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  • ICE mantém escalada de prisões mas 40% dos detidos não têm antecedentes criminais

    ICE admite prisões de imigrantes sem antecedentes criminais (Foto: Divulgação ICE) WASHINGTON - Na semana em que o presidente Donald Trump completa um mês na Casa Branca, o czar da fronteira, Tom Homan, diz não estar satisfeito com os números de prisão de imigrantes nos Estados Unidos, afirmando que 14 mil foram presos desde 20 de janeiro. O ICE parou de atualizar o número de prisões diárias no dia 4 de fevereiro e até aquela data a agência não conseguiu chegar à meta estipulada por Trump de 1,2 mil a 1,5 mil detenções por dia. Homam disse em entrevista à rádio WABC, em Nova York, que a "vasta maioria [dos presos] tem histórico criminal". Mas os dados do ICE aos quais a rede de TV NBC teve acesso, e foram revisados pela MANCHETE USA, indicam que 41% das 4.442 pessoas presas durante as duas primeiras semanas do governo Trump não têm passagem pela polícia. Essas são as prisões colaterais - quando o agente vai atrás de um indivíduo e prende outro – semelhante ao caso do brasileiro Lucas Amaral que passou mais de 20 dias preso por ter seu carro confundido com o veículo de um indivíduo que estava na mira do ICE. Amaral vive há sete anos no país com o visto de turista expirado. Na administração Biden isso também aconteceu, mas em uma proporção menor. No ano fiscal de 2024, dos 113.431 imigrantes detidos 28% não tinham recorde criminal. Enquanto o governo insiste na campanha para prender imigrantes criminosos, especialistas dizem que 87% dos indivíduos detidos no sistema prisional do ICE têm direito a comparecer à Corte enfrentando um processo de deportação, o que pode prolongar em muitos meses o desfecho de seus casos. Além disso, menos de 1% das pessoas com carta de deportação são condenadas por um crime grave, indica a Transactional Records Access Clearinghouse (TRAC) . Brasileiros presos As agências federais tampouco divulgam o índice de presos por nacionalidade. Até agora as prisões de seis brasileiros chamaram a atenção, todas em Massachussetts. Além de Lucas Amaral, um brasileiro foi preso na quinta-feira, 20, enquanto trabalhava em um mercado de Abington em mais um caso de prisão colateral. Em tempo: Apenas um brasileiro foi incluído na lista dos mais perigosos. Ele era foragido do Brasil por um acidente de carro que matou duas pessoas. Outro homem que estaria envolvido com drogas e já havia sido acusado de estupro de menor foi preso em Framingham tentando fugir do ICE. Na semana passada, o ICE divulgou a prisão de Caio Vitor Guimarães Silva que entrou nos EUA com visto em 2017, no primeiro mandato de Trump, aos 14 anos. Ele cumpriu pena por agressão e a agência federal diz que ele é membro de uma gangue. Ontem foi a vez de resgatar para a opinião pública a prisão por acusação de estupro de Willian Robert Vasconcelos dos Santos, 21, registrada pela polícia local em 20 de janeiro, dia da posse de Trump. Ele foi para custódia do ICE no dia seguinte. Todas os casos aconteceram em Massachusetts e, provavelmente, há mais brasileiros detidos, mas as organizações pró-imigrantes no Estado não apresentam números. O Grupo Mulher Brasileira diz não ter recebido nenhuma ligação sobre presos. Já o Centro do Trabalhador Brasileiro não respondeu ao nosso pedido de comentário. O escritório de advocacia Macedo Law conta ter recebido uma dúzia de ligações nesse período. Eles representam um brasileiro que foi preso durante o trabalho em uma pizzaria. Sistema Lotado O ICE tem capacidade prisional para deter 41,5 mil pessoas e no início de fevereiro o número de pessoas sob custódia já era de 41.169. Diante da falta de espaço, Trump determinou que imigrantes com crimes graves deveriam ser enviados para a base militar de Guantánamo, em Cuba, que pode receber 30 mil estrangeiros. Na quinta-feira, 20, um segundo grupo com 177 venezuelanos foi transferido para Guantánamo. De acordo com a agência federal, eles se juntam a outras centenas de imigrantes sem possibilidade de apelo na Justiça e aguardam para serem repatriados pelo governo da Venezuela. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Juiz limita ação do ICE em templos religiosos

    WASHINGTON - Um juiz federal de Maryland proibiu nesta segunda-feira, 24, que o ICE faça ações de fiscalização contra imigrantes em templos religiosos dos , Associação Batista Cooperativa e Siquismo. Agentes do ICE e do DHS vão ser barrados em templos religiosos O magistrado Theodore Chuang afirmou que a política do governo Trump reduziu a frequência dos fiéis. "Policiais armados atuando em locais de culto, de acordo com a política de 2025, afetarão negativamente a capacidade dos quakers e sikhs de seguir suas crenças religiosas ou adorar ladorar livremente", escreveu na determinação. O veredito do juiz Chuang contempla apenas as congregações que entraram na Justiça contra a administração republicana e não todos os grupos religiosos como pedia a ação inicial. Dessa forma, as igrejas batista na Geórgia, além dos templos Sikh na Califórnia e Quaker em Massachusetts, Maryland, Pensilvânia e Virgínia estão protegidas de acordo com a decisão judicial. No entanto, a Corte de Maryland manteve o Departamento de Segurança Interna (DHS) de realizar prisões em locais de culto quando houver mandado judicial. No dia seguinte à posse de Trump, o Departamento de Segurança Interna (DHS) revogou as orientações da administração Biden de proibir ações do ICE e da Polícia de Imigração (CBP) em "áreas protegidas" onde "crianças se reúnem, locais de desastres ou ajuda de emergência e estabelecimentos de serviços sociais", incluindo igrejas, escolas e hospitais. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Brasileiro sorri para foto ao ser preso pelo ICE em Massachusetts

    Brasileiro ficou preso em Massachusetts por agressão (Foto: Divulgação ICE) BELLINGHAM - O brasileiro Caio Vitor Guimarães Silva, 21, chamou a atenção em imagem divulgada pelo ICE na semana passada por sorrir ao ser detido. Vale destacar que ele cumpriu recentemente pena de quase um ano de reclusão por agressão. Segundo a agência federal, Silva é 'ligado a uma gangue em Massachusetts, foi preso no dia 3 de fevereiro em Bellingham', em uma operação que mobilizou o FBI e a ATFE, unidade que investiga crimes relacionados a armas, drogas e explosivos. “Caio Vitor Guimarães Silva não apenas demonstrou um flagrante desrespeito às leis de imigração dos EUA, mas também apresentou um perigo significativo para os residentes de Massachusetts”, disse a diretora interina do escritório de operações do ICE em Boston, Patricia H. Hyde. Silva entrou nos Estados Unidos em 3 de setembro de 2017, durante a primeira administração de Donald Trump, quando tinha 14 anos, e violou os termos de sua admissão legal, justificam as autoridades. O ICE tinha um pedido de prisão contra Silva desde que ele foi preso no dia 16 de fevereiro de 2024 por agredir outra pessoa em Milford. O brasileiro foi considerado culpado por agressão em 9 de setembro daquele ano a 12 meses de prisão, mas a Justiça do Condado de Plymouth o liberou após 90 dias sem acionar a agência federal. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Lucas Amaral volta para casa após pagar fiança de US$ 8 mil

    Família foi reunida na noite de sábado (Foto: Arquivo Pessoal/ Facebook) Marlborough - O brasileiro Lucas dos Santos Amaral voltou para casa nesse fim de semana após ficar quase 30 dias preso sob a custódia do ICE. O imigrante, sem recorde criminal e que está com o visto de turista expirado há sete anos, pagou fiança de US$ 8 mil e vai responder ao processo imigratório em liberdade. O juiz Stuart Alcorn, da Corte de Imigração do Texas, bateu o martelo na quinta-feira, 20 , e Amaral reencontrou em Massachusetts a mulher Suyanne Amaral, grávida de quatro meses, e a filha de 3 anos do casal, no sábado. A família mora em Marlboro, cidade onde o brasileiro foi preso em janeiro. Amaral foi detido em uma abordagem no trânsito no dia 27 de janeiro, quando os agentes federais procuravam por outro homem. Leia também: Brasileiro preso em Massachusetts é transferido para o Texas Ele permaneceu oito dias no presídio de Plymouth até ser transferido para Karnes City, no Texas. As autoridades não notificaram a família nem a defesa do brasileiro sobre a mudança. Suyanne, que é beneficiária do DACA, criou uma vaquinha virtual para arcar com os custos horas após a prisão do marido. Até a manhã desta segunda-feira, 24, a campanha no Go Fund Me havia somado US$ 10.620, um pouco a mais que os US$ 8 mil exigidos pelo juiz no Texas. Ainda não há previsão para a próxima audiência. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Czar da fronteira ataca polícia de Boston e promete fazer o ICE 'levar o inferno à cidade'

    Tom Homan: 'Você (Cox) não é mais policial, você é político', durante discurso     BOSTON - O czar da fronteira da Casa Branca, Tom Homan, girou seus ataques a Boston, criticando a polícia e a prefeita da cidade por manterem uma política humanitária aos imigrantes, ameaçando, durante um discurso realizado no sábado, 22, que ‘levará o inferno’ para a capital de Massachusetts por seu status de ‘santuário’. Durante sua participação na Conservative Political Action Conference, Homan criticou o comissário de polícia de Boston, Michael Cox, se utilizando de palavrões para atrair a atenção sobre as metas da administração do presidente Donald Trump para impor novas regras ao controle da imigração. Este foi o mais recente round na disputa entre Boston e o governo federal sobre a fiscalização da imigração — a prefeita Michelle Wu deve testemunhar perante um comitê da Câmara dos EUA no mês que vem sobre a política de santuário da cidade, junto com os prefeitos de Nova York, Chicago e Denver. Wu disse que a política é parte do que torna Boston uma das cidades mais seguras do país, embora o governo Trump e outros culpem imigrantes indocumentados pelo crime. Em seu discurso, Homan ameaçou as cidades santuários, afirmando que agora é "jogo aberto" contra governos que não seguem às determinações federais, voltando mais uma vez sua voz contra Cox. "Li uma história ontem à noite sobre o comissário de polícia de Boston. Você disse que dobraria a aposta em não ajudar ao ICE. Estou indo para Boston, estou trazendo o inferno comigo", disse Homan, sob aplausos da multidão na convenção política. Cox disse em uma entrevista na semana passada que a polícia de Boston tem regras alinhadas com a lei estadual, informou o The Boston Herald . Homan continuou se referindo a casos recentes de pessoas acusadas de estupros contra crianças ​​que foram liberadas em Massachusetts, apesar de o ICE ter entrado com um pedido para detê-las. O czar da fronteira então retomou os ataques a Cox: "Você não é um comissário de polícia. Tire esse distintivo do seu peito, coloque-o em uma gaveta da mesa, porque você se tornou um político. Você esqueceu como era ser um policial. E, adivinhe, os homens e mulheres da Imigração e Fiscalização Aduaneira vão encontrar esses predadores, eles serão presos novamente e serão deportados dos Estados Unidos." Wu, nas redes sociais, respondeu a um vídeo dos comentários de Homan escrevendo: "Esta é a nossa cidade. Vamos continuar seguindo e aplicando as leis para manter todos os bostonianos seguros. E nem preciso dizer que nosso comissário de polícia tem minha total confiança e apoio."   É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Terceiro voo com deportados dos EUA chega ao Brasil

    Dois foragidos da Justiça brasileira estavam no voo que chegou em Fortaleza hoje FORTALEZA - O terceiro voo com brasileiros deportados dos Estados Unidos durante o governo Trump chegou em Fortaleza na manhã dessa nesta sexta-feira, 21. Dos 94 repatriados, nove são crianças e dois tem mais de 60 anos, informou a Secretaria de Direitos Humanos do Ceará. Dois passageiros foram escoltados sob custódia da Polícia Federal porque eram criminosos foragidos do Brasil. O embarque no aeroporto de Alexandria, na Lousiana, foi acompanhado por um diplomata brasileiro. O avião deixou os EUA à 1h, pelo horário de Brasília, e aterrissou na capital cearence às 10h50. Uma aeronave da FAB partiu de Fortaleza com destino a Belo Horizonte, ao meio-dia, com previsão de chegada às 15h na capital mineira. O Brasil já recebeu três voos com os brasileiros repatriados. Dois foram em Fortaleza - o anterior ocorreu no dia 7 de fevereiro . Leia também: Novo voo com brasileiros deportados dos EUA chega em Fortaleza A mudança de rota que tinha a capital mineira como destino final desde que extradições em voos fretados foram retomadas em 2018 aconteceu após o o avião americano fazer uma parada técnica em Manaus e manter os brasileiros algemados em território nacional e sob condições precárias. Ao todo, 293 brasileiros foram deportados em voos fretados pelo governo americano desde a posse de Donald Trump em 20 de janeiro, a maioria foi presa ainda na administração anterior de Joe Biden. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Menina de 11 anos se mata depois de colegas ameaçarem chamar o ICE para a família

    Jocelynn estava sendo assistida por um conselheiro da escola sem o conhecimento da família (Foto: Arquivo de família) GAINESVILLE - O suicídio de uma menina de 11 anos em Gainesville, no Texas, traz à tona o clima hostil e cruel vivido pelos imigrantes nos Estados Unidos. Jocelynn Rojo Carranza morreu após sofrer bullying e os colegas ameaçarem chamar o ICE. Durante o enterro na quarta-feira, 19, Marbella Carranza disse à imprensa que a filha estava sendo insultada por ser de família imigrante, sem especificar se estão ilegais no país. “Eles disseram que iam ligar para a imigração para que pudessem levar os pais dela e ela ficaria sozinha”, contou mãe solo à rede de televisão KUVN. A criança, que era americana, morreu no dia 8 de fevereiro, cinco dias depois de Marbella encontrar a filha inconsciente em casa. A mãe afirmou que não sabia que Jocelynn estava sofrendo bullying até ser alertada pelos investigadores que lhe contaram que a menina estava sendo assistida por um conselheiro na Gainesville Intermediate School por causa das intimidações. “Eu não sabia de nada. Minha filha nunca apresentou alterações. Quer dizer, nunca houve nada que me desse um sinal de que ela estava sofrendo bullying .” “Parece que a escola estava ciente de tudo, mas nunca me contaram o que estava acontecendo com minha filha”, disse Marbella. “Parece que ela ia ao aconselhamento uma ou duas vezes por semana para relatar o que estava acontecendo”, acrescentou. A Polícia da cidade investiga o caso e informou que está em contato com as autoridades de segurança do Distrito Escolar. “Sempre que recebemos uma denúncia de bullying , respondemos rapidamente para garantir que todos os alunos estejam seguros física e emocionalmente. Embora não possamos divulgar qualquer informação sobre alunos ou incidentes específicos, as nossas escolas têm várias políticas em vigor para combater o bullying e resolver conflitos”, reagiu o distrito através de um comunicado. A Gainesville Intermediate School não respondeu ao pedido de comentário até a publicação dessa matéria. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Tribunal de Apelação rejeita pedido para cancelar cidadania automática

    Constituição dos EUA garante que crianças nascidas no país são cidadãs americanas WASHINGTON - A administração republicana sofreu mais uma derrota sobre a tentativa de anular a cidadania automática de filhos de imigrantes. O 9º Tribunal de Apelações, de São Francisco, na Califórnia, rejeitou nesta quarta-feira, 19, o pedido para suspender a liminar emitida por um juiz de instância inferior que contraria a vontade do presidente Donald Trump. O Departamento de Justiça alega que o juiz distrital John Coughenour, de Seattle, em Washington, extrapolou a sua autoridade ao conceder uma liminar nacional a pedido de quatro estados sob liderança democrata. Três magistrados - em Maryland, Massachusetts e New Hampshire - também já decidiram contra o republicano. Assim que tomou posse no dia 20 de janeiro, Trump assinou uma ordem executiva para que as agências federais não reconhecessem a cidadania de crianças nascidas nos Estados Unidos caso nenhum dos pais fosse cidadão ou residente permanente legal. A medida entraria em vigor ontem, 30 dias após a assinatura. A cidadania por direito de nascimento está consagrada na Constituição americana sob a 14ª Emenda, que determina que qualquer pessoa nascida em solo americano é cidadã do país. O decreto do republicano tem como base a ideia de que qualquer pessoa que esteja nos EUA ilegalmente ou com visto não está “sujeita à jurisdição” do país, e, portanto, fica excluída desta categoria. O caso deve ser levado à Suprema Corte do país. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Governo Trump tem aprovação de 44% da população

    Medidas econômicas de Trump não agradam parte do eleitorado (Foto: Divulgação/ Casa Branca) WASHINGTON - A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu às vésperas do republicano completar um mês na Casa Branca. A maior preocupação dos americanos é em relação à economia. A pesquisa da Ipsos/Reuters, encerrada na terça-feira, 18, aponta que 44% dos entrevistados dizem aprovar o desempenho de Trump como presidente, uma leve queda em relação aos 45% registrados na pesquisa anterior, feita entre 24 e 26 de janeiro. Logo após a posse, nos dias 20 e 21 de janeiro, a avaliação positiva de Trump era de 47%. A popularidade do presidente foi abalada pela insatisfação com a economia. Dos ouvidos, 53% disseram acreditar que o país está "no caminho errado", ante 43% na pesquisa anterior. O levantamento também revelou que 54% dos entrevistados se opõem às novas tarifas sobre bens importados; 41% são à favor. O aumento das taxas sobre produtos chineses tem um nível maior de apoio, com 49% a favor e 47% contra. A aprovação da gestão econômica de Trump caiu para 39%, em comparação aos 43% registrados anteriormente. Apesar da queda, a Ipsos/ Reuters destaca que a aprovação de Trump na economia ainda é superior à do democrata Joe Biden, que terminou seu mandato com 34%; mas está bem abaixo dos 53% que o republicano registrava em fevereiro de 2017, mesmo período do seu primeiro mandato. A política de imigração do presidente continua recebendo apoio de 47% dos entrevistados, com destaque para a promessa de intensificar as deportações de imigrantes em situação irregular. A pesquisa foi realizada online com 4.145 entrevistados nos EUA e tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Polícia prende suspeito de matar caminhoneiro brasileiro na Virgínia

    Caminhoneiro brasileiro morreu recebeu os primeiros socorros, mas morreu no local RICHMOND - A polícia prendeu o suspeito de matar o caminhoneiro brasileiro Silvio Sobrinho, de 58 anos, em uma estrada da Virgínia no início do mês, confirmaram as autoridades nesta segunda-feira, 17. O americano Tony Ray Williams, 55, foi detido na quinta-feira (13) em Fort Pierce, na Flórida, e encaminhado para o Condado de Henrico, onde aconteceu o assassinato. Ele foi indiciado por assassinato de segundo grau e uso de arma de fogo para cometer um crime. Sobrinho, que morava em Everett, Massachusetts, foi baleado em um incidente na Interestadual 295 por volta das 23h30 de 1 de fevereiro. Segundo testemunhas, o motorista de um outro caminhão - descrito como branco de letras verdes - encostou na carreta de Sobrinho e efetuou vários disparos que atravessaram o lado do passageiro e atingiram o brasileiro. O caminhão de Sobrinho perdeu o controle, saiu da pista e bateu contra uma barra de proteção. Um caminhoneiro que viu o acidente parou para ajudar. Minutos depois, uma viatura da Polícia Estadual chegou ao local. O policial tentou reanimar Sobrinho que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ele deixa mulher e dois filhos. A investigação segue em andamento e a polícia pede que quem tiver informações sobre o caso deve ligar para 804.750.8758, acionar o #77 do celular ou enviar mensagem para bci.81@vsp.virginia.gov . É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • EUA enfrentam onda de frio mais severa do inverno essa semana

    Temperaturas abaixo de zero vão atingir 89 por cento dos EUA essa semana WASHINGTON - O episódio mais frio de ar ártico desta temporada chega para colocar um ponto final gelado no inverno dos Estados Unidos, caracterizado por invasões repetidas do vórtice polar, alertam os meteorologistas. Diversas forças climáticas no Ártico estão se combinando para impulsionar o ar gelado não só para os Estados Unidos, mas também para a Europa, afirmam os especialistas. Em um inverno normal, o avanço do vórtice polar sobre os Estados Unidos ocorre talvez duas ou três vezes. Mas será a décima vez neste inverno que o vórtice polar "se estica como um elástico", enviando parte do frio ártico para o sul, disse Judah Cohen, diretor de previsões sazonais da empresa privada Atmospheric and Environmental Research. Na terça-feira (18), espera-se que 48 estados dos EUA tenham uma temperatura mínima média -8,6°C, caindo para -10°C na quarta-feira (19), calculou o meteorologista privado Ryan Maue, ex-cientista chefe da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA). Em algum momento da próxima semana, 89% dos EUA estarão abaixo de zero grau Celsius e 27% dos 48 estados inferiores estarão abaixo de -18°C, de acordo com as previsões do Serviço Nacional de Meteorologia. Os meteorologistas também não descartam a ocorrência de tempestades durante a onda de frio prolongada da próxima semana, "mas os detalhes sobre elas ainda não são certos", disse Taylor. "É o auge do inverno. Obviamente, este não é o primeiro episódio de vórtice polar do inverno, mas parece ser o mais severo." Como o vórtice polar atua Um vórtice polar esticado como o da próxima semana ocorre mais baixo na atmosfera. Durante eventos de estiramento, o vórtice polar permanece no lugar com grande força, mas também se puxa e dobra. "Os meteorologistas vão querer estudar por que esse estiramento está acontecendo com tanta frequência este ano, mas pode ser apenas aleatoriedade natural", disse Laura Ciasto, meteorologista do Centro de Previsões Climáticas da NOAA, especializada no vórtice polar. "O que estamos observando agora é interessante, mas não é sem precedentes", disse Martin Stendel, cientista do Centro Nacional de Pesquisa Climática da Dinamarca. Outro fator que contribui para o estiramento do vórtice polar é uma grande massa de alta pressão na parte superior da atmosfera sobre a Groenlândia. Ela está se movendo para o oeste e empurrará a corrente de jato — o rio de ar que movimenta os sistemas climáticos, como tempestades — para um padrão que faz o ar polar descer e permanecer lá, disse Cohen. Mudanças climáticas A mudança climática provocada pelo ser humano pode estar tornando a corrente de jato mais ondulada e mais propensa a ficar presa nesse padrão ondulado, um dos fatores envolvidos, disse Stendel. Não houve muitos invernos como este no passado para ajudar os meteorologistas a prever o que acontecerá a seguir e quando o frio finalmente irá embora, disse Maue. Apesar do inverno incomumente frio nos EUA, o mundo permanece em um padrão geral de aquecimento. A temperatura média global bateu mais um recorde mensal de calor em janeiro. Foi o 18º mês dos últimos 19 em que o mundo alcançou ou ultrapassou o limite de aquecimento acordado internacionalmente de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. ** Com AFP**

  • Trump revoga proteção temporária para mais de 300 mil venezuelanos

    Benefício havia sido prorrogado no fim do mandato de Biden WASHINGTON - O governo Trump revogou o status de proteção temporária (TPS, na sigla em inglês) para mais de 300 mil venezuelanos nos Estados Unidos, deixando o grupo sujeito a uma possível deportação nos próximos meses, de acordo com documentos obtidos pelo The New York Times. Em seu primeiro mandato, o presidente Donald Trump tentou encerrar o status para migrantes do Sudão, El Salvador e Haiti, entre outros. Ele foi impedido por tribunais federais, que questionaram a forma como ele desfez as proteções. O programa é destinado a migrantes que não podem ser devolvidos a um país que enfrenta um desastre natural ou conflito de algum tipo. Nos últimos anos, migrantes fugiram da Venezuela à medida que seu governo se desintegrou sob o ditador Nicolás Maduro. "Após revisar as condições do país e considerar se permitir que venezuelanos cobertos pela designação de 2023 é contrário ao interesse nacional dos Estados Unidos, em consulta com as agências governamentais apropriadas dos EUA, o secretário de Segurança Interna determinou que a Venezuela não continua a atender às condições para a designação de 2023", diz o aviso. No primeiro mandato, quando a gestão Trump derrubou proteções para migrantes de El Salvador e Haiti, as autoridades migratórias permitiram que os cidadãos afetados mantivessem seu status por 12 a 18 meses antes da expiração. Desta vez, a administração decidiu tornar as mudanças mais imediatas. Aqueles sob TPS da Venezuela que receberam as proteções em 2023 perderão seu status temporário 60 dias após o governo publicar o aviso de término. Críticos republicanos do programa disseram que ele tem sido usado para permitir que migrantes fiquem muito mais tempo do que o pretendido. O aviso indica que mais de 300 mil venezuelanos tinham TPS até abril. Outro grupo de mais de 250 mil venezuelanos tem proteções até setembro e, por enquanto, não será afetado, mas a decisão sugere que estes e outros sob TPS podem estar em vias de perder seu status no futuro. A revogação também aumenta o número de pessoas sem nenhum status formal de imigração nos EUA, enquanto Trump tenta realizar um esforço de deportação em massa. A decisão de revogar as proteções pode enfrentar desafios legais de ativistas dos direitos dos imigrantes, que já esperavam a medida.

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