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- Ex-lutador de MMA morre em prisão da Flórida
Pepey estava preso desde junho por agredir a mulher em Derfield Beach DEERFIELD BEACH - O lutador de artes marciais mistas (MMA) Godofredo Castro de Oliveira, o Godofredo Pepey, foi encontrado morto neste domingo, 9, em uma prisão da Flórida. As circunstâncias da morte dele não foram informadas. Pepey estava preso desde de 30 de junho deste ano, quando agrediu a esposa Samara Mello, na cidade de Deerfield Beach. Segundo o advogado de Samara, Gaudênio Santiago, a morte de Pepey foi comunicada aos familiares pelas autoridades americanas. "A morte de alguém sobre custódia é um fato grave. Para isso existem procedimentos que devem ser cumpridos pelas autoridades americanas e toda e qualquer notícia será divulgada por essas autoridades. Até lá, peço respeito à família, sua esposa Samara e evitem comentários maldosos e especulações, para que não se propague cada vez mais o sofrimento", disse Santiago. Ainda segundo o advogado, Samara está abalada e cuidando das questões legais para a liberação do corpo do atleta cearense. Godofredo Pepey ficou conhecido ao participar da primeira edição do reality show The Ultimate Fighter Brasil, e construiu uma carreira internacional no MMA, com passagens pelo UFC e eventos em outros países. Ele deixa dois filhos, do primeiro casamento. Pepey enfrentava uma série de acusações por parte do Estado da Flórida, incluindo sequestro com ferimento corporal e intimidação da vítima, agressão doméstica por estrangulamento, obstrução de comunicação com a polícia e violência doméstica contra Samara Mello. À época, a vítima publicou uma foto que mostrava os machucados feitos pelo lutador e relatou que além da agressão, foi impedida por ele de pedir socorro. A polícia foi acionada por vizinhos. Ele teve a fiança estabelecida em US$ 120 mil e poderia ser deportado para o Brasil. ** Com Agências **
- Trump indulta Giuliani e outros envolvidos em tentativa de anular eleições de 2020
WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu indultos a vários aliados acusados de tentar reverter o resultado eleitoral de 2020, uma medida que não tem efeito imediato, mas que poderia protegê-los de eventuais acusações federais. Ed Martin, advogado da Casa Branca, compartilhou no domingo no X uma lista de mais de 70 pessoas, entre as quais estão os ex-advogados do presidente Rudy Giuliani e Sidney Powell, e o antigo chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, a quem foi concedido um indulto "total, completo e incondicional". Nenhum dos indultados está sentenciado ou acusado a nível federal, mas o perdão lhes dá proteção contra eventuais acusações em futuras administrações. A medida não tem efeito nos processos judiciais em curso a nível estadual. Trump e um grupo de aliados denunciaram sem provas fraude nas presidenciais de 2020, nas quais o republicano foi derrotado pelo democrata Joe Biden. Essas alegações incentivaram uma multidão que, em 6 de janeiro de 2021, invadiu o Capitólio para evitar a certificação da vitória de Biden. Entre os nomes também estão John Eastman, um advogado que propôs estratégias para impedir a certificação dos resultados eleitorais, e Boris Epshteyn, assessor de Trump. O presidente concede o indulto por ações "relacionadas às eleições presidenciais de 2020" ou aos "esforços para revelar a fraude eleitoral". ** Com AFP **
- Cancelamentos de voos nos EUA crescem e podem atrapalhar feriado
Fim do shutdown pode chegar tarde para salvar viagens de Thanksgiving (Foto: Arquivo) WASHINGTON Centenas de milhares de viajantes tiveram seus voos atrasados ou cancelados no domingo, 9, no pior dia para o setor desde o início da paralisação do governo dos EUA, enquanto o secretário de Transportes, Sean Duffy, alertava para o pior que está por vir no período que antecede o feriado de Ação de Graças. As companhias aéreas cancelaram mais de 2.800 voos nos Estados Unidos e atrasaram mais de 10.200 no domingo, no terceiro dia de cortes de voos exigidos pelo governo devido à crescente escassez de pessoal no controle de tráfego aéreo, depois que milhares de atrasos e cancelamentos prejudicaram o tráfego no sábado. A paralisação do governo, que atingiu um recorde de 40 dias, levou à escassez de controladores de tráfego aéreo que, assim como outros funcionários federais, não recebem salários há semanas. "Isso só vai piorar... nas duas semanas que antecedem o Dia de Ação de Graças", disse Duffy no programa "State of the Union" da CNN. Milhões de pessoas costumam viajar no período que antecede o Dia de Ação de Graças, um dos feriados mais importantes dos EUA, que este ano será em 27 de novembro. "Muitas delas não conseguirão embarcar em um avião, porque não haverá muitos voos se isso não voltar a funcionar", afirmou Duffy. O Senado dos EUA votou a favor de um projeto de lei para encerrar a paralisação do governo no final do domingo, fazendo com que as ações das companhias aéreas norte-americanas subissem antes do pregão de segunda-feira. Mas, mesmo que o Senado aprove o projeto de lei, o pacote ainda deverá ser aprovado pela Câmara dos Deputados e enviado ao presidente Donald Trump para sanção, um processo que poderá levar vários dias. Duffy disse que não planeja rescindir os cortes de voos até que os controladores comecem a retornar ao trabalho e os dados de segurança melhorem. A Administração Federal de Aviação instruiu as companhias aéreas a cortarem 4% dos voos diários a partir de sexta-feira em 40 aeroportos devido a preocupações com a segurança do controle de tráfego aéreo. As reduções nos voos devem chegar a 6% na terça-feira e depois atingir 10% até 14 de novembro. ** Com Reuters **
- Trump diz que pagará US$ 2 mil a americanos por causa das tarifas
Declaração de Trump sobre distribuição de dinheiro foi feita na rede social e não é oficial WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo, 9, que o governo americano pagará US$ 2 mil a cada americano, com exceção daqueles de alta renda, em decorrência do tarifaço imposto a produtos de outros países. A declaração, em que ele afirma que aqueles contrários às tarifas são "tolos", foi postada na rede social Truth Social. "Somos agora o país mais rico e mais respeitado do mundo, com quase nenhuma inflação e um mercado de ações com preços recordes", escreveu Trump. "Estamos arrecadando trilhões de dólares e em breve começaremos a pagar nossa enorme dívida de US$ 37 trilhões. Investimento recorde nos EUA, fábricas e plantas sendo construídas por toda parte. Um dividendo de pelo menos US$ 2 mil por pessoa (excluindo pessoas de alta renda!) será pago a todos", completou. Na última quarta (5), os juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos levantaram dúvidas sobre a legalidade das tarifas impostas por Trump. Juízes conservadores e liberais questionaram o advogado que representa o governo Trump sobre se uma lei de 1977, criada para uso durante emergências, concede ao presidente o poder que ele alegou ter para impor as sobretaxas —ou se o republicano havia invadido as prerrogativas do Congresso. A fala de Trump na rede social Truth Social também acontece em meio a preocupações com o impacto do shutdown (paralisação da máquina pública) do governo americano, que nesta semana se tornou a mais longa da história do país. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que o impacto econômico só vai "piorar cada vez mais", à medida que a paralisação afeta o transporte aéreo e interrompe o fornecimento de cupons de alimentação para famílias de baixa renda. ** Com AF **
- Faxineira é morta com tiro na cabeça após entrar por engano em casa nos EUA
Maria tentava abrir a porta com uma chave quando foi baleada na cabeça WHITESTOWN - A guatemalteca Maria Florida Rios Peres foi morta ao chegar no endereço errado para fazer uma faxina na quarta-feira, 5, em Whitestown, Indiana. A mulher de 32 anos teria tentando abrir a porta do local usando as chaves que carregava consigo quando foi atingida na cabeça por um tiro. Ela caiu nos braços do marido que também era funcionário da companhia de limpeza. O proprietário da casa teria disparado contra ela, acreditando ser um assalto, diz o Boletim de Ocorrência. A Polícia de Whitestown informou que recebeu nas primeiras horas do dia uma chamada de emergência relatando uma possível invasão residencial, foram até o local e encontraram Maria morta. Policiais constataram que o casal era de uma equipe de limpeza e havia ido ao endereço errado. "As investigações até o momento não indicam que tenha ocorrido uma invasão domiciliar. Queremos tranquilizar a comunidade de que este parece ser um incidente isolado", informou a corporação nas redes sociais. A polícia afirmou que está investigando todas as pessoas envolvidas e coletando evidências para compreender o que aconteceu. "Estamos comprometidos em conduzir uma investigação completa e imparcial", acrescentou. Ninguém foi indiciado até o momento. O irmão da vítima chamou o incidente de "injusto". "Ela só estava tentando trazer o pão de cada dia para sustentar Ela não estava fazendo ameaça, não tinha nada nas mãos, apenas aquelas chaves. Ele não deveria ter tirado a vida dela", falou Rudy Rios à NBC. Maria deixa quatro filhos, de idades entre um e 17 anos. ** Com Agências **
- Várias pessoas adoecem após abrirem pacote 'suspeito' em base aérea dos EUA usada por Trump
Base é frequentemente usada para voos presidenciais WASHINGTON - Várias pessoas adoeceram na quinta-feira, 6, após a entrega de um pacote suspeito em uma base militar perto de Washington D.C., nos Estados Unidos, utilizada pelo presidente Donald Trump em voos oficiais. A Base Aérea de Andrews confirmou em um comunicado que partes da instalação em Maryland foram evacuadas após a abertura do pacote "suspeito". A base é usada regularmente como base para voos presidenciais. Como medida de precaução, duas áreas da base foram evacuadas, segundo a rede americana "CNN", que cita o comunicado. Segundo o veículo, o pacote continha um pó branco "desconhecido" e "propaganda política", com base no relato de duas fontes não identificadas. A Base Aérea de Andrews afirmou que, após descartar inicialmente uma ameaça imediata, encaminhou o caso ao Gabinete de Investigações Especiais. Autoridades americanas estão investigando a substância do pacote e as circunstâncias de seu envio. Segundo o site americano "Axios", um porta-voz militar afirmou em um comunicado que "várias pessoas se sentiram mal" depois que o pacote foi aberto. Elas foram atendidas e liberadas. Ainda não se sabe, até a última atualização desta reportagem, qual era a substância que estava no pacote nem possíveis responsáveis pelo envio. A base fica a uma curta distância da capital dos EUA e é frequentemente usada para voos de autoridades governamentais de alto escalão. O último pouso do presidente Trump na base aconteceu na quarta-feira, em um voo do Air Force One procedente da Flórida, onde participou de um fórum empresarial. ** Com AFP **
- Crítica do papa Leão a Trump encoraja católicos dos EUA a ajudar imigranteshttps://www.terra.com.br/noticias/mundo/critica-do-papa-leao-a-trump-encoraja-catolicos-dos-eua-a-ajudar-imigrantes,2392cbe
Papa Leão 14 subiu o tom contra políticas anti-imigrantes de Trump (Foto: Arquivo) CIDADE DO VATICANO - As recentes críticas do papa Leão 14 às políticas anti-imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão encorajando os esforços católicos para ajudar os imigrantes apanhados na repressão do governo, segundo líderes seniores da Igreja no país. Depois que Leão pediu na terça-feira uma "reflexão profunda" nos EUA sobre o tratamento dado pelo governo aos imigrantes, vários bispos importantes, bem como a principal rede de freiras católicas do país e sua federação nacional de caridade, disseram que intensificariam seu trabalho. "Os comentários do papa Leão reforçam a determinação daqueles de nós nos Estados Unidos que permanecem profundamente comprometidos em acolher o estrangeiro", disse Kerry Alys Robinson, presidente da Catholic Charities USA, uma federação nacional de 168 agências de caridade católicas. Leão, o primeiro papa dos EUA, tem aumentado sua desaprovação em relação ao tratamento dado pelo governo Trump aos imigrantes. "Há uma profunda reflexão que precisa ser feita em termos do que está acontecendo", disse o pontífice na terça-feira, quando perguntado sobre a condição dos imigrantes detidos em uma instalação federal em Broadview, Illinois, perto de Chicago. "Sei o quanto significa para os detentos e suas famílias o fato de o papa Leão estar prestando muita atenção ao sofrimento dos imigrantes e de suas famílias aqui", declarou o cardeal Blase Cupich, de Chicago, à Reuters. Cupich, que lidera uma arquidiocese com cerca de 2 milhões de católicos, disse que os ensinamentos da Igreja sobre ajudar os imigrantes não podem ser desconsiderados. "Esse não é um valor abstrato que as pessoas que se dizem cristãs podem facilmente ignorar", afirmou o cardeal. "Não, esse é o tipo de imperativo moral que é testado no aqui e agora." O Departamento de Segurança Interna dos EUA, que supervisiona as instalações do Departamento de Imigração e Alfândega em Broadview, disse em um comunicado na quarta-feira que os detentos são mantidos em condições humanas e recebem três refeições por dia. A porta-voz da Casa Branca Abigail Jackson afirmou que o presidente Trump foi eleito com base em compromissos com os eleitores norte-americanos que incluíam a deportação de "estrangeiros ilegais criminosos". "Ele está cumprindo sua promessa ao povo norte-americano", disse Jackson. ** Com Reuters **
- Agentes do ICE invadem creche e centro de idosos em Chicago
Agentes do ICE entraram na creche e prenderam professora de forma truculenta na frente das crianças CHICAGO - Agentes do ICE invadiram uma creche de em um bairro residencial na zona norte de Chicago, em Illinois, e levaram uma professora, deixando em pânico os administradores da escola e os pais dos alunos. Imagens obtidas pela WGN-TV local mostraram dois homens, um deles usando uma balaclava, arrastando uma mulher para fora da creche de imersão espanhola, Rayito de Sol, enquanto ela gritava. Os homens usavam coletes que diziam "Police", mas nenhuma outra marca de agência era visível. A mulher, que foi identificada em um grupo de trocas de mensagem de pais como Diana Santillana, que pode ser ouvida dizendo em espanhol: "Eu tenho documentos". Os agentes agarraram a uma professora colombiana na frente das crianças, observou em comunicado o deputado democrata, Mike Quigley. Pais chocados, que disseram terem recebido da escola a informação de que todos os professores estavam legalmente autorizados a trabalhar, ficaram no estacionamento do Rayito de Sol após a batida da imigração. "As crianças estavam chorando, os pais estavam chorando", disse Tara Goodarzi, uma advogada que estava deixando seu filho de 3 anos na Rayito de Sol quando três agentes entraram no prédio. "Essa é uma cena que não vamos esquecer", completou . Laura Tober, mãe de uma criança da turma de Santillana, descreveu-a como gentil e atenciosa. "Na segunda-feira, minha filha andou pela primeira vez para ela e ela mal podia esperar para me contar", relatou. No X, a porta-voz do DHS, Tricia McLaughlin, disse que os agentes do ICE perseguiram uma mulher colombiana e um homem na área de entrada da creche depois que eles fugiram de uma "blitz de trânsito direcionada". O carro está registrado em nome de Diana Patricia Santillana Galeano. “As autoridades perseguiram o veículo antes que o agressor acelerasse em direção a uma praça de compras, onde ele e a passageira fugiram do veículo. Eles correram para um centro de cuidados infantis e tentaram se trancar dentro do local — colocando os filhos em risco de forma imprudente.” Em nota, o DHS afrma que Diana entrou ilegalmente no país pela fronteira sul em 2023 e ter uma autorização de trabalho confere status legal para estar nos EUA. ** Com Reuters **
- Trump anuncia acordo para reduzir preço de medicamentos contra obesidade
Trump está usando tarifaço para negociar preços dos remédios WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira, 6, acordos com os gigantes farmacêuticos Eli Lilly e Novo Nordisk para reduzir os preços dos medicamentos mais populares para perda de peso, em troca de vantagens tarifárias e outros benefícios. Ambas as empresas "concordaram em oferecer seu medicamento para perda de peso GLP-1 mais popular com descontos drásticos", disse Trump a jornalistas na Casa Branca. "É uma vitória para os pacientes americanos que salvará vidas e melhorará a saúde de milhões e milhões de cidadãos", declarou. Entre a nova geração de medicamentos supressores de apetite que utilizam a molécula GLP-1 estão marcas muito conhecidas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro. O preço do tratamento com esses medicamentos nos Estados Unidos pode facilmente ultrapassar US$ 1 mil por mês. O acordo promovido pela Casa Branca reduzirá o custo das doses orais iniciais de GLP-1 para cerca de US$ 150 mensais para certos grupos de pessoas. Esse preço se aplicará àqueles que participam do Medicare, o programa de saúde para aposentados, do programa de assistência social Medicaid, ou por meio do site TrumpRx, uma plataforma recém-lançada para consumidores, acrescentou o funcionário. Trump fez dos esforços para reduzir o preço dos medicamentos um dos pilares centrais de seu segundo mandato. Meses atrás, ele enviou cartas a 17 fabricantes de medicamentos pedindo que reduzissem os preços ou enfrentassem sanções ? uma medida destinada a aliviar os americanos dos altos custos dos medicamentos em comparação com outras partes do mundo. A partir de meados do próximo ano, a cobertura do Medicare e do Medicaid para os medicamentos injetáveis de perda de peso começará em 245 dólares (R$ 1.300) para aqueles que cumprirem os critérios médicos. Em contrapartida, as empresas obterão tratamento favorável em questões tarifárias e acesso a beneficiários que, de outra forma, não seriam cobertos pelo Medicare para problemas de obesidade. Trump também convidou as empresas farmacêuticas a investir nos Estados Unidos ou enfrentar tarifas de até 100% sobre seus principais medicamentos. Em outubro, ele apresentou outros acordos históricos com a Pfizer e a AstraZeneca para reduzir o custo dos medicamentos em troca de alívio tarifário. Seu governo concedeu um período de carência de três anos nas tarifas previstas para ambas as empresas. ** Com AFP **
- EUA ordenam corte de 10% dos voos nos principais aeroportos do país devido à paralisação do governo
Reduções drásticas devem acontecer na próximas 36 horas WASHINGTON - O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, disse na quarta-feira, 5, que ordenará um corte de 10% nos voos em 40 grandes aeroportos do país, citando preocupações com a segurança do controle de tráfego aéreo, no dia em que a paralisação do governo atingiu o recorde de 36 dias. O plano drástico fez com que as companhias aéreas se apressassem para fazer reduções significativas nos voos em apenas 36 horas e os passageiros inundaram as centrais de atendimento ao cliente das companhias aéreas com preocupações sobre as viagens aéreas nos próximos dias. Duffy disse que os cortes podem ser revertidos se os democratas concordassem em reabrir o governo. A paralisação, a mais longa da história dos EUA, forçou 13.000 controladores de tráfego aéreo e 50 mil agentes da Administração de Segurança dos Transportes (TSA) a trabalhar sem remuneração. O governo Trump tem procurado aumentar a pressão sobre os democratas para que encerrem a paralisação e tem levantado cada vez mais o espectro de interrupções drásticas na aviação para forçá-los a votar a favor da reabertura do governo. Os democratas afirmam que os republicanos são os culpados por se recusarem a negociar sobre os principais subsídios para a saúde. ** Com Reuters **
- Paralisação do governo dos EUA atinge recorde de duração nesta quarta
Governo americano está paralisado há 36 dias e coloca serviços essencias em risco WASHINGTON - A paralisação do governo dos Estados Unidos atinge, nesta quarta-feira, 5, recorde de duração, diante da falta de acordo entre republicanos e democratas sobre o orçamento nacional. O ‘shutdown‘ entra no 36º dia e supera a marca de 2019, durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump. Nas últimas seis semanas, a paralisação orçamentária deixou cerca de 1,4 milhão de funcionários públicos sem receber seu salário. Aqueles que exercem funções “essenciais”, como controladores de tráfego aéreo ou forças de segurança, foram obrigados a continuar trabalhando sem pagamento. Nos aeroportos, a situação se torna cada vez mais crítica. O secretário de Transporte, Sean Duffy, alertou que poderia ser obrigado a fechar parcialmente o espaço aéreo por falta de funcionários. Os programas de assistência social também foram gravemente afetados. Trump afirmou nesta terça-feira que a ajuda alimentar da qual dependem milhões de americanos será distribuída somente depois que o governo reabrir, embora sua administração tenha indicado, um dia antes, que seriam concedidos benefícios parciais após uma decisão judicial. Exigências O governo está parcialmente paralisado desde que o Congresso não conseguiu aprovar um projeto de lei para manter o financiamento dos departamentos e agências federais após 1º de outubro, quando começou o novo ano fiscal. Os republicanos, que contam com maiorias muito estreitas em ambas as câmaras, queriam, em 30 de setembro, que cinco senadores democratas apoiassem sua resolução legislativa para manter os fundos até o final de novembro e, nesse período, discutir os temas orçamentários de fundo. Mas a oposição, que observa com preocupação como Trump utiliza todo o poder ao seu alcance para impor sua agenda, mantém-se unida. A exigência dos democratas é que todo o tema da reforma sanitária republicana seja interrompido imediatamente e discutido novamente, desde o zero — o que significaria desmantelar boa parte da gigantesca lei que Trump conseguiu aprovar há menos de seis meses. Moderados dão sinais de negociação Embora os líderes de ambos os lados tenham demonstrado pouco interesse em chegar a um compromisso, houve sinais de negociação entre os moderados. Um grupo bipartidário de quatro membros centristas da Câmara dos Representantes apresentou na segunda-feira uma proposta de compromisso para reduzir os custos do seguro de saúde. Os democratas acreditam que os milhões de americanos que veem os custos dispararem ao se inscreverem em programas de seguro médico para o próximo ano pressionarão os republicanos a buscar um acordo. Mas Trump continua firme em sua recusa a negociar, afirmando, em uma entrevista transmitida pela CBS News no domingo, que não se deixaria “extorquir”. Na terça-feira, o presidente pediu explicitamente aos republicanos que usem a “arma nuclear” legislativa: eliminar a barreira mínima de 60 votos no Senado para contornar a oposição democrata. “Acabem com o obstrucionismo agora, ponham fim a este ridículo fechamento e, mais importante, aprovem todas as maravilhosas políticas republicanas com as quais sonhamos durante anos, mas que nunca conseguimos concretizar”, disparou Trump em uma publicação nas redes sociais. Acabar com o obstrucionismo é uma arma de dois gumes: o limite de 60 votos no Senado foi estabelecido justamente pelos democratas em 2013 para impedir o obstrucionismo dos republicanos. Se o Congresso voltasse a eliminá-lo, os democratas poderiam ser tentados, no futuro, a usá-lo, por exemplo, para tentar fazer com que Porto Rico ou Washington adquiram o status de estado da União. A ideia de Trump foi recebida com reservas pelos líderes do partido. “Não temos os votos”, disse o republicano John Thune, líder da maioria no Senado, a jornalistas na segunda-feira. ** Com AFP **
- ICE prende nove trabalhadores em lava-jato de Boston
Gerente diz que 22 agentes mascarados não deram tempo para trabalhadores mostrarem documentos WASHINGTON - No dia em que Boston reelegeu a prefeita pró-imigrante, Michelle Wu, o ICE prendeu pelo menos nove imigrantes com autorização de trabalho nos Estados Unidos em um lava-jato de Allston, subúrbio da capital de Massachusetts. Segundo o gerente da Allston Car Walsh, Jose Barrera, cerca de 22 agentes federais chegaram mascarados na manhã de terça-feira, 4, e algemaram os funcionários antes que eles tivessem tempo de pegar a documentação para provar que estão regulares no país. Apenas dois conseguiram ser liberados. "Eles chegaram de uma forma muito intimidadora e os trabalhadores não tiveram chance de mostrar os documentos", afirmou Barrera que destaca a falta de fluencia em inglês dos imigrantes para se comunicar com os agentes do ICE. Ainda não há informações disponíveis sobre os detidos na lava-jato da Cambridge Street. O ICE não respondeu ao pedido de comentário da Manchete USA. A vereadora, Liz Breadon, definiu a operação como "um sequestro de trabalhadores" e diz estar trabalhando com os senadores federais Elizabeth Warren e Ed Markey para esclarecer o caso. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )
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