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  • Cortes de Trump atingem bancos de alimentos e colocam em risco de fome americanos de baixa renda

    Bancos de alimentos foram afetados com cortes de gastos públicos (Foto: Ilustração) WASHINGTON - Os bancos de alimentos dos Estados Unidos, já pressionados pelo aumento da demanda, dizem que terão que diminuir a distribuição por causa de cortes de pelo menos US$ 1 bilhão e pausas no financiamento federal pelo governo Trump, de acordo com entrevistas da Reuters com organizações em sete Estados. A fome nos EUA aumentou nos últimos anos com a alta da inflação e o fim dos programas da era da pandemia que expandiram a ajuda alimentar. Em contrapartida, o presidente Donald Trump prometeu reduzir a inflação cortando os gastos do governo, incluindo dois programas do Departamento de Agricultura (USDA) que ajudaram escolas e bancos de alimentos a comprar produtos de fazendas locais. A Reuters conversou com bancos de alimentos em sete Estados que disseram que as últimas ações da administração republicana significam que eles preveem oferecer menos produtos, carnes e outros alimentos básicos nas próximas semanas e meses para pessoas que dependem de suprimentos gratuitos. Um dos motivos é o menor número de envios esperados do Programa de Assistência Alimentar de Emergência, um dos principais programas de nutrição do USDA que compra alimentos dos agricultores e abastece as organizações. Vince Hall, diretor de relações governamentais da Feeding America, a maior rede de bancos de alimentos do país, disse que o USDA está analisando o Tefap e suspendeu metade dos recursos - US$500 milhões - provenientes da Commodity Credit Corporation, que geralmente dá ao departamento um amplo conjunto de recursos discricionários para vários programas. Um porta-voz do USDA disse à Reuters que a agência ainda está fazendo compras para apoiar os bancos de alimentos, mas não respondeu a perguntas detalhadas sobre os gastos e porque as entregas foram reduzidas. Chad Morrison, diretor do Mountaineer Food Bank, na Virgínia Ocidental, disse que viu em uma previsão semanal do Estado que cerca de 40% das entregas de produtos como queijo, ovos e leite do Tefap previstas para abril serão canceladas. Isso reduzirá a quantidade de alimentos fornecidos por sua rede de 450 despensas de alimentos e outros programas de alimentação, disse Morrison. Os bancos de alimentos estão lidando com uma demanda sem precedentes uma vez que as taxas de fome nos EUA aumentam após anos de declínio. Em 2023, 13,5% dos norte-americanos lutaram em algum momento para garantir alimentos suficientes, o índice mais alta em quase uma década, de acordo com os dados mais recentes do USDA. Na zona rural do país, a taxa de fome é ainda maior, de 15,4%. Anna Pesek, agricultora do Condado de Delaware, Iowa, disse que cerca de 20% das vendas de sua fazenda Over the Moon no ano passado foram provenientes do LFPA, que enviou seus perus e carne suína para bancos de alimentos em todo o Estado. O financiamento para esse programa também foi cortado. Ela projeta que seus produtos não chegarão mais às despensas sem o financiamento da agência. "É uma sensação realmente devastadora", disse ela. ** Reuters **

  • Brasileiros são presos por venda ilegal de remédios em Framingham

    Durante as buscas, autoridades encontraram 450 comprimidos de morfina (Foto: Divulgação DOJ) BOSTON - Quatro brasileiros foram presos em Framingham, Massachusetts, nesta segunda-feira, 10, acusados de importar substâncias controladas e medicamentos falsificados do Brasil e distribuí-los nos Estados Unidos em um esquema que rendeu milhões de dólares. Douglas Reis de Souza, 40, Dekny Marcos de Carvalho Reis, 33, Dekmara de Carvalho Reis, 34, e Wandiscleia Ferreira de Souza Guimarães, 41, permanecem detidos até uma audiência marcada para quinta-feira, 13. “Por anos, esses réus supostamente exploraram a confiança de uma comunidade para vender medicamentos prescritos no mercado negro sob o pretexto da legitimidade. Eles entraram em nosso país ilegalmente e colocaram a saúde e a segurança de inúmeros indivíduos em perigo, tudo por lucro”, disse a procuradora dos Estados Unidos, Leah B. Foley. Remédios tarja preta eram comercializados desde 2023 (Foto: DOJ) “Se você ou alguém que você conhece foi impactado por esse esquema, pedimos que se apresente e denuncie às autoridades policiais. Nosso escritório e nossos parceiros não permitirão que criminosos imprudentes e exploradores operem nas sombras", acrescentou. De acordo com o processo, Reis de Souza se apresentava como farmacêutico da empresa "Droga Reis", traduzida equivocadamente como "Rei das Drogas" nos autos da Corte. No cartão de visita ele alegava estar na profissão há 22 anos e listava os tipos de remédios disponíveis, entre eles medicamentos para adultos e crianças, pílulas e injeções contraceptivas, coqueteis de drogas injetáveis para tratar de dores musculares e traumas ortopédicos. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na manhã de segunda-feira no apartamento usado como consultório, os agentes encontraram "uma sala de exame, seringas usadas, assim como grandes quantidades de substâncias controladas e medicamentos não controlados, prescritos e/ou com marca enganosa," destaca o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) em comunicado. Carvalho Reis, Dekmara de Carvalho Reis e Wandiscleia Ferreira de Souza Guimaraes eram funcionários e trabalhavam no processamento, preenchimento e entrega das substâncias controladas e outros medicamentos prescritos vendidos por Reis de Souza. Segundo o processo, pelo menos 24 pacotes enviados do Brasil para Reis de Souza foram apreendidos durante a investigação que começou em outubro de 2023 – todos continham substâncias controladas - faixa preta - importadas ilegalmente. No total apurado durante a investigação, o esquema distribuiu 154 comprimidos de codeína, 60 comprimidos de tramadol, 280 comprimidos de clonazepam, e 450 comprimidos de morfina por meio de compras controladas ou pelo correio. O crime de conspiração de posse e distribuição de substância controlada pode resultar em 20 anos de prisão e o resto da vida em liberdade condicional, além de multa de até US$ 1 milhão. O comunicado informa que os réus podem ser deportados após cumprir a pena. SERVIÇO: Pessoas que foram prejudicadas pelo esquema devem entrar em contato com o DOJ pelo USAMA.VictimAssistance@usdoj.gov . É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • EUA trataram nazistas melhor do que venezuelanos deportados, diz juíza

    Juíza criticou tempo hábil para imigrantes se defenderem das acusações WASHINGTON - Uma juíza de um tribunal de apelação nos Estados Unidos disse nesta segunda-feira, 24, que nazistas tiveram mais direitos em seus processos de deportação do território americano durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) do que migrantes venezuelanos expulsos no governo de Donald Trump. Em audiência polêmica, a magistrada Patricia Millett questionou o advogado que representava o governo, Drew Ensign, sobre os efeitos de uma lei do século 18, invocada por Trump, para determinar expulsões em massa. Ela criticou o tempo hábil que os migrantes tiveram para se defender da acusação, usada como pretexto para as deportações, de que integram o Tren de Aragua, grupo criminoso originado na Venezuela. A imagem mostra um grupo de pessoas com camisetas brancas e calças curtas, dispostas em uma formação que se assemelha a letras ou números. As pessoas estão sentadas no chão, com a maioria de cabeça baixa, e a imagem é capturada de uma perspectiva aérea. O ambiente parece ser um espaço amplo, possivelmente um ginásio ou uma quadra. Mais de 200 migrantes venezuelanos foram expulsos no último dia 15 sob a lei invocada por Trump. Eles foram enviados para El Salvador, cujo presidente, Nayib Bukele, é aliado de primeira hora do republicano. A lei em questão é chamada Lei dos Inimigos Estrangeiros (Alien Enemies Act, em inglês). Criada em 1798, permite que as autoridades detenham e deportem imigrantes em períodos de guerra contra outras nações —Trump afirma que seu país está em conflito com facções estrangeiras que teriam invadido os EUA. Em vídeo publicado por Bukele nas redes sociais, os deportados aparecem algemados e são forçados a se ajoelhar e dizer os seus nomes aos agentes penitenciários. Depois, eles têm a cabeça raspada. As imagens também mostram os presos sendo conduzidos de maneira brusca às suas celas vestindo shorts, camisetas e meias brancas. "Os nazistas tiveram um tratamento melhor sob a Lei de Inimigos Estrangeiros do que o que aconteceu aqui", disse a juíza Millett ao comentar as deportações dos venezuelanos. Ensign respondeu de bate e pronto: "Nós certamente contestamos a analogia com os nazistas." Ao invocar a lei do século 18, Trump acelerou os processos de deportação e ainda desafiou a Justiça —as expulsões ocorreram a despeito de a ordem ter sido bloqueada de forma temporária por um juiz. Em audiência na semana passada, advogados do republicano disseram que o avião já estava no ar e, por isso, não poderia ser redirecionado de volta aos EUA. O argumento chegou a ser ironizado por Bukele nas redes: "Ooops... tarde demais", escreveu ele após a chegada da aeronave que transportou os migrantes. Até 2025, a Lei dos Inimigos Estrangeiros só tinha sido acionada em três ocasiões: a guerra Anglo-Americana (1812-1815), a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, a norma foi usada para enviar descendentes de japoneses, alemães e italianos para campos de detenção nos EUA. Nos últimos dias, o governo Trump entrou com um recurso na Justiça contra a ordem de bloqueio à medida. Patricia Millett, nomeada pelo ex-presidente democrata Barack Obama, é um dos três magistrados que analisam a questão. O juiz Justin Walker, que foi nomeado por Trump durante seu primeiro mandato como presidente, pareceu apoiar mais os argumentos do governo. A terceira juíza do painel, Karen Henderson, foi nomeada pelo presidente republicano George W. Bush. O tribunal não informou quando vai tomar uma decisão. Em relatório que justificou a ordem de bloqueio, o juiz federal James Boasberg disse que os migrantes precisam ter a chance de contestar a acusação do governo de que pertencem à gangue Tren de Aragua. Familiares de muitos dos deportados negam qualquer vínculo de seus entes com a facção criminosa. ** Com Reuters **

  • IRS pode compartilhar dados dos contribuintes com o ICE

    WASHINGTON - A Receita Federal dos Estados Unidos (IRS) está prestes a fechar um acordo para compartilhar informações dos contribuintes com o ICE e, assim, cumprir a promessa de deportação em massa do presidente Donald Trump. A iniciativa já está sendo questionada em Corte. De acordo com fontes familiarizadas com as negociações, apenas a secretária do Departamento de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, e o diretor interino do ICE, Todd Lyons, poderiam submeter o nome, o endereço e a data da ordem de remoção do contribuinte a ser investigado. Ao IRS cabe confirmar os dados. Mesmo assim, críticos afirmam que a medida contraria a Seção 6103 do Código do IRS que afirma que as informações dos contribuintes são confidenciais "exceções como a parceria com agências policiais" para investigação e processo de leis criminais não tributárias" após a aprovação de um tribunal. Até agora, pelo menos dois grupos de direitos dos imigrantes em Chicago processaram o Departamento do Tesouro e o IRS no início deste mês para impedir a nova prática. Os grupos alegaram que a lei federal "proíbe" o IRS de fornecer esses dados às autoridades de imigração, porque o ICE e o DHS não estão listados como exceções às regras de confidencialidade no código tributário. Se entrar em vigor, a medida do governo coloca em xeque uma fonte expressiva de financiamento público. De acordo com o Instituto de Imposto e Política Econômica, os contribuintes sem status imigratório regular no país pagaram US$ 96,7 bilhões em impostos federal, estadual e local em 2022. Já o relatório de 2024 destaca que "para cada 1 milhão de imigrantes indocumentados, os serviços públicos recebem US$ 8,9 bilhões em receita tributária adicional”. Mais de um terço dos impostos pagos por esse grupo de migrantes vão para setores dedicados ao financiamento de programas aos quais esses trabalhadores nem conseguem acessar. O IRS e o ICE não responderam ao pedido de comentário da Manchete USA . É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Polícia recupera joias que suspeito engoliu ao ser preso na Flórida

    Ladrão expeliu joias quase um mês depois do roubo (Foto: Divulgação/ Polícia de Orlando) ORLANDO - A Polícia de Orlando, na Flórida, recuperou as joias estimadas em US$ 700 mil após o ladrão expelir as peças quase um mês após o roubo na Tiffany & Co no Millenia Mall. Jaythan Gilder, de 32 anos, engoliu quatro pares de brincos de diamantes antes de ser preso no dia 26 de fevereiro. As joias foram levadas à joalheria de luxo na sexta-feira, 21, onde o perito fez a limpeza e a inspeção para confirmar o número de série. Gilder foi transferiado do hospital para a cadeia no Condado de Orange, onde vai permanecer enquanto responde por roubo com uso de máscara, furto agravado e crime de primeiro grau que pode ter até 30 anos de prisão. A pena pode ser ainda maior caso Gilder também seja condenado por um roubo semelhante em uma Tiffany & Co. no Texas, em 2022. Ele também tem 48 mandados de prisão no Colorado. Crime Em Orlando, Gilder disse a funcionários da famosa joalheira Tiffany & Co que era representante de um "atleta profissional" de basquete do Orlando Magic e que, em nome dele, gostaria de ver peças de alto valor. O detetive da polícia de Orlando Aaron Goss detalhou, no mandado de prisão, que o homem chegou a ser levado para uma sala VIP, na qual teve acesso a brincos e anéis de diamantes. Leia também: Ladrão engole joias de US$ 700 mil ao ser cercado pela polícia As autoridades destacaram que Gilder viu um par de brincos de diamante de 4,86 ​​quilates no valor de US$ 160 mil, um par de brincos de diamante de 8,19 quilates no valor de US$ 609 mil e um anel de diamante de 5,61 quilates, no valor de US$ 587 mil. O documento entregue ao tribunal local aponta que o acusado "agarrou as três joias e lutou com os funcionários" enquanto tentava fugir da loja. Na disputa, o suspeito deixou cair o anel. Gilder questionou se seria preso mesmo sem as joias (Foto: Divulgação Polícia de Orlando) As peças levadas pelo suspeito foram estimadas em US$ 769 mil. As câmeras de segurança do complexo comercial em que fica a unidade da Tiffany's, no Millenia Mall, flagraram o momento em que ele fugiu num Mitsubishi Outlander azul alugado. Os investigadores rastrearam o veículo, pertencente a uma locadora de Houston, e conseguiram interceptar o motorista fugitivo na Interestadual 10 em Tallahassee, na "rota mais rápida" de volta ao Texas. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Contrabando de ovos supera o de drogas em fronteira com México

    Contrabando de ovos subiu 58% na fronteira entre Tijuana e San Diego (Foto: Ilustração) SAN DIEGO - O contrabando de ovos já é maior que o de drogas em uma das fronteiras entre o México e os Estados Unidos. Segundo dados oficiais, o comércio ilegal de ovos de Tijuana para San Diego, na Califórnia, aumentou 58% desde outubro. Naquele mês, policiais dessa fronteira específica fizeram 350 apreensões da droga e mais de 3,7 mil de produtos relacionados a aves. Isso significa que o volume de ovos apreendidos superou dez vezes ao de fentanil, um opioide produzido no México. O motivo é a alta nos preços e a escassez de ovos nos EUA devido à gripe aviária. O vírus H5N1 dizimou quase 123 milhões de galinhas, perus e outras aves em 49 estados dos EUA desde o início dos surtos em 2022. As aves são abatidas para impedir o aumento da contaminação, o que resulta na diminuição da produção de ovos e no aumento dos preços para supermercados e consumidores. Só em dezembro do ano passado, cerca de 13 milhões de aves morreram devido à doença, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). Com isso, o preço do ovo no mercado americano mais do que dobrou em um ano. Mas, no caso do contrabando, as autoridades americanas alertam que o barato pode sair mais caro já que a multa por entrar ilegalmente com ovos ou aves no país pode chegar a US$ 10 mil. Outra questão é o risco de contaminação, uma vez que esses produtos não passam por inspeções sanitárias. ** Com Agências **

  • Trump assina ordem executiva que desmantela Departamento de Educação dos EUA

    Trump defende que os Estados têm mais competência para administração da Eduação WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 20, uma ordem executiva que desmantela o Departamento de Educação. O republicano afirmou que "os custos educacionais serão menores dessa maneira e a qualidade da educação será muito, muito melhor". "Os EUA gastam muito mais dinheiro por pessoa com educação do que qualquer outro país do mundo", destacou "Vamos devolver a educação americana aos estados americanos." Trump garantiu que as funções "úteis" do Departamento serão preservadas e redistribuídas para outras pastas do governo federal. "Por exemplo, os fundos para alunos com necessidades especiais serão mantidos e transferidos", explicou. Em uma fala direcionada à secretária de Educação, Linda McMahon, Trump declarou: "Encontraremos o que fazer com você." O presidente ainda anunciou a assinatura de uma ação para intensificar a exploração de minerais críticos nos EUA e reforçou sua intenção de firmar um acordo de exploração mineral com a Ucrânia em breve. "Estamos indo muito bem com a Rússia e a Ucrânia", acrescentou. O Departamento de Educação dos EUA gastou mais de US$ 3 trilhões "sem praticamente nada a mostrar por isso" desde 1979, de acordo com um comunicado divulgado pela Casa Branca mais cedo. "Apesar dos gastos por aluno terem aumentado mais de 245% nesse período, não houve praticamente nenhuma melhoria mensurável no desempenho dos estudantes", afirma o texto. O governo ainda destacou que sete em cada dez alunos de quarta e oitava séries não são proficientes em leitura, e os estudantes dos EUA ocupam a 28ª posição entre 37 países membros da OCDE em matemática. "Em vez de manter o status quo que está falhando com os estudantes americanos, o ousado plano do governo Trump devolverá a educação ao lugar onde ela pertence - aos estados individuais, que estão melhor posicionados para administrar programas e serviços eficazes que atendam às suas populações e necessidades únicas", reforça a Casa Branca. ** Com AE **

  • Juiz considera resposta de Trump sobre deportações de venezuelanos "insuficiente"

    Juiz questiona argumento de que trata-se de assunto de segurança nacional (Foto: Ilustração) WASHINGTON - Um juiz federal afirmou nesta quinta-feira, 20, que a resposta do governo Trump a uma solicitação por detalhes sobre o horário dos voos de deportação de centenas venezuelanos foi "lamentavelmente insuficiente" e acusou as autoridades de fugir de suas responsabilidades. O juiz distrital dos Estados Unidos, James Boasberg, sediado em Washington, avalia se autoridades violaram sua ordem de 15 de março destinada a bloquear temporariamente as expulsões centenas de imigrantes, a maioria venezuelanos, para El Salvador. Em uma nova determinação, o magistrado exige que os funcionários do Departamento de Justiça expliquem até a próxima terça-feira por que a falha da administração Trump em trazer os migrantes deportados de volta aos EUA não violou sua ordem. O juiz afirma que o governo "fugiu de suas responsabilidades" nas respostas apresentadas nesta quinta-feira às perguntas sobre o momento dos voos. A administração Trump nega. Segundo Boasberg, até agora apenas um funcionário do ICE disse que secretários de gabinete não especificados ainda estavam decidindo se invocariam o privilégio de segredos de Estado e que as 24 horas dadas pelo juiz havia para o governo responder não eram suficientes no caso de uma questão de segurança nacional. "Isso é lamentavelmente insuficiente", escreveu o juiz. Leia também: Famílias de migrantes buscam respostas após deportação dos EUA para El Salvador O pronunciamento de Boasberg aumenta a disputa Judiciário com o Executivo, o que levanta preocupações entre críticos de Trump e alguns especialistas jurídicos sobre uma crise constitucional potencialmente iminente caso o governo desafie decisões judiciais. Anteriormente o juiz expressou ceticismo de que a doutrina de segredos nacionais — que protege informações confidenciais de segurança nacional de serem divulgadas em litígios civis — fosse aplicável, dado que o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, publicou detalhes dos voos de deportação nas mídias sociais. ** Com Reuters **

  • Governo Trump prende mais um estudante estrangeiro por suposta 'ameaça aos interesses dos EUA'

    Universidades temem esvaziamento das salas de aula (Foto: Ilustração) WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos prendeu na segunda-feira, 17, um cidadão indiano que estava estudando e trabalhando na Universidade de Georgetown, em Washington. O Secretário de Estado, Marco Rubio, considerou Badar Khan Suri "deportável" por violar os termos de seu visto de estudante. A porta-voz do DHS, Tricia McLaughlin, foi além e afirmou que ele tinha “conexões próximas com um terrorista do Hamas". Suri estaria “espalhando propaganda do Hamas e promovendo antissemitismo nas redes sociais”. McLaughlin, no entanto, não apresentou nenhuma evidência para sustentar essa alegação. Suri, por sua vez, negou todas as acusações feitas na declaração de McLaughlin. O advogado, em reposta às declarações da porta-voz, disse que as acusações contra Suri foram “aparentemente baseadas em quem era seu sogro”. No fim da tarde, a juíza Patricia Tolliver Giles, do Tribunal do Distrito Leste da Virgínia, ordenou que Suri "não seja expulso dos Estados Unidos, a menos que o tribunal emita uma ordem em contrário". Segundo o advogado Hassan Ahmada, o cliente foi preso em sua casa em Rosslyn, na Virgínia, e garante que o indiano não tem antecedentes criminais e não foi acusado de nenhum crime. "Ele estava aguardando sua audiência no tribunal de imigração em Alexandria, na Louisiana", acrescentou Ahmad. O DHS informou que Suri foi detido com base em uma cláusula raramente utilizada da Lei de Imigração e Nacionalidade. A medida permite que o Secretário de Estado inicie processos de deportação contra qualquer imigrante cuja presença nos Estados Unidos ele considere uma "ameaça aos interesses da política externa do país". O recurso também está sendo usado para tentar deportar Mahmoud Khalil, um palestino que é residente permanente, após ele despontar nos protestos pró Palestina na Universidade de Columbia, onde estuda. No início do mês, Trump declarou que o caso de Khalil foi o primeiro de “muitos que virão”. ** Com informações do NEW YORK TIMES **

  • Senado aprova projeto que isenta visto para EUA, Japão, Austrália e Canadá

    Isenção de visto para o Brasil está em vigor desde 2019 BRASÍLIA - O Senado brasileiro aprovou nesta quarta-feira, 19, a suspensão da necessidade de vistos para cidadãos de Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão visitarem o Brasil, a menos de um mês do prazo para exigência voltar a valer. A proposta foi aprovada em votação simbólica e apenas se manifestaram contra os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP), líderes do governo na Casa. O texto segue para tramitação na Câmara dos Deputados. Para o Ministério das Relações Exteriores, a medida deveria ter reciprocidade desses países, mas eles continuaram a cobrar visto dos brasileiros que querem visitá-los. Dos países listados, apenas o Japão tem regra diferente. Desde 30 de setembro, os brasileiros podem entrar naquele sem visto para visitas de até 90 dias. A isenção vale também para os japoneses entrarem no Brasil por igual período. A norma, decorrente de acordo firmado pelos governos, vale a princípio por três anos, ou seja, até 30 de setembro de 2026. A discussão acontece às vesperas da cobrança de autorização voltar a valer a partir de 10 de abril de 2025. A isenção implementada em 2019 durante governo de Jair Bolsonaro.

  • Brasileiros ligados ao PCC são presos em ação contra tráfico de armas em Massachusetts

    Comunicado do DOJ enfatiza status ilegal dos presos (Foto: Ilustração) BOSTON - Uma investigação sobre venda ilegal de armas de fogo em Massachusetts culminou com a prisão de 18 brasileiros, divulgou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 19. Os primeiros relatórios mencionados apontam os detidos como membros de uma organização criminosa paulista. Segundo o processo, parte do tráfico de armas está ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) com raízes em São Paulo e que se tornou uma das maiores e mais perigosas organizações criminosas da América Latina. Outros suspeitos fariam parte de gangues menores identificadas como “Tropa de Sete” e “Trem Bala”. Entre o material apreendido, as autoridades contabilizam "cerca de 110 armas de fogo, grande quantidade de fentanil e munição". A investigação - que começou em 2024 - aponta que armas de fogo, rifles, incluindo os de cano curto e espingardas, entre outros armamentos, foram traficados principalmente da Flórida e da Carolina do Sul para Massachusetts. Em comunicado, a procuradora-geral dos EUA, Leah Foley, enfatiza que a maioria dos presos está sem status legal no país. A nota lista 12 imigrantes indocumentados envolvidos no crime, 11 deles acusados de venda de armas sem licença. 1. Guilherme Fernandes Tavares, 31, residente de Marlborough. 2. Lucas Henrique Moreira De Paiva, 22, transitava entre Malden, Weymouth e Chelsea. 3. Victor Eduardo Santos De Souza, 21, transitava entre Framingham e Revere. 4. Rafaell Martins Ferreira, 27, morador de Boston. 5. Riquelme Henrique De Aguilar Ferreira, 21, transitava entre Framingham e Revere. 6. Floriano De Souza, 50, residente de Yarmouth. 7. Israel Yurisson Dos Santos, 24, morador de Marlborough. 8 Vanderson Rocha Oliveira, 31, de Boston. 9. Joao Vitor Dos Santos Goncalves Pimenta, 20, residente de Malden. 10. Marcos Paulo Silva, 24, morador de Boston. 11. Gideoni De Oliveira Moutinho, 32, transitava entre Malden, Weymouth e Chelsea. Já Kessi Jhonny Firmino Sales, 23, de West Yarmouth, foi acusado de posse ilegal de arma, ação proibida por um estrangeiro indocumentado. Outros brasileiros também respondem por venda de armas sem licença, mas não são listados como ilegais: Lucas Ferreira da Silva, 27, de Malden; Alason Ferreira Peixoto, 22, de West Yarmouth; Lucas Nascimento Silva, 27, de West Yarmouth; e Patrick Rodrigues de Oliveira, 34, de Framingham. Talles Provette de Faria, 34, com endereços em Barnstable e Plymouth, acumula também a acusação de distribuição de fentanil. Enquanto João Victor Da Silva Soares, 21, de Everett, soma o crime de conspiração. A prisão dos brasileiros ilegais foi usada para reforçar as operações do ICE. “Eles não eram apenas supostamente membros ou associados de organizações criminosas transnacionais perigosas, mas também são suspeitos de estar envolvidos no tráfico de quantidades significativas de armas de fogo ilegais, munição e fentanil", destacou a diretora da agência em Boston, Patricia H. Hyde. "O ICE Boston continuará a priorizar a segurança pública, prendendo e removendo infratores estrangeiros ilegais dos bairros da Nova Inglaterra", acrescentou. Se condenados por envolvimento na venda de armas de fogo sem licença e conspiração, os acusados podem pegar individualmente até cinco anos de prisão, três anos de liberdade supervisionada e multa de até US$ 250 mil. A acusação de posse de arma de fogo por um estrangeiro ilegal prevê a sentença de até 15 anos de prisão, três anos de liberdade supervisionada e multa de até US$ 250 mil. A defesa dos brasileiros não foi localizada para comentar o caso. Não é a primeira vez Em 2019, um grupo de 14 de brasileiros foi preso acusado de integrar o Primeiro Comando de Massachusetts (PCM), que seria um braço do PCC, responsável por comandar presídios e o tráfico de drogas em vários estados brasileiros. Na época, os suspeitos responderam por diversos crimes violentos: sequestro, roubo à mão armada, venda ilegal de armas e tráfico de drogas. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump sugere Fed cortar os juros enquanto tarifas “transitam” para a economia

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira , 20, que seria melhor para o Federal Reserve reduzir os juros “à medida que as tarifas dos EUA começarem a fazer a transitar para a economia”, no dia em que o banco central manteve a taxa básica. O comentário foi feito em um post na plataforma de Trump, a Truth Social. As políticas iniciais do governo Trump, incluindo tarifas de importação, parecem ter inclinado a economia dos EUA para um crescimento mais lento e, pelo menos temporariamente, para uma inflação mais alta, disse mais cedo o chair do Federal Reserve, Jerome Powell. ** Reuters **

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