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  • Igreja de Massachusetts substitui sagrada família em presépio por alerta sobre ICE

    Placa diz que Jesus, Maria e José estão seguros dentro do santuário da igreja DEDHAM - Uma igreja católica em Dedham, em Massachusetts, substituiu a sagrada família por uma placa criticando as ações do governo federal contra os imigrantes. “A imigração esteve aqui”, dizia uma grande placa ao lado da manjedoura vazia na Paróquia de Saint Susanna. “A Sagrada Família está segura no santuário da nossa Igreja. Se você vir a imigração, ligue para o LUCE.” Manjedoura traz aviso sobre o que fazer ao ver o ICE Segundo o padre Stephen Josoma, é tradição da igreja usar o presépio para “mostrar o que está acontecendo, e este ano, meu Deus, parecia estar bem diante dos nossos olhos”. A congregação trabalha com o reassentamento de imigrantes, incluindo alguns que foram acolhidos na paróquia. O padre cita relatos de que o ICE tem visado igrejas nos últimos dias. “Eles [os imigrantes] fizeram tudo o que deveriam fazer, mas o status deles pode estar em risco. Algumas pessoas da nossa comunidade correm perigo de serem mortas se elas voltassem”, diz Josoma. “É uma política cruel, e nós, como país, podemos fazer muito melhor para lidar com os diversos problemas que enfrentamos.” Anualmente, o grupo Paz e Justiça da paróquia, parte da Pax Christi, destaca questões nacionais e globais com a encenação, incluindo violência armada, tiroteios em massa e mudanças climáticas. Presépio da paróquia Sta Susanna retratrou em 2018 a separação das famílias na fronteira Em 2018 a Paróquia de Saint Susanna atraiu atenção nacional com seu presépio, que retratava o menino Jesus em uma gaiola e os Reis Magos atrás de um muro. A cena era um protesto contra a política de separar famílias na fronteira durante a primeira administração Trump. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • EUA suspendem pedidos de imigração de 19 países

    WASHINGTON - O governo Trump anunciou na terça-feira, 2, a suspensão de todos os pedidos de imigração, incluindo os de green card e cidadania americana, apresentados por imigrantes de 19 países não europeus, alegando preocupações com a segurança nacional e a ordem pública. A suspensão se aplica a pessoas de 19 nações que já estavam sujeitas a uma proibição parcial de viagens em junho, impondo novas restrições à imigração — um ponto central da plataforma política do presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Os países barrados são: Afeganistão Burundi Chade Cuba Eritreia Guiné Equatorial Haiti Iêmen Irã Laos Líbia Mianmar República do Congo Serra Leoa Somália Sudão Togo Turcomenistão Venezuela O memorando oficial que descreve a nova política cita o ataque contra membros da Guarda Nacional dos EUA em Washington na semana passada, no qual um homem afegão foi preso como suspeito. Um membro da Guarda foi morto e outro ficou gravemente ferido. Trump também intensificou a retórica contra os somalis nos últimos dias, chamando-os de "lixo" e dizendo "não os queremos em nosso país". Desde que retornou ao cargo em janeiro, Trump priorizou agressivamente a aplicação das leis de imigração, enviando agentes federais para as principais cidades americanas e impedindo a entrada de solicitantes de asilo na fronteira EUA-México. Seu governo tem frequentemente destacado a pressão por deportações, mas até agora tem dado menos ênfase aos esforços para reformular a imigração legal. A série de restrições prometidas desde o ataque contra membros da Guarda Nacional sugere um foco maior na imigração legal, enquadrado na proteção da segurança nacional e na atribuição de culpa ao ex-presidente Joe Biden por suas políticas. A lista de países visados ​​no memorando desta quarta-feira (3) inclui Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen, que foram submetidos às restrições de imigração mais severas em junho, incluindo a suspensão total de entradas, com algumas exceções. Outros sete países que constam da lista e que foram submetidos a restrições parciais em junho são Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. A nova política suspende os pedidos pendentes e exige que todos os imigrantes da lista de países "sejam submetidos a um processo de reavaliação completo, incluindo uma possível entrevista e, se necessário, uma nova entrevista, para avaliar integralmente todas as ameaças à segurança nacional e à segurança pública". O memorando citava diversos crimes recentes suspeitos de terem sido cometidos por imigrantes, incluindo o ataque da Guarda Nacional. Sharvari Dalal-Dheini, diretora sênior de relações governamentais da AILA (Associação Americana de Advogados de Imigração), afirmou que a organização recebeu relatos de cancelamento de cerimônias de juramento, entrevistas de naturalização e entrevistas de ajuste de status para indivíduos de países listados na proibição de viagens. **Com Reuters**

  • Sabrina Carpenter repudia uso de sua música em vídeo da Casa Branca sobre prisão de imigrantes

    WASHINGTON - Após a Casa Branca divulgar um vídeo mostrando a prisão de imigrantes editado com a música Juno, de Sabrina Carpenter, ao fundo. A cantora criticou o uso da canção na postagem e chamou a política de imigração de Donald Trump de "desumana". O vídeo compartilhado no X na segunda-feira, 1, começa com imagens de manifestações contra o ICE. Após isso, a publicação mostra imigrantes sendo presos. As gravações foram editadas ao som da música Juno, o que foi repreendido por Sabrina Carpenter, autora e intérprete da faixa. "Esse vídeo é mau e repugnante. Não envolvam a mim ou a minha música para beneficiar sua agenda desumana", escreveu a cantora no X, o antigo Twitter. A escolha da música de Sabrina Carpenter não foi à toa. Durante os shows da turnê Short n' Sweet, a cantora brinca de prender uma pessoa da plateia, geralmente uma celebridade, por ser sexy demais e joga uma algema rosa de plumas em direção a quem vai ser preso. Na letra de Juno, a artista pop fala sobre prender a pessoa por quem está interessada com algemas rosas, mas em um contexto sensual, sem qualquer relação com a política imigratória do governo Trump ou com qualquer outra questão legal.

  • Lula e Trump conversam sobre uso de Delaware para lavar dinheiro de fraudes tributárias no Brasil

    Investigação da Receita Federal aponta lavagem de dinheiro por meio de offshores em Delaware WASHINGTON - Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump trataram durante ligação no começo da tarde desta terça-feira,2, sobre o uso do estado americano de Delaware para lavar dinheiro fraudado de impostos no Brasil. De acordo com investigações da Receita Federal, o Grupo Refit teria movimentado R$ 72 bilhões em um ano para ocultar lucros por meio de offshores em Delaware, que é um paraíso fiscal. No dia 27, data em que a Polícia Federal deflagrou a operação Poço de Lobato, sobre fraudes atribuídas ao Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos (RJ), Haddad já havia falado sobre o uso de empresas do estado de Delaware. "Queremos pautar com os Estados Unidos conversas sobre crime organizado. Estão abrindo empresas em Delaware. Fazem um empréstimo para fundos, que, pela suspeita da Receita, jamais serão pagos e esse dinheiro volta em forma de aplicação no Brasil, como se fosse um investimento estrangeiro direto", afirmou o ministro da Fazenda, na ocasião. O chefe da equipe econômica também classificou o esquema como uma “triangulação internacional gravíssima” e disse que havia sido identificada uma última operação de R$ 1,2 bilhão, que simulava um investimento estrangeiro. "Não sabemos quantos fundos são. É importante ter colaboração internacional", afirmou o ministro. Ao tomar conhecimento das falas de Haddad, Lula pediu ao ministro que providenciasse a apresentação com os detalhes das fraudes. Na nota divulgada nesta terça-feira, após a conversa com Trump, o governo brasileiro diz: “O presidente Lula igualmente ressaltou a urgência em reforçar a cooperação com os EUA para combater o crime organizado internacional. Destacou as recentes operações realizadas no Brasil pelo governo federal com vistas a asfixiar financeiramente o crime organizado e identificou ramificações que operam a partir do exterior. O presidente Trump ressaltou total disposição em trabalhar junto com o Brasil e que dará todo o apoio a iniciativas conjuntas entre os dois países para enfrentar essas organizações criminosas.” A Operação Poço de Lobato contra o Grupo Refit revelou um esquema de sonegação fiscal que, segundo o governo de São Paulo, chegava a R$ 350 milhões por mês e envolvia importadoras, distribuidoras, formuladoras, postos, fundos de investimento e empresas de fachada no Brasil e no exterior. ** Com O Globo**

  • Costco processa governo dos EUA por reembolso de tarifas pagas

    A Costco questiona na Justiça direito de recuperar valores já pagos ISSAQUAH - A varejista americana Costco processou o governo dos Estados Unidos para garantir reembolsos das tarifas que já pagou enquanto ainda aguarda decisão da Suprema Corte sobre se o presidente Donald Trump possuía autoridade legal para determinar as barreiras de importação. Em uma queixa apresentada na sexta-feira (28) em Manhattan, a Costco afirmou que o uso da Lei de Poderes de Emergência Econômica Internacional por Trump para impor tarifas deixou a companhia com dúvidas sobre se as empresas poderão recuperar esses valores já pagos. Com sede em Issaquah, Washington, a Costco se juntou a dezenas de empresas que entraram com ações judiciais para assegurar possíveis reembolsos. Ela também está entre as maiores, com receita de US$ 275,2 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de agosto. A maior operadora de clubes de compras atacadistas do país disse que a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA negou o pedido por mais tempo para concluir os cálculos das tarifas devidas, ameaçando o direito dela conseguir os reembolsos mesmo que a Suprema Corte decida contra Trump. A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA ainda não se pronunciou. A Costco também ainda não respondeu a um pedido de comentário. Outras empresas que entraram com ações judiciais para assegurar os reembolsos incluem Bumble Bee Foods, a fabricante de óculos Ray-Ban EssilorLuxottica, a Kawasaki Motors, Revlon e Yokohama Tire, conforme mostram registros judiciais. Durante as alegações em 5 de novembro, os juízes da Suprema Corte, dos dois lados políticos, levantaram questionamentos sobre se Trump usou devidamente ou não a lei de poderes de emergência de 1977 para impor tarifas. Os juízes enxergaram o caso em caráter de urgência, mas não informaram quando emitirão a decisão. A Costco tomou diversas medidas para lidar com as tarifas, incluindo a redução do número de fornecedores e o aumento da dependência de fornecedores locais e da sua marca Kirkland. ** Com Reuters **

  • TSA anuncia cobrança de US$45 para viajantes sem Real ID

    Muitos americanos optaram por não tirar o documento sob as exigências do Real ID WASHINGTON - A partir de fevereiro, os viajantes que não apresentarem uma identidade Real ID ou passaporte ao passar pelos controles de segurança nos aeroportos dos Estados Unidos terão que pagar uma taxa de US$ 45. A exigência foi anunciada nesta segunda-feira, 1, pela Administração de Segurança nos Transportes (TSA, na sigla em inglês), e deve afetar americanos que optaram por não portar o novo documento. A TSA explicou que a taxa, válida por dez dias, cobrirá os custos administrativos e de verificação da identidade dos passageiros, de modo que a despesa seja paga pelos próprios viajantes, e não pelos contribuintes. Inicialmente, a agência havia sugerido uma taxa de US$ 18. A lei que aplica o Real ID, que entrou em vigor em maio, foi aprovada em 2005 para melhorar a segurança dos aeroportos após os atentados de 11 de setembro de 2001, embora sua implementação tenha sido adiada diversas vezes. Para obter o documento identificado por uma estrela — os interessados devem comparecer a RMV (equivalente ao DETRAN) de sua cidade e fornecer informações como nome, data de nascimento, número do Seguro Social, dois comprovantes de residência e a verificação do status legal no país, segundo o Departamento de Segurança Nacional (DHS, na sigla em inglês). Isso significa que os cidadãos americanos precisam apresentar a certidão de nascimento, documento que muitas pessoas - principalmente as mais velhas e de cidades do interior - não têm acesso por questões burocráticas. A em vigor há sete meses prevê que além da carteira Real ID, o TSA deve aceitar o passaporte americano ou estrangeiro para trânsito nos aeroportos. ** Com Agências **

  • 'Saúde excelente', diz médico da Casa Branca sobre Trump

    Trump resistiu em divulgar informações sobre o seu estado de saúde WASHINGTON - O presidente dos EUA, Donald Trump, tem uma saúde cardiovascular "excelente", segundo o resultado de uma ressonância magnética realizada em outubro, informou nesta segunda-feira, 1, o seu médico. O republicano, 79, foi criticado por falta de transparência em relação à sua saúde, depois que uma visita repentina ao centro médico Walter Reed gerou especulações sobre o motivo do check-up. Em memorando divulgado pelo governo, o médico da Casa Branca, Sean Barbabella, informou que o exame foi preventivo, para "a identificação precoce de problemas, confirmar sua saúde geral e garantir que ele mantenha a vitalidade a longo prazo". "No geral, seu sistema cardiovascular mostra uma saúde excelente. As imagens abdominais também são perfeitamente normais. Todos os órgãos principais parecem muito saudáveis", disse Barbabella. "Tudo o que foi avaliado está funcionando dentro do normal, sem nenhuma preocupação relacionada a condições agudas ou crônicas." Pressionado pela imprensa, Trump evitou nas últimas semanas responder sobre o motivo da visita. Em seu segundo mandato, ele tem aparecido com frequência com hematomas em sua mão direita, ocasionalmente cobertos com maquiagem. A Casa Branca atribuiu as marcas a aspirina, que ele toma como parte de um regime "padrão" de saúde cardiovascular. No último verão, o governo informou que Trump havia passado por uma avaliação devido a um inchaço nas pernas, e diagnosticado com insuficiência venosa crônica, uma condição que pode ser controlada com medicamentos ou procedimentos específicos. Trump foi a pessoa mais velha a assumir o cargo de presidente dos EUA. ** Com AFP **

  • Parlametares republicanos exigem respostas sobre ataques na costa da Venezuela

    Fontes dizem que Trump negou pedidos de anistia do presidente venezuelano em conversa por telefone WASHINGTON - Alguns parlamentares republicanos expressaram preocupação com as ações militares dos Estados Unidos na costa da Venezuela e se juntaram aos democratas, prometendo investigar os múltiplos ataques a um único barco, embora não houvesse nenhuma informação nesta segunda-feira, 1, sobre qualquer reunião ou audiência. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou nesta segunda-feira que houve dois ataques a um barco no início de setembro, dizendo que estavam dentro da lei e foram autorizados pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, dias após alguns membros do Congresso afirmarem que o segundo ataque para matar sobreviventes poderia ter sido ilegal. Os ataques a barcos são a segunda questão em uma semana a provocar objeções dos republicanos, que vinham apoiando fortemente praticamente todas as iniciativas políticas do presidente Donald Trump desde o início de seu segundo mandato em janeiro. Na semana passada, vários parlamentares republicanos criticaram duramente a Casa Branca por sua forma de lidar com um plano de paz proposto para a Ucrânia que, segundo eles, favorece a Rússia. As últimas preocupações surgiram após o Washington Post noticiar, na sexta-feira, que Hegseth "deu uma ordem verbal" para matar todos a bordo de uma das embarcações. Hegseth negou veementemente que tivesse ordenado um segundo ataque. Ele considerou os relatos "fabricados, inflamatórios e depreciativos" nas redes sociais. Trump disse que iria avaliar o assunto, mas que acreditou "100%" em Hegseth quando ele disse que não havia ordenado um segundo ataque. Os dois comitês do Congresso liderados pelos republicanos que supervisionam o Pentágono disseram que analisariam o caso. Na sexta-feira, o presidente do Comitê de Serviços Armados do Senado, o republicano Roger Wicker, do Mississippi, e o senador Jack Reed, de Rhode Island, principal democrata do comitê, disseram que conduziriam uma "supervisão vigorosa". Seus pares do painel de Serviços Armados da Câmara dos Deputados, o presidente republicano Mike Rogers, do Alabama, e o democrata Adam Smith, de Washington, disseram que levavam as informações a sério e que estavam tomando medidas bipartidárias para obter um relato completo . Leavitt disse em uma reunião na Casa Branca que Hegseth havia conversado com alguns membros do Congresso "que poderiam estar preocupados" durante o fim de semana. Nesta segunda-feira, líderes democratas e republicanos do Congresso disseram que previam exames bipartidários do incidente. ** Com Reuters **

  • Imigrantes ilegais terão que passar por revistas de roupas e boca no Reino Unido

    Ativistas dizem que medidas são invasivas e alimentam o racismo e a discriminação LONDRES - A polícia do Reino Unido poderá exigir que imigrantes ilegais retirem seus casacos e permitam buscas na boca nos portos britânicos para que os policiais possam procurar telefones celulares ou cartões SIM e coletar informações sobre sua viagem, informou o governo nesta segunda-feira, 1. O Ministério do Interior afirmou que as novas prerrogativas devem ser de apoio para investigações destinadas a desmantelar organizações criminosas suspeitas de contrabandear migrantes através do Canal da Mancha. Os criminosos frequentemente usam contatos telefônicos e mídias sociais para recrutar migrantes para travessias de pequenos barcos da França, que atingiram níveis recordes neste ano. O governo trabalhista vem endurecendo suas políticas de imigração, principalmente no que diz respeito à imigração ilegal, em um esforço para conter a crescente popularidade do Partido Reformista, que tem impulsionado a agenda de imigração. A expectativa é que as novas regras recebam o "consentimento real" -- uma formalidade para entrar em vigor -- nos próximos dias. Os policiais poderão fazer com que os imigrantes retirem casacos, jaquetas ou luvas para procurar dispositivos e podem inspecionar a boca em busca de cartões SIM ou pequenos eletrônicos ocultos, informou o Ministério do Interior. O departamento do governo, liderado por Shabana Mahmood, explicou que, anteriormente, as buscas por telefones celulares só eram possíveis após a prisão de um migrante, acrescentando que sob as novas regras, policiais poderão coletar informações mais rapidamente. Pesquisas sugerem que a imigração ultrapassou a economia como a principal preocupação dos eleitores britânicos. Durante o verão, ocorreram protestos fora de hotéis que abrigam solicitantes de asilo a custo público. A postura mais rígida do governo com relação à migração foi criticada por grupos de defesa dos direitos humanos, para quem algumas das políticas servem de bode expiatório para os migrantes, além de alimentar o racismo e a violência. "O uso de poderes invasivos para vasculhar as roupas -- e até mesmo dentro da boca -- de pessoas desesperadas e traumatizadas que acabaram de sobreviver a uma viagem aterrorizante pelo Canal da Mancha é um ato distópico de brutalidade", disse Sile Reynolds, chefe de defesa de asilo da Freedom from Torture, que atua no apoio a sobreviventes de tortura. ** Com Reuters **

  • Brasileira deve receber quase US$ 82 milhões após perder perna e braço em acidente no metrô de NY

    Luisa tinha 21 anos na época do acidente e estava a passeio nos EUA NOVA YORK - A brasileira Luisa Janssen Harger da Silva, de 31 anos, vai receber uma indenização de US$ 81,7 milhões, após perder um braço e uma perna em um acidente no metrô de Nova York há quase dez anos. Luisa, que estava nos Estados Unidos em visita ao namorado, desmaiou e caiu nos trilhos da estação Atlantic Avenue–Barclays Center, no Brooklyn, e foi atingida por um trem que se aproximava. O acidente de 2016 resultou na amputação de seu braço e perna esquerdos. Ela precisou ficar internada por 24 dias e passou por múltiplas cirurgias e enxertos de pele. Hoje, utiliza próteses. Durante o processo no Tribunal Federal do Brooklyn contra a autoridade Metropolitana de Transporte (MTA, na sigla em inglês) – responsável pelo metrô de Nova York – a defesa de Luisa demonstrou que a agência já tinha, há pelo menos 15 anos, dados que indicavam o risco de quedas nas plataformas, e que havia, inclusive, propostas para instalar porta-barreiras gratuitas, que foram rejeitadas. A MTA informou que discorda do veredicto e que vai recorrer da decisão. Consultora de Acessibilidade Atualmente, Luisa vive no Brooklyn e integra o Comitê Técnico de Acessibilidade, responsável por colaborar na elaboração do próximo Código de Construção de Nova York, contribuindo para políticas urbanas mais inclusivas. Ela se formou em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), fez intercâmbio em Tecnologia Arquitetônica na University of Westminster, em Londres, entre 2014 e 2015, e concluiu o mestrado em Arquitetura pela City University of New York (CUNY), em 2020. ** Com Agências **

  • Trump diz que suspensão das decisões de asilo nos EUA durará 'muito tempo'

    Trump culpa administração anterior pela entrada de suspeito que foi regularizado no país em abril WASHINGOTN - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo, 30, que seu governo planeja manter suspensas as decisões sobre concessão de asilo por "muito tempo", após um cidadão afegão atacar dois guardas nacionais perto da Casa Branca, matando um deles. Ao ser questionado sobre quanto tempo duraria a pausa, Trump afirmou que não tinha "um limite de tempo" em mente para a medida, que segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS), está vinculada a uma lista de 19 países com restrições de viagem aos EUA. "Não queremos essas pessoas", declarou o republicano. "Sabem por que não as queremos? Porque muitos não foram bons e não deveriam estar em nosso país", acrescentou. O governo Trump congelou as decisões de asilo após o ataque a tiros em Washington em 26 de novembro, no qual Sarah Beckstrom, de 20 anos, morreu, e Andrew Wolfe, de 24, ficou gravemente ferido. O autor dos disparos foi identificado pelas autoridades como Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, que foi preso e enfrenta acusações de homicídio. Lakanwal foi membro das "unidades zero" dos serviços afegãos, um grupo antiterrorista apoiado pela CIA para combater os talibãs. Ele entrou nos EUA como parte do programa de reassentamento após a retirada caótica das forças americanas do Afeganistão em 2021. Ao suspeito foi concedido asilo em abril de 2025, quando Trump já era presidente, mas, segundo os chefes do FBI, da CIA e do DHS, Lakanwal chegou ao país sem supervisão adequada devido a "políticas de asilo frouxas a administração Joe Biden". Após o ataque armado, Trump escreveu que planejava "pausar permanentemente a migração de todos os países do terceiro mundo para permitir que o sistema americano se recupere completamente". Quando perguntado sobre quais nacionalidades seriam afetadas, o DHS apontou uma lista de 19 países, incluindo Afeganistão, Cuba, Haiti, Irã e Mianmar, que já enfrentam restrições de viagem aos EUA desde junho. ** Com AFP **

  • Bar de Idaho oferece cerveja grátis por denúncia de imigrantes ilegais

    Campanha está dividindo opiniões nas redes sociais EAGLE - Um bar de Idaho está oferecendo “cerveja grátis” a quem ajudar o ICE a localizar e deportar imigrantes em situação irregular. “Alerta: qualquer pessoa que ajude o ICE a identificar e finalmente deportar um ilegal de Idaho recebe cerveja grátis durante um mês no Old State Saloon”, diz a publicação feita no X, antigo Twitter. O Old State Saloon, localizado na cidade de Eagle, afirmou ainda que pode ampliar o benefício por “vários meses” caso várias pessoas sejam deportadas. Para participar, segundo o anúncio, é necessário enviar provas como fotos e vídeos. O próprio Departamento de Segurança Interna republicou o anúncio e recebeu como resposta do bar: “Vamos lá. Deportem todos”. A postagem rapidamente atraiu curtidas, comentários e críticas. Um dos usuários sugeriu até a criação de um ranking para premiar o “deportador do ano” em 2025. Segundo o jornal New York Post, um homem chamado Ryan Spoon, vice-presidente do Comitê Republicano do condado de Ada, já teria sido “premiado” após enviar informações que levaram à detenção de uma pessoa pelo ICE. O influencer conservador Bo Loudon também apoiou a iniciativa e a classificou como “incrível”. “É por isso que amo os Estados Unidos”, escreveu. Mas houve forte reação contrária. Muitos usuários pediram boicote ao estabelecimento, que passou a receber uma onda de avaliações negativas no Google. O próprio bar publicou prints afirmando que a “esquerda” estaria promovendo os ataques. Na biografia oficial, o Old State Saloon se define como “odiado por todos os liberais do mundo” e como o “berço do mês incrível da heterossexualidade”. ** Com Agências **

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