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  • Imprensa internacional repercurte 7 de setembro de 'dois Brasis'

    Bolsonaristas pedem socorro aos EUA em Dia da Independência do Brasil NOVA YORK - A imprensa internacional destacou as manifestações a favor e contra o ex-presidente Jair Bolsonaro realizadas no domingo, 7 — dia da Independência do Brasil — em diversas cidades do país. Os atos antecedem a semana em que é esperado um veredito no julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus de tentativa de golpe de Estado, que pode levar o ex-presidente à cadeia. EL País "Os dois Brasis se enfrentam nas ruas na véspera do veredito de Bolsonaro", destacou o jornal espanhol El País. "O Brasil institucional, liderado pelo presidente Luiz Inácio da Silva, e o bolsonarismo — sem seu líder, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar — foram às ruas neste domingo, 7 de setembro, Dia da Independência, em manifestações separadas", disse o principal jornal da Espanha. "A esquerda reuniu cerca de 8 mil pessoas em São Paulo, enquanto o bolsonarismo reuniu cerca de 42 mil pessoas na maior de suas passeatas na mesma cidade, segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento", destacou o jornal. O artigo do El País afirma que os bolsonaristas já dão como certa a condenação de Bolsonaro, e por isso foram às ruas para pedir uma anistia ao ex-presidente e outros políticos e manifestantes condenados na Justiça. Muitos também exibiram bandeiras dos EUA e pediram mais apoio ao presidente americano, Donald Trump, que seria "a última esperança e uma ferramenta-chave" para se conseguir uma anistia no Brasil. O jornal também falou que Lula liderou o desfile oficial de 7 de setembro, que não contou com a presença de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Lula disse em pronunciamento na televisão que "não somos nem seremos de novo colônia de ninguém" e chamou de "traidores da pátria" os políticos que "estimulam ataques contra o Brasil". The New York Times O jornal americano The New York Times disse que apoiadores de Bolsonaro "inundaram as ruas na véspera de sua esperada condenação". "Milhares de brasileiros foram às ruas no Dia da Independência do país, no domingo, em protestos políticos, abrindo uma semana tensa que deve terminar com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro", disse o NYT, destacando que as manifestações foram majoritariamente pacíficas e aconteceram em cidades de todo o país. "À direita, brasileiros envoltos em bandeiras brasileiras e americanas protestavam contra o processo criminal contra Bolsonaro, acusado de tentar se manter no poder após perder a eleição de 2022. À esquerda, pessoas pediam a prisão de Bolsonaro e denunciavam os esforços do presidente Trump para proteger o ex-presidente." "Na tarde de domingo, imagens aéreas de vários protestos deixaram poucas dúvidas de que os apoiadores de Bolsonaro superavam significativamente em número os manifestantes da esquerda, mostrando que — mesmo em meio a seus problemas legais — ele continua sendo uma força política significativa no Brasil", diz o artigo do NYT. O artigo questiona em seguida: "Mas isso vai importar?" — destacando que se espera a condenação de Bolsonaro, com penas que podem chegar a 40 anos de cadeia. O NYT destacou as falas de Lula no pronunciamento televisivo pelo 7 de setembro em que o presidente diz que o Brasil não vai aceitar ordens de ninguém — o que seria uma "mensagem voltada para Trump". O jornal americano disse que "com a condenação de Bolsonaro vista como inevitável tanto pela direita quanto pela esquerda, os protestos de domingo se concentraram em grande parte na questão da anistia". "A questão da anistia é particularmente sensível no Brasil, onde oficiais militares já receberam essa proteção por crimes cometidos durante a ditadura do país, de 1964 a 1985, quando brasileiros foram presos, torturados e desaparecidos." The Gardian O jornal britânico The Guardian cobriu as manifestações bolsonaristas em um artigo com o título: "'Ele é nosso último recurso': apoiadores de Bolsonaro suplicam para que Trump intervenha no julgamento do ex-presidente por golpe". "O presidente de esquerda do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, prometeu que seu país não aceitará ordens de ninguém, enquanto seguidores de seu antecessor de extrema direita foram às ruas para pedir que Donald Trump endurecesse contra o governo e o judiciário do Brasil na véspera do julgamento de Jair Bolsonaro por supostamente planejar um golpe", diz o Guardian. "Nas manifestações de domingo, os apoiadores de Bolsonaro pediram a Trump que fizesse mais para ajudar seu líder de 70 anos, que vive em prisão domiciliar desde o início de agosto após violar uma ordem judicial que o proibia de usar as redes sociais. Se condenado esta semana, ele pode pegar uma pena de até 43 anos", afirma o jornal britânico. "No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana para mostrar seu apoio a Bolsonaro, que mantém o apoio de milhões de brasileiros, apesar das alegações de que ele orquestrou um golpe fracassado." O Guardian afirma também que "a alegria da esquerda com a condenação antecipada de um político que, segundo promotores, tentou levar o Brasil de volta a um regime autoritário foi esfriada pela raiva com a intervenção de Trump e pelos temores de que o Congresso do país, dominado pelos conservadores, possa eventualmente aprovar uma anistia para Bolsonaro". As manifestações de domingo também foram destaque em outros veículos internacionais. ** Com BBC **

  • Trump nega guerra com Chicago e afirma que os EUA vão 'limpar' suas cidades

    Trump tem enviado mensagens confusas sobre interferência federal em cidades (Foto: Arquivo) WASHINGTON - O presidente americano, Donald Trump, assegurou neste domingo, 7, que os Estados Unidos "vão limpar" suas cidades e negou que haverá uma "guerra" com Chicago, após ter ameaçado a cidade em uma publicação em suas redes sociais. "Não vamos para a guerra. Vamos limpar nossas cidades", afirmou o republicano em declarações à imprensa antes de deixar a Casa Branca e seguir para Nova York, onde assistiu à final do Aberto de Tênis dos EUA. Neste sábado, Trump publicou em sua rede social própria, a Truth Social, uma imagem que fazia referência ao filme “Apocalypse Now” na qual aparece retratado sobre um fundo com os arranha-céus de Chicago, vários helicópteros e labaredas de fogo. "Eu adoro o cheiro de deportações pela manhã... Chicago vai descobrir por que é chamado de DEPARTAMENTO DE GUERRA", escreveu Trump na publicação, fazendo referência à recente mudança de nome do Departamento de Defesa. Por sua vez, o czar da fronteira dos EUA, Tom Homan, assegurou hoje em uma entrevista no programa 'State of the Union', da emissora “CNN”, que a publicação de Trump foi "tirada de contexto". Segundo Homan, o presidente se referia ao fato que seu governo "vai entrar em guerra com os cartéis criminosos, os imigrantes ilegais e as ameaças à segurança pública". Além disso, antecipou que a mobilização da Guarda Nacional em Chicago poderia ocorrer ainda nesta semana, embora não tenha dado mais detalhes, já que se trata de "informação sensível para as forças de ordem". No último dia 11 de agosto, Trump tomou o controle da segurança de Washington, por 30 dias inicialmente, amparando-se na lei que permite intervir na cidade justificando que existe uma "emergência" pela alta criminalidade, apesar de os números de homicídios da polícia local serem os mais baixos das últimas três décadas. Na quinta-feira, a Guarda Nacional de Washington estendeu seu serviço para permanecer na capital americana de forma ativa até 30 de novembro, em meio a uma nova ação judicial da cidade contra a administração Trump pela mobilização militar que iniciou em agosto. O presidente americano planeja estender a militarização a outras cidades governadas por democratas como Chicago, Nova Orleans e Baltimore, ignorando a rejeição de prefeitos e governadores locais. ** Com EFE **

  • Dois apostadores ganham prêmio de US$1,8 bilhão da Powerball

    Os dois sortudos do Powerball ainda não foram identificados HOUSTON - Dois apostadores da Powerball no Missouri e no Texas ganharam um prêmio combinado de quase US$1,8 bilhão, o segundo maior da história da loteria dos Estados Unidos, informou o site da loteria neste domingo, 7. Os números vencedores sorteados no sábado foram as bolas brancas 11, 23, 44, 61, 62 e a Powerball vermelha 17. O prêmio será dividido entre os dois apostadores, cujas identidades não foram divulgadas. Cada ganhador pode escolher entre um pagamento em dinheiro de US$893,5 milhões, dividido em parcelas ao longo de 30 anos, ou uma quantia única de US$410,3 milhões. O prêmio pago em quantia única oferece um pagamento único e reduzido, antes da dedução de impostos. O sorteio de sábado foi o 42º desde que o último prêmio acumulado fem 31 saiu em maio, um novo recorde para a mais longa sequência na história da Powerball. A probabilidade de ganhar o prêmio principal é de 1 em 292,2 milhões, e a loteria é sorteada três vezes por semana. O prêmio de US$1,787 bilhão fica um pouco abaixo do jackpot recorde de US$2,04 bilhões contemplado por um único bilhete na Califórnia em novembro de 2022. Os bilhetes da Powerball, que custam US$2, são vendidos em 45 Estados, no Distrito de Colúmbia, em Porto Rico e nas Ilhas Virgens Americanas. ** Com Reuters **

  • Trump pede que empresas estrangeiras respeitem leis de imigração após prisão na Hyundai

    Pelo menos 300 dos 475 trabalhadores presos pelo em uma fábrica da Hyundai na Geórgia WASHINGTON - O presidente Donald Trump usou a Truth Social neste domingo, 7, para reforçar sua política migratória após a megaoperação na fábrica de baterias da Hyundai, na Geórgia, que resultou na prisão de 475 trabalhadores estrangeiros, pelo menos 300 sul-coreanos. O republicano conclamou "que todas as empresas estrangeiras que investem nos Estados Unidos a, por favor, respeitar as leis de imigração da nossa Nação". Na publicação, Trump destacou que os investimentos internacionais continuam a ser bem-vindos, mas condicionou essa abertura ao cumprimento das regras locais. "Incentivamos que tragam LEGALMENTE suas pessoas muito inteligentes, com grande talento técnico, para construir produtos de classe mundial. E tornaremos isso possível, de forma rápida e legal." O presidente também deixou claro o que espera em contrapartida. "O que pedimos em troca é que contratem e treinem trabalhadores americanos", pontuou. O recado ocorre dias após a maior operação de imigração já realizada em um único lugar nos EUA. Cerca de 475 pessoas foram detidas em um canteiro de obras de US$ 7,6 bilhões da Hyundai e da LG Energy Solution. O czar de fronteira de Trump, Tom Homan, já havia antecipado que outras iniciativas semelhantes estão a caminho. Em entrevista à CNN, ele afirmou que "a resposta curta é sim, vamos fazer mais operações de fiscalização em locais de trabalho". Reação Coreana A Coreia do Sul recebeu a operação com críticas e fretou um avião para repatriar pelo menos 300 coreanos detidos pelo ICE. A tensão aumentou com a divulgação do vídeo dos trabalhadores sendo algemados nos tornozelos, pulsos e cintura durante a operação, que envolveu helicópteros, veículos blindados e agentes fortemente armados O país destacou que "as atividades comerciais de nossas empresas e os direitos de nossos trabalhadores não devem ser injustamente violados no processo de aplicação da lei dos EUA", disse Kang Hoon-sik, o chefe de gabinete do presidente sul-coreano Lee Jae Myung. A LG Energy Solution informou no sábado (6) que, do total de detidos, 47 pessoas (46 sul-coreanos e um indonésio) são funcionários seniores da empresa, e cerca de 250 são funcionários de empresas subcontratadas, a maioria sul-coreana. A Hyundai afirmou na sexta-feira (5) que não tinha conhecimento de que nenhum dos detidos fosse "empregado direto" da empresa. O ataque ocorreu menos de duas semanas depois de Lee ter reiterado a promessa de seu país de centenas de bilhões de dólares em investimentos privados e apoiados pelo Estado americano, em uma tentativa de evitar altas "tarifas recíprocas" de Trump. ** Com Agências **

  • ICE prende 475 imigrantes em fábrica da Hyundai na Geórgia

    A ação é considerada a maior em um único local na história do DHS ATLANTA – O ICE realizou uma grande batida na fábrica de baterias para carros da Hyundai Motors, ainda em fase de construção na Geórgia, prendendo 475 imigrantes em situação irregular nos Estados Unidos. A ação paralisou a obra de um dos maiores investimentos da empresa sul-coreana no país e já é considerada a maior operação em um único local na história do Departamento de Segurança Interna (DHS).   Especialistas destacaram que o governo do presidente Donald Trump vem intensificando a repressão aos imigrantes, perturbando as empresas em todo o país, mesmo quando a Casa Branca incentivou mais fluxos de entrada de investidores estrangeiros.   As prisões podem exacerbar as tensões entre Washington e Seul, um importante aliado e investidor dos EUA. Os países têm se desentendido sobre os detalhes de um acordo comercial que inclui US$ 350 bilhões em investimentos. No mês passado, a Coreia do Sul prometeu US$ 150 bilhões em investimentos nos EUA - incluindo US$26 bilhões da Hyundai Motor - em uma reunião de cúpula entre os líderes dos dois países.   As autoridades do DHS disseram que os trabalhadores que foram presos estavam impedidos de trabalhar nos EUA depois de cruzar a fronteira ilegalmente ou de ultrapassar o prazo de validade dos vistos. A investigação ocorreu durante vários meses, disse Steven Schrank, agente especial encarregado das investigações na Geórgia, durante uma coletiva de imprensa.   O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul expressou pesar e preocupação com a batida. "As atividades econômicas de nossas empresas que investem nos Estados Unidos e os interesses de nossos cidadãos não devem ser indevidamente violados durante a aplicação da lei dos EUA", reclamou o porta-voz do ministério, Lee Jae-woong, em um comunicado nesta sexta-feira. A Hyundai disse que sua produção de veículos elétricos não foi afetada.   MAIORES INVESTIMENTOS NA GEÓRGIA   Em 2023, o Hyundai Motor Group e a LG Energy Solution anunciaram o empreendimento de US$ 4,3 bilhões para produzir células de bateria de EV, com cada empresa detendo uma participação de 50%. A fábrica fornecerá baterias para modelos Hyundai, Kia e Genesis EV. Da Redação

  • Americana de 75 anos pode pegar prisão perpétua pela morte do ex-genro

    Donna teria planejado a morte do ex-genro para facilitar mudança da filha (Foto: Reprodução TV) MIAMI - Um júri considerou Donna Adelson, de 75 anos, culpada no assassinato do seu ex-genro, Dan Markel, professor de Direito da Florida State University, em 2014. Ela é a quinta pessoa a ser condenada no caso que mobilizou promotores estaduais por mais de uma década.   Segundo a promotoria, Donna planejou a morte do professor para facilitar a mudança de sua filha, Wendi Adelson, com os dois filhos pequenos do casal, para o sul da Flórida, após uma disputa judicial acirrada pela custódia das crianças.   Markel, de 41 anos, foi baleado em 18 de julho de 2014 na entrada de sua residência em um bairro nobre de Tallahassee, e morreu 14 horas depois no hospital. O assassinato já foi tema de programas de TV e podcast.    Além de Donna, outros quatro envolvidos já haviam sido condenados:    Charles Adelson , filho de Donna e periodontista de Fort Lauderdale, condenado em 2023 à prisão perpétua; Katherine Magbanua , ex-namorada de Charles, sentenciada à prisão perpétua mais duas penas adicionais de 30 anos; Sigfredo Garcia , pai dos filhos de Magbanua, condenado à prisão perpétua; Luis Rivera , ex-líder da gangue Latin Kings de North Miami, condenado a 19 anos de prisão. Os promotores afirmam que Donna Adelson organizou o esquema por meio do filho Charles, que contratou Garcia e Rivera para viajar de Miami a Tallahassee e executar Markel. A intermediária foi Magbanua, que tinha dois filhos com Garcia.    Investigação   Donna Adelson foi presa em novembro de 2023 no Aeroporto Internacional de Miami, mais de nove anos após o assassinato.    Na época, ela e o marido tinham passagens só de ida para o Vietnã, país que não possui tratado de extradição com os Estados Unidos. Durante o julgamento, os promotores mostraram que ela havia pesquisado países sem tratado de extradição na Wikipédia.    Ela não testemunhou durante o julgamento. Após 12 dias de audiência, o júri levou cerca de três horas para considerá-la culpada.  Com agências

  • Patinho com malformação aprende a andar com sapatos ortopédicos em Chelmsford

    O patinho e a família foram resgatados por um bom samarinato após serem atropelados BOSTON - Através das redes sociais, usuários viralizaram a história de um pequeno pato de Chelmsford, Massachusetts, depois que uma organização sem fins lucrativos desenvolveu sapatos ortopédicos para que ele pudesse caminhar melhor.   De acordo com informações divulgadas pela Newhouse Wildlife Rescue em sua página no Facebook, um homem identificado como Nick presenciou o momento em que um motorista atropelou o animal junto de sua mãe e irmãos enquanto tentavam atravessar uma estrada. Sem conhecimentos veterinários, ele parou o carro para prestar socorro e procurou ajuda especializada para que os filhotes recebessem atendimento adequado.   Apesar da rápida reação, a mãe das aves não resistiu ao impacto, deixando os filhotes completamente sozinhos. Embora não tenham sofrido ferimentos graves, a equipe da organização percebeu que um deles tinha uma condição especial.    Na publicação, os funcionários da Newhouse Wildlife Rescue revelaram que um dos patinhos nasceu com uma malformação nas patas que o impedia de caminhar no mesmo ritmo dos demais, pois seus dedos ficavam dobrados para dentro. “Para corrigir isso, ele tomará suplementos vitamínicos e usará uns sapatinhos muito legais para evitar que seus pés se enrosquem”, informou o centro nas redes sociais no fim de junho de 2025.   O tratamento    Depois que o caso foi divulgado no Facebook, muitos usuários demonstraram interesse em colaborar de alguma forma com o processo de recuperação.    Semanas mais tarde, a instituição publicou novas fotos mostrando o animal com sapatos ortopédicos amarelos. “Ele já está caminhando melhor. Com o tempo, seus pés deverão conseguir se alinhar sozinhos”, acrescentou a entidade.    “Somos gratos a Nick por agir com gentileza onde outro ser humano falhou. Estamos felizes por termos conseguido ajudar esse patinho em especial, porque ele não teria sobrevivido na natureza sem intervenção”, dizia a postagem. A equipe da Newhouse Wildlife Rescue também agradeceu a todos que acompanharam a recuperação do filhote e seus irmãos, ressaltando que esse tipo de comportamento incentiva e viabiliza o resgate de mais animais. ** Por La Nacion — Massachusetts**

  • Massachusetts ordena que seguradoras cubram vacinas apoiadas pelo Estado

    Massachusetts vai liderar a resistência ao movimento anti-vacina nos EUA BOSTON - A governadora de Massachusetts, Maura Healey, ordenou nesta quinta-feira, 4, que as seguradoras cubram as vacinas apoiadas pelo Departamento de Saúde, mesmo que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos emita recomendações mais restritas. As operadoras não dependem mais apenas do CDC, disse Healey, tornando Massachusetts o primeiro Estado dos EUA a garantir a cobertura de seguro para imunizantes sem a indicação do governo federal. Os planos de saúde geralmente seguem o painel de especialistas do CDC que orienta sobre quem deve tomar as vacinas aprovadas pela FDA (sigla para a agência reguladora de alimentos e remédios dos EUA). Eles devem se reunir em 18 de setembro para discutir as recomendações do CDC para as vacinas contra a Covid-19. A medida é tomada em um momento em que o secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., um antigo ativista antivacina, está agindo rapidamente para reformular as políticas da pasta. Leia também: EUA deixam de recomendar vacinas contra a covid para crianças e grávidas Na semana passada, a FDA que, assim como o CDC, está sob a alçada de Kennedy, limitou a aprovação de imunizantes atualizados contra a Covid-19 para menores de 65 anos àqueles com riscos à saúde, levantando questões sobre a cobertura de seguro para pessoas mais jovens. Em maio, Kennedy disse que os EUA não recomendam mais vacinas de rotina contra a Covid-19 para crianças saudáveis e mulheres grávidas, o que levou organizações médicas e vários Estados a formularem suas próprias regras. Medidas A determinação de Healey permite que as farmácias forneçam vacinas contra a Covid-19 aos residentes de Massachusetts com cinco anos de idade ou mais e autoriza o Departamento de Saúde do Estado a decidir sobre a rotina de vacinação. A democrata se coloca à frente dos esforços para criar uma colaboração de saúde pública com outros Estados da Nova Inglaterra e do Nordeste, "com foco no desenvolvimento de recomendações baseadas em evidências sobre vacinação, vigilância de doenças, preparação para emergências e apoio aos laboratórios estaduais de saúde pública". Leia também: Flórida trabalha para eliminar obrigatoriedade da vacinação infantil Na quarta-feira, Califórnia, Oregon e Washington disseram que lançaram uma aliança de saúde sobre vacinas, à qual o Havaí se juntou nesta quinta-feira. O Colorado também disse que agirá rapidamente para garantir que todos os moradores tenham acesso às vacinas atualizadas contra a Covid-19. Na contramão, a Flórida anunciou planos para acabar com todas as exigências estaduais de vacinas, inclusive para que as crianças frequentem as escolas. ** Com Reuters **

  • Flórida trabalha para eliminar obrigatoriedade da vacinação infantil

    Secretário da Saúde diz que exigir a vacia é imoral TALLAHASSEE - O Departamento de Saúde da Flórida anunciou nesta quarta-feira, 3, que vai eliminar gradualmente a vacinação obrigatória para crianças, uma iniciativa para se alinhar à política nacional. Em entrevista coletiva, o secretário Joseph Ladapo disse que as exigências são uma intrusão "imoral" e beiram a "escravidão". Para ele, a regra tira dos pais o direito de decidir sobre a saúde de seus filhos. "As pessoas têm o direito de tomar suas próprias decisões, decisões informadas. (...) Eles não têm o direito de dizer o que você deve ingerir", defende. Ladapo afirma que o Estado pode tirar a obrigatoriedade de alguns imunizantes infantis por conta própria, mas a pauta deve passar pelo Legislativo. Assim, vacinas como a de sarampo, hepatite B, tétano e poliomielite deixarão de ser exigidas por escolas e creches públicas. Se a promessa se concretizar, a Flórida será o primeiro Estado do país a retirar a exigência de vacinar crianças. O governador Ron DeSantis também criou a comissão "Make America Healthy Again" (Torne a América Saudável Novamente, na tradução livre) e segue o movimento federal encabeçado pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Robert F. Kennedy Jr. A administração de Donald Trump tem promovido mudanças radicais nas regras de vacinas. Entre elas está a retirada das recomendações do imunizante contra a Covid-19 para mulheres grávidas e crianças saudáveis, em maio. ** Com Agências **

  • Tribunal nos EUA mantém decisão favorável a passaportes com gênero "X"

    Justiça dos EUA mantém direito de americano optar por gênero X em passaporte WASHINGTON - Um tribunal de apelações dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira, 4, uma decisão de um tribunal inferior que ordenava ao governo de Donald Trump retomar a emissão de passaportes com a opção de gênero "X". Trump havia emitido, em janeiro, uma ordem executiva segundo a qual apenas dois gêneros seriam reconhecidos: masculino e feminino, pondo fim às políticas oficiais que reconheciam um terceiro gênero nos passaportes, identificado com um "X". Em junho, uma juíza distrital ordenou ao Departamento de Estado que retomasse a emissão de passaportes com a opção "X" para pessoas transgênero e não binárias afetadas pela mudança de política. Nesta quinta-feira, um painel de três juízes de um tribunal de apelações negou o pedido da administração Trump para suspender a ordem da juíza. Em sua decisão, os magistrados destacaram a conclusão do tribunal inferior de que as pessoas afetadas pela mudança "sofrerão uma variedade de danos imediatos e irreparáveis" com a aplicação da política. O primeiro passaporte americano com o gênero "X" foi emitido em outubro de 2021 pelo Departamento de Estado, que especificou que a opção "X" estava reservada para "pessoas não binárias e intersexuais" e, em geral, para aquelas que não se identificam com os critérios de gênero propostos anteriormente. Durante sua campanha, Donald Trump prometeu pôr fim ao que ele chama de "loucura transgênero" nos EUA. ** Com AFP **

  • EUA restringem vistos da América Central por supostos laços com a China

    Marco Rubio não cita exemplos específicos para justificar ação (Foto: Arquivo) WASHINGTON - O secretário de Estado, Marco Rubio, disse nesta quinta-feira, 4, que os Estados Unidos estavam restringindo vistos para alguns cidadãos da América Central que, segundo ele, estariam "agindo intencionalmente em nome do Partido Comunista Chinês". O secretário afirmou que o país está comprometido em combater a "influência corrupta da China na América Central interromper suas tentativas de subverter o Estado de Direito". Durante a declaração, Rubio não nomeou nenhum indivíduo nem citou exemplos específicos de ações pelas quais eles estavam sendo alvos. As medidas também se estendem à cidadãos que já tenham se envolvido anteriormente em atividades com o Partido Comunista Chinês. "Como resultado, esses indivíduos e seus familiares próximos geralmente não serão elegíveis para entrada nos Estados Unidos", disse Rubio em sua declaração. "Essas ações reafirmam o compromisso do presidente Trump em proteger a prosperidade econômica dos Estados Unidos e os interesses de segurança nacional em nossa região", disse ele. Rubio acrescentou que os EUA continuaram responsabilizariam cidadãos centro-americanos que intencionalmente colaboram com o Partido Comunista Chinês na América Central para desestabilizar o hemisfério: "Continuamos a utilizar todas as ferramentas disponíveis para promover a segurança de nossa região", disse ele. ** Com Reuters **

  • Trump recebe titãs da tecnologia em jantar e ostenta promessas bilionárias para IA nos EUA

    O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, e o presidente Trump durante jantar na Casa Branca (Foto: AFP) WASHINGTON - O presidente Donald Trump recebeu executivos de tecnologia de alto escalão para um jantar na Casa Branca na noite desta quinta-feira, 4. No evento, ele falou sobre inteligência artificial e se ressaltou os investimentos que as empresas estão fazendo nos Estados Unidos. “Isso está levando nosso país a um novo patamar”, disse no centro de uma longa mesa cercado pelo que ele descreveu como “pessoas de alto QI”. O encontro foi o exemplo mais recente de um delicado relacionamento entre Trump e líderes do setor de tecnologia, vários dos quais compareceram à sua posse. Trump tem se destacado com a atenção de alguns dos empresários mais bem-sucedidos do mundo, enquanto as empresas estão ansiosas para permanecer nas graças do presidente instável. Enquanto os executivos elogiavam Trump e falavam sobre suas esperanças de avanço tecnológico, o presidente republicano se concentrava nos cifrões. Ele circulou a mesa e perguntou aos executivos quanto eles estavam investindo no país. Mark Zuckerberg, da Meta, que estava sentado à direita de Trump, disse US$ 600 bilhões. Tim Cook, da Apple, disse o mesmo. Sundar Pichai, do Google, disse US$ 250 bilhões. "E a Microsoft?", perguntou Trump. "É um número grande." O CEO Satya Nadella disse que o valor seria de até US$ 80 bilhões por ano. "Ótimo", respondeu Trump. "Muito bom." Elon Musk, ex-aliado próximo de Trump, não estava na lista de convidados. Musk rompeu publicamente com Trump no início deste ano. Na mesa estava um dos rivais de Musk na corrida de inteligência artificial, Sam Altman, da OpenAI, dono do ChatGPT. Em outro reflexo das mudanças de lealdade no mundo de Trump, o jantar incluiu Jared Isaacman, que fundou a empresa de processamento de pagamentos Shift4. Isaacman era um aliado de Musk escolhido por Trump para liderar a NASA, mas teve sua nomeação retirada porque ele era, nas palavras de Trump, "totalmente democrata". Inicialmente, o jantar seria no Rose Garden, área externa da Casa Branca. Mas, devido ao mau tempo, as autoridades decidiram transferir o evento para o Salão de Jantar de Estado, na parte de dentro. O evento aconteceu após uma reunião à tarde da nova força-tarefa de Educação em Inteligência Artificial da Casa Branca, presidida pela primeira-dama Melania Trump e com a participação de alguns líderes de tecnologia. “Os robôs estão aqui. Nosso futuro não é mais ficção científica”, disse ela. Relação de Trump com big techs causa polêmica A abordagem de Trump aos principais executivos de tecnologia tem causado polêmica dentro do Partido Republicano, do qual ele faz parte. Um dos aliados mais próximos de Trump no Congresso, o senador Josh Hawley, criticou a indústria de tecnologia em um discurso em uma conferência conservadora em Washington na manhã de quinta-feira. Ele criticou a falta de regulamentação em torno da inteligência artificial e destacou o Meta e o ChatGPT. “O governo deveria inspecionar todos esses sistemas de IA de ponta para que possamos entender melhor o que os titãs da tecnologia planejam construir e destruir”, disse o parlamentar do Missouri. Trump usa imagens criadas por IA e as compartilha frequentemente online, apesar de suas reclamações no início da semana sobre a tecnologia estar sendo usada para criar vídeos enganosos. Na terça-feira, Trump disse que um vídeo mostrando itens sendo jogados de uma janela do andar de cima da Casa Branca deve ter sido criado por IA, apesar de sua equipe aparentemente ter confirmado a veracidade do vídeo horas antes. Trump então disse: "Se algo realmente ruim acontecer, talvez eu tenha que culpar a IA". ** Com AP **

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