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  • Mais de 80 milhões devem viajar durante o Thanksgiving nos EUA

    WASHINGTON - Contrariando as expectativas , o número de viajantes no feriado de Thanksgiving deve quebrar um novo recorde nos Estados Unidos. A Associação Americana de Automóveis (AAA) estima que 81,8 milhões pessoas vão viajar nos próximos dias, 1,6 milhão a mais do que em 2024. A previsão pessimista anterior, por conta do alto custo de vida e da paralisação do governo por mais de 30 dias, também cai por terra com passagens aéreas com destinos domésticos 4% mais baratas que o ano anterior. Durante o recesso, 6 mil passageiros devem transitar pelos aeroportos do país Segundo a AAA, os destinos mais procurados são Orlando, Fort Lauderdale e Tampa, na Flórida, além de Los Angeles, na Califórnia. As viagens internacionais se concentram para a Europa e para as ilhas caribenhas. Tráfego Intenso Os horários de menor movimento nas estradas devem ser antes das 10 horas nos próximos dois dias ou na quinta-feira (27), Dia de Ação de Graças. A volta também vai ser mais tranquila de manhã entre sexta-feira e domingo ou depois das 20 horas na segunda-feira. **Com informações da AAA**

  • Economistas preveem crescimento mais forte nos EUA e inflação persistente em 2026

    WASHINGTON - O crescimento econômico dos Estados Unidos aumentará ligeiramente no próximo ano, mas os ganhos de emprego permanecerão lentos e o Federal Reserve diminuirá o ritmo dos cortes na taxa de juros, disseram os economistas entrevistados pela Associação Nacional para Economia Empresarial na pesquisa de previsão de fim de ano do grupo. A pesquisa com 42 analistas profissionais, realizada de 3 a 11 de novembro, revelou que a perspectiva mediana é de um crescimento de 2%, acima da taxa de 1,8% da pesquisa anterior de outubro e em contraste com uma taxa de crescimento de apenas 1,3% projetada em junho. O aumento dos gastos pessoais e do investimento empresarial são vistos como motores de um crescimento mais alto, compensado pelo que o painel, em um quase consenso, disse que seria um obstáculo ao crescimento de 0,25 ponto percentual ou mais devido aos novos impostos de importação do governo Trump. "Os entrevistados citam os 'impactos tarifários' como o maior risco negativo para as perspectivas econômicas dos EUA, considerando tanto a probabilidade de ocorrência quanto o impacto potencial", informou a pesquisa. A aplicação mais rígida da lei de imigração também foi vista como um fator que diminui o crescimento, com a produtividade mais forte sendo vista como o fator mais provável para impulsionar o crescimento acima do esperado. Para a inflação, a expectativa é de que termine o ano em 2,9%, um pouco abaixo dos 3% previstos na pesquisa de outubro, e que caia apenas ligeiramente para 2,6% no ano seguinte, com as tarifas sendo consideradas responsáveis por algo entre 0,25 percentual e quase 0,75 ponto desse valor. O crescimento do emprego é visto como modesto pelos padrões históricos, em torno de 64 mil por mês, mais rápido do que o esperado para o final deste ano. A taxa de desemprego deve subir para 4,5% no início de 2026 e permanecer nesse patamar até o final do ano. Com uma inflação persistente e apenas um ligeiro aumento adicional no desemprego, a perspectiva é de que o Fed aprove um corte de 0,25 ponto na taxa de juros em dezembro, mas depois reduza os custos dos empréstimos em apenas mais 0,5 ponto no próximo ano, aproximando-se do que é considerado uma taxa neutra para a política monetária. **Com Reuters**

  • Novas regras dos EUA afirmam que países com políticas de inclusão podem infringir direitos humanos

    WASHINGTON - Os Estados Unidos vão considerar a aplicação de políticas de ação afirmativa e subsídios estatais para o aborto como infrações ao compilar o relatório anual de direitos humanos do Departamento de Estado. Sob o governo Trump, a questão dos direitos humanos foi redirecionada para se adequar às suas prioridades em favor de negociações econômicas e de uma agenda que ele considera atraente para sua base "Maga" (Make America Great Again). Uma autoridade sênior do Departamento de Estado disse que as novas instruções sobre o relatório determinam que elas incluam "infrações aos direitos humanos em países estrangeiros", incluindo prisões ou investigações oficiais sobre discursos, bem como o subsídio estatal de abortos ou medicamentos abortivos e o número total estimado de abortos anuais. As autoridades também são obrigadas a observar a aplicação de políticas de diversidade, equidade e inclusão que "'oferecem tratamento preferencial' a trabalhadores com base em raça, sexo ou casta". "Nos últimos anos, novas ideologias destrutivas têm dado abrigo seguro a violações dos direitos humanos. O governo Trump não permitirá que essas violações dos direitos humanos, como a mutilação de crianças, leis que infringem a liberdade de expressão e práticas empregatícias racialmente discriminatórias, não sejam controladas", disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Tommy Pigott. Durante décadas, o Relatório de Direitos Humanos do Departamento de Estado, exigido pelo Congresso, tem sido usado como um modelo de referência para a defesa dos direitos globais. A mudança nas diretrizes ocorre depois que o governo, este ano, reduziu o relatório, amenizando drasticamente as críticas a alguns países que têm sido fortes parceiros do presidente republicano. Em vez disso, disparou um alarme sobre a erosão da liberdade de expressão na Europa e aumentou as críticas ao Brasil e à África do Sul, com os quais Washington entrou em conflito em uma série de questões. **Com Reuters**

  • Brasileiro acusado de deixar a cena de um acidente fatal alega inocência e é liberado sob fiança

    FRAMINGHAM - O brasileiro Paulo Castro, de 69 anos, acusado de deixar a cena de um acidente com vítima fatal, foi solto nesta quinta-feira, 20, após pagar fiança de US$ 3 mil. Ele alegou inocência durante audiência na Corte Distrital de Framingham. Segundo a acusação, Castro estava dirigindo uma van de trabalho quando colidiu contra o triciclo de Ryan Damon, 43, no cruzamento entre a Concord Street (Rota 126) e Gorman Road por volta de 9h52 da quarta-feira (19). O brasileiro disse que pensou ter batido contra o meio-fio. Ele foi preso horas depois na Hartford Street. A vítima foi socorrida, mas morreu no hospital. A MANCHETE USA não conseguiu contato com a defesa de Castro até a publicação dessa matéria. Ele volta à Corte no dia 30 de janeiro. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Brasileiro é condenado por tráfico humano

    Câmara de segurança flagra Ronald após ele fazer uma das remessas do esquema BOSTON - A Corte Federal de Boston condenou o brasileiro Flavio Alexandre Alves, o Ronaldo, por tráfico humano, informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) na última semana. O comunicado diz que Ronaldo confessou no dia 22 de outubro ser um dos nomes por trás do esquema que trouxe centenas de brasileiros ao país e também de ter envolvimento em lavagem de dinheiro. Ao todo o brasileiro pode pegar 50 anos de prisão. A acusação de tráfico humano pode levar a uma sentença de até 10 anos de reclusão e mais três de liberdade condicional. Já a pena por lavagem de dinheiro chega a 20 anos de prisão. Como ele também confessou ter entrado ilegalmente nos EUA pode ser sentenciado a outros 20 anos. Somadas, as multas associadas às condenações podem atingir US$ 750 mil. A sentença deve ser anunciada pela juíza Margaret Guzman apenas em dezembro. Prisão O homem de 41 anos, que reentrou nos EUA após ser deportado por crime semelhante, foi preso no fim de março em Worcester. A prisão foi resultado de uma investigação do Departamento de Segurança Interna dos EUA (HSI) em parceria com a Polícia Federal do Brasil (PF) que começou em 2022. Outras quatro pessoas do grupo criminoso foram presas nos EUA, informou o DOJ na época. Leia também: Coiote brasileiro é preso em Massachusetts A PF também cumpriu mandados de prisão e apreensão no Maranhão, Minas Gerais, Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal. Uma pessoa não identificada foi presa. De acordo com o processo, Ronaldo conspirava com outras pessoas para trazer brasileiros para os EUA através do México. Quando os imigrantes chegavam no país, ele comprava passagens aéreas para diferentes Estados. Ronaldo também enviava pagamentos para o México com o objetivo de cobrir as despesas associadas à travessia. As vítimas incluem crianças e adolescentes - a maioria do Maranhão - e pagavam valores elevados para realizar a travessia, muitas vezes com juros abusivos. Em 2004, Ronaldo já havia sido condenado por tráfico de pessoas na Califórnia. Ele foi deportado para o Brasil em fevereiro do ano seguinte e retornou ilegalmente para os EUA. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump retira tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros como carne, café e frutas

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva nesta quinta-feira, 20, retirando a tarifa adicional de 40% imposta a diversos produtos brasileiros, em meio aos avanços nas negociações entre os dois países. Na prática, a decisão retira a sobretaxa de itens importantes para o setor exportador do País, como o café, carne bovina, frutas e corte de madeiras. Na ordem executiva divulgada pela Casa Branca, Trump cita a conversa telefônica que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 3 de outubro, na qual os dois líderes concordaram em abrir as discussões sobre o tarifaço. Desde então, os progressos nas negociações eliminaram a necessidade de tarifar algumas importações agrícolas, de acordo com ele. "Houve progresso inicial no andamento das negociações com o governo brasileiro", disse Trump no comunicado. A medida é retroativa, o que significa que estarão isentas todas as mercadorias retiradas de armazéns para consumo a partir de 12h01 (horário de Nova York) de 13 de novembro. "À medida que a implementação desta ordem exigir restituição de tarifas cobradas, os reembolsos serão processados de acordo com a legislação aplicável e os procedimentos padrão da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (U.S. Customs and Border Protection) para tais restituições", diz a ordem. No fim de julho, Trump impôs uma tarifa adicional de 40% aos produtos brasileiros, que se somou à tarifa recíproca de 10% aplicada em escala global - totalizando 50%. O decreto, porém, trouxe uma lista com quase 700 exceções, como suco de laranja e produtos de aviação Na semana passada, Trump assinou uma ordem executiva retirando a tarifa recíproca de 10% sobre a importação de produtos como carne bovina, banana, café e tomate, em um momento em que o governo está sob pressão para reduzir o custo de vida dos americanos. Na ocasião, a Casa Branca informou que havia mantido a tarifa adicional de 40% sobre o Brasil - taxa que caiu para diversos produtos nesta quinta-feira, 20. Assim, itens como carne, café e frutas, que estavam com tarifa total de 50%, agora estão com a taxação zerada. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, afirmou que a retirada do tarifaço de 40% pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros é uma sinalização "muito importante". "O Brasil volta agora a ter acesso competitivo para a maioria dos produtos agropecuários", disse Rua, ao Estadão/Broadcast. Pela análise preliminar do ministério, a maioria dos produtos agropecuários brasileiros foi contemplado com a medida. "O Brasil é um importante provedor de alguns produtos agropecuários aos EUA e agora poderá contribuir para a estabilização de alguns preços locais", acrescentou o secretário. O agronegócio brasileiro era um dos setores mais afetados pelo tarifaço americano, já que 80% dos produtos do setor ficaram de fora da primeira lista de exceções, de 31 de julho, decretada pelo governo americano. Café e carnes tiveram redução expressiva nos embarques aos EUA a partir de agosto. O setor produtivo brasileiro vinha pedindo ao governo americano a exclusão da tarifa sobre alimentos. **Com AE**

  • CDC altera site e passa a publicar textos antivacina

    Mudança de postura do CDC reflete opinião do secretário de Saúde Robert Kennedy Jr. WASHINGTON - O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos atualizou nesta quarta-feira, 19, seu site oficial para refletir o ceticismo em relação às vacinas do secretário de saúde do governo Trump, revertendo anos de esforços para combater a desinformação. A alteração contradiz a posição anterior da agência de que as vacinas não causam o transtorno do desenvolvimento conhecido como autismo. Anos de pesquisa demonstram que não há relação causal entre vacinas e autismo ou outros transtornos do neurodesenvolvimento. Mas Robert F. Kennedy Jr., o secretário de saúde dos EUA, há muito tempo promove alegações imprecisas que ligam os dois, e agora inseriu suas próprias opiniões em recomendações oficiais. O site do CDC sobre vacinas e autismo afirmava anteriormente que estudos mostram "nenhuma ligação entre receber vacinas e desenvolver um transtorno do espectro autista", citando um conjunto de pesquisas de alta qualidade, incluindo um estudo de 2013 da própria agência. Este texto reflete o consenso médico e científico, mas o site agora inclui informações infundadas alegando que esses estudos não descartam a possibilidade de que as vacinas infantis causem autismo. O texto revisado acusa as autoridades de saúde de terem ignorado as pesquisas que apoiam essa ligação e afirma que o Departamento de Saúde iniciou uma avaliação abrangente das causas do autismo. A teoria falsa que liga a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR) ao autismo teve origem em um estudo de 1998, que foi posteriormente retratado por incluir dados falsificados. Suas conclusões foram refutadas por pesquisas subsequentes. "Não confie nesta agência" As mudanças no site do CDC provocaram indignação e medo entre cientistas e figuras da saúde pública que lutam contra a desinformação há anos. "A manipulação de informações pelo CDC está piorando", disse Demetre Daskalakis, ex-diretor da divisão da agência dedicada à imunização e doenças respiratórias, que renunciou no início deste ano em protesto. "Isto é uma emergência de saúde pública", declarou ele no X, acrescentando que o site foi "atualizado para criar caos sem qualquer base científica". "NÃO CONFIE NESTA AGÊNCIA", aconselhou. "Exigimos que o CDC pare de desperdiçar recursos públicos espalhando informações falsas que semeiam dúvidas sobre uma das melhores ferramentas que temos para manter as crianças saudáveis ​​e prósperas: a vacinação de rotina", respondeu Susan Kressly, presidente da Academia Americana de Pediatria. Após citar "40 estudos de alta qualidade", a especialista afirmou que "a conclusão é clara e inequívoca: não há nenhuma ligação entre vacinas e autismo". O grupo antivacina Children's Health Defense, por sua vez, elogiou as revisões. A diretora executiva da organização, Mary Holland, disse no X: "Obrigada, Bobby", referindo-se ao Secretário de Saúde. Kennedy foi o fundador e presidente da organização sem fins lucrativos. **Com AFP**

  • Vendas do Walmart aumentam com os consumidores dos EUA focados em preços baixos

    NOVA YORK - O Walmart anunciou nesta quinta-feira, 20, que seu lucro subiu 34%, para US$ 6,1 bilhões, no último trimestre, à medida que consumidores buscavam preços mais acessíveis em meio ao aumento dos custos e à persistente incerteza econômica. A maior varejista dos Estados Unidos registrou um aumento de 4,5% nas vendas em lojas abertas há pelo menos um ano - uma desaceleração em relação ao mesmo período do ano anterior. Os clientes fizeram menos visitas às lojas, mas gastaram mais quando foram. A busca por preços acessíveis tem sido prioridade para muitos americanos, que enfrentam inflação elevada e novas tarifas. Um mercado de trabalho incerto também ampliou as preocupações. Embora empregadores tenham criado 119 mil vagas em setembro, a taxa de desemprego subiu para 4,4%, um sinal leve de fragilidade. A paralisação do governo por 43 dias - a mais longa da história dos EUA - somada a demissões e pedidos de exoneração entre funcionários federais, pode levar parte da população a buscar preços mais baixos. Houve “bolsões de moderação” entre famílias de baixa renda que reduziram seus gastos, em linha com tendências mais amplas do varejo, disse o diretor financeiro do Walmart, John David Rainey. Consumidores de renda mais alta também seguem comprando na rede - um sinal de que estão procurando economizar onde for possível. “O Walmart está mais bem protegido do que quase qualquer outra empresa, dada a proposta de valor que oferecemos”, disse Rainey em teleconferência com analistas. “Gostamos da proposta de valor que entregamos aos nossos clientes, e é por isso que estamos ganhando participação de mercado.” A empresa tem cerca de 7,4 mil itens com preços temporariamente reduzidos - mais da metade deles na seção de alimentos. Esses descontos frequentemente se tornam permanentes, disse o CEO do Walmart, Doug McMillon. Neste ano, mais de 2 mil itens tiveram reduções que passaram a ser definitivas, acrescentou McMillon. O Walmart elevou novamente sua projeção anual, um sinal de confiança de que os consumidores continuarão comprando nas lojas físicas, no comércio eletrônico e no Sam’s Club, seu programa de fidelidade. A empresa agora prevê aumento de vendas entre 4,8% a 5,1% no fiscal. Os resultados são acompanhados de perto porque ajudam a definir o tom para o período crucial de compras de fim de ano, que tradicionalmente começa na semana que vem com a Black Friday - embora alguns analistas considerem todo o mês de novembro. Executivos da empresa já observar fortes vendas nos primeiros dias do quarto trimestre. Os números robustos do Walmart contrastam com os de concorrentes que apresentaram uma visão mais cautelosa sobre o consumidor. Nesta semana, Target, Lowe’s e Home Depot reduziram suas projeções de lucro para o ano. As ações da varejista subiram mais de 6% no início do pregão desta quinta-feira. As vendas de alimentos e de mercadorias em geral, como roupas e produtos de saúde e bem-estar, impulsionaram o crescimento do Walmart. O negócio de comércio eletrônico avançou 28% e contribuiu para o aumento das vendas online e para a melhora do lucro operacional. “Continuamos trabalhando para resistir à pressão de alta nos custos dos produtos e para gerenciar nosso mix”, disse McMillon. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem citado repetidamente o Walmart como exemplo de queda de preços, mencionando um relatório da varejista que mostrava que o custo de uma refeição de Ação de Graças seria 25% menor do que no governo Biden. A ressalva é que o pacote deste ano tem menos itens do que o do ano passado, segundo análises. Apesar dos resultados sólidos, alguns sinais de fraqueza apareceram no último trimestre. No Sam’s Club, as vendas comparáveis ​​aumentaram 3,8%, abaixo dos 7% registrados no ano anterior. Tanto o número de transações quanto o valor médio das compras diminuíram. Mudanças estão previstas para os próximos meses: McMillon deixará o cargo no fim de janeiro e será substituído por John Furner, atual chefe das operações do Walmart nos EUA. A empresa também anunciou que transferirá a listagem de suas ações para a Nasdaq, onde passará a negociar ao lado de gigantes da tecnologia como Nvidia, Microsoft e Netflix. A varejista tem aumentado seus investimentos em tecnologia e os funcionários dessa área já representam um terço da força de trabalho corporativa. “O Walmart tem as habilidades e o poder financeiro para continuar sua trajetória ascendente”, afirmou o diretor administrativo da consultoria de varejo GlobalData, Neil Saunders, em comunicado. ** Com NYT **

  • Coiote brasileiro é preso em Massachusetts

    Suspeito estava sendo investigado desde 2022 pelo crime de tráfico humano (Foto: DOJ) WORCESTER - O brasileiro Flávio Alexandre Alves, conhecido como Ronaldo, compareceu nesta sexta-feira, 28, em uma audiência de custódia após ser preso em Worcester, Massachusetts, sob a acusação de ser um dos líderes de uma organização criminosa especializada em tráfico humano. O homem de 41 anos vai responder por transportar imigrantes ilegalmente dentro dos Estados Unidos com propósito de ganho comercial ou financeiro. A prisão é resultado de uma investigação do Departamento de Segurança Interna dos EUA (HSI) em parceria com a Polícia Federal do Brasil (PF) que começou em 2022. Outras quatro pessoas do grupo criminoso foram presas nos EUA, informou o Departamento de Justiça (DOJ) em nota na quarta-feira, 26. A PF também cumpriu mandados de prisão e apreensão no Maranhão, Minas Gerais, Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal. Uma pessoa não identificada foi presa. De acordo com o processo, Ronaldo conspirava com outras pessoas para trazer brasileiros para os EUA através do México. Quando os imigrantes chegavam no país, ele comprava passagens aéreas para diferentes Estados. Câmara de segurança flagra Ronaldo enviando dinheiro para brasileiro que atravessou a fronteira (Foto: DOJ) Ronaldo também enviava pagamentos para o México com o objetivo de cobrir as despesas associadas à travessia. As vítimas incluem crianças e adolescentes - a maioria do Maranhão - e pagavam valores elevados para realizar a travessia, muitas vezes com juros abusivos. Em 2004, Ronaldo já havia sido condenado por tráfico de pessoas na Califórnia. Ele foi deportado para o Brasil em fevereiro do ano seguinte e retornou ilegalmente para os EUA. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • 'Cale a boca, porquinha': Casa Branca defende fala de Trump a jornalista

    WASHINGTON - A Casa Branca defendeu nesta quarta-feira, 19, que o presidente Donald Trump tenha chamado uma jornalista de "porquinha" depois que ela lhe fez uma pergunta sobre o caso Epstein, episódio que gerou indignação. O incidente ocorreu na sexta-feira passada, durante uma conversa com a imprensa a bordo do avião presidencial quando a jornalista da agência Bloomberg Catherine Lucey perguntou a Trump por que ele não queria publicar os arquivos sobre a investigação do criminoso sexual Jeffrey Epstein, "se não havia nada incriminatório" neles. "Cale a boca. Cale a boca, porquinha", respondeu Trump. O vídeo só se tornou viral nas redes sociais ontem. "Essa jornalista se comportou de maneira inadequada e pouco profissional com seus colegas no avião. Se alguém procura briga, encontra", disse um funcionário da Casa Branca sob condição de anonimato. A forma como a jornalista dirigiu a pergunta a Trump não teve nada de incomum. Quando o presidente responde às perguntas em seu avião ou no Salão Oval, os repórteres competem para chamar sua atenção levantando a voz e, às vezes, interrompendo-se mutuamente. Foi isso o que ocorreu durante a interação com Lucey. Como de costume, Trump se aproximou por alguns minutos da cabine do Air Force One reservada à imprensa, e foi questionado sobre o caso Epstein, no qual seu governo está atolado há meses. Visivelmente irritado, ele respondeu que não sabia nada sobre os crimes sexuais do financista, a quem frequentou durante muitos anos e que se suicidou na prisão antes do julgamento. Foi então que a jornalista da Bloomberg tentou retomar a conversa com o presidente e fez uma pergunta sobre sua recusa em publicar os documentos da investigação. Trump a interrompeu, apontou o dedo para ela e disse: "Cale a boca. Cale a boca, porquinha". Desde que voltou ao poder em janeiro, o presidente republicano multiplicou seus ataques verbais contra jornalistas de veículos que considera hostis ao seu governo. Procurada pela reortagem, a associação que representa os correspondentes na Casa Branca (WHCA) não respondeu de imediato. Na terça-feira, Trump atacou outra jornalista e ameaçou revogar a licença de transmissão da rede ABC, depois que a repórter Mary Bruce o questionou sobre o escândalo Epstein. "Sabe, não é a pergunta que me incomoda. É a sua atitude. Acho que você é uma péssima jornalista", respondeu Trump, furioso. **Com AFP**

  • Departamento de Justiça vai divulgar arquivos de Epstein em 30 dias

    Pam Bondi em imagem de arquivo WASHINGTON - O Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos divulgará os arquivos de sua investigação sobre o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein dentro de 30 dias, disse a procuradora-geral Pam Bondi nesta quarta-feira, 19, depois que o Congresso votou quase por unanimidade para forçar o governo do presidente Donald Trump a torná-los públicos. O material poderia lançar mais luz sobre as atividades de Epstein, que socializou com Trump e outras figuras notáveis antes de sua condenação em 2008 sob a acusação de solicitar uma menor para prostituição. O escândalo tem sido um desafio no lado de Trump há meses, em parte porque ele ampliou as teorias de conspiração sobre Epstein para seus próprios apoiadores. Muitos eleitores de Trump acreditam que seu governo encobriu os laços de Epstein com figuras poderosas e ocultou detalhes sobre sua morte, que foi considerada suicídio, em uma prisão de Manhattan em 2019, enquanto ele enfrentava acusações federais de tráfico sexual. Em uma coletiva de imprensa, Bondi confirmou que o DOJ vai tornar público o material dentro de 30 dias, conforme exigido pela legislação que foi aprovada na Câmara dos Deputados e no Senado, controlados pelos republicanos, na terça-feira. "Continuaremos a seguir a lei e a incentivar a máxima transparência", disse ela. Mas essa liberação pode não ser abrangente, já que a legislação aprovada pelo Congresso permite que o Departamento de Justiça retenha informações pessoais sobre as vítimas de Epstein e material que possa colocar em risco uma investigação ativa. Na semana passada, Trump ordenou que a agência investigasse várias figuras democratas que se associaram a Epstein, e as autoridades poderiam decidir não divulgar nenhuma informação relacionada a essas pessoas. O departamento cita regularmente a necessidade de proteger as investigações em andamento ao reter outras informações do público. Os tribunais também rejeitaram anteriormente os pedidos feitos pelo Departamento de Justiça de Trump este ano para liberar as transcrições dos procedimentos perante os grandes júris que investigaram Epstein e sua ex-associada Ghislaine Maxwell. ** Com Reuters **

  • Aprovação de Trump chega a nível mais baixo de mandato

    Trump durante o discurso da União no início do ano WASHINGTON - O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 38%, nível baixo desde seu retorno ao poder, diante da insatisfação dos americanos com o alto custo de vida e em meio à investigação sobre o falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, mostrou pesquisa Reuters/Ipsos concluída na segunda-feira, 17. Realizado durante quatro dias, o levantamento mostrou que a aprovação geral de Trump caiu dois pontos percentuais desde a rodada da Reuters/Ipsos do início de novembro. Realizada online, a sondagem entrevistou 1.017 adultos norte-americanos em todo o país e teve uma margem de erro de cerca de 3 pontos percentuais. Trump começou seu segundo mandato com 47% dos norte-americanos dando a ele um "polegar para cima". A queda de nove pontos percentuais desde janeiro deixa sua popularidade geral próxima dos níveis mais baixos observados durante seu primeiro mandato e perto dos índices mais fracos de seu antecessor democrata na Casa Branca, Joe Biden. O índice de aprovação de Biden caiu para 35%, enquanto a popularidade de Trump no primeiro mandato caiu para 33%. APOIO REPUBLICANO Trump enfrentou uma série de crises durante sua carreira política, incluindo processos judiciais após seu primeiro mandato, relacionados a tentativas de anular a derrota eleitoral em 2020. Em meio a tudo isso, ele manteve um forte nível de apoio entre os eleitores republicanos. A nova pesquisa Reuters/Ipsos registrou seu índice de aprovação entre os republicanos em 82%, abaixo dos 87% do início do mês. Neste ano, o presidente tem sido particularmente perseguido por percepções de que não está fazendo o suficiente para ajudar as famílias com as despesas diárias, questão que também atingiu duramente o governo de Biden e contribuiu para a vitória de Trump sobre a vice-presidente de Biden, Kamala Harris, na eleição presidencial do ano passado. "É tudo uma questão de preços", disse Doug Heye, estrategista político republicano. "As pessoas ficam furiosas quando saem e gastam dinheiro no supermercado e não conseguem acreditar no que estão gastando." Apenas 26% dos norte-americanos afirmam que Trump está fazendo um bom trabalho na gestão do custo de vida, em comparação com 29% no início deste mês. O ritmo da inflação tem se mantido alto em relação aos padrões históricos desde que Trump assumiu o cargo em janeiro. Os preços ao consumidor dos EUA subiram 3% nos 12 meses até setembro, mesmo com o enfraquecimento do mercado de trabalho. Cerca de 65% dos entrevistados -- incluindo um em cada três republicanos -- desaprovam o desempenho de Trump em relação ao custo de vida. O principal impulso da política econômica de Trump tem sido o aumento dos impostos sobre produtos importados para sustentar a produção americana, mas muitos economistas acreditam que essa política levou a preços mais altos. Expressando frustração com a percepção pública sobre sua forma de lidar com a economia, Trump reduziu na semana passada os impostos de importação sobre café, carne bovina, bananas e outros produtos básicos. A popularidade em baixa pode tornar os republicanos mais vulneráveis nas eleições para o Congresso no próximo ano, embora a pesquisa Reuters/Ipsos tenha mostrado que os eleitores continuam a ver o Partido Republicano de Trump como detentor de uma abordagem melhor para a política econômica. "O que estamos vendo é provavelmente o maior teste de sua presidência em termos de controle sobre o Partido Republicano", disse Mike Ongstad, estrategista independente e ex-republicano que não apoiou as campanhas presidenciais de Trump. Apenas 20% dos americanos -- incluindo apenas 44% dos republicanos -- aprovam a forma como Trump lidou com o caso Epstein, mostrou a pesquisa. Cerca de 70% dos entrevistados -- 87% dos democratas e 60% dos republicanos -- disseram acreditar que o governo está escondendo informações sobre os clientes de Epstein. ** Com Reuters **

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