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- Fifa confirma que Irã jogará a Copa do Mundo nos Estados Unidos
NOVA YORK - O Irã jogará a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, confirmou nesta quinta-feira, 30, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, durante seu discurso no 76º Congresso da entidade máxima do futebol mundial, em Vancouver, no Canadá. "Para começar, gostaria de confirmar logo de início que, é claro, o Irã participará da Copa do Mundo da Fifa de 2026. E, é claro, o Irã jogará nos Estados Unidos. O motivo é simples: temos de nos unir, unir as pessoas, é a nossa responsabilidade. O futebol une o mundo", ressaltou. "Temos de sorrir, ser felizes, ser positivos. Muitas pessoas tentando dividir o mundo, se ninguém unir, o que acontecerá? Temos essa oportunidade, temos a Copa, muito poderosa, tem a mágica de nos unir. Juntos somos invencíveis", acrescentou o presidente da FIFA. A participação do Irã na Copa do Mundo havia sido colocada em dúvida devido à guerra com os EUA e Israel, que eclodiu em 28 de fevereiro. No entanto, Infantino já havia assegurado a presença do iraniano no Mundial, apesar de o presidente Donald Trump ter sugerido que os jogadores iranianos poderiam não estar "seguros" no país. A Copa do Mundo de 2026, a primeira a contar com 48 seleções, ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho. O Irã está no Grupo G do Mundial, no qual enfrentará a Nova Zelândia, Bélgica e Egito, com todos os jogos nos nos EUA. O Irã estreia contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, e depois enfrenta a Bélgica no dia 21. As duas partidas serão realizadas em Los Angeles. Em 26 de junho, a equipe jogará contra o Egito, em Seattle. Caso avance à fase eliminatória, não existiriam partidas nem no Canadá nem no México.
- Brasileiro é condenado à prisão perpétua por assassinato da namorada
A expectativa era de que Akay pegasse prisão perpétua LOS ANGELES - O brasileiro Luis Antônio Gomes Akay foi sentenciado na sexta-feira, 24, à prisão perpétua por homicídio em primeiro grau após ter confessado o assassinato da namorada na Califórnia há mais de três anos. Ele pode pedir liberdade condicional após 25 anos. O assassino de Anna Laura Costa Porsborg foi condenado por unanimidade no ínico do mês. Durante 20 dias, provas e depoimentos embasaram a decisão dos jurados sobre o crime ocorrido em 27 de dezembro de 2022. O corpo da vítima nunca foi encontrado. Akay, 39, admitiu que matou a jovem de 22 anos por estrangulamento e escondeu o corpo dentro de uma mala durante dois dias no hotel onde estavam hospedados em El Segundo. Ele "a manteve no quarto até decidir como faria para se livrar da vítima sem levantar suspeitas", descreveu em depoimento. Leia também: Justiça da Califórnia condena brasileiro por assassinato da namorada O assassino disse que após uma discussão, Anna bateu duas vezes em seu rosto e, por isso, ele a imobilizou e estrangulou até a morte. Akay confessou que colocou a vítima em uma mala azul no dia 29 de dezembro e a levou até uma região montanhosa da Angeles National Forest, onde enterrou e cobriu com pedras o corpo da brasileira. Em tempo: Nos autos da Corte, as imagens das câmeras de segurança do hotel mostram o momento em que o brasileiro carrega a mala com dificuldade pelos corredores. O brasileiro afirmou não lembrar o local exato. A polícia rastreou os dados de localização do telefone celular do acusado, mas os restos mortais de Anna nunca foram encontrados A ausência de seu corpo não impediu os promotores de acusá-lo de homicídio. No Brasil, Akay já era suspeito em um caso de desaparecimento de uma mulher com quem se relacionou em 2017. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA (mancheteusa.com)
- Aprovação de Trump cai em meio a preocupações com o custo de vida e a guerra com o Irã, aponta pesquisa
Popularidade de Trump já caiu mais de dez pontos desde que assumiu a Casa Branca em janeiro de 2025 WASHINGTON - A aprovação do governo de Donald Trump continua em queda nos Estados Unidos e atingiu o nível mais baixo de seu mandato influenciada por preocupações com o custo de vida no país e com a guerra contra o Irã, segundo pesquisa Reuters/Ipsos, divulgada nesta terça-feira, 28. O levantamento mostra que 34% dos americanos aprovam o desempenho do republiacano, porcentagem menor do que os 36% registrados em meados de abril. Já a aprovação sobre como Trump conduz as medidas que afetam o custo de vida dos americanos caiu de 25% para 22% entre as duas pesquisas. O levantamento de quatro dias, concluído na segunda-feira (27), foi conduzido em todo o país, de forma online, ouviu 1.014 adultos norte-americanos e apresenta uma margem de erro de 3 pontos percentuais. Em tempo: A maioria das respostas foi coletada antes do ataque a tiros na noite de sábado (25), durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, onde Trump deveria discursar. Os promotores federais acusaram o atirador de tentar assassinar o presidente. A posição de Trump perante a população tem apresentado uma tendência de queda desde que ele assumiu o cargo em janeiro de 2025, quando 47% dos norte-americanos o aprovavam. Sua popularidade sofreu uma queda desde que EUA e Israel lançaram uma guerra contra o Irã em 28 de fevereiro, o que levou a um aumento nos preços da gasolina e encarecimento dos produtos. ** Com Reuters **
- Rei Charles III defende unidade entre EUA e Reino Unido em meio às tensões com o Irã
Rei Charles III exaltou a amizade entre EUA e Reino Unido e disse que os dois países têm a obrigação de manter a paz WASHINGTON - O rei Charles III, do Reino Unido, disse nesta terça-feira, 28, ao Congresso dos Estados Unidos que, apesar de uma era de incertezas, e de conflitos na Europa e no Oriente Médio, que os dois países sempre serão aliados firmes e unidos na defesa da democracia, em um momento de profundas divisões sobre a guerra com o Irã. "Quaisquer que sejam nossas diferenças, quaisquer que sejam os desacordos que possamos ter, estamos unidos em nosso compromisso de defender a democracia, de proteger todos os nossos povos e de saudar a coragem daqueles que diariamente arriscam suas vidas a serviço de nossos países", afirmou Charles a parlamentares norte-americanos durante um raro discurso em uma reunião conjunta do Senado e da Câmara dos Deputados dos EUA, e após uma prolongada ovação de pé durante sua entrada com a rainha Camilla. Charles proferiu o discurso no segundo dia de uma visita de Estado aos EUA, em um momento de tensão nas relações entre os dois países, após o presidente norte-americano, Donald Trump, criticar repetidamente o primeiro-ministro do Reino Unido, sir Keir Starmer, pelo que Trump considera falta de ajuda na condução da guerra contra o Irã. "Venho aqui hoje com o maior respeito pelo Congresso dos Estados Unidos -- essa cidadela da democracia criada para representar a voz de todo o povo norte-americano para promover direitos e liberdades sagrados", disse Charles. Trump afirmou que Starmer, que recebeu alguns aplausos em seu país por não aderir à ofensiva contra o Irã, não era nenhum Winston Churchill, e menosprezou uma oferta posterior de assistência militar para defender aliados na região. Antes do discurso, Charles se reuniu com os principais parlamentares republicanos e democratas após uma visita matinal à Casa Branca com Camilla, que incluiu uma reunião a portas fechadas entre o rei e Trump. Os eventos fazem parte de uma visita aos EUA destinada a reforçar os laços forjados entre o Reino Unido e sua ex-colônia ao longo dos 250 anos desde a independência norte-americana. O rei foi apenas o segundo soberano britânico a discursar no Congresso dos EUA. Sua mãe, a rainha Elizabeth, discursou para as duas Casas em 1991. Amizade Mais cedo, durante uma cerimônia de recepção ao ar livre na Casa Branca, Trump enfatizou a amizade que se desenvolveu entre britânicos e norte-americanos desde seus dias como adversários durante a Guerra da Independência e as "feridas de guerra" que ela causou. "Os soldados que antes se chamavam de casacas vermelhas e ianques se tornaram os Tommies e os GIs que, juntos, salvaram o mundo livre como irmãos de armas e irmãos na eternidade", disse o presidente em uma referência à Segunda Guerra Mundial, enquanto centenas de convidados se reuniam no gramado sul com o Monumento a Washington à distância. Depois de acompanhar o rei e a rainha até sua limusine para deixarem a Casa Branca, Trump disse a jornalistas: "Foi um encontro muito bom. Ele é uma pessoa fantástica. Eles são pessoas incríveis e é uma verdadeira honra". ** Com Reuters **
- Ex-diretor do FBI é acusado de ameaçar a vida de Trump
Comey nega qualquer intenção de ameaçar o presidente Donald Trump WASHIGTON - O ex-diretor do FBI James Comey, um crítico ferrenho do presidente Donald Trump, foi acusado de ameaçar a vida do mandatário, informou nesta terça-feira, 28, o procurador-geral interino dos Estados Unidos, Todd Blanche. No ano passado, Comey fez uma publicação no Instagram — agora eliminada — que mostrava os números "86 47" formados com conchas marinhas. À época, Trump assegurou em uma entrevista à emissora Fox News que "86" era um jargão para "matar" e que "47" se referia a ele, como o presidente de número 47 dos Estados Unidos. "Ele sabia exatamente o que isso significava", afirmou Trump. "Significa assassinato, e ele disse isso alto e claro." Comey, por sua vez, garantiu que não teme as novas acusações e que vai enfrentá-las. "Bom, eles estão de volta, desta vez por causa de uma foto de conchas tirada há um ano em uma praia da Carolina do Norte, e isso não será o fim dessa história", declarou, em um vídeo publicado nas redes sociais. "Continuo sendo inocente, sem medo e acreditando no Judiciário federal independente. Então, vamos em frente", acrescentou. A acusação assegura que a referência "86 47" é uma "séria expressão de uma intenção de causar dano ao presidente dos Estados Unidos". Blanche disse que Comey enfrenta uma acusação por "fazer deliberadamente uma ameaça de tirar a vida e infligir danos" a Trump, e outra por fazer uma ameaça interestadual. Cada uma dessas acusações acarreta uma pena de até dez anos de prisão. "É justo dizer que ameaçar a vida de alguém é perigoso e potencialmente um crime", disse Blanche. Comey explicou que havia publicado a foto de conchas que tinha visto durante um passeio na praia. "Não me dei conta de que algumas pessoas associam esses números à violência. Isso nunca passou pela minha cabeça, mas sou contra qualquer tipo de violência, por isso apaguei a mensagem", afirmou. A acusação contra Comey chega três dias depois que um homem foi preso por supostamente tentar assassinar Trump durante um jantar de gala em Washington, organizado pela Associação de Correspondentes da Casa Branca. Caso arquivado Comey, de 65 anos, foi acusado formalmente em setembro de fazer declarações falsas ao Congresso, no que muitos consideraram parte de uma campanha de represália do presidente Trump contra seus adversários políticos. Essa acusação foi apresentada dias depois de Trump instar publicamente a então procuradora-geral Pam Bondi a tomar medidas contra o ex-diretor do FBI. A juíza Cameron Currie desconsiderou o caso com o argumento de que a promotora designada por Trump que apresentou a denúncia, Lindsey Halligan, havia sido nomeada de maneira ilegal. Bondi foi demitida no início de abril, em parte devido a seu fracasso em conseguir acusações contra adversários políticos de Trump. Comey foi indicado para dirigir o FBI, a polícia federal investigativa dos Estados Unidos, em 2013 pelo então presidente Barack Obama, e foi demitido por Trump em 2017. O magnata republicano o removeu do cargo em meio a uma investigação para determinar se algum integrante de sua campanha presidencial havia conspirado com Moscou para fraudar as eleições que venceu em 2016. No mesmo dia da nova acusação contra o ex-diretor do FBI, um juiz determinou que sua filha Maurene Comey pode proceder com uma ação na qual ela alega que sua demissão como procuradora federal no ano passado foi politicamente motivada. ** Com AFP **
- EUA buscam acelerar deportações de crianças imigrantes sob custódia
Governo dos EUA afirma que salvou as crianças em condições de vulnerabilidade; ativistas rebatem WASHINGTON - O governo dos Estados Unidos está antecipando em semanas ou até meses as audiências de imigração para deportações de crianças sob custódia, informou a CNN na terça-feira, 28, citando autoridades do governo e advogados dos menores. Segundo a reportagem, crianças de até quatro anos tiveram que comparecer repetidamente ao tribunal e fornecer atualizações sobre o status de seus casos, às vezes sem ajuda jurídica, em questão de semanas. Em nota, Andrew Nixon, porta-voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, disse que muitas das crianças estavam em risco de tráfico e exploração, e algumas foram trazidas pela fronteira por cartéis em condições perigosas e coercitivas. "Avançar com os casos ajuda a desarticular essas redes e garante que as crianças sejam devolvidas a ambientes seguros o mais rápido possível", declarou Nixon em um comunicado. "O governo está trabalhando para desarticular as tramas dos cartéis e devolver humanamente as crianças traficadas a seus lares e famílias o mais rápido possível", afirmou uma autoridade da Casa Branca. O funcionário não explicou como vai localizar os responsáveis nem assegurar se os menores vão estar em segurança. ** Com Reuters **
- Estados Unidos vão emitir passaportes com o rosto de Trump
Edição de passaporte com imagem de Trump vai ser limitada WASHINGTON - Os Estados Unidos vão começar a emitir passaportes com o rosto do presidente Donald Trump, informou o Departamento de Estado nesta terça-feira, 28. A medida faz parte das comemorações dos 250 anos da independência do país. O passaporte comemorativo terá uma ilustração baseada no retrato oficial de Trump como presidente na parte interna da capa. A arte também traz uma assinatura dele em dourado. Ao fundo, estão a bandeira dos EUA e a Declaração de Independência. Leia também: EUA divulgam esboço de moeda de US$ 1 com Trump para celebrar 250 anos de independência A contracapa do passaporte terá uma bandeira do 'país em dourado. No lugar das 50 estrelas no retângulo azul, o desenho traz 13 estrelas com o número 250 ao centro. A referência é à versão da bandeira de 1777, que representava as 13 colônias originais do país. O Departamento de Estado afirmou que vai lançar um número limitado de versões comemorativas com o rosto de Donald Trump. Elas terão a mesma validade e os mesmos recursos de segurança do modelo tradicional.
- Atirador que abriu fogo em evento com Trump é acusado de tentativa de assassinato
WASHINGTON - O homem que invadiu um jantar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com correspondentes da Casa Branca, em Washington, foi formalmente acusado de tentativa de assassinato nesta segunda-feira, 27, em uma tribunal federal e pode ser condenado à prisão perpétua. De acordo com o Departamento de Justiça, Cole Thomas Allen, de 31 anos, também foi denunciado por transporte interestadual de arma de fogo com a intenção de cometer um crime e por disparo de arma durante a prática de um ato violento. Em coletiva de imprensa, a procuradora distrital de Washington, Jeanine Pirro, informou que o atirador enfrentará acusações adicionais. As autoridades também determinaram sua prisão preventiva. A Justiça americana agendou uma nova audiência para a próxima quinta-feira (30). Allen é professor na cidade de Torrance e chegou a ser premiado como docente do mês em um centro de formação onde trabalhava, em dezembro de 2024. Em seu perfil no LinkedIn, ele se descrevia como "engenheiro mecânico", "profissional de informática" e "desenvolvedor de videogames". Ele não possuía antecedentes criminais nem era monitorado pela polícia. No entanto, segundo a emissora CBS, publicava "retórica anti-Trump e anticristã" em suas redes sociais. Além disso, havia adquirido legalmente o fuzil e a pistola semiautomática que portava no momento do ataque. ** Com Ansa **
- Human Rights Watch pede à Fifa que promova uma "trégua do ICE" na Copa do Mundo
Jogos da Copa do Mundo vão transitar entre EUA, Canadá e México WASHINGTON - A Fifa deveria pressionar o governo dos Estados Unidos a estabelecer uma "trégua do ICE" para a Copa do Mundo deste ano, incluindo uma garantia pública das autoridades federais de não realizar operações de fiscalização de imigração nos jogos e nos locais de competição, sugere um relatório da Human Rights Watch (HRW) publicado nesta segunda-feira, 27. A Copa do Mundo de 2026 -- primeira edição do torneio global que contará com 48 equipes -- será co-organizada pelos EUA, Canadá e México, entre 11 de junho e 19 de julho. Nesse cenário, grupos de direitos humanos condenaram a repressão contra imigrantes, dizendo que as ações do ICE levaram a violações da liberdade de expressão e dos direitos do devido processo legal e criou um ambiente de insegurança, especialmente para as minorias. "A Fifa precisa agir com urgência para lidar com os riscos de abusos de direitos humanos para atletas, torcedores e trabalhadores", defende a HRW. "Uma coisa concreta que ela deve fazer é trabalhar para persuadir o governo Trump a estabelecer uma 'trégua do ICE'." "Gianni Infantino [presidente da Fifa] e seus pares da Fifa devem usar seu poder de influência para exigir que o governo Trump faça o que é certo para os jogos", acrescenta. A ideia foi extraída da "Trégua Olímpica", uma tradição que remonta à Grécia antiga, quando cidades-estado em guerra suspendiam as hostilidades para que atletas e espectadores pudessem viajar em segurança para os Jogos. "A Copa do Mundo da Fifa 2026 será, sem dúvida, um dos maiores e mais espetaculares eventos da história da humanidade, atraindo milhões de torcedores de todo o mundo para 11 cidades-sede nos Estados Unidos", disse o porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle. "Esse será um evento monumental que exige uma coordenação estreita entre o governo Trump, a Fifa e todos os nossos grandes parceiros federais, estaduais e locais." "O presidente Trump está focado em garantir que essa não seja apenas uma experiência incrível para todos os torcedores e visitantes, mas também a mais segura da história -- e nenhuma quantidade de táticas ridículas de intimidação impulsionadas por grupos ativistas liberais e pela mídia de esquerda mudará isso." As preocupações se intensificaram na quinta-feira, 23, quando grupos de defesa emitiram um aviso de viagem alertando viajantes a caminho dos EUA para a Copa do Mundo que podem enfrentar detenção arbitrária ou deportação, entre outras violações dos direitos humanos. Torcedores, jogadores, jornalistas e outros visitantes podem enfrentar perfilamento racial, revistas em dispositivos eletrônicos ou o risco de tratamento cruel ou desumano caso acabem em centros de detenção de imigração. Os alertas de quinta-feira seguiram-se a uma declaração, em março, da Anistia Internacional segundo a qual o torneio está se distanciando do evento "seguro, livre e inclusivo" prometido pela Fifa. A HRW também disse que escreveu para Infantino solicitando detalhes sobre os indicados, juízes, termos de referência e processo de seleção para o prêmio da paz inaugural da Fifa. Trump recebeu o prêmio em dezembro pelo que a entidade que rege o futebol mundial disse serem seus esforços para promover o diálogo e a redução de tensões em focos de conflito ao redor do mundo. A Fifa e o ICE não responderam ao nosso pedido de comentário. ** Com Reuters **
- Leia a tradução do manifesto do suspeito de atentado contra Trump
Allen tinha como alvo o presidente Trump e funcionários de alto escalão do governo Olá a todos! Bem, talvez eu tenha causado uma grande surpresa a muitas pessoas hoje. Permitam-me começar pedindo desculpas a todos cuja confiança eu traí. Peço desculpas aos meus pais por ter dito que tinha uma entrevista, sem especificar que era para a lista de "Mais Procurados". Peço desculpas aos meus colegas e alunos por ter dito que tive uma emergência pessoal (a esta altura, quando alguém ler isto, eu provavelmente — e muito certamente — *precisarei*, de fato, ir ao pronto-socorro; mas dificilmente posso dizer que essa situação não tenha sido autoinfligida). Peço desculpas a todas as pessoas que viajaram ao meu lado, a todos os funcionários que manusearam minha bagagem e a todas as outras pessoas no hotel — que não eram meus alvos — e que coloquei em perigo simplesmente por estar próximo a elas. Peço desculpas a todos os que foram vítimas de abusos e/ou assassinados antes disso; a todos os que sofreram antes que eu pudesse tentar realizar este ato; e a todos os que ainda possam vir a sofrer depois, independentemente do meu sucesso ou fracasso. Não espero ser perdoado, mas, se eu tivesse vislumbrado qualquer outra maneira de chegar tão perto do meu objetivo, eu a teria seguido. Mais uma vez, minhas sinceras desculpas. Passemos, agora, ao motivo pelo qual fiz tudo isso: Sou cidadão dos Estados Unidos da América. As ações dos meus representantes afetam diretamente a minha pessoa. E não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor lave minhas mãos com seus crimes. (Bem, para ser completamente honesto, eu já não estava mais disposto a isso há muito tempo, mas esta é a primeira oportunidade real que tive para fazer algo a respeito.) Enquanto discuto isso, também vou repassar minhas regras de engajamento esperadas (provavelmente em um formato terrível, mas não sou militar, então que se dane). Autoridades da administração (exceto o Sr. Patel): são alvos, priorizados do mais graduado ao mais desfavorecido. Serviço Secreto: são alvos apenas se necessário, e devem ser incapacitados de forma não letal, se possível (ou seja, espero que estejam usando coletes à prova de balas, porque tiros de espingarda no centro do corpo acabam com pessoas que *não estão* usando). Segurança do hotel: não são alvos, se possível (ou seja, a menos que atirem em mim). Polícia do Capitólio: o mesmo que a segurança do hotel. Funcionários do hotel: não são alvos de forma alguma. Hóspedes: não são alvos de forma alguma. Para minimizar as baixas, também usarei chumbo grosso em vez de balas de chumbo (menor penetração em paredes). Eu ainda iria, através de quase todos aqui para atingir os alvos, se fosse absolutamente necessário (com base no fato de que a maioria das pessoas *escolheu* assistir a um discurso de um pedófilo, estuprador e traidor, sendo, portanto, cúmplice), mas espero sinceramente que não chegue a esse ponto. Objeção 1: Como cristão, você deveria oferecer a outra face. Refutação: Dar a outra face é para quando *você mesmo* é o oprimido. Eu não sou a pessoa estuprada em um campo de detenção. Eu não sou o pescador executado sem julgamento. Eu não sou o estudante explodido, nem a criança deixada morrer de fome, nem a adolescente abusada pelos muitos criminosos desta administração. Dar a outra face quando *outra pessoa* é a oprimida não é um comportamento cristão; é cumplicidade nos crimes do opressor. Objeção 2: Este não é um momento oportuno para você fazer isso. Refutação: Preciso que quem pensa dessa forma dedique alguns minutos para perceber que o mundo não gira em torno de si mesmo. Vocês acham que, quando vejo alguém ser estuprado, assassinado ou abusado, devo simplesmente passar reto porque isso seria "inconveniente" para as pessoas que não são a vítima? Este foi o melhor momento e a melhor chance de sucesso que consegui conceber. Objeção 3: Você não conseguiu atingir a todos. Refutação: É preciso começar de algum lugar. Objeção 4: Como uma pessoa meio negra e meio branca, você não deveria ser a pessoa a fazer isso. Refutação: Não vejo mais ninguém assumindo essa responsabilidade. Objeção 5: Dai a César o que é de César. Refutação: Os Estados Unidos da América são regidos pela lei e não por uma única pessoa ou por um grupo de pessoas. Na medida em que representantes e juízes não seguem a lei, ninguém é obrigado a lhes entregar qualquer coisa que tenha sido ordenada de maneira tão ilegal. Gostaria também de expressar minha gratidão a um grande número de pessoas, visto que é improvável que eu venha a ter a oportunidade de falar com elas novamente (a menos que o Serviço Secreto seja *espantosamente* incompetente). Obrigado à minha família — tanto a de sangue quanto a da igreja — pelo amor demonstrado ao longo destes 31 anos. Obrigado aos meus amigos, pela companhia ao longo de tantos anos. Obrigado aos meus colegas de trabalho — de tantos empregos diferentes — pelo otimismo e pelo profissionalismo. Obrigado aos meus alunos, pelo entusiasmo e pelo amor ao aprendizado. Obrigado aos muitos conhecidos que fiz — tanto pessoalmente quanto online — pelas interações breves e pelos relacionamentos duradouros; obrigado por suas perspectivas e por servirem de inspiração. Obrigado a todos por tudo. Atenciosamente, Cole “coldForce” “Assassino Federal Amigável” Allen PS: Ok, agora que já falei demais, o que diabos o Serviço Secreto está fazendo? Desculpem, vou desabafar um pouco e deixar a formalidade de lado. Eu esperava câmeras de segurança em cada esquina, quartos de hotel grampeados, agentes armados a cada três metros, detectores de metal aos montes. O que eu encontrei (quem sabe, talvez estejam me pregando uma peça!) foi nada. Nenhuma segurança. Nem no transporte. Nem no hotel. Nem no evento. A única coisa que notei imediatamente ao entrar no hotel foi a arrogância. Entrei com várias armas e ninguém sequer considerou a possibilidade de eu representar uma ameaça. A segurança no evento estava toda do lado de fora, focada nos manifestantes e nos recém-chegados, porque aparentemente ninguém pensou no que aconteceria se alguém fizesse o check-in um dia antes. Esse nível de incompetência é insano, e eu sinceramente espero que seja corrigido até que este país tenha uma liderança realmente competente de volta. Tipo, se eu fosse um agente iraniano, em vez de um cidadão americano, eu poderia ter trazido uma arma de fogo aqui e ninguém teria notado nada. É realmente insano. Ah, e se alguém estiver curioso para saber como é fazer algo assim: é horrível. Dá vontade de vomitar; dá vontade de chorar por todas as coisas que eu queria fazer e nunca farei, por todas as pessoas cuja confiança isso traiu; eu sinto raiva só de pensar em tudo o que este governo fez. Não recomendo! Fiquem na escola, crianças.
- Suspeito de tiroteio durante jantar de Trump com imprensa escreveu manifesto
Imagem de Allen logo após ser capurado pelos agentes federais WASHINGTON - O suspeito de atirar contra autoridades durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no sábado à noite, enviou um manifesto aos familiares que avisaram a polícia. Cole Tomas Allen foi preso logo após os primeiros tiros sem conseguir entrar no salão de baile do hotel onde estava o presidente Donald Trump em Washington DC. Allen, que é de Torrance, da Califórnia, se autodenominava "Assassino Federal Amigável", disse um policial que teve acesso ao documento. "Oferecer a outra face quando *alguém* é oprimido não é comportamento cristão; é cumplicidade nos crimes do opressor". Os alvos listados no manifesto incluíam funcionários do governo - embora não o diretor da Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI), Kash Patel - priorizados do nível mais alto para o mais baixo, relatou a fonte. O manifesto zombava da falta de segurança "insana" no Washington Hilton, onde o jantar foi realizado. "Tipo, a primeira coisa que notei ao entrar no hotel foi a sensação de arrogância", escreveu o autor do manifesto, segundo relatos. "Entrei com várias armas e ninguém ali sequer considerou a possibilidade de eu representar uma ameaça." Segundo o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, o suspeito viajou de trem de Los Angeles para Chicago e depois para Washington. Em entrevista ao "Meet the Press" da NBC, Blanche diz que Trump e membros importantes de sua administração eram os alvos prováveis. Autoridades informaram que o homem de 31 anos disparou uma espingarda contra um agente do Serviço Secreto em um posto de segurança no hotel Washington Hilton antes de ser imobilizado e preso. Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e outros membros do gabinete foram retirados às pressas do jantar enquanto o incidente acontecia. O agente do Serviço Secreto que foi baleado escapou de ferimentos graves porque a bala atingiu seu colete à prova de balas, confirmaram as autoridades. Trump, que já havia boicotado o evento de gala para a mídia no passado, solicitou que o jantar fosse remarcado em até 30 dias, acrescentando: "Esse seria um evento importante". O suspeito vai à Corte nesta segunda-feira, 27, onde será acusado por agressão a um agente federal, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio contra um agente federal. Outras acusações federais serão apresentadas posteriormente. SUSPEITO PLANEJAVA "FAZER ALGO" Um funcionário da Casa Branca disse que os agentes que entrevistaram a irmã de Allen foram informados de que ele tinha tendência a fazer declarações radicais, havia participado de um protesto No Kings (Sem Reis)e mencionou um plano para fazer "algo" para resolver os problemas do mundo atual. Allen havia comprado duas pistolas e uma espingarda e as guardado na casa de seus pais, de acordo com as primeiras apurações. Agentes de segurança em trajes de combate invadiram o palco apontando rifles para o salão de baile enquanto Trump, sua esposa Melania e o vice-presidente JD Vance eram evacuados. Os membros do gabinete que estavam sentados em mesas espalhadas pelo vasto salão foram escoltados para fora por suas equipes de segurança, um a um. O local do jantar foi palco de uma tentativa de assassinato contra o presidente Ronald Reagan, que foi baleado e ferido por um aspirante a assassino em frente ao hotel em 1981. ** Com Reuters **
- Trump 'aprova' renomear agentes do ICE de NICE
WASHINGTON - Em uma publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unido, Donald Trump, 'aprovou' a ideia de chamar os agentes do ICE, o serviço de imigração dos EUA, de NICE, algo como 'legal' em uma tradução livre. Concordando com uma usuária, Trump disse 'ótima ideia! Faça isso'. A usuária escreveu que a mudança serviria 'para que a mídia tenha que dizer agentes NICE o dia todo, todos os dias'. uma publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unido, Donald Trump, 'aprovou' a ideia de chamar os agentes do ICE, o serviço de imigração dos EUA, de NICE, algo como 'legal' em uma tradução livre. Concordando com uma usuária, Trump disse 'ótima ideia! Faça isso'. A usuária escreveu que a mudança serviria 'para que a mídia tenha que dizer agentes NICE o dia todo, todos os dias'.
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