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  • Professor da USP é detido em Massachusetts após disparar arma de chumbinho próximo a sinagoga

    Em depoimento, professor disse que estava caçando ratos BROOKLINE - O Tribunal Distrital de Brookline, em Massachusetts, indiciou na quinta-feira, 2, o advogado e professor da USP, Carlos Portugal Gouvêa, por disparo ilegal de arma de chumbinho, conduta desordeira, perturbação da paz e dano malicioso à propriedade pessoal. O brasileiro alega inocência. Gouvêa é acusado de fazer os disparos do lado de fora de uma sinagoga na quarta-feira (1), início do feriado de Yom Kippur, considerado o mais sagrado no judaísmo. A ação gerou pânico no local e resultou na presença de mais de dez policiais. Às autoridades, o professor, que tem 43 anos, teria alegado que estava caçando ratos. Os policiais confirmaram que não havia indícios de que Gouvêa tinha como alvo o templo. Gouvêa leciona direito comercial na USP e é professor visitante da Faculdade de Direito de Harvard. Após o caso, o professor foi afastado de Harvard. As contas em redes sociais do advogado foram derrubadas após o caso, assim como o perfil do IDGlobal  (Instituto de Direito Global) do qual ele é membro. A reportagem não conseguiu contato com o docente até a publicação deste texto. ** Com Agências **

  • Lula e Trump têm conversa amistosa e combinam encontro presencial em breve

    Trump designou Marco Rubio para tratar de assuntos comerciais com o Brasil WASHINGTON - O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concordaram nesta segunda-feira,6, em se encontrar pessoalmente em breve após a primeira conversa por videoconferência classificada como "em tom amistoso". Na conversa, segundo nota do Palácio do Planalto, os dois concordaram em tentar um encontro durante a Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), no final do mês, na Malásia, onde ambos estarão. Lula também se dispôs a vir aos EUA, se necessário. No telefonema, de cerca de 30 minutos, os líderes trataram, segundo o governo brasileiro, das tarifas comerciais impostas pelos EUA a produtos brasileiros e da abertura de negociações entre os dois países. "Recebi, nesta manhã, telefonema do presidente Trump. Conversamos por 30 minutos e relembramos a boa química que tivemos no encontro em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU", disse Lula em publicação nas redes sociais. De acordo com uma fonte a par do que foi conversado, a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teria sido o estopim para a imposição de tarifas de 50% dos EUA contra as exportações brasileiras, não foi citada, assim como a possibilidade de regulamentação das "big techs" -- outro ponto sensível para Trump. Da mesma forma, a situação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, sobre quem foi aplicada sanção dos EUA sob a Lei Magnitsky, também não foi tema diretamente. Ainda segundo esta fonte, a conversa foi descontraída. Quando Lula reforçou sua disposição de negociar e ressaltou que não tem inimigos, Trump respondeu que ele sim tem. Trump designou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, como o contato para dar sequência às negociações sobre as tarifas com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, designados pelo Brasil como negociadores. A abertura de um canal direto é um avanço em relação à política adotada até agora, em que os ministros brasileiros admitiam que os canais de negociação estavam bloqueados. Rubio já havia tido um encontro sigiloso com Mauro Vieira, em Washington, mas depois disso a interlocução havia cessado. "No telefonema, recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras", disse Lula. Além disso, os dois presidentes "trocaram telefones para estabelecer via direta de comunicação", informou o Palácio do Planalto. A conversa foi acompanhada por Alckmin, Haddad, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, e pelo assessor especial da Presidência, embaixador Celso Amorim. Após sair do encontro, Haddad afirmou que a conversa foi "positiva". Em entrevista a jornalistas, Alckmin disse que a conversa foi melhor do que o governo brasileiro esperava. Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que a ligação foi "muito boa", acrescentando que se concentrou nas relações econômicas e comerciais entre os dois países. "Nesta manhã, tive um telefonema muito bom com o presidente Lula, do Brasil. Conversamos sobre muitas coisas, mas focamos principalmente em economia e comércio entre nossos dois países", escreveu Trump na plataforma Truth Social. "Teremos novas discussões e vamos nos reunir em um futuro não tão distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Eu aproveitei a ligação, e nossos países vão se dar muito bem juntos", assegurou o republicano. ** Com Reuters **

  • Caçula de família alvo de ação truculenta do ICE está desaparecida

    WORCESTER - A ação truculenta do ICE contra uma família brasileira em Worcester, Massachusetts, em maio, continua ganhando traços mais dramáticos após a caçula de 13 anos ter sido dada como desaparecida na semana passada.  Desde que Rosane Ferreira de Oliveira, 40 anos, foi presa pelos agentes federais, Karoline Ferreira de Moura estava na casa de amigos sob custódia do Estado. Ela foi vista pela última vez no dia 20 de julho, afirma a Polícia de Worcester.  A vereadora Etel Haxhiaj, acusada de agredir policiais ao tentar proteger Rosane na ação há dois meses, compartilhou a foto de Karoline e pede ajuda da população para localizar a adolescente. Rosane segue no Centro de Detenção do Condado de Stafford, em Dover, New Hampshire, de onde luta para ficar nos Estados Unidos através de um pedido de asilo que já estava em andamento antes de sua prisão.  Acusação criminal Dois dias antes do desaparecimento da filha, uma acusação criminal que pesa contra Rosane no processo imigratório  foi retirada. Na decisão, a promotoria de Worcester afirma que "a testemunha queixosa neste caso não deseja prosseguir" e  entende que a acusada está sob custódia federal. Por isso, pede o arquivamento do caso que pode ser reaberto no futuro.  Rosane chegou a ficar detida durante dois dias em fevereiro após a polícia ser chamada para atender uma ocorrência doméstica em um sábado.  De acordo com o Boletim de Ocorrência, ela teria agredido uma "mulher grávida com um fio de carregador de celular". A vítima seria a filha mais velha Clara Augusta que mais tarde foi usada como isca para prender a mãe. A jovem, que aparece com o bebê no colo nas imagens da ação do ICE, afirma que o incidente no início do ano foi um mal entendido.  Armadilha Em entrevista, Clara conta que o marido havia sido preso na véspera da confusão na Eureka Street em Worcester após buzinar no trânsito para um agente do ICE à paisana. No dia 8 de maio, ela estava a caminho do escritório da agência da polícia de imigração em Burlington para assinar papéis e recuperar o carro do companheiro quando foi interceptada pelos agentes federais. Eles não apresentaram um mandado de prisão e disseram que um responsável deveria ficar com o bebê e não poderia ser a irmã de 17 anos que a acompanhava.  Clara  então  chamou a mãe e quando ela chegou também foi avisada que seria presa.  Vizinhos intervieram, segundo a jovem, quando os agentes tentaram pegar o seu bebê. Populares também questionaram se havia uma ordem de prisão e queriam impedir a prisão de Rosane que acabou sendo algemada e levada pelo ICE. Mais tarde a justificativa do ICE era de que Rosane estava ilegal no país e tinha passagem pela polícia.  A adolescente, que acompanhava a irmã mais velha,  se desesperou e acabou sendo presa pela polícia de Worcester que estava no local após ter sido acionada tanto pelos agentes do ICE quanto pela população. Leia também: Adolescente presa ao tentar impedir ICE de levar a mãe está sob custódia do governo A menina chegou a ser indiciada por negligência de criança, perturbação da paz, conduta desordeira e resistência à prisão. As acusações foram todas retiradas. Ela também estava sob custódia do Estado, mas decidiu voltar para o Brasil junto com a irmã Clara que foi reencontrar o marido deportado, de acordo com pessoas ligadas à família.  Leia também: Advogado acusa ICE de assinar deportação sem aval do cliente Karoline teria ficado e agora está desaparecida.  A Manchete USA tentou contato com Clara, mas não obteve resposta até a publicação dessa matéria. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Jornalista preso em manifestação anti-Trump é deportado para El Salvador

    Família de Guevara afirma que jornalista corre risco de morte se retornar para El Salvador ATLANTA - Organizações de defesa dos direitos humanos e da liberdade de imprensa não conseguiram impedir a deportação do jornalista salvadorenho Mario Guevara. O jornalista de política voltou na manhã dessa sexta-feira, 3, para o país de onde fugiu há mais de 20 anos após sofrer ameaças. No início da tarde, Guevara apareceu em um vídeo ao vivo nas redes sociais. Ele estava escoltado por autoridades do governo de El Salvador, saindo de um veículo e abraçando uma mulher que apontava um celular com câmera para ele. "Olá, mãe", disse ele para a tela. Ele olhou para o céu e disse: "Meu país, meu país, meu país. Graças a Deus. Não era assim que eu queria vir para o meu país, mas graças a Deus." Em outra publicação, afirmou estar "pronto para continuar trabalhando o dobro do meu país". Representantes da Free Press, da Fundação da Primeira Emenda da Georgia, União Americana de Liberdades Civis (ACLU) afirmam que a prisão do salvadorenho foi arbitrária e coloca em xeque o direito à informação. Mas a Corte de Apelações do 11 º Circuito dos Estados Unidos rejeitou na quinta-feira uma moção de emergência apresentada pelo advogado Giovanni Diaz para impedir a expulsão de Guevara para El Salvador. A mulher e os filhos do jornalista permanecem nos EUA. Preso desde junho Guevara foi preso no dia 14 de junho pela polícia do Condado de Kolb,na Geórgia, enquanto cobria a manifestação "No Kings", um movimento nacional que tomou as ruas dos EUA contra o governo Donald Trump, incluindo a política anti-imigrante, e foi transferido para a custódia do ICE. No dia 25 de junho, três acusações inciais de reunião ilegal, obstrução e de estar como um pedestre na via pública reservada a automóveis, foram arquivadas por falta de provas. Em 10 de julho, quando Guevara já estava sob custódia do ICE, as denúcias de direção imprudente, desobediência aos sinais de trânsito e uso ilegal de um dispositivo de telecomunicações também foram arquivadas devido a evidências insuficientes e falta de fundamentos legais. Leia também: Jornalista corre risco de deportação após cobrir manifestação contra Trump Segundo o advogado de Guevera, o jornalista tinha autorização para ficar nos EUA enquanto aguarda a residência permanente (green card) através de um processo familiar uma vez que é pai de cidadãos americanos. "Ele fugiu de El Salvador em 2004 após sofrer ameaças por seu trabalho como repórter político no jornal La Prensa Gráfica", pontuou Díaz. Nos EUA, Guevara fundou o site MGNews e acompanhava de perto as operações do ICE nas ruas da Geórgia. O jornalista ganhou um prêmio Emmy em 2023. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Número de brasileiros deportados dos EUA em 2025 bate recorde histórico

    Mais 12 voos com brasileiros deportados deve chegar ao Brasil até o fim do ano BRASÍLIA - O número de brasileiros deportados dos Estados Unidos em 2025 ultrapassa 2 mil, o maior patamar desde 2021, segundo a contagem da Polícia Federal divulgada essa semana. Dados reveleam que até o dia 1º de outubro, 2.268 nacionais chegaram ao Brasil por decisão do governo Trump, superando em 37% o total registrado em todo o ano de 2024. O maior número anterior havia sido em 2021, com 2.188 deportações. O recorde foi marcado com a chegada de um voo com 110 deportados na noite de quarta-feira (1º) no Aeroporto Internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A escolha de Confins para esses voos está ligada à sua capacidade logística, facilitando o retorno dos deportados às suas cidades de origem, especialmente em Minas Gerais, que concentra grande número de emigrantes. Desde janeiro, 24 voos de deportação partiram dos EUA para o Brasil, sendo 23 deles durante a administração do presidente Donald Trump que assumiu o cargo em 20 de janeiro. A expectativa é que mais 12 voos ocorram até o final do ano, mantendo a frequência semanal. As deportações coletivas começaram em 2019, no primeiro mandato de Trump, quando o governo brasileiro autorizou novamente o pouso desses voos, prática que estava suspensa desde 2006. ** Com Agências **

  • Apple remove apps que informavam movimentação de agentes do ICE

    Agência federal alega que aplicativos colocam vida de agentes em perigo WASHINGTON - A Apple removeu na quinta-feira, 2, de sua loja de aplicativos vários programas usados para informar de forma anônima sobre os movimentos dos agentes do ICE, após pressão da Casa Banca. Os aplicativos vinham se tornando cada vez mais populares nos últimos meses, à medida que a campanha de deportações do presidente Donald Trump ganha força em cidades de todo os Estados Unidos. Autoridades do governo os haviam criticado duramente por "colocarem em risco os agentes migratórios", especialmente após um tiroteio mortal ocorrido no mês passado em instalações do ICE no Texas. As autoridades afirmaram que o suspeito havia usado um desses aplicativos nos dias que antecederam o ataque. Dois detidos morreram e outro ficou ferido nessa ação. Os aplicativos de rastreamento do ICE, incluindo o popular ICEBlock, já não estavam acessíveis na App Store da Apple no fim da noite de quinta-feira. A Fox Business foi a primeira a noticiar a remoção dos aplicativos, e a procuradora-geral Pam Bondi declarou ao veículo que o Departamento de Justiça "entrou em contato hoje com a Apple para exigir que retirasse o aplicativo ICEBlock de sua App Store, e a Apple assim o fez". Em declaração à NBC News, a empresa disse: "Com base nas informações que recebemos das autoridades policiais sobre os riscos de segurança associados ao ICEBlock, nós o removemos, juntamente com outros aplicativos semelhantes, da App Store". ** Com Agências **

  • Brasileiro é condenado por venda de carteira de motorista e vai ser deportado

    Massachusetts entrou na segunda fase do esquema fraudulento BOSTON – O Tribunal Federal de Boston condenou na última semana o brasileiro César Augusto Martins Reis, 28 anos, a pouco mais de nove meses de prisão por um esquema de venda de carteiras de motoristas de Nova York e Massachusetts para pessoas que não se qualificavam para o documento e utilizavam passaportes e endereços falsos. A pena é bem menor que a máxima prevista de 15 anos para esses tipos de crime. A juíza Margaret Guzman decidiu no dia 26 de setembro que o réu deveria cumprir 290 dias na cadeia, tempo que já permaneceu preso, e ser extraditado. Em junho, o brasileiro que morava em Waterbury, Connecticut, quando foi detido, reconheceu a culpa por "conspirar para produzir e portar ilegalmente documentos de identificação para depois transferi-los a terceiros". Ele foi flagrado pela polícia no dia 4 de fevereiro do ano passado com 50 carteiras de motorista fraudulentas, destaca o processo. Além de Reis, a investigação que desmantelou a quadrilha em dezembro culminou na prisão de Helbert Costa Generoso, 39, de Danbury, em Connecticut, Gabriel Nascimento de Andrade, 26, de Boston, em Massachusetts. Eles ainda não foram sentenciados. Outros dois acusados Edvan Fernandes Alves De Andrade, 34, de Worcester, e Leonel Teixeira de Souza Junior, 38, de Milford, já estavam no Brasil. Esquema fraudulento De acordo com o processo, as fraudes para fornecer habilitação para pessoas que moravam fora do Estado ocorreram entre novembro de 2020 e setembro de 2024.. Massachusetts entrou nas negociações após julho de 2023, quando passou a emitir carteira de motorista para imigrantes indocumentados. Já em Nova York o documento estava disponível para residentes sem status imigratório legal no país desde 2019. Leia também: Brasileiros podem pegar até 15 anos de prisão por venda de carteiras Os réus cobravam cerca de US$ 1,4 mil para conseguir a habilitação. No total, foram mais de mil clientes e, segundo as investigações, aproximadamente 600 tiveram sucesso. Os falsários burlavam o sistema de Nova York que exige que os candidatos tirem fotos enquanto fazem o teste escrito on-line na tentativa de evitar fraudes. Os réus pediam a seus clientes para se fotografarem em posições que simulavam que estavam completando a prova, mas eram os acusados que respondiam aos testes escritos, criavam certificados de conclusão de escolas de condução de Nova York, inclusive com assinaturas falsas de funcionários desses locais. Com esse certificado, os candidatos compareciam ao Departamento de Registro de Carros de NY para apresentar os documentos de identidade e comprovante de residência no Estado, mesmo local para onde eram enviadas as habilitações. Os endereços eram controlados pela quadrilha. Os réus e seus cúmplices recrutavam clientes em Massachusetts e os dirigiam até Nova York, "vários de uma vez só", para a primeira fase e também para o teste de rua. Em Massachusetts, o esquema forjava os passaportes para usar como identidade para requerer a habilitação. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Governo Trump diz que agentes de imigração vão fiscalizar show de Bad Bunny

    WASHINGTON - O ex-gerente de campanha de Donald Trump, Corey Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira, 1, que agentes de imigração estarão presentes no Super Bowl de 2026, onde Bad Bunny vai se apresentar no intervalo. O show entre os dois tempos da partida, no dia 8 de fevereiro, é a única apresentação de Bad Bunny nos Estados Unidos marcada para o ano que vem, já que sua aguardada turnê mundial "Debí Tirar Más Fotos", programada para ocorrer entre dezembro e julho, não tem outra data prevista no país além do jogo anual do Futebol Americano. Bad Bunny disse à revista I-D no mês passado que seu medo de batidas de agentes do ICE é parte do motivo pelo qual ele não fez turnê pelos EUA continental. O cantor, contudo, se apresentou há pouco em Porto Rico, um território ultramarino do país. "Não há nenhum lugar onde se possa oferecer refúgio a pessoas que estão ilegalmente neste país. Nem no Super Bowl nem em nenhum outro lugar. Nós os encontraremos, os prenderemos, os colocaremos em um centro de detenção e os deportaremos. Saibam que essa é uma situação muito real sob esta administração, ao contrário do que costumava ser", afirmou Lewandowski no programa de entrevistas The Benny Show. "É uma vergonha que eles tenham decidido escolher alguém que parece odiar tanto os Estados Unidos para representá-los no show do intervalo", disse Lewandowski. "Deveríamos tentar ser inclusivos, não exclusivos. Há muitas bandas e artistas excelentes que poderiam estar tocando naquele show, unindo as pessoas e não separando-as." "Houve muitos motivos pelos quais eu não apareci nos EUA [continental], e nenhum deles foi por ódio —já me apresentei lá muitas vezes", disse Bad Bunny à revista I-D. "Todos [os espetáculos] foram um sucesso. Todos foram magníficos. Gostei de me conectar com latinos que moram nos EUA. Mas, especificamente, para uma série de shows aqui em Porto Rico, sendo um território não incorporado dos EUA. Pessoas dos EUA podiam vir aqui para ver o espetáculo." Lewandowski faz parte do círculo próximo de Trump há muito tempo, tendo trabalhado como seu gerente de campanha em 2016. Ele retornou à campanha presidencial no ano passado e, desde a eleição de Trump, atua como funcionário especial do governo no departamento de imigração. ** Com AF **

  • ICE acata ordem judicial e não deporta brasileira

    Bárbara está presa desde o dia 16 de setembro quando compareceu a uma entrevista para obter o green card LOS ANGELES - O ICE transferiu a cineasta brasileira Bárbara Marques para outra unidade prisional na Lousiana e não deve deportá-la até um juiz reavaliar o seu caso, informaram os amigos nesta quarta-feira, 1. Ela corria o risco de deixar os Estados Unidos hoje. "Bárbara Marques não será deportada imediatamente e retornou ao sul da Lousiana. Isso aconteceu graças ao trabalho de todos que se envolveram", dizia uma publicação na rede social do marido da capixaba, o americano Tucker May. Leia mais: ICE ameaça desrespeitar ordem judicial e deportar brasileira Desde ontem, May e amigos de Bárbara pediam que as pessoas ligassem para parlamentares da Lousiana. Ela estava em um centro de detenção em Alexandria de onde deveria partir no próximo voo para o Brasil. A defesa de Bárbara havia conseguido horas antes uma ordem judicial que impediria a extradição enquanto o processo reaberto volta a ser avaliado, mas o ICE já ignorou a regra em outros casos. Bárbara foi presa no dia 16 de setembro logo após uma entrevista com a imigração em Los Angeles, na Califórnia, para obter o green card através do casamento. Contra ela, pesa uma ordem de deportação por faltar a uma Corte em 2019. A família alega que a cineasta desconhecia a carta de remoção e buscava regularizar a documentação imigratória quando foi detida. Bárbara e May se casaram em abril. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Brasileiros podem pegar até 15 anos de prisão por venda de carteiras

    BOSTON – O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) comunicou na semana passada que a polícia desmantelou uma quadrilha formada por brasileiros responsáveis pela venda de carteiras de motoristas de Nova York e Massachusetts para pessoas que não se qualificavam para o documento e utilizavam passaportes e endereços falsos. Cinco homens foram indiciados na terça-feira, 10, por "conspirar para produzir e portar ilegalmente documentos de identificação para depois transferi-los a terceiros". Eles também respondem a "duas acusações de posse com a intenção de usar ou transferir documentos de identificação ilegalmente e uma acusação de fornecer passaporte falso". Se condenados, cada acusado pode pegar até 15 anos de prisão. A Promotoria Federal em Massachusetts cita no processo os nomes de César Augusto Martins Reis, 28 anos, de Waterbury, Helbert Costa Generoso, 39, de Danbury, cidades de Connecticut, além de Gabriel Nascimento de Andrade, 26, de Boston. Andrade cumpre prisão preventiva enquanto Reis e Generoso estão detidos aguardando a audiência de custódia prevista para a segunda-feira, 16. Outros dois acusados Edvan Fernandes Alves De Andrade, 34, de Worcester, e Leonel Teixeira de Souza Junior, 38, de Milford, já estão no Brasil. Esquema fraudulento De acordo com o processo, as fraudes para fornecer habilitação para pessoas que moravam fora do Estado ocorreram entre novembro de 2020 e setembro desse ano. Massachusetts entrou nas negociações após julho de 2023, quando passou a emitir carteira de motorista para imigrantes indocumentados. Já em Nova York o documento estava disponível para residentes sem status imigratório legal no país desde 2019. Os réus cobravam cerca de US$ 1,4 mil para conseguir a habilitação. No total, foram mais de mil clientes e, segundo as investigações, aproximadamente 600 tiveram sucesso. Os falsários burlavam o sistema de Nova York que exige que os candidatos tirem fotos enquanto fazem o teste escrito on-line na tentativa de evitar fraudes. Os réus pediam a seus clientes para se fotografarem em posições que simulavam que estavam completando a prova, mas eram os acusados que respondiam aos testes escritos, criavam certificados de conclusão de escolas de condução de Nova York, inclusive com assinaturas falsas de funcionários desses locais. Com esse certificado, os candidatos compareciam ao Departamento de Registro de Carros de NY para apresentar os documentos de identidade e comprovante de residência no Estado, mesmo local para onde eram enviadas as habilitações. Os endereços eram controlados pela quadrilha. Os réus e seus cúmplices recrutavam clientes em Massachusetts e os dirigiam até Nova York, "vários de uma vez só", para a primeira fase e também para o teste de rua. Em Massachusetts, o esquema forjava os passaportes para usar como identidade para requerer a habilitação. A produção e distribuição de documentos falsos são passíveis de até 5 anos de reclusão em regime fechado, três anos de liberdade condicional e multa de US$ 250 mil. Já a produção de passaporte fraudulento para uso de terceiros pode gerar 10 anos de prisão, liberdade supervisionada por três anos e multa de até US$ 250 mil. As autoridades avisam que a investigação ainda está em curso e pode apontar outros envolvidos.

  • Dois aviões colidem durante taxiamento no Aeroporto LaGuardia

    NOVA YORK - Dois aviões operados por uma subsidiária da Delta Airlines colidiram nesta quarta-feira, 1, na pista do Aeroporto LaGuardia, em Nova York, informaram autoridades e a companhia aérea. O incidente, envolvendo dois aviões da Endeavor Air, ocorreu às 21h58, horário local, quando um estava pousando e o outro se preparando para decolar, de acordo com um comunicado da Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey. Uma pessoa foi levada ao hospital com "ferimentos sem risco de vida", acrescentou. A Delta relatou um ferimento leve em um comissário de bordo. A autoridade portuária disse que as operações em LaGuardia, um dos aeroportos mais movimentados dos Estados Unidos, não foram interrompidas. A Delta, empresa controladora da Endeavor Air, disse que "trabalharia com todas as autoridades para revisar" as medidas de segurança após o acidente, que descreveu como "uma colisão em baixa velocidade durante o taxiamento na pista". Citando informações preliminares, a Delta disse que a asa do avião, que estava taxiando antes de sua partida para Roanoke, Virgínia, fez "contato com a fuselagem da aeronave que se aproximava". Os dois aviões transportavam um total de 93 passageiros e tripulantes a bordo, acrescentou a Delta. ** Com AFP **

  • Papa Leão XIV critica tratamento "desumano" de imigrantes nos EUA

    Papa Leão XIV disse que quem concorda com o tratamento desumano dos imigrantes não é pró-vida ROMA - O papa Leão XIV realizou nesta terça-feira, 30, sua crítica mais forte às políticas de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionando se elas estão de acordo com os ensinamentos pró-vida da Igreja Católica. "Alguém que diz ser contra o aborto, mas concordar com o tratamento desumano dos imigrantes nos Estados Unidos, não sei se isso é pró-vida", disse o pontífice a jornalistas do lado de fora de sua residência em Castel Gandolfo. A posição da Igreja Católica de que a vida é sagrada desde a concepção até a morte natural é um dos ensinamentos mais fortes da denominação com 1,4 bilhão de membros. Leão, o primeiro papa norte-americano, estava respondendo a uma pergunta de um jornalista dos EUA que perguntou sobre a política do país. A Casa Branca disse que Trump foi eleito com base em suas muitas promessas, incluindo a de deportar estrangeiros ilegais criminosos. "Ele está cumprindo sua promessa ao povo norte-americano", respondeu a porta-voz Abigail Jackson em um comunicado. Eleito em maio para substituir o falecido papa Francisco, Leão demonstrou um estilo muito mais reservado do que seu antecessor, que frequentemente criticava o governo Trump. Leão também foi questionado sobre uma decisão da arquidiocese de Chicago de conceder um prêmio ao senador de Illinois Dick Durbin, um democrata que apoia o direito ao aborto. A medida atraiu críticas dos católicos conservadores, incluindo vários bispos dos EUA. "É muito importante ohttp://feito.Eulhar para o trabalho geral que o senador tem feito. Eu entendo a dificuldade e as tensões, mas acho que, como eu mesmo falei no passado, é importante olhar para muitas questões que estão relacionadas com o que é o ensinamento da Igreja", disse ele. "Alguém que diz que é contra o aborto, mas diz que é a favor da pena de morte, não é realmente pró-vida", acrescentou. ** Com Reuters **

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