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  • Democratas vencem primeiras eleições importantes dos EUA no segundo mandato de Trump

    NOVA YORK - Os democratas venceram um trio de eleições na terça-feira, 4, nas primeiras disputas importantes desde que Donald Trump reconquistou a Presidência, elevando uma nova geração de líderes e dando ao partido uma injeção de ânimo antes das eleições para o Congresso no ano que vem. Na cidade de Nova York, Zohran Mamdani, um socialista democrático de 34 anos, venceu a eleição para prefeito, coroando uma ascensão meteórica e improvável de um parlamentar estadual anônimo a uma das figuras democratas mais visíveis do país. E na Virgínia e em Nova Jersey, as democratas moderadas Abigail Spanberger, 46 anos, e Mikie Sherrill, 53 anos, venceram suas eleições para governadora, respectivamente. "Se alguém pode mostrar a uma nação traída por Donald Trump como derrotá-lo, é a cidade que o criou. E se há alguma maneira de aterrorizar um déspota, é desmantelando as próprias condições que lhe permitiram acumular poder", disse Mamdani a uma multidão estridente de apoiadores. "Então, Donald Trump, como sei que está assistindo, tenho quatro palavras para você: aperte aumentar o volume." As disputas de terça-feira ofereceram um barômetro de como os norte-americanos estão reagindo aos nove meses tumultuados de Trump no cargo. As disputas também serviram como um teste dos diferentes manuais de campanha dos democratas antes de 2026, com o partido fora do poder em Washington e ainda tentando forjar um caminho para sair do deserto político. Dito isso, a eleição de meio de mandato está a um ano de distância, uma eternidade na era Trump, e as pesquisas de opinião mostram que a marca democrata continua amplamente impopular, mesmo com a queda do índice de aprovação do próprio Trump. As disputas mais observadas na terça-feira também ocorreram em regiões de tendência democrata que não apoiaram Trump na eleição presidencial do ano passado. Talvez o maior impulso prático para os democratas na terça-feira tenha vindo da Califórnia, onde os eleitores aprovaram um plano para redesenhar o mapa dos distritos eleitorais do Estado em favor do partido, expandindo uma batalha nacional sobre o redistritamento que moldará a corrida para a Câmara dos Deputados dos EUA. Os candidatos vencedores na terça-feira poderão reenergizar e inspirar mais engajamento dos eleitores democratas, muitos dos quais têm clamado por novos rostos na vanguarda do partido. A participação na corrida para prefeito da cidade de Nova York foi a mais alta desde, pelo menos, 1969. Todos os três candidatos democratas enfatizaram as questões econômicas, especialmente a acessibilidade, uma questão que continua sendo a principal preocupação da maioria dos eleitores. Mas Spanberger e Sherrill pertencem à ala moderada do partido, enquanto Mamdani usou uma campanha insurgente alimentada por vídeos virais para se apresentar como um progressista sem pudor nos moldes do senador norte-americano Bernie Sanders e da deputada norte-americana Alexandria Ocasio-Cortez. Mamdani, que se tornará o primeiro prefeito muçulmano da maior cidade dos EUA, superou o ex-governador democrata Andrew Cuomo, 67 anos, que concorreu como independente depois de perder a indicação para Mamdani no início deste ano. Cuomo, que renunciou ao cargo de governador há quatro anos após alegações de assédio sexual que ele negou, retratou Mamdani como um esquerdista radical cujas propostas eram impraticáveis e perigosas. Mamdani pediu o aumento de impostos sobre as empresas e os ricos para pagar por políticas ambiciosas de esquerda, como aluguéis congelados, creches gratuitas e ônibus urbanos gratuitos. Os executivos de Wall Street expressaram preocupação com a possibilidade de colocar um socialista democrático no comando da capital financeira do mundo. Os republicanos já sinalizaram que pretendem apresentar Mamdani como o rosto do Partido Democrata. Trump rotulou incorretamente Mamdani de "comunista" e prometeu cortar o financiamento da cidade em resposta à ascensão de Mamdani. Em uma publicação nas redes sociais na noite de terça-feira, Trump atribuiu as perdas ao fato de seu nome não estar na cédula e à paralisação do governo federal. Spanberger, que venceu a vice-governadora republicana Winsome Earle-Sears, assumirá o lugar do governador republicano Glenn Youngkin na Virgínia. Sherrill, de Nova Jersey, derrotou o republicano Jack Ciattarelli e sucederá o governador democrata Phil Murphy. Tanto Sherrill quanto Spanberger procuraram vincular seus oponentes a Trump em um esforço para aproveitar a frustração entre os eleitores democratas e independentes em relação ao seu mandato caótico. "Enviamos uma mensagem ao mundo de que em 2025 a Virgínia escolheu o pragmatismo em vez do partidarismo", disse Spanb ** Com Reuters **

  • Pelo menos sete pessoas morreram em queda de avião de carga em

    LOUISVILLE - Pelo menos sete pessoas morreram e várias outras ficaram feridas após um avião de carga da UPS cair na terça-feira, pouco depois de decolar do Aeroporto Internacional de Louisville, no Kentucky. O avião pegou fogo ao atingir empresas próximas ao aeroporto, lançando uma enorme coluna de fumaça preta no ar. "As notícias de Louisville são sombrias esta noite, já que o número de mortos chegou a pelo menos sete, e espera-se que esse número aumente", escreveu o governador do Kentucky, Andy Beshear, no Facebook. Em um comunicado, A UPS informou que três tripulantes estavam a bordo da aeronave, sem confirmar mortes ou feridos. A Administração Federal de Aviação (FAA) indicou que o voo 2976 da UPS caiu por volta das 17h15. O acidente ocorreu às 17h00, horário local, identificando a aeronave como um McDonnell Douglas MD-11 em rota do Kentucky para o Havaí. Gravações do local do acidente mostraram um excesso de destroços enquanto os bombeiros combatiam o incêndio. Um prédio próximo parece ter sofrido alguns danos, possivelmente devido à queda. A causa do acidente está sendo investigada pela FAA (Administração Federal de Aviação) e pelo NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes). O acidente ocorre em meio a uma das paralisações governamentais mais longas da história dos Estados Unidos. O Secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, alertou, na terça-feira, sobre um "caos generalizado" devido à escassez de controladores de tráfego aéreo. "Vocês verão cancelamentos em massa e talvez tenhamos que fechar certas partes do espaço aéreo, porque simplesmente não conseguimos gerenciar a situação por falta de controladores de tráfego aéreo", disse Duffy a repórteres. Em declaração no X (antigo Twitter), Duffy classificou as imagens do acidente como "de partir o coração" e acrescentou: "Por favor, juntem-se a mim em oração pela comunidade de Louisville e pela tripulação afetada por este terrível acidente". No mês passado, outro avião de carga saiu da pista durante o pouso em Hong Kong, matando duas pessoas no aeroporto. ** Com AFP **

  • Brasileira que vive na Carolina Sul luta contra câncer de mama e faz alerta

    Ana Cristina alerta para que mulheres não eperem por um ano em caso de suspeita de câncer CHARLESTON - A brasileira Ana Cristina Barreto enfrenta uma batalha contra o câncer de mama e alerta para a necessidade da prevenção através do diagnóstico precoce. A housecleaner de 45 anos, residente na Carolina do Sul desde 2021, chama a atenção ao problema justamente no mês de conscientização sobre a doença. Ana conta que fez a primeira visita ao médico no ano passado e a mamografia apontou um nódulo que deveria ser observado, segundo o profissional. "Um ano depois eu percebi um caroço na minha axila e logo marquei a consulta", diz. Além do nódulo palpável, outros malígnos foram identificados na mamografia e confirmados na ultrassonografia mamária após uma biópsia. "Eu falo para as meninas se cuidarem. A gente tem que ir ao médico todos os anos, não pode ignorar os sinais e não tenha medo de pedir para investigar uma suspeita", acrescenta Ana, ativa em muitos eventos do Outubro Rosa. Ela se questiona sobre o tempo de espera antes de exames mais profundos no ano passado e se sua situação hoje seria diferente. "Errei em não ir mais a fundo. Ou talvez o médico tenha errado em não investigar mais. Porém, agora é só um 'se' e eu tenho que focar no tratamento para me curar", observa. Vida melhor Ana migrou do Rio de Janeiro na esperança de proporcionar uma vida melhor para as filhas, hoje com 22 e 23 anos. "Minha intenção é ajudá-las a fazer faculdade", conta. Para isso, a carioca atravessou a fronteira perigosa do México com os EUA, passou um mês presa e, desde então, se dispõe a trabalhar sete dias por semana para realizar o 'sonho americano'. "Quando finalmente eu consegui pagar a dívida da travessia e iria começar a juntar um dinheiro, veio o diagnóstico", diz Ana que até agora realiza o tratamento pelo sistema particular. "Não sei qual é a minha dívida ainda, mas já fui avisada que é alta. O hospital me encaminhou para ter ajuda do governo estadual e aguardo a resposta", conta. A carioca teve que parar de trabalhar em agosto quando a médica fechou o diagnóstico de câncer nas duas mamas. "Ela disse que que a doença é extremamente agressiva, mas responde bem ao tratamento." Ana completou a terceira sessão de quimioterapia e tem pelo menos outras três pela frente antes de ser submetida à mastectomia das duas mamas. A brasileira teria uma corte de imigração no próximo mês, mas já foi avisada pela advogada que o seu caso foi suspenso por tempo indeterminado por conta da doença. "Minha prioridade é a cura", diz determinada. SERVIÇO: Sem trabalhar, Ana Cristina criou uma campanha para ajudar com os custos do tratamento. Clique aqui para contribuir. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Advogado faz acordo com DHS para deportar brasileiro de 13 anos

    Defesa pede deportação voluntária para Athur enquanto família aguarda processo de asilo nos EUA EVERETT - O brasileiro de 13 anos preso pela polícia de Everett, em Massachusetts, no início do mês e transferido para a custódia do ICE vai pedir a deportação voluntária, informou a defesa do menor nesta quinta-feira, 30. Segundo o advogado Andrew Lattarulo, um casal de tios vai levar Arthur para o Brasil, onde deve esperar o resultado do processo de asilo em que se encontra com os pais e um irmão. A expectativa é que ele retorne legalmente aos Estados Unidos. Lattarulo afirma que o Departamento de Segurança Interna (DHS) concordou com a saída do menino, mas é necessária a assinatura de um juiz para dar andamento ao acordo. A próxima audiência do caso está marcada para o dia 5 de novembro. "Eu não quero que ele espere em uma cela pelo caso do asilo dos pais que pode levar anos. É melhor ele esperar com a família e se os pais venceram ele volta legalmente." Arthur está em processo de asilo com a família, usufruindo de uma autorização para estar nos EUA provisoriamente. Segundo informações do ICE, eles entraram no país por San Luis, Arizona, no dia 24 de setembro de 2021, quando o jovem tinha 9 anos. Mantido preso Arthur está preso desde 9 de outubro quando, segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia de Everett, divulgado pelo DHS, uma denúncia dizia que ele mostrou uma arma de fogo para uma colega e teria dito que a usaria para matar outro aluno. Os policiais foram acionados e prenderam o brasileiro no ponto de ônibus com uma faca, mas não encontraram arma de fogo. Leia também: Juiz mantém brasileiro de 13 anos preso na Virgínia Tanto o chefe de polícia, Paul Strong, quanto o prefeito, Carlo de Maria, negam ter ajudado ao ICE e afirmam que a agência federal foi até a delegacia após as informações e impressões digitais de Arhtur serem inseridas no sistema. Já o ICE afirma que foi notificado pela polícia local. Durante audiência na quarta-feira, 22, um juiz de imigração decidiu manter o brasileiro Arthur, de 13 anos, preso em um centro de detenção na Virgínia, a 800 km de Everett, onde a família mora. Em Corte, o menor pediu desculpas mas não conseguiu a liberdade. O advogado Andrew Lattarulo apresentou uma linha de defesa que não foi atendida. "a decisão já havia sido tomada", disse ele em entrevista. O DHS alegou que Artur é membro da gangue 33, uma organização criminosa brasileira em Everett. Um porta-voz do governo afirmou que o jovem de 13 anos tem um longo histórico criminal, incluindo 11 queixas policiais anteriores sobre furtos "flash mob" em loja, consumo de álcool por menores de idade, arrombamentos, vandalismo, furto e brigas. A polícia de Everett não comenta nem divulga informações sobre Arthur. O prefeito também diz que não pode dar detalhes mas descreveu o brasileiro como um “menino problema”. "Por mais problemático que pareça, crianças se metem em encrencas. Talvez ele tenha feito algumas coisas tolas, mas não deveria ter que pagar com a vida por isso", defende Lattarulo. "No fim das contas, é sobre uma criança de 13 anos que estamos falando." É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Sobe para 49 número de mortos por passagem do furacão Melissa no Caribe

    MIAMI - Subiu para 49 o número de mortos por conta da passagem do furacão Melissa por países do Caribe, segundo balanço dos governos locais desta sexta-feira, 31. O fenômeno deixou 30 mortos no Haiti e 19 na Jamaica, além de devastar partes de Cuba. Na quinta enquanto avançava pelo Caribe em direção às Bermudas na quinta-feira (30). As autoridades do Haiti -- que não foi atingido diretamente, mas sofreu dias de chuvas torrenciais causadas pela tempestade de movimento lento -- relataram ao menos 30 mortes e mais 20 desaparecidos. Ao menos 23 pessoas, incluindo 10 crianças, morreram na cidade de Petit-Goâve, no sul do Haiti, quando um rio transbordou. Estradas, casas e plantações também foram danificadas pelas chuvas. A ministra da Informação da Jamaica confirmou pelo menos 19 mortes, mas disse que as equipes de busca e resgate continuam trabalhando. A tempestade deixou centenas de milhares sem energia elétrica, arrancou telhados de prédios e espalhou destroços pelos campos. As Forças Armadas da Jamaica convocaram reservistas para ajudar nas operações de socorro e resgate. Melissa atingiu o sudoeste da Jamaica na terça-feira (28) como um furacão de categoria 5, o mais forte da história a atingir diretamente o país caribenho, e o primeiro grande furacão a fazê-lo desde 1988. A velocidade dos ventos superou com folga o mínimo exigido para a categoria mais alta de furacões. Meteorologistas da AccuWeather disseram que Melissa ficou empatada em segundo lugar entre os furacões mais fortes já registrados no Atlântico, em termos de velocidade do vento, no momento em que atingiu a terra. A empresa estimou entre US$ 48 bilhões e US$ 52 bilhões em danos e perdas econômicas em toda a região oeste do Caribe. Melissa também atingiu o leste de Cuba, onde cerca de 735 mil pessoas foram evacuadas; até quinta-feira, não havia registro de mortes, apesar de grandes danos a casas e plantações. À meia-noite desta sexta (31), Melissa era um furacão de categoria 2, a 264 km a oeste de Bermuda, com ventos máximos sustentados de 161 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA. Os moradores de Bermuda permaneceram calmos, já que a tempestade não passaria muito perto da ilha. As autoridades informaram que fechariam a ponte principal na noite de quinta-feira e suspenderiam as aulas e os serviços de balsa na sexta, “por precaução”. Nas Bahamas, que Melissa atravessou na noite de quarta-feira, os alertas de tempestade foram suspensos, mas ainda não foi dado o “tudo limpo”. Um funcionário disse que as autoridades decidiriam até sábado se seria seguro para os evacuados voltarem para casa. Ajuda humanitária imediata Cientistas afirmam que furacões estão se intensificando mais rapidamente e com maior frequência devido ao aquecimento das águas oceânicas causado pelas emissões de gases de efeito estufa. Muitos líderes caribenhos têm pedido que nações ricas e grandes poluidoras ofereçam reparações na forma de ajuda financeira ou alívio da dívida. Apesar de a ONU ter criado em 2023 um fundo para que países em desenvolvimento tenham acesso rápido a recursos de emergência diante de eventos climáticos extremos, as doações ainda estão muito abaixo do necessário. A AccuWeather afirmou que Melissa foi o terceiro furacão mais intenso já observado no Caribe, além de ser o mais lento, o que ampliou os danos nas áreas atingidas. Equipes de busca e resgate dos EUA estavam a caminho da Jamaica nesta quinta-feira para ajudar nos esforços de recuperação, informaram as autoridades jamaicanas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que os Estados Unidos estavam prontos para oferecer “ajuda humanitária imediata” ao povo de Cuba, um antigo adversário político de Washington. As autoridades cubanas, que enfrentaram o impacto de Melissa como furacão de categoria 3 durante a noite, disseram estar “aguardando esclarecimentos sobre como e de que forma os EUA pretendem oferecer ajuda”. Pelo menos 241 comunidades cubanas permaneciam isoladas e sem comunicação na quarta-feira, após a passagem da tempestade pela província de Santiago, afetando cerca de 140 mil moradores. Os habitantes de Santiago, segunda maior cidade de Cuba, começaram a voltar para reparar suas casas. As autoridades haviam evacuado 735 mil pessoas para abrigos fora da rota do furacão e transferido turistas dos cayos do norte para hotéis no interior. ** Com Reuters **

  • Trump ordena retomada de testes nucleares nos EUA

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira, 29, que determinou a retomada "imediata" dos testes de armas nucleares, sem oferecer mais detalhes. A medida tomada pelo dirigente americano chega após o presidente russo Vladimir Putin revelar nesta quarta que Moscou havia testado com sucesso um drone submarino de propulsão e com capacidade nucleares, desafiando as advertências de Washington. "Por causa dos programas de testes de outros países, instrui o Departamento da Guerra a iniciar testes com nossas armas nucleares em igualdade de condições", publicou Trump na plataforma Truth Social, onde mencionou que os EUA possuem mais armas nucleares do que qualquer outro país e elogiou seus próprios esforços para realizar "uma atualização e renovação completa das armas existentes". O presidente americano acrescentou que "a Rússia está em segundo lugar e a China está muito atrás, mas vai se igualar em cinco anos". Além de anunciar o teste do drone submarino, Putin comemorou no último domingo o teste final bem-sucedido de um míssil de cruzeiro de propulsão nuclear Burevestnik, de "alcance ilimitado" e capaz, segundo ele, de escapar de praticamente todos os sistemas de interceptação. Putin havia revelado em 2018 o desenvolvimento pelo Exército russo de armas ultramodernas, entre elas os mísseis Burevestnik e os drones Poseidon, destinadas, segundo Moscou, a enfrentar as ameaças dos EUA. ** Com AFP **

  • Acordo EUA-China pode ser assinado na próxima semana e inclui compra de 12 milhões de toneladas de soja

    Presidentes dos EUA e da China tiveram reunião positiva, mas países ainda não assinaram acordo WASHINGTON - Horas após o encontro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o líder chinês Xi Jinping, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent afirmou em entrevista à Fox Business Network esperar que a assinatura do acordo entre os dois países aconteça “já na próxima semana”. Ele também anunciou que Pequim concordou em comprar 12 milhões de toneladas de soja ainda neste ano e novos volumes do grão nos próximos anos. " O acordo de Kuala Lumpur foi concluído no meio da noite de ontem, então espero que possamos trocar assinaturas já na próxima semana", disse Bessent à Fox, referindo-se à estrutura de acordo que havia sido esboçada pelas delegações chinesa e americana na Malásia. Ontem, Trump e Xi se reuniram em Busan, na Coreia do Sul e debateram diferentes assuntos tratados nessa estrutura de acordo. Trump saiu da reunião dizendo que os dois líderes haviam chegado a um consenso sobre diversos pontos, incluindo terras-raras, tarifas, fentanil e soja. No caso da soja a China se comprometeu a adquirir um mínimo de 25 milhões de toneladas anuais nos próximos três anos, segundo Bessent, além da quantidade acertada para este ano. O anúncio traz alívio aos agricultores americanos, que aguardavam ansiosamente a retomada das exportações para o país asiático. A China é uma das maiores compradoras de soja dos EUA. Em setembro, em retaliação às medidas protecionistas adotadas pelo governo Trump, Pequim não fez uma encomenda sequer do grão. Após as declarações de Bessent, o cotação da soja em contratos futuros anulpou as perdas iniciais e e passou a subir 1,7%, a US$ 10,9875 por bushel, unidade de medida de usada nos EUA para produtos agrícolas, às 7h13 em Chicago. Trump havia dito mais cedo que a China compraria uma quantidade “tremenda” de soja americana, após a reunião para avançar em um amplo acordo comercial com o líder chinês Xi Jinping. O republicano afirmou que as compras começariam imediatamente, mas não apresentou detalhes adicionais. Alívio a agricultores O acordo abre caminho para a retomada de um comércio que movimentou mais de US$ 12 bilhões no ano passado e é crucial para agricultores dos EUA, que enfrentam pressão financeira prolongada. O compromisso de 12 milhões de toneladas para esta temporada está em linha com as previsões de muitos analistas. A China tem pouca necessidade de volumes adicionais no momento, após acumular estoques robustos com embarques recordes da América do Sul. " O volume representa uma redução considerável do ponto de vista histórico", disse Brian Grete, analista sênior de grãos e pecuária da Commstock. Grete acrescentou que, no longo prazo, compras de 25 milhões de toneladas por ano significariam “basicamente voltar ao normal”, o que pode auxiliar os produtores a projetar a demanda de exportação e organizar seus balanços para os próximos anos. No ano passado, os EUA exportaram cerca de 27 milhões de toneladas para a China, segundo dados do Departamento de Agricultura americano. Ainda assim, o compromisso é inferior ao registrado após a guerra comercial no primeiro mandato de Trump. Depois do chamado acordo da Fase Um, em 2020, os embarques aos chineses saltaram para 34,2 milhões de toneladas na época. Lista de empresas proibidas Durante a entrevista, Bessent acrescentou que ficou acertado com Pequim que os EUA vão suspender, por um ano, a norma que restringe o comércio com subsidiárias de empresas incluídas na lista proibida do governo americano. No fim de setembro, passou a vigorar uma norma nos EUA, segundo a qual subsidiárias controladas - participação igual ou superior a 50% - por empresas presentes naquela lista passariam a ser sujeitas às mesmas barreiras impostas às matrizes sancionadas. Na prática, isso ampliaria o alcance das restrições para cerca de 20 mil empresas, aumentando em 15 vezes o “raio de ação” das limitações ao acesso de companhias chinesas a exportações americanas, segundo análise publicada na segunda-feira pelo pesquisador sênior Martin Chorzempa, do Peterson Institute for International Economics, em Washington. A questão do TikTok Uma das questões que ficaram em aberto após o encontro dos líderes foi o que os dois países acordaram em relação à rede social TikTok. Indagado, Bessent afirmou que a China aprovou o acordo de transferência do TikTok. Os termos idealizados por Trump preveem a criação de uma nova empresa que assumiria o negócio do TikTok nos EUA, controlada majoritariamente por investidores americanos, com a participação da ByteDance reduzida a menos de 20%, conforme exigido por uma lei de segurança nacional. "Finalizamos o acordo do TikTok em termos de obter a aprovação chinesa, e espero que isso avance nas próximas semanas e meses, para que finalmente tenhamos uma resolução", disse Bessent à Fox Business Network sem fornecer mais detalhes. O Ministério do Comércio da China, no entanto, limitou-se a dizer nesta que está comprometido em resolver adequadamente as questões relacionadas ao TikTok, sem mencionar detalhes. **Com Agências **

  • Trump estabelece limite de 7.500 refugiados para admissão nos EUA no ano fiscal de 2026

    Ao assumir o cargo em janeiro, Trump suspendeu todas as admissões de refugiados nos EUA WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabeleceu o limite de admissão de refugiados em 7.500 para o ano fiscal de 2026, o menor já registrado, segundo documento da Casa Branca publicado nesta quinta-feira, 30. A medida faz parte de um esforço mais amplo de Trump para reformular as políticas de refugiados nos EUA e no restante do mundo. O ano fiscal de 2026 abarca o período de 1º de outubro de 2025 a 30 de setembro do próximo ano. Em uma declaração anual sobre refugiados datada de 30 de setembro, Trump afirmou que as admissões seriam focadas principalmente em sul-africanos da minoria étnica branca africâner. Ele afirmou que os africâneres enfrentam perseguição com base em sua raça no país de maioria negra -- uma alegação que o governo sul-africano negou. Ao assumir o cargo em janeiro, Trump suspendeu todas as admissões de refugiados nos EUA, afirmando que elas só poderiam ser retomadas se fosse comprovado que atendiam aos melhores interesses do país. Semanas depois, ele lançou uma iniciativa para trazer africâneres, o que gerou críticas de apoiadores de refugiados. Apenas 138 sul-africanos haviam entrado nos EUA até o início de setembro, informou a Reuters na época. Na decisão publicada nesta quinta-feira, Trump afirmou que seu governo consideraria trazer "outras vítimas de discriminação ilegal ou injusta em seus respectivos países". Um documento interno elaborado por funcionários do governo dos EUA em abril sugeriu que a administração também poderia priorizar a entrada de europeus como refugiados, caso fossem alvo de perseguição por expressarem certas opiniões, como oposição à imigração em massa ou apoio a partidos políticos populistas. Europeus e outros grupos não foram mencionados no plano público de refugiados de Trump. Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro, altos funcionários do governo Trump estimularam outras nações a se juntarem a uma campanha global para revogar as proteções de asilo, uma mudança importante que buscaria reformular o quadro migratório do pós-Segunda Guerra Mundial. Em uma medida relacionada, a Casa Branca afirmou que transferiria a supervisão dos programas de apoio a refugiados do Departamento de Estado para o Departamento de Saúde e Serviços Humanos. ** Com Reuters **

  • Deputados brasileiros querem criar comissão para visitar prisões do ICE

    Um dos grupos de brasileiros deportados no início do ano sendo acolhidos pelo MDHC BRASÍLIA - Parlamentares sugeriram a criação de uma comissão  pluripartidária para visitar brasileiros presos em centros de detenção imigratórios nos Estados Unidos após o tema ser discutido na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados em Brasília nesta terça-feira, 28. O deputado Rui Falcão (PT-SP) considera avaliar as condições dos brasileiros deportados. “Essa política migratória alimenta a indústria de deportações, porque cada pessoa presa representa mais lucro para os presídios”, afirmou. Vale destacar que organizações de direitos humanos e parlamentares americanos têm acesso limitado aos presos do ICE, o que coloca em dúvida se a iniciativa de políticos estrangeiros iria funcionar. Em setembro, deputados democratas de Nova York foram presos em protesto contra as ações da agência federal enquanto outros foram impedidos de entrar ou tiveram entrada restrita nos presídios de imigração. Consulados O representante do Itamaraty, Aloysio Mares Dias Gomide Filho, informou que os consulados brasileiros nos Estados Unidos receberam orientação para visitar as prisões onde estão os deportados e cobrar reparações em casos de violações de direitos. “Os consulados atuam com as autoridades locais e contam com apoio da rede de associações de brasileiras e brasileiros no exterior, composta por profissionais, advogados e entidades de direitos humanos”, destacou Gomide Filho, diretor do Departamento de Comunidades Brasileiras e Assuntos Consulares. Entretanto, famílias entrevistadas pela MANCHETE USA em Massachusetts, Flórida e Nova York dizem que os parentes não receberam assistência nem visita dos agentes consulares. "Notifiquei o consulado sobre a prisão do meu filho e avisei que ele estava sem acesso à medicação. Nada foi feito. Eles jogam a responsabilidade de uma representação para a outra porque os imigrantes são transferidos para unidades do ICE em Estados diferentes", contou um pai que não quis se identificar. Gomide Filho acrescentou que os consulados estão agilizando a emissão de documentos de viagem para reduzir o tempo de detenção. Compromisso do governo Durante os depoimentos na Câmara, representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) reafirmaram que a prioridade do governo em assegurar acolhimento humanizado aos deportados dos EUA. Em janeiro, o primeiro grupo de brasileiros deportados relatou condições degradantes durante o voo de repatriação, como o uso de algemas e correntes e longa espera em aeronaves sem ventilação adequada. O governo brasileiro considerou o episódio uma violação de direitos humanos e um desrespeito a acordos bilaterais. Segundo Ana Maria Gomes Raietparvar, do MDHC, 2.230 brasileiros deportados já foram acolhidos até o momento – 83% homens e 17% mulheres. Ela explica que predominância masculina "deve-se à estratégia do governo norte-americano de deportar pais de família, com a expectativa de que o restante do grupo retorne voluntariamente". “São histórias muito comuns de famílias separadas pela deportação, com pessoas em tratamento de saúde nos Estados Unidos, sem que isso seja levado em conta pelos agentes imigratórios”, relatou Ana, que chefia o setor de promoção dos direitos de migrantes, refugiados e apátridas. Segundo Ana, 40% dos deportados cursaram o ensino médio e 9% têm ensino superior completo. “Nos Estados Unidos, 79% relataram trabalhar oito horas por dia ou mais, geralmente em empregos precarizados”, afirmou. A maioria dos repatriados tem entre 18 e 29 anos, faixa etária em que se concentram os casos mais graves de abalo emocional e saúde mental. O atendimento é realizado pelo programa "Aqui é Brasil", que "acompanha os deportados desde a chegada ao aeroporto até a reintegração social". É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Estados processam governo Trump por corte de ajuda alimentar

    42 milhões de pessoas devem ficar sem auxílio-alimentação a partir de novembro NOVA YORK - Vinte e cinco Estados entraram na Justiça contra a administração de Donald Trump para impedir o corte no programa de combate à fome mais extenso dos Estados Unidos. Com a paralisação do governo americano entrando em sua quarta semana, cerca de 42 milhões de americanos, aproximadamente uma em cada dez pessoas no país, enfrentam a possibilidade de perder o acesso ao auxílio-alimentação no próximo mês. O Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP, na sigla em inglês), comumente referido como food stamps deve ficar sem dinheiro em 1º de novembro, de acordo com a Secretária de Agricultura Brooke Rollins, que alertou que “milhões e milhões de famílias vulneráveis” podem passar fome em breve. A administração Trump e os democratas trocaram acusações no Congresso, e, no fogo cruzado, estão as famílias mais vulneráveis do país. O fundo de contingência de emergência do SNAP atualmente detém cerca de US$ 6 bilhões, mas o programa precisa de US$ 8,1 bilhões para cobrir os benefícios de novembro. Sem novo financiamento, o USDA diz que terá que suspender todos os pagamentos inteiramente. Dezessete Estados já pararam de aceitar novas inscrições. Os vinte e cinco Estados - entre eles Massacusetts, Nova York e Pensilvância - que integram a ação contra o governo anunciaram na semana que os pagamentos do SNAP de novembro podem não ser emitidos, criando ansiedade entre as famílias de baixa renda que dependem de seus depósitos mensais para alimentação. Outros programas de segurança social, como o WIC, um provedor chave de alimentos para mulheres grávidas e bebês, evitaram por pouco o colapso no início do mês, mas foram redirecionados US$ 300 milhões em receita de tarifas. O SNAP apoia seis vezes mais pessoas. Uma vez que a crise de financiamento seja resolvida, o SNAP, que apoia seis vezes mais pessoas que o WIC, virá com novas restrições. Adultos entre 18 e 64 anos sem crianças pequenas devem trabalhar, ser voluntários ou participar de pelo menos 20 horas de programas de educação ou treinamento por semana ou arriscam perder os benefícios após três meses. As novas regras também encerram as isenções para veteranos. O que é o SNAP, o maior programa de combate à fome dos EUA O SNAP existe desde 1961 e há muito tempo é um dos programas de combate à pobreza mais eficientes e eficazes na América, com quase metade de todos os beneficiários menores de 18 anos, e mais de 70% dos benefícios vão para famílias com idosos ou pessoas com deficiência. ** Com Agências **

  • Popularidade de Trump cai e parte dos americanos desaprova custo de vida, aponta pesquisa

    Aprovação de Trump caiu 2 pontos percentuais em relação à última pesquisa WASHINGTON - A taxa de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu nos últimos dias, igualando o nível mais baixo de seu mandato, e mais americanos desaprovam sua forma de lidar com o custo de vida, segundo uma nova pesquisa Reuters/Ipsos. O levantamento, realizado ao longo de três dias e concluído no domingo (26), mostrou que 40% dos americanos aprovam o desempenho do líder republicano, em comparação com 42% em uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada entre 15 e 20 de outubro. A popularidade de Trump tem se mantido dentro de um ou dois pontos percentuais do nível atual em todas as pesquisas Reuters/Ipsos desde meados de maio. A parcela de pessoas que dizem desaprovar seu desempenho aumentou, de 52% em uma pesquisa de 16 a 18 de maio para 57% na mais recente. O presidente venceu a eleição do ano passado com promessas de combater o aumento da inflação que prejudicou seu antecessor, o democrata Joe Biden. No entanto, os americanos avaliam Trump muito mal quanto à forma como tem administrado os custos que pesam sobre os lares dos EUA — o dobro de pessoas desaprova sua gestão do custo de vida em relação às que a aprovam. O ritmo da inflação aumentou desde que Trump assumiu o cargo em janeiro, mesmo com o enfraquecimento do mercado de trabalho, o que levou o banco central do país a reduzir as taxas de juros. Reação pública ao "shutdown" Os resultados da pesquisa sugerem que muitos americanos têm apenas preocupações moderadas com a paralisação do parcial do governo (“shutdown”), a segunda mais longo da história dos Estados Unidos, que deixou milhares de funcionários federais temporariamente afastados. Cerca de 29% disseram que não se importavam ou ficaram satisfeitos com o teve pouco ou nenhum impacto em suas vidas. Embora os republicanos de Trump controlem a maioria em ambas as Casas do Congresso, os democratas têm bloqueado projetos de lei de gastos no Senado dos EUA, prometendo manter sua posição até que os republicanos concordem em prorrogar os subsídios de seguro de saúde que expiram no final do ano. A posição do Partido Democrata parece contar com apoio significativo: 73% dos americanos entrevistados querem que os subsídios continuem, apesar dos argumentos de que isso aumentará o déficit orçamentário federal — número praticamente inalterado em relação a uma pesquisa realizada no início do mês. A pesquisa, conduzida on-line, entrevistou 1.018 eleitores americanos em todo o país, com margem de erro de 3 pontos percentuais para as opiniões do público em geral e 6 pontos percentuais para as opiniões de republicanos e democratas. ** Com Reuters **

  • Senado dos EUA aprova medida que bloqueia tarifas de Trump para o Brasil

    Cinco republicanos votaram com os democratas para colocar fim ao tarifaço contra produtos brasileiros WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos votou por 52 a 48 para aprovar uma medida que bloqueia as tarifas do presidente Donald Trump sobre o Brasil, com um punhado de republicanos se aliando aos democratas na reprovação de uma peça central da agenda econômica da Casa Branca. Cinco senadores republicanos votaram a favor da resolução: Lisa Murkowski, do Alasca; Susan Collins, do Maine; Rand Paul e Mitch McConnell, do Kentucky; e Thom Tillis, da Carolina do Norte. Todos os democratas votaram a favor. A resolução sobre o Brasil agora segue para a Câmara, onde os líderes republicanos endureceram as regras processuais para bloquear as votações em plenário sobre contestações tarifárias até março do ano que vem A medida, liderada pelo senador Tim Kaine, do Partido Democrata, encerraria a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros por Trump sob uma lei de poderes emergenciais. Ainda esta semana, espera-se que o Senado considere medidas semelhantes para bloquear as tarifas de 35% de Trump sobre produtos canadenses e suas tarifas de 10% a 50% sobre importações de outros países. A votação ocorreu após um tenso almoço a portas fechadas na tarde de terça-feira, 28, no qual o vice-presidente JD Vance enfrentou resistência de senadores republicanos em relação às novas propostas que o governo vem considerando para quadruplicar as importações de carne bovina argentina. Vance havia comparecido para pedir união em relação ao comércio e manter os senadores alinhados antes da votação sobre as tarifas, mas, em vez disso, enfrentou uma enxurrada de reclamações de legisladores de estados agrícolas que disseram que o plano já estava causando preocupação entre os produtores de gado em seus distritos. Muitos republicanos expressaram reservas sobre as tarifas de Trump, e a Suprema Corte deve ouvir em breve os argumentos sobre se Trump extrapolou seus poderes ao impor tarifas para o mundo todo. Paul, um dos coautores da medida sobre o Brasil, disse que Trump estava invadindo o poder do Congresso sobre a tributação ao reivindicar o "direito unilateral de cobrar impostos de importação" e afirmou que as tarifas do presidente estavam se baseando em uma "emergência fabricada". Em declarações à imprensa sobre seus colegas republicanos, ele disse: "É uma meta muito difícil de alcançar até que eles votem contra o presidente". ** Com AE **

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