano já foram registrados três surtos de sarampo nos Estados Unidos até 20 de janeiro enquanto que 2024 somou 16, de acordo com o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças). Os surtos do ano passado totalizaram 285 casos. A contagem de 2025, até o momento, é quase a metade disso. Pelo menos 124 casos de sarampo foram identificados no Texas desde o final de janeiro, principalmente entre crianças e adolescentes que não foram vacinados ou cujo status de vacinação era desconhecido, segundo autoridades de saúde locais. Destes, 18 foram hospitalizados. Este surto de sarampo é o maior do estado em mais de 30 anos, diz Katherine Wells, diretora de saúde pública em Lubbock. A maioria dos casos se concentrou no condado de Gaines, uma área na extremidade oeste do Texas. É o lar de milhares de menonitas, um grupo cristão insular que historicamente teve taxas de vacinação mais baixas. Autoridades disseram que a criança que morreu morava na região. O Novo México também relatou um surto, com nove casos no condado de Lea, na parte sudeste do estado, na fronteira com o Texas. Quatro desses casos são de crianças menores de 18 anos, todas não vacinadas, de acordo com Robert Nott, porta-voz do Departamento de Saúde do Novo México. Nenhum dos casos levou a hospitalizações, segundo ele. O sarampo é uma doença respiratória altamente contagiosa que pode ser fatal para qualquer pessoa que não esteja protegida contra o vírus. Os médicos dizem que a melhor maneira de se proteger contra a doença é com duas doses de um imunizante, geralmente administrado a crianças como uma vacina combinada de sarampo-caxumba-rubéola (MMR). Duas doses previnem mais de 97% das infecções por sarampo. A taxa nacional de imunização contra o sarampo nos EUA, que caiu durante a pandemia de Covid-19, não se recuperou para os 95% necessários para conter a propagação da doença. Pouco menos de 93% das crianças no jardim de infância tomaram a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola no ano letivo de 2023 e 2024, de acordo com o CDC. CONTÁGIO E SINTOMAS O vírus do sarampo pode permanecer no ar por até duas horas após uma pessoa infectada ter saído do quarto. Cada pessoa infectada pode espalhar a doença para até outras 18. O vírus se espalha quando uma pessoa infectada respira, tosse ou espirra. Dentro de uma ou duas semanas após a exposição, aqueles que estão infectados podem desenvolver febre alta, tosse, coriza e olhos vermelhos e lacrimejantes. Em poucos dias, uma erupção cutânea aparece como manchas vermelhas e planas no rosto e depois se espalha pelo pescoço e tronco para o resto do corpo. Na maioria dos casos, os sintomas do sarampo desaparecem em algumas semanas. Mas, em casos raros, o vírus causa pneumonia —dificultando que os pacientes, mas especialmente as crianças, levem oxigênio aos pulmões— ou inchaço cerebral, o que pode causar problemas duradouros, incluindo cegueira, surdez e deficiências intelectuais. Para cada 1.000 crianças que contraem sarampo, 1 ou 2 morrerão, de acordo com o CDC. O vírus também enfraquece as defesas imunológicas, deixando o corpo vulnerável a outros patógenos. Um estudo de 2015 estimou que, antes da vacinação generalizada, o sarampo pode ter sido responsável por até metade de todas as mortes por doenças infecciosas em crianças. Mesmo agora, as consequências podem ser sérias. Cerca de 40% das pessoas infectadas no ano passado foram hospitalizadas, de acordo com o CDC.

  • EUA recorrem à publicidade para expulsar imigrantes

    WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos aposta em uma campanha midiática ofensiva para cumprir a promessa do presidente Donald Trump de expulsar os imigrantes ilegais do país. As peças publicitárias estimulam a deportação voluntária para alcançar a meta do republicano. A secretária do DHS, Kristi Noem, é a imagem da campanha para incentivar a deportação "O presidente Trump tem uma mensagem clara para aqueles que estão em nosso país ilegalmente: vá embora agora. Se não fizer isso, encontraremos você e o deportaremos. Você nunca retornará", diz a secretária do DHS, Kristi Noem, em um dos vídeos. "Se você for embora agora, poderá ter a chance de voltar (...) e viver o sonho americano", acrescenta, insistindo que os imigrantes que entram sem visto estão ferindo a lei. De acordo com a legislação imigratória, o estrangeiro expulso do país fica proibido de entrar novamente nos EUA por 10 a 20 anos. Ao sair voluntariamente esse tempo pode cair para cinco anos, mas não há garantias. NÃO É CRIME No entanto, de acordo com a lei nos EUA, a mera presença física no território americano sem autorização é considerada uma infração civil - e não criminal - que pode ser punida com pagamento de multa e resultar em deportação.

  • Família brasileira morre em acidente de carro em Myrtle Beach

    Família comemorava a gravidez de Kamyla (Foto: Arquivo Pessoal) MYRTLE BEACH - Os sonhos de uma família brasileira foram interrompidos na noite de segunda-feira, 25, após um acidente fatal em uma estrada na cidade de Myrtle Beach, na Carolina do Sul. Jean Carlos Porfirio de Aquino, 26, Kamyla Lucas de Aquino, 30, e Maria Eduarda Lucas De Souza, 6, morreram no local. Kamyla estava grávida. Segundo a polícia, eles estavam em um Kia 2022 e tentavam cruzar a Rodovia 17 por volta das 20h45 quando foram atingidos na lateral por um Ford 2007 com quatro ocupantes que foram hospitalizados, mas passam bem. O caso está sob investigação. Amigos criaram uma campanha para arrecadar US$ 40 mil e, assim, repatriar os corpos da família. Até a manhã de hoje as doações estavam em aproximadamente US$ 9 mil. Eles tinham se mudado recentemente de Hyannis, em Massachusetts, para Myrtle Beach e viviam a expectativa da chegada de um bebê. De acordo com o texto da campanha de arrecadação, Maria Eduarda era filha biológica apenas de Kamyla, mas Jean cuidava dela como um pai e estava feliz com a chegada de mais uma menina. Uma ultrassonagrafia revelou o sexo da bebê no início de janeiro.

  • Câmara dos Deputados dos EUA avança com plano de corte de impostos de Trump

    Câmara dos Deputados é dominada pelos republicanos, partidários do presidente WASHINGTON - A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, controlada pelos republicanos, avançou na terça-feira, 25, com a agenda de corte de impostos e segurança na fronteira do presidente Donald Trump, dando um grande impulso às suas prioridades para 2025. O resultados dos votos em plenário para a aprovação foi de 217 a 215, com o deputado Thomas Massie sendo o único republicano a votar contra o texto. Nenhum democrata apoiou a medida polêmica; e um deles não votou. A peça orçamentária segue para o Senado, onde se espera que os republicanos a aprovem. “Temos muito trabalho duro pela frente, mas vamos cumprir a agenda American First”, disse o presidente da Câmara, Mike Johnson, a repórteres após a votação. “Vamos comemorar esta noite e arregaçaremos as mangas e voltaremos a trabalhar pela manhã.” A medida é um passo preliminar para estender os cortes de impostos de 2017 de Trump ainda este ano. A votação final ocorreu depois que Johnson e o segundo republicano da Câmara, Steve Scalise, passaram horas convencendo os resistentes a apoiar a medida. Johnson chegou a cancelar a votação do projeto de lei porque não havia votos suficientes. Ambos os líderes disseram que o próprio Trump estava entrando em contato com membros relutantes sobre a necessidade de avançar com o plano de corte de impostos de US$ 4,5 trilhões, que também financiaria a deportação de imigrantes que vivem ilegalmente nos EUA, reforçaria a segurança das fronteiras, a desregulamentação da energia e os gastos militares. ** Com Reuters **

  • Trump quer vender 'cartão ouro' de residência nos EUA por $ 5 milhões

    Trump: ' É um caminho para a cidadania para pessoas ricas, pessoas com muito talento' (Foto: Casa Branca) WASHINGTON - O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira, 25, que vai criar e passar a vender por US$ 5 milhões um "cartão ouro" de residência nos EUA, com possibilidade de aquisição da cidadania americana. O "Trump Gold Card" (Cartão Ouro de Trump) seria uma modalidade diferente de green card e substituiria o chamado visto para investidores, que permite que pessoas que invistam pelo menos US$ 1 milhão em uma empresa que tenha pelo menos dez funcionários que morem nos EUA. Em tempo: Esse visto, o EB-5, é considerado por pesquisadores associados ao Congresso americano como possuindo altos riscos de fraude. Entretanto, permissões para residência atreladas à riqueza são comuns no mundo. Segundo Trump, o Gold Card vai atrair "pessoas ricas e muito bem-sucedidas, que vão gastar muito dinheiro, empregar um monte de gente e pagar um monte de impostos. Vai ser um grande sucesso". Como acontece com o green card, o Gold Card também permitiria, após certo período de tempo, que seu portador se torne cidadão americano. O presidente anunciou a medida em conversa com a imprensa no Salão Oval da Casa Branca. O secretário de Comércio, Howard Lutnick, disse que o gold card entra em vigor em duas semanas e vai aumentar o preço para investidores que queiram morar nos EUA. O programa, entretanto, parece não estar mais relacionado à necessidade de investir em uma empresa ou empregar pessoas. De acordo com a Associated Press, cerca de 8 mil pessoas obtiveram o visto de investidores entre 2021 e 2022. Trump disse que seu governo poderia vender até 10 milhões de gold cards para reduzir a dívida pública. "É como um green card, mas mais sofisticado. É um caminho para a cidadania para pessoas ricas, pessoas com muito talento", afirmou o presidente. Segundo ele, o projeto não necessita de aprovação do Congresso, muito embora a Constituição americana determine que cabe ao Legislativo regular as condições de cidadania. ** Com agências **

  • EUA querem registrar imigrantes que entraram no país sem biometria

    WASHINGTON – O Departamento de Segurança Interna (DHS na sigla em inglês) dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira, 25, a obrigatoriedade de registro de imigrantes indocumentados que entraram no país sem realizar a biometria e pretende penalizar quem se opuser com multas significativas, possível prisão ou ambos. A medida, que ainda não tem data para entrar em vigor, coloca em prática mais uma parte da ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump em 20 de janeiro, dia de sua posse. "O governo Trump aplicará todas as nossas leis de imigração — não escolheremos quais leis aplicaremos", disse um porta-voz do DHS. "Devemos saber quem está em nosso país para a segurança de nossa terra natal e de todos os americanos", completa. Todos os imigrantes com mais de 14 anos ao solicitar um visto para entrada nos Estados Unidos e permanecer no país por 30 dias ou mais são obrigados a se registrar e ter suas impressões digitais coletadas, de acordo com o site do U.S. Citizenship and Immigration Services . Depois que o imigrante tiver se registrado e suas impressões digitais coletadas, o DHS emitirá um documento de registro que deve ser carregado pelo seu titular com mais de 18 anos o tempo todo, segundo o comunicado do governo. Em seu retorno ao cargo no mês passado, o presidente Donald Trump declarou a imigração ilegal na fronteira com o México uma emergência nacional e ordenou que o departamento garantisse que os imigrantes se registrassem no governo federal. Medida não elimina o direito de o imigrante ir à Corte (Foto: Divulgação CBP) O advogado de imigração Danilo Brack, da Brack Law, disse que a medida - se colocada em prática - não tira o direito de o imigrante ter uma audiência com um juiz. “Um presidente não pode abolir o sistema de leis de imigração com ordens executivas, incluindo o direito à Corte.” É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

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