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  • Americanos aprovam deportação, mas rejeitam táticas do ICE

    Pesquisa aponta ainda que maioria quer manter ICE funcionando e apoia mudanças na agência WASHINGTON - A maioria dos americanos concorda que os imigrantes que vivem ilegalmente nos Estados Unidos devem ser deportados, mas desaprova as táticas linha-dura do governo, mostra uma nova pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta quinta-feira, 26. O levantamento, que durou seis dias e foi encerrado na segunda-feira, ilustra tanto a ampla aceitação do foco do presidente Donald Trump na aplicação das leis de imigração quanto a desaprovação generalizada das ações do ICE, o que pode prejudicar o Partido Republicano nas eleições legislativas de meio de mandato, em ⁠3 de novembro. Cerca de 61% dos entrevistados -- incluindo 92% dos republicanos e 35% dos democratas -- disseram apoiar a ‌deportação de imigrantes sem documentos. A posição de Trump sobre o assunto o ajudou a vencer a eleição presidencial de 2024, já que ele acusou os políticos democratas de serem a favor de "fronteiras abertas". Sessenta ‌e três por cento dos democratas disseram que não apoiam a ‌deportação de imigrantes sem autorização, em comparação com 7% dos republicanos. ICE FOI LONGE DEMAIS Cerca ‌de 60% dos americanos -- incluindo um quinto dos republicanos e nove em cada dez democratas -- acreditam que os agentes ‌de imigração foram longe demais, segundo ⁠pesquisa da Reuters/Ipsos. Entre as ⁠pessoas que não se identificam com nenhum partido, 65% acham que as autoridades excederam os limites. Esses eleitores independentes podem ⁠ser um grupo decisivo em novembro, quando os republicanos tentarão ‌manter suas apertadas maiorias na Câmara ‌e no Senado. A desaprovação das táticas de Trump é particularmente alta entre os americanos negros e hispânicos, dois segmentos do eleitorado nos quais Trump obteve avanços nas eleições de 2024. Setenta e quatro por cento dos entrevistados negros e 72% dos hispânicos disseram não gostar da forma como o governo ⁠estava lidando com as deportações, em comparação com 51% dos entrevistados brancos. Desde fevereiro de 2025, a taxa de aprovação geral de Trump entre os hispânicos caiu 7 pontos percentuais, para 29%, na última pesquisa. Entre os afro-americanos, a queda foi de 2 pontos percentuais, para 14%. Entre os brancos, a redução foi de 4 pontos, para 49%. Surgiram divisões ‌internas significativas em ambos os partidos políticos em relação à aplicação das leis de imigração. Entre os republicanos que apoiam as deportações, 23% disseram sentir-se desconfortáveis com as táticas atualmente empregadas pelos agentes de ⁠imigração. Os democratas, além de estarem divididos sobre se os imigrantes sem documentos devem ser deportados ou não, também discordam sobre a possibilidade de dissolver o ICE, órgão central de fiscalização do Departamento de Segurança Interna (DHS). Cerca de 63% dos democratas disseram que o ICE deveria ser abolido, enquanto 30% discordaram. A porcentagem de apoiadores representou um aumento significativo em relação a uma pesquisa Reuters/Ipsos de 2018, que mostrou 44% dos democratas apoiando a ideia. A pesquisa mais recente mostrou que apenas um terço dos independentes apoia o fim do ICE, uma mudança pequena em relação a 2018. A mais recente pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online, coletou respostas de 4.638 adultos em todo o país e teve uma margem de erro de dois pontos percentuais. ** Com Reuters **

  • Presença de brasileiros no Congresso confronta discurso anti-imigrante de Trump

    Marcelo acompanhou maior parte do discurso de Trump no gabinete do deputado de Massachusetts WASHINGTON - Os brasileiros Marcelo Gomes da Silva e Caroline Dias Gonçalves acompanharam de perto o discurso do Estado da União nesta terça-feira, 24, a convite de parlamentares democratas, uma iniciativa para confrontar a retórica do governo federal de prender estrangeiros criminosos. Os dois foram presos pelo ICE em situações semelhantes, não têm passagem pela polícia e passaram a maior parte da vida nos Estados Unidos. Enquanto o presidente Donald Trump disse que estava salvando o país de estrangeiros criminosos, o deputado Seth Moulton exaltou a coragem de Marcelo pela disposição de humanizar a situação. "Ele aceitou mostrar o rosto, mostrar quem são as pessoas que estão sendo perseguidas. Marcelo é um bom cidadão, um patriota", acrescentou o representante de Massachusetts. O brasileiro deixou a galeria do plenário após o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) tuitar sobre a presença de Marcelo no Congresso, referindo-se a "um estrangeiro ilegal que está na mira da agência". Após a postagem, a equipe de Moulton decidiu que seria mais seguro para o jovem assistir o evento do gabinete do deputado. "Conversamos com a advogada de Marcelo e ela disse que ele não corria risco uma vez que o processo dele tramita normalmente no sistema, mas não podemos confiar que essa administração vai seguir a lei", observou o democrata. O brasileiro foi preso em maio do ano passado aos 18 anos quando dirigia o carro do pai a caminho do treino de vôlei na Milford High School, em Massachusetts. Ele ficou seis dias preso no QG do ICE em Burlington antes de ser solto sob fiança. Na época, o ICE alegou que estavam tentando a captura do pai de Marcelo, mas nunca foram atrás do homem. Marcelo chegou aos EUA aos 7 anos acompanhando os pais com visto de estudante. Ao expirar o F-1, a família deu entrada em um pedido de asilo que segue pendente. Leia também: Juiz libera jovem de 18 anos preso pelo ICE em Milford Já Caroline Dias Gonçalves era a convidada do senador John Hickenlooper, do Colorado. A estudante de enfermagem da Universidade de Utah foi presa em junho após um policial rodoviário alertar agentes do ICE de que a jovem podia estar ilegal no país. Senador  Hickenlooper apresenta Caroline horas antes do discurso A universitária, então com 19 anos, ficou detida por 15 dias e denunciou os maus tratos na prisão. Leia também: Universitária brasileira é presa pelo ICE no Colorado Assim como Marcelo, a brasileira chegou ao país com 7 anos. Ao expirar o visto de turista, a família deu entrada em um processo de asilo que está sendo analisado pela Justiça de imigração. Outros Horas antes de Trump começar a falar, o DHS havia listado os dez convidados - entre imigrantes ilegais e parentes de estrangeiros detidos pelo ICE - de parlamentares democratas para o evento em uma mensagem contra as ações anti-imigrantes do republicano. O líder da minoria no Senado, Charles Schumer, de Nova York, levou a mãe de Dylan Josue Lopez Contreras que entrou no país no fim da administração de Joe Biden e estava em um processo de asilo quando foi preso ao comparecer em uma audiência na Corte de Imigração. Contreras segue preso na Pensilvânia. O deputado Robert Menendez Jr, de Nova Jersey, estava acompanhado de Monica Han Housen, sobrinha da colombiana Adriana Quiroz Zapata, uma solicitante de asilo que, segundo o processo, fugiu de um ex-parceiro violento e com "conexões políticas". Ela luta para não ser deportada. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial deste material sem a autorização da MANCHETE USA. Todos os textos estão protegidos por copyright. Reproduções autorizadas devem conter crédito de AUTORIA para MANCHETE USA ( mancheteusa.com )

  • Trump chama Robert De Niro de 'doente' após críticas do ator

    WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o astro do cinema Robert De Niro de "doente e demente" depois que o ator pediu aos americanos que "resistam" ao seu governo. O protagonista de "Taxi Driver" e "Touro Indomável" é um crítico ferrenho de Trump e usou seu discurso ao receber a Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes no ano passado para chamar o presidente "filisteu". "Robert De Niro Transtornado por Trump, outra pessoa doente e demente com, acredito, um QI extremamente baixo, que não faz a menor ideia do que está fazendo ou dizendo — algumas delas seriamente CRIMINOSAS!", escreveu Trump em uma longa publicação na sua plataforma Truth Social. O presidente americano também atacou em sua mensagem as congressistas democratas Ilhan Omar e Rashida Tlaib, que chamou de "lunáticas". Os comentários foram publicados depois que De Niro criticou o presidente em um podcast, divulgado na segunda-feira, ao afirmar: "Todos devem permanecer unidos para tirá-los e voltarmos aos trilhos". "A história é o nosso país, e Trump está destruindo isso, e quem sabe quais são seus motivos, mas é doentio", declarou o ator de 82 anos no podcast "The Best People with Nicolle Wallace". "As pessoas têm que resistir, resistir, resistir, resistir, resistir. É a única maneira", completou.

  • Autoridades dos EUA apontam preocupações com a segurança na Copa do Mundo

    Cerimônia do anúncio da Copa do Mundo no ano passado em Miami WASHINGTON - As autoridades das cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA, que acontecerá no final deste verão, nos Estados Unidos prestaram depoimento perante uma comissão do Congresso na terça-feira, 24, expondo suas preocupações com possíveis problemas "catastróficos" de segurança à medida que o evento se aproxima. Em depoimento perante o Comitê de Segurança Interna da Câmara dos Representantes, testemunhas apontaram dois motivos principais para o atraso nos preparativos de segurança, a pouco mais de 100 dias do início da Copa do Mundo: o congelamento dos fundos da FEMA , a Agência Federal de Gestão de Emergências, destinados à segurança do evento e a falta de coordenação entre as entidades locais e Washington. Com o governo federal atualmente paralisado, a FEMA anunciou no domingo que reduziria suas operações ao "mínimo essencial para salvar vidas". Isso significou o congelamento de todos os fundos que não se enquadram nessa descrição, entre os quais estão quase US$ 900 milhões reservados para as cidades-sede da Copa do Mundo. Leia também: Foxborough ameaça cancelar jogos a menos de 4 meses da Copa Como parte da Lei One Big Beautiful Bill, a FEMA lançou em novembro o Programa de Subvenções para a Copa do Mundo da FIFA, que disponibilizou US$ 625 milhões para as cidades-sede a fim de "realizar as extensas atividades de segurança necessárias para proteger jogadores, funcionários, espectadores, instalações e infraestrutura crítica em todas as cidades-sede, fortalecendo-as contra possíveis ataques terroristas". Em dezembro, a agência concedeu mais US$ 250 milhões aos 11 Estados anfitriões, ajudando-os a "fortalecer sua capacidade de detectar, identificar, rastrear ou mitigar sistemas de aeronaves não tripuladas (drones)". "Acho que se tivéssemos tido essa conversa há dois anos, estaríamos em melhor situação", disse Mike Sena, presidente da National Fusion Center Association, durante a audiência, antes de continuar: "mas hoje, à medida que nos aproximamos desses jogos, estamos longe da capacidade que precisamos." Ray Martinez, diretor de operações do Comitê Organizador da Copa do Mundo de Miami, foi mais específico sobre suas necessidades e preocupações. "Estamos a 107 dias do torneio, mas, mais importante, estamos a cerca de 70 dias do início da construção do Fan Fest", disse ele, acrescentando que, se os organizadores não receberem os 70 milhões de dólares solicitados até o final de março, começarão a cancelar eventos, a começar pelo Fan Fest. "Essas decisões precisam ser tomadas", acrescentou. "Sem receber esse dinheiro, as consequências para nosso planejamento e coordenação podem ser catastróficas." Autoridades de Foxboro, Massachusetts, insinuaram a possibilidade de desistir de sediar as sete partidas programadas para o Gillette Stadium caso o financiamento não seja liberado. O vice-chefe de polícia de Kansas City, Joseph Mabin, afirmou que seu departamento não possui atualmente pessoal suficiente para atender a todas as necessidades de segurança da cidade e considerou o financiamento crucial para a capacidade da cidade de contratar mais funcionários. A Copa do Mundo, co-organizada pelos EUA, México e Canadá, começa oficialmente em 11 de junho com o jogo entre México e África do Sul na Cidade do México e com a Coreia do Sul enfrentando um adversário ainda a ser definido perto de Guadalajara. A primeira partida a ser disputada nos EUA acontecerá um dia depois, com os Estados Unidos enfrentando o Paraguai em Los Angeles. As 11 cidades anfitriãs nos EUA são Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova York/Nova Jersey, Filadélfia, Área da Baía de São Francisco e Seattle. ** Com Reuters **

  • Discurso de Trump reforça agenda patriótica em ano de eleição crucial

    Donald Trump foi ovacionado por parlamentares republicanos em diversos momentos do discurso WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez, na noite de terça-feira, 24, um discurso inflamado sobre o Estado da União, no qual celebrou o que chamou de "uma virada histórica" americana. Em um momento em que pesquisas indicam que muitos nos EUA estão insatisfeitos com a situação atual do país — e com a liderança de Trump — o presidente deu poucos sinais de mudança de rumo. Em vez disso, de olho nas decisivas eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro, na qual o comando do Congresso pode ficar com a oposição, Trump apresentou um discurso de autopromoção ao país, um chamado patriótico a seus apoiadores leais e provocações a seus adversários políticos. Foi uma fala marcada por recursos teatrais — momentos pensados para as câmeras, típicos de alguém que já apresentou um reality show. Logo no início, ele deu as boas-vindas à equipe masculina de hóquei da seleção olímpica dos EUA, presente na galeria. Os atletas ergueram suas medalhas de ouro enquanto republicanos entoavam "USA!" e até os democratas se levantaram para aplaudir. Mais tarde, Trump homenageou heróis militares, um veterano de 100 anos da Segunda Guerra Mundial e um nadador da Guarda Costeira que resgatou 165 pessoas presas nas enchentes do Texas no ano passado. Este último recebeu a Medalha de Honra do Congresso, e o primeiro, a Legião do Mérito por heroísmo extraordinário. Embora seu discurso tenha batido um recorde de duração, esses momentos aceleraram o ritmo da noite e se alinharam ao tema central do presidente: patriotismo e realizações americanas. Seu discurso começou com frases já conhecidas. "Nossa nação está de volta", afirmou. Era o país "mais quente" do mundo. Em determinado momento, após culpar os democratas por criar uma crise de "custo de vida", acrescentou: "Estamos indo muito bem." Ele citou o aumento da renda, a valorização do mercado de ações, a queda no preço da gasolina, a fronteira sul com redução drástica na travessia de migrantes sem documentação e a inflação sob controle. "O nosso país está vencendo novamente", concluiu. O desafio do Trump é que sua taxa de aprovação pública gira em torno de 40%, e a população dos EUA quer que ele faça mais para enfrentar suas preocupações. No mês passado, ele fez um pronunciamento nacional na Casa Branca, em Washington D.C., no qual abordou temas semelhantes e apresentou estatísticas parecidas, mas que não convenceu o público. Trump e seus assessores parecem apostar que, com uma audiência maior no discurso sobre o Estado da União, que deve alcançar dezenas de milhões de pessoas, o resultado será diferente. O que Trump não fez neste discurso, porém, foi apresentar um volume significativo de novas políticas. Ele pontuou o pronunciamento, de quase duas horas, com algumas propostas, entre elas novas contas de poupança para aposentadoria destinadas a trabalhadores de baixa renda e um acordo com empresas de inteligência artificial para garantir fornecimento suficiente de eletricidade a suas instalações, a fim de evitar que consumidores sejam atingidos por tarifas mais altas. Também voltou a defender ideias antigas, como um plano de saúde que prevê pagamentos diretos aos americanos para ajudar a cobrir franquias de seguro, uma lei que exija que todos os eleitores comprovem cidadania e a proibição da concessão de carteiras de motorista comerciais a migrantes sem documentação. Ele ainda prometeu continuar avançando com seu amplo regime de tarifas, mesmo após a decisão da Suprema Corte, na sexta-feira passada (20), que derrubou muitas das taxas que ele havia imposto anteriormente. Três dos ministros que votaram contra o presidente permaneceram inexpressivos enquanto assistiam da primeira fila. Mais cedo, Trump e o presidente da Suprema Corte, John Roberts — autor do parecer sobre as tarifas — trocaram um breve aperto de mãos, mas nenhum dos dois sorriu. Em um discurso frequentemente interrompido por aplausos dos republicanos presentes no plenário, a discussão de Trump sobre tarifas provocou murmúrios entre os democratas e silêncios desconfortáveis entre os republicanos, muitos dos quais demonstram desconforto com o custo econômico dessas medidas e com a ameaça que sua impopularidade possa representar para suas chances eleitorais. Se as tarifas sufocaram o ambiente, quando Trump passou a falar de imigração os ânimos se exaltaram. Os trechos em que o presidente mencionou o que chamou de ameaça de "imigrantes ilegais" provocaram alguns dos aplausos mais estrondosos dos republicanos no plenário e gritos indignados e olhares frios dos democratas. Imigração A imigração vinha sendo um dos pontos fortes políticos de Trump, mas a intensificação das ações de fiscalização em Minneapolis, que resultou na morte a tiros de dois cidadãos americanos por agentes federais, corroeu significativamente a sua posição. O presidente não mencionou essas mortes — nem a "abordagem mais branda" na fiscalização que sugerira ser necessária após o episódio. Em vez disso, o discurso de Trump, com foco em crimes cometidos por migrantes sem documentação — assassinatos, acidentes e corrupção — buscou retomar a iniciativa no tema. Nesse momento, a deputada democrata Ilhan Omar interrompeu o discurso aos grito de que Trump é "mentiroso" e afirmou que ele "matou americanos". A representante de Minnesota, onde Renee Good e Alex Pretti foram assassinados em janeiro por agentes do ICE, é de origem somali, comunidade a quem o republicano acusa de envolvimento em fraudes e crimes naquele Estado. Por outro lado, o presidente relatou uma série de crimes cometidos por imigrantes irregulares e usou as histórias para defender medidas mais rígidas. Entre elas, pediu ao Congresso a aprovação do que chamou de “Lei Dalilah”, que proibiria Estados de conceder carteiras de motorista a imigrantes ilegais, em referência Dalilah Coleman, sobrevivente de 5 anos de um acidente de carro, envolvendo um caminhão dirigido por um imigrante ilegal. Além disso, Trump pediu que o Congresso aprove um projeto de lei que exige documento de identidade e comprovação de cidadania nas eleições. Democratas da oposição prometem barrar a proposta no Senado. "A única coisa que separa os americanos de uma fronteira completamente aberta neste momento é o presidente Donald J. Trump e nossos grandes patriotas republicanos no Congresso", disse. Foi um reconhecimento tácito de que, em pouco mais de oito meses, os americanos irão às urnas nas eleições de meio de mandato que definirão a composição das duas Casas do Congresso. Como é típico nesses pronunciamentos no Congresso, independentemente de quem ocupe a Presidência, a política externa ficou em segundo plano. Apesar do grande envio de forças americanas para a região próxima ao Irã, Trump fez pouco para convencer o público americano de que uma ação militar sustentada dos EUA seria necessária. "Minha preferência é resolver esse problema por meio da diplomacia, mas uma coisa é certa: jamais permitirei que o principal patrocinador do terror no mundo tenha uma arma nuclear", afirmou, antes de mudar de assunto. No momento, os ventos políticos sopram contra o presidente. Ainda assim, Trump pode acreditar que o humor do público está prestes a mudar. Talvez ele esteja convencido de que os americanos começarão a sentir os benefícios econômicos de suas políticas. Ou talvez acredite que o clima mudará com um renovado sentimento de patriotismo durante as celebrações do 250º aniversário do país neste verão. Seu discurso, com menções a heróis militares e a jogadores de hóquei medalhistas de ouro presentes na plateia, pode indicar que esta é a aposta política que ele decidiu fazer.

  • Departamento de Justiça removeu arquivos que citavam Trump no caso Epstein, diz NPR

    WASHINGTON - Departamento de Justiça dos Estados Unidos teria removido alguns arquivos públicos relacionados ao caso do financista pedófilo Jeffrey Epstein, morto em 2019, que mencionavam alegações de abuso sexual de uma menor de idade envolvendo Donald Trump, presidente do país. As informações são resultado de uma investigação da Rádio Pública Nacional (NPR), organização americana de radiodifusão pública com sede em Washington, que identificou também a remoção de outros documentos que citavam o republicano. Segundo a NPR, o conteúdo removido incluía mais de 50 páginas de entrevistas e anotações do FBI com uma mulher que acusou Trump de abuso sexual décadas atrás, quando ela ainda era menor de idade. Na reportagem, a organização afirmou que não houve resposta oficial sobre os motivos pelos quais o conteúdo não teria sido divulgado ou teria sido retirado do ar. Outros arquivos que teriam desaparecido do site do Departamento de Justiça dizem respeito a outra mulher, testemunha-chave da acusação no julgamento criminal da ex-namorada de Epstein, Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual. ** Com ANSA **

  • Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%

    Fonte do governo diz que tarifas maiores virão com o tempo WASHINGTON - Os Estados Unidos impuseram uma tarifa adicional ‌de 10% a partir desta terça-feira, 24, sobre todos os produtos não cobertos por isenções, segundo um aviso emitido pela Polícia de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês). A taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira era de 15%. Em um aviso para "fornecer orientações ⁠sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026", a CBP disse que as importações "estarão sujeitas a uma taxa adicional de 10%", salvo os produtos listados como isentos. A medida aumentou a confusão em torno da política comercial dos ‌EUA, sem nenhuma explicação sobre o motivo pelo qual a taxa ‌mais baixa foi ⁠usada. O Financial ⁠Times citou um funcionário da Casa Branca dizendo que o aumento para ⁠15% virá mais tarde. A cobrança das novas tarifas começou à meia-noite, quando as taxas de 10% e 50% anuladas pela Suprema Corte já estavam suspensas. A lei da Seção ⁠122 permite que o presidente imponha as novas tarifas por até 150 dias a todos os países para lidar com déficits "grandes e graves" na balança de pagamentos e "problemas fundamentais de pagamentos internacionais". A ordem tarifária do republicano ‌argumenta que existe um grave déficit na balança de pagamentos na forma de um déficit comercial anual de US$1,2 trilhão em ⁠bens dos EUA e um déficit em conta corrente de 4% do PIB, além de uma reversão do superávit de renda primária dos EUA. Na segunda-feira, Trump advertiu os países contra o recuo dos acordos comerciais recentemente negociados com os EUA, dizendo que, se o fizerem, ele adotará tarifas muito mais altas sob diferentes leis comerciais. ** Com Reuters **

  • Nevasca paralisa trens, aeroportos e deixa 650 mil sem luz nos EUA

    Transtornos causados pela nevasca deve atrapalhar a semana dos americanos NOVA YORK - A forte tempestade de neve que começou a atingir o Nordeste dos Estados Unidos no domingo afetou 40 milhões de pessoas e deixou mais de 650 mil sem energia nesta segunda-feira, 23. Apenas em Massachusetts e Nova Jersey, 400 mil ficaram no escuro, segundo o site Poweroutage.us, que monitora interrupções no fornecimento de energia. Ventos fortes e alertas de nevasca, com interrupções no transporte, cancelamento de voos e fechamento de escolas e empresas, deixaram milhões de pessoas presas em casa. Oito Estados declararam estado de emergência. Autoridades fecharam as rodovias no Estado de Nova York. Na cidade, o prefeito Zohran Mamdani proibiu deslocamentos não essenciais de veículos e ordenou o fechamento de escolas. Os Estados vizinhos de Nova Jersey e Rhode Island impuseram restrições semelhantes. Em dezenas de localidades, a neve chegou a 90 centímetros. "Essa parece ser a pior nevasca que tivemos em uma década", disse Josh Estrella, porta-voz da cidade de Providence, Rhode Island, onde 84 centímetros de neve haviam caído até o meio da tarde de ontem. A neve úmida e pesada, juntamente com os ventos fortes, quebrou galhos de árvores, resultando em um cenário invernal caótico que exigiu o trabalho de inúmeras equipes de remoção de neve. Alertas Mamdani anunciou um aumento salarial para os trabalhadores de remoção de neve, elevando o salário para US$ 30 por hora, ante os cerca de US$ 19 anteriores. Ele afirmou que mais de 800 pessoas já estavam nas ruas removendo a neve, garantindo que as aulas presenciais serão retomadas hoje. Autoridades de Massachusetts, porém, pediram que as pessoas trabalhassem de casa, para manter as estradas livres para a remoção da neve e o restabelecimento da energia elétrica. Cerca de 350 veículos ficaram presos em todo o Estado durante a tempestade. A nevasca também reduziu drasticamente o tráfego nos aeroportos, especialmente nos arredores da cidade de Nova York e de Boston. Mais de 6 mil voos programados para o dia foram cancelados em aeroportos dos EUA, com quase todas as chegadas e partidas suspensas nos principais centros de conexão do nordeste, de acordo com a FlightAware. Cansaço Os cancelamentos afetaram cerca de um em cada cinco voos nos EUA, segundo a Cirium, empresa de dados de aviação. Em um dia típico, cerca de 1% dos voos domésticos são cancelados. Pelo menos 90% dos voos foram cancelados nos aeroportos Kennedy, Newark Liberty e Boston Logan, de acordo com o FlightAware. Ao menos 12 voos que partiriam do Brasil para os EUA, entre domingo, 22, e esta segunda, 23, tinham sido cancelados. Os principais destinos com rotas canceladas foram Boston e Nova York. Fenômeno O fenômeno chega pouco depois de a região ter recuperado a normalidade após a passagem devastadora da outra frente fria que causou mais de 100 mortes a menos de um mês. A tempestade intensificou-se rapidamente, atingindo a categoria de "ciclone-bomba" e apresentando trovões e relâmpagos - dois fenômenos raramente vistos em tempestades de neve. ** Com AE **

  • 'Ciclone-bomba' causa toque de recolher no Nordeste EUA pode trazer até 70cm de neve

    Prefeito de Nova York decretou toque de recolher diante dos riscos da tempestade NOVA YORK - O poderoso ciclone-bomba deve provocar uma das mais intensas tempestades de inverno dos últimos anos no Nordeste dos Estados Unidos, colocando dezenas de milhões de pessoas em alerta ao longo do corredor próximo à fronteira com o Canadá. O sistema, que se intensifica rapidamente sobre o Atlântico atinge com força cidades como Nova York, Boston e Filadélfia. O fenômeno é classificado como “bombogênese”, quando a pressão atmosférica do ciclone cai de forma explosiva em poucas horas, fortalecendo os ventos e intensificando as áreas de precipitação. O resultado é uma tempestade extremamente organizada, com características comparáveis às de um furacão de inverno. O Serviço Nacional de Meteorologia (NWS, na sigla em inglês) emitiu alertas de nevasca para grandes centros como Nova York e Boston, além de áreas dos Estados de Nova Jersey e Connecticut. Para que haja caracterização oficial de nevasca, são necessários ventos acima de 56 km/h por pelo menos três horas e visibilidade inferior a 400 metros — critérios que devem ser amplamente superados durante o pico do sistema. Por conta da previsão, a prefeitura de Nova York ordenou o fechamento das escolas e recomendou que os motoristas evitem as estradas nesta segunda-feira Os acumulados de neve podem ultrapassar 70 centímetros em partes do litoral de Nova Jersey, em Long Island e no leste de Massachusetts. Em cidades como Nova York, Filadélfia e Boston, os volumes previstos variam entre 30 e 60 centímetros, com possibilidade de totais ainda maiores em faixas estreitas onde se formarem bandas intensas de neve. Essas formações, conhecidas como “mesoscale bands” ou bandas de mesoescala, podem produzir taxas de precipitação de 5 a 8 centímetros por hora, tornando ruas e rodovias completamente intransitáveis em poucas horas. A combinação de vento forte e neve intensa deve gerar condições de “whiteout”, ou visibilidade quase zero, quando é impossível enxergar além de poucos metros. As rajadas podem atingir entre 80 km/h e 110 km/h na costa, com picos ainda mais elevados em áreas expostas como Cape Cod e ilhas de Massachusetts. Além de agravar a sensação térmica, os ventos levantam a neve já acumulada, formando grandes montes e bloqueando estradas. Outro fator de preocupação é o risco elevado de falta de energia. A neve inicial tende a ser úmida e pesada, aderindo a árvores e redes elétricas. Com a chegada das rajadas mais intensas, galhos e postes podem ceder sob o peso combinado da neve e da força do vento, aumentando a probabilidade de apagões prolongados. Governadores de Massachusetts, Nova York e Nova Jersey já decretaram estado de emergência. Prefeituras mobilizaram milhares de trabalhadores, espalharam sal nas vias e posicionaram caminhões limpa-neve em pontos estratégicos. As autoridades pedem que a população evite deslocamentos desnecessários, especialmente entre a noite de domingo e a manhã de segunda-feira. O impacto no transporte aéreo começou antes mesmo da chegada do pior da tempestade. De acordo com a plataforma FlightAware, milhares de voos foram cancelados preventivamente. Companhias como Delta Air Lines, American Airlines e United Airlines flexibilizaram remarcações para evitar que aeronaves e tripulações fiquem retidas nas áreas mais afetadas. Além da neve e do vento, há risco de inundações costeiras moderadas a localmente severas. A combinação de maré alta, ventos persistentes de nordeste e ondas fortes pode provocar ressaca significativa, erosão de praias e alagamentos em áreas baixas próximas ao litoral. Meteorologistas destacam que pequenas variações na trajetória do ciclone podem alterar drasticamente os acumulados finais de neve em determinadas cidades. Ainda assim, a avaliação é de que se trata de um evento de grande magnitude, com potencial para entrar na lista das tempestades mais marcantes da última década no Nordeste americano. Se as projeções se confirmarem, o ciclone-bomba não apenas deve paralisar o transporte e as atividades econômicas por vários dias, como também deixar uma paisagem típica de inverno extremo, com montes de neve que podem ultrapassar um metro em áreas de maior acúmulo e exigir uma longa e difícil operação de limpeza nas principais metrópoles da região. ** Com Agências **

  • EUA revertem decisão e mantêm PreCheck nos aeroportos

    Sistema acelera triagem de passageiros nos aeroportos dos Estados Unidos WASHINGTON - O governo ‌dos Estados Unidos mudou de ideia neste domingo, 22, em relação ao PreCheck que permite que milhões de passageiros aéreos passem por uma triagem de segurança acelerada, afirmando que o programa ⁠permanecerá em operação horas depois de ter anunciado ‌que o sistema seria temporariamente suspenso. O anúncio anterior do Departamento de Segurança Interna (DHS) ‌de que o PreCheck seria ‌interrompido causou grande alarme entre grupos ⁠de viagem e companhias aéreas no momento em que a movimentada temporada de férias começa nos EUA. Mais de 20 milhões de pessoas estão ativamente inscritas ‌no sistema da Administração de Segurança de ‌Transportes (TSA), que ⁠ajuda a ⁠gerenciar o volume de viagens nos aeroportos. A suspensão seria motivada ‌pela mais recente paralisação do governo, embora a ação não tenha sido tomada durante do shutdown de ⁠43 dias no ano passado. O DHS iniciou uma paralisação parcial neste mês, depois que republicanos e democratas não chegaram a um acordo sobre ‌as reformas na aplicação da lei de imigração. Mais cedo, a TSA informou que o programa "continua operacional, sem alterações para o público viajante. À medida que surgirem restrições de pessoal, a administração avaliará caso a caso e ajustará as operações de acordo". O PreCheck permite que passageiros aprovados passem por uma fila de segurança dedicada e mais rápida nos aeroportos dos EUA e foi projetado para reduzir o tempo de espera e agilizar a triagem. **Com Assessorias**

  • Dólar cai após derrota de Trump na Suprema Corte e nova tarifa dos EUA

    Dólar começou a semana em queda de 0,2% diante de reviravolta de política comercial WASHINGTON - O dólar opera em queda na manhã desta segunda-feira, 23, frente às principais divisas globais, no primeiro dia útil após uma reviravolta na política comercial dos Estados Unidos. O Bitcoin também está em queda, já o ouro voltou a subir. O Índice Bloomberg Dollar Spot, que mede a variação da moeda americana em relação a divisas internacionais, está em queda de 0,2% após ter recuado na mesma proporção na sexta-feira. Os contratos futuros de ações dos EUA caíram nas primeiras negociações desta segunda-feira, com o índice S&P 500 recuando 0,2% e o Nasdaq 100 caindo 0,4%, O ouro avançou após uma sequência de três semanas de ganhos. O metal precioso subiu até 1,4%, aproximando-se de US$ 5.180 a onça. A prata subiu 1,4%, para US$ 85,81. O bitcoin, por sua vez, caiu um pouco abaixo de US$ 65 mil hoje pela segunda vez neste mês. O presidente Donald Trump afirmou no sábado que imporia uma taxa global de 15% sobre todos os seus parceiros comerciais, após a Suprema Corte americana ter decido, na sexta-feira, que as chamadas "tarifas recíprocas" aplicadas pelos EUA em abril são ilegais. O poder da moeda e a democracia A decisão judicial, assim como a reação de Trump, criaram uma grande incerteza sobre como será a política comercial da maior economia do planeta nos próximos meses. Além disso, pode deixar em suspenso vários acordos comerciais que os EUA estava negociando com outros países desde o chamado "Dia da Libertação", quando Trump elevou as tarifas comerciais americanas sobre todos os países do mundo. As ações europeias oscilaram, com a Bolsa de Londres ficando praticamente estável, com queda de 0,01%, e a de Frankfurt caindo 0,48%. A Bolsa de Paris apresentava alta de 0,05%. Na Ásia, a Bolsa de Tóquio fechou com queda de 1,12% e a de Hong Kong subiu 2,53%. Na China, a Bolsa fechou em baixa de 1,25%. Petróleo em queda O Brent registrava queda de 0,61%, com o barril sendo negociado a US$ 71,32, depois de saltar quase 6% na semana passada, quando Trump afirmou que estava considerando um ataque militar limitado contra o Irã. A próxima rodada de negociações em Genebra está prevista para quinta-feira. Já o petróleo tipo Texas, referência nos EUA, recuava 0,60%, a US$ 66,08. **Com Bloomberg**

  • Foxborough ameaça cancelar jogos a menos de 4 meses da Copa

    Autoridades alegam falta de verba para garantir a segurança do público FOXBOROUGH - A cidade de Foxborough, em Massachusetts, considera rejeitar ser a casa de jogos da Copa do Mundo da Fifa caso não consiga mas de US$ 7 milhões para garantir a segurança do evento que começa em junho. O Conselho Municipal solicitou US$ 7,7 milhões à Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) para cobrir os custos de segurança pública, considerando a expectativa da passagem de 450 mil pessoas em Foxborough nos próximos meses. O órgão tem até 17 de março para liberar a verba. Sem o recurso, as autoridades de Foxborough afirmam que não vão aprovar as licenças que a Fifa e o Comitê Organizador de Boston precisam para organizar os sete jogos previstos para acontecer no Gillette Stadium, incluindo duas partidas mata-mata. “É provável que o pedido de financiamento que fizemos — cerca de US$ 7,7 milhões — não seja totalmente aprovado”, disse o presidente do Conselho de Administração, Bill Yukna, durante uma reunião do conselho esta semana. “No entanto, a cidade vai manter o pedido tanto para mão de obra quanto para algumas despesas de capital, e se essas necessidades não forem atendidas, as licenças não serão concedidas.” A governadora de Massachusetts, Maura Healey, disse a jornalistas na quarta-feira que está confiante de que a cidade vai ter o dinheiro suficiente para receber os jogos. "Ainda estamos aguardando a liberação de verbas federais. Já há recursos estaduais disponíveis e outros a caminho. Além disso, há contribuições de empresas e filantropia. Portanto, estou confiante de que, trabalhando juntos, conseguiremos resolver tudo isso", garantiu a democrata sem precisar os valores. Confira os jogos previstos para o Gillette Stadium, segundo o calendário da Fifa: Fase de grupos: 5 jogos Jogo 5 | Sábado, 13 de junho Grupo C: Haiti x Escócia Jogo 18 | Terça-feira, 16 de junho Grupo I: Bolívia/Iraque/Suriname x Noruega Jogo 30 | Sexta-feira, 19 de junho Grupo C: Escócia x Marrocos Jogo 45 | Terça-feira, 23 de junho Grupo L: Inglaterra x Gana Jogo 61 | Sexta-feira, 26 de junho Grupo I: Noruega x França Fase de 32 avos: 1 jogo Jogo 74 | Segunda-feira, 29 de junho Vencedor do Grupo E x Terceiro colocado dos Grupos A/B/C/D/F Quartas de final: 1 jogo Jogo 97 | Quinta-feira, 9 de julho Vencedor do jogo 89 x Vencedor do jogo 90 A Copa do Mundo da Fifa 2026 conta com 104 jogos envolvendo 48 seleções em 16 cidades de três países: Canadá, México e Estados Unidos.

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